Moody’s tira grau de investimento do Brasil – O plano sionista de George Soros para privatizar a Petrobras passa pela judaica Moody’s

Agência derrubou nota do país em dois ‘degraus’ de uma só vez.
Das 3 maiores agências, só Moody’s não tinha tirado selo de bom pagador.

A agência de classificação de risco Moody’s rebaixou a nota do Brasil e tirou o grau de investimento – selo de bom pagador – do país nesta quarta-feira (24), como já era esperado. A nota do país caiu dois degraus de uma vez: passou de Baa3, o último nível dentro do grau de investimento, para Ba2, que é categoria de especulação. A agência também colocou o Brasil em perspectiva negativa, indicando que pode sofrer novo rebaixamento.

Em nota, a Moody’s afirma que o corte da nota foi influenciado pela maior deterioração das métricas de crédito do Brasil, em um ambiente de baixo crescimento, com expectativa de que a dívida do governo ultrapasse 80% do Produto Interno Bruto (PIB) nos próximos três anos. A agência também aponta a “dinâmica política desafiadora” vai continuar a complicar os esforços de consolidação fiscal e atrasar as reformas estruturais.

“A perspectiva negativa reflete a visão de que os riscos são de uma consolidação e uma recuperação ainda mais lentas, ou de que surjam mais choques, o que cria incertezas em relação à magnitude da deterioração do perfil de crédito do Brasil”.

Último a a tirar grau de investimento
Entre as três grandes agências internacionais, apenas a Moody’s mantinha o Brasil com grau de investimento. No dia 9 de dezembro, entretanto, a agência colocou a nota do país em revisão para possível rebaixamento, indicando que ela poderia ser reduzida em breve.

A primeira a tirar o selo de bom pagador do Brasil foi a Standard and Poor’s (S&P), em setembro do ano passado. Há uma semana, a agência voltou a rebaixar a nota brasileira.

Em dezembro, foi a vez da Fitch, que ao mesmo tempo colocou a nota do país em perspectiva negativa, indicando que ela pode voltar a ser rebaixada.

Como principal motivo para a retirada do grau de investimento do país, as agências apontam a deterioração das contas públicas, o aumento do endividamento público e a preocupação com a retomada do crescimento da economia.

No mercado financeiro, a nota de um país funciona como um “certificado de segurança” que as agências de classificação dão a países que elas consideram com baixo risco de calotes a investidores.

VALE ESTE - classificação de risco (Foto: Editoria de arte/G1)

Consequências
Ainda que já fosse esperado, o rebaixamento pela Moody´s pode ter efeitos sobre a cotação do dólar, a dívida do país, o financiamento das empresas e o nível de investimentos estrangeiros no país.

Isso porque o grau de investimento é um “selo de qualidade” que assegura aos investidores um menor risco de calotes. A partir da nota de risco, os investidores podem avaliar se a possibilidade de ganhos (por exemplo, com juros maiores) compensa o risco de perder o capital investido em um país.

Muitos fundos internacionais, por exemplo, só permitem a aplicação em investimentos que tenham grau de “bom pagador” em pelo menos duas das três agências. Ou seja, diante do alerta e da dúvida, os investidores optam por “não pagar para ver”.

Com menos investidores “interessados” no Brasil, o país pode perder dólares, o que acaba tendo reflexos na cotação da moeda. Para o governo e as empresas, fica mais caro conseguir crédito, já que eles passam a ser vistos como “maus pagadores”.

Alex Agostini, economista-chefe da agência de classificação de risco nacional Austin Rating, acredita, entretanto, que a decisão da Moody´s não deverá provocar turbulências no mercado, uma vez que a decisão já era aguardada. “Vai ficar mais difícil o Brasil receber grandes investimentos por parte dos fundos de pensão internacionais. Mas o mercado já precificou e já fez os ajustes em suas carteiras. Eu diria que vai passar desapercebido. Vai ser menos importante que o zika”, diz.

Como consequências já visíveis da perda do selo de bom pagador ele cita a queda do volume de investimentos estrangeiros em ações, renda fixa e títulos públicos, como também do montante de investimentos estrangeiros diretos, que recuaram 22,5% em 2015.

  •  Uma melhora da nota do país fica só para depois de 2018, quando tivermos uma situação mais clara sobre o crescimento econômico”. – Alex Agostini, economista da Austin Rating

Brasil não deve recuperar selo tão cedo
O Brasil conquistou o grau de investimento pelas agências internacionais Fitch Ratings e Standard & Poor’s pela primeira vez em 2008. Em 2009, conseguiu a classificação pela Moody’s.

Agora, com a perda do selo de bom pagador nas três agências, a perspectiva para uma reconquista do grau de investimento fica ainda mais distante. Historicamente, países costumam levar cerca de 5 a 10 anos para recuperar o título.

“As perspectivas de melhora ficam ainda mais postergadas. O cenário é muito mais de um novo tropeço do que de uma melhora”, avalia Agostini. “Uma melhora da nota do país fica só para depois de 2018, quando tivermos uma situação mais clara sobre o crescimento econômico, que ao que tudo indica não deverá ocorrer antes de 2017”, completa. FONTE: G1

 

25/02/2015 –

O plano sionista de George Soros para privatizar a Petrobrás passa pela judaica Moody’s

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A petrolífera estatal Petrobras arrastou a bolsa de valores de São Paulo em território negativo após a agência de classificação Moody rebaixou o rating da empresa para Ba2, um nível considerado especulativo.

O índice Bovespa da Bolsa de Valores parquet principal indicador São Paulo, fechou o dia com queda de 0,1 %% ea maior empresa no Brasil situou-se em 51,811 pontos, marcado pela queda dos papéis da sessão Petrobras.

Acções do petróleo chegou a diminuir mais de 7% após a Moody colocaria no nível de terça-feira a Petrobras popularmente conhecido como “lixo”, o que pode levar a muitos fundos de investimento conservadores livrar de suas ações nesse empresa.

No entanto, as perdas de petróleo aliviou depois do meio-dia e as ações preferenciais fecharam 4,9%, levando o vermelho, seguido do seu ordinário (-4,5%).

Moody argumentou que a sua decisão “reflete uma preocupação constante” sobre os “potenciais” pressões no muito curto prazo está sujeita ao óleo na sua liquidez e questionou as investigações sobre o caso de corrupção na empresa pode causar “distrações” que podem diminuir os seus esforços para melhorar o seu nível operacional.

O presidente do Brasil, Dilma Rousseff, saiu após o downgrade do rating e Moody acusado de ter “falta de conhecimento” sobre o petróleo.

No território positivo, eles destacaram ações ordinárias da rede de universidades Estácio, que valorizou 5,4%.

As ações da mineradora MMX foram as mais negociadas da sessão com uma participação no volume de negócios de 16,30%, impulsionado por uma troca de ações da empresa.

O volume de negócios foi de 8.827 milhões de reais (cerca de 3,078 milhões de dólares) e 886,118 operações Parquet marcados.

No mercado de câmbio, o real de 1,1% em relação ao dólar, que terminou a sessão negociado 2.865 reais para 2.867 reais de compra e venda à taxa de câmbio comercial depreciado.

FONTE: Ámbito

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