Nazismo e Comunismo (Direita e Esquerda), ambos manipulados pela elite capitalista

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O COMUNISMO  E O NACIONAL-SOCIALISMO (o Nazismo alemão)

Conforme documentado em Governo pelo Secretismo(Rule by Secrecy) os mesmos poderes financeiros que atualmente fizeram dos EUA maior super-potência mundial do pós guerra, criaram também o Comunismo. Depois de uma revolução abortada em 1905, milhares de ativistas russos foram exilados, incluindo os “revolucionários” Leon Trotsky e Vladimir Lenin.

Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

MANIPULAÇÃO E CONTROLE: O COMUNISMO E O NACIONAL-SOCIALISMO (o Nazismo alemão) FORAM CRIADOS E FINANCIADOS PELOS MESMOS MESTRES DO CAPITALISMO DE WALL STREET E DA CITY DE LONDRES

Após anos de tentativas de reforma, o Czar da Rússia foi forçado a abdicar a 15 de Março de 1917, seguindo-se os motins em S. Petersburgo, que muitos creem terem sido fomentados por agentes britânicos à serviço dos capitalistas de Wall Street e da City de Londres.

Em Janeiro de 1917, Leon Trotsky, um acérrimo seguidor de Karl Marx, estava vivendo em instalações cedidas gratuitamente pela Standard Oil (depois o grupoExxon-Esso no Brasil, empresa fundada e controlada pelos Rockfeller), em Baiona, Nova Jersey. Trabalhava na cidade de Nova Iorque, como jornalista para o The New World, um jornal comunista. Trotsky fugiu da Rússia em 1905 e dirigiu-se a França, de onde foi expulso pelo seu comportamento revolucionário. “Rapidamente descobriu que havia banqueiros ricos em Wall Street, que estavam dispostos a financiar uma revolução na Rússia”, escreveu o jornalista William T. Still.

Leon Trotsky (nascido Lev Davidovich Bronstein) foi um “intelectual marxista e revolucionário bolchevique”, organizador do Exército Vermelho e rival de Stalin na tomada do PCUS após a morte de Lenin. Nos primeiros tempos da União Soviética desempenhou um importante papel político, primeiro como Comissário do Povo (Ministro) para os Negócios Estrangeiros; posteriormente como organizador e comandante do Exército Vermelho e fundador e membro do Politburo do Partido Comunista da União Soviética. Trotsky nasceu numa pequena localidade do óblast de Kherson na atualUcrânia, sendo o quinto filho de Anna (1850 – 1910) e David Leontyevish Bronstein ou Bronshtein (1847 – 1922), um humilde lavrador de origem judaica que havia aproveitado os esquemas de colonização tsaristas na Crimeia para abandonar a área tradicional de residência autorizada aos judeus (o “pálio”) e converter-se num próspero, ainda que iletrado, fazendeiro.

Leon Trotsky (nascido Lev Davidovich Bronstein) foi um “intelectual marxista e revolucionário bolchevique”, organizador do Exército Vermelho e rival de Stalin na tomada do PCUS após a morte de Lenin. Nos primeiros tempos da União Soviética desempenhou um importante papel político, primeiro como Comissário do Povo (Ministro) para os Negócios Estrangeiros; posteriormente como organizador e comandante do Exército Vermelho e fundador e membro do Politburo do Partido Comunista da União Soviética. Trotsky nasceu numa pequena localidade do óblast de Kherson na atualUcrânia, sendo o quinto filho de Anna (1850 – 1910) e David Leontyevish Bronstein ou Bronshtein (1847 – 1922), um humilde lavrador de origem judaica que havia aproveitado os esquemas de colonização tsaristas na Crimeia para abandonar a área tradicional de residência autorizada aos judeus (o “pálio”) e converter-se num próspero, ainda que iletrado, fazendeiro.

Um destes banqueiros era Jacob Schiff, cuja família tinha vivido com a família Rothschild em Frankfurt, na Alemanha. De acordo com o New York Journal-American, “o neto de Jacob, John Schiff, estima que o seu avô adiantou cerca de US$ 20 milhões de dólares, para o triunfo do Bolchevismo, na Rússia”. Schiff, um banqueiro Rockefeller, também financiou os japoneses na guerra de 1904/5 contra os russos, pelo controle da Manchúria, e enviou o seu emissário George Kennan à Rússia, para promover a sua revolução contra o Czar.

Outro caso foi o do senador Elihu Root, advogado do co-fundador da Reserva Federal, Paul Warburg, da Kuhn, Loeb & Company. Root, presidente honorário do reservado Conselho de Relações Internacionais e antigo Secretário de Estado dos E.U.A., que se movia suavemente entre a sua posição no Governo e a sua profissão de advogado na cidade de Nova Iorque, contribuiu com ainda mais US$ 20 milhões de dólares, de acordo com registos do Congresso, datados de 2 de Setembro de 1919.Um destes banqueiros era Jacob Schiff, cuja família tinha vivido com a família Rothschild em Frankfurt, na Alemanha. De acordo com o New York Journal-American, “o neto de Jacob, John Schiff, estima que o seu avô adiantou cerca de US$ 20 milhões de dólares, para o triunfo do Bolchevismo, na Rússia”. Schiff, um banqueiro Rockefeller, também financiou os japoneses na guerra de 1904/5 contra os russos, pelo controle da Manchúria, e enviou o seu emissário George Kennan à Rússia, para promover a sua revolução contra o Czar.

Schiff e Root não estavam sós. Arsene de Goulevitch, que estava presente nos primeiros tempos dos Bolcheviques, escreveu mais tarde, “em entrevistas privadas, foi-me dito que foram gastos mais de $ 21 milhões de Rublos pelo Lorde [Albert] Milner, no financiamento da Revolução Russa”. Milner, um alemão que se tornou estadista na Inglaterra, foi a força principal das Távolas Redondas de Cecil Rhodes, um percursor do Conselho de Relações Internacionais(CFRCouncil on Foreign Relations).

A American International Corporation (AIC – Empresa Internacional Americana), formada em 1915, também ajudou a financiar a Revolução Russa. Os diretores da AIC representavam os interesses dos Rockefeller, Rothschild, Du Pont, Kuhn, Loeb, Harriman e da Reserva Federal-FED, bem como dos co-fundadores da Reserva Federal, Frank Vanderlip e George Herbert Walker, o avô materno de George H.W. Bush e bisavô de George H. Bush, ambos presidentes dos EUA.

Trotsky deixou os Estados Unidos de barco, a 27 de Março de 1917 – apenas dias antes da América ter entrado na I Grande Guerra Mundial– juntamente com outros cerca de 300 revolucionários e com recursos fornecidos por Wall Street. Trotsky, cujo nome verdadeiro era Lev Davidovich Bronstein, estava sob vigilância por agentes britânicos, que suspeitavam que ele estivesse trabalhando para os serviços secretos alemães, desde a sua estadia na Viena do pré-guerra. Num discurso antes de sair de Nova Iorque, Trotsky afirmou, “Vou voltar à Rússia para derrubar o governo provisório e para parar a guerra com a Alemanha”.

Quando o navio que transportava Trotsky e o seu grupo parou em Halifax, na Nova Escócia, ele e os seus fundos foram retidos pelas autoridades Canadenses, que temiam justamente que uma revolução na Rússia pudesse libertar as tropas alemãs para combater os seus soldados na Frente Ocidental. Mas esta bem fundamentada preocupação foi contornada pelo alter ego do Presidente Woodrow Wilson, o Coronel Edward Mandell House, que disse ao chefe dos Serviços Secretos Britânicos, Sir William Wiseman, que Wilson queria que Trotsky fosse libertado.

Lenin nasceu como Vladimir Ilyich Ulyanov em 22 de abril de 1870. Seu pai, um alto funcionário do governo russo, inspetor das escolas da província de Simbirsk, era um homem extremamente religioso que apoiava as reformas de Alexandre II e aconselhava os jovens a não caírem no radicalismo. Os ancestrais de Lenin eram de diversas culturas. Ele era descendente de russos cristãos, tártaros, alemães, e suecos. Seu avô materno era judeu. Também acredita-se que Lenin possa ter ascendência de calmucos oriundo de seu pai, era um ateu convicto.

Lenin nasceu como Vladimir Ilyich Ulyanov em 22 de abril de 1870. Seu pai, um alto funcionário do governo russo, inspetor das escolas da província de Simbirsk, era um homem extremamente religioso que apoiava as reformas de Alexandre II e aconselhava os jovens a não caírem no radicalismo. Os ancestrais de Lenin eram de diversas culturas. Ele era descendente de russos cristãos, tártaros, alemães, e suecos. Seu avô materno era judeu. Também acredita-se que Lenin possa ter ascendência de calmucos oriundo de seu pai, era um ateu convicto.

A 21 de Abril  de 1917, menos de um mês depois dos Estados Unidos terem entrado na guerra, o Almirantado Britânico ordenou a libertação de Trotsky, que, munido de passaporte norte americano autorizado por Wilson, continuou a sua viagem rumo à Rússia e à história. Nessa mesma época, também Lenin abandonou o exílio. Ajudado pelos alemães e acompanhado por cento e cinquenta revolucionários treinados, “foi posto no infame ‘comboio selado’ na Suíça, juntamente com pelo menos US$ 5 milhões de dólares”, de acordo com Still.

O comboio passou com livre trânsito através da Alemanha, conforme foi providenciado pelo banqueiro alemão Max Warburg (irmão de Paul Warburg, co-fundador do Sistema de Reserva Federal e responsável pelas finanças norte americanas no decorrer da Primeira Guerra Mundial), juntamente com o Alto Comando Alemão.A 21 de Abril  de 1917, menos de um mês depois dos Estados Unidos terem entrado na guerra, o Almirantado Britânico ordenou a libertação de Trotsky, que, munido de passaporte norte americano autorizado por Wilson, continuou a sua viagem rumo à Rússia e à história. Nessa mesma época, também Lenin abandonou o exílio. Ajudado pelos alemães e acompanhado por cento e cincoenta revolucionários treinados, “foi posto no infame ‘comboio selado’ na Suíça, juntamente com pelo menos US$ 5 milhões de dólares”, de acordo com Still.

Como Trotsky, Lenin foi sinalizado como agente alemão, pelo governo de Alexander Kerensky, o segundo governo provisório russo criado após a abdicação do Czar. Em Novembro de 1917, Lenin e Trotsky, apoiados por fundos ocidentais, instigaram com sucesso a revolta e apoderaram-se do Governo Russo, para os Bolcheviques. Mas o controle comunista sobre a Rússia não estava seguro. Os conflitos internos entre os “vermelhos” e os “brancos” durou até 1922 e custou perto de 28 milhões de vidas de russos, um valor muitas vezes superior ao das vítimas da primeira grande guerra mundial (o comunismo cobrava um preço elevado em vidas humanas).

Lenin morreu em 1924, de uma série de ataques cardíacos, depois de estabelecer a Terceira Internacional Socialista, ou Comintern, uma organização criada para exportar o Comunismo para o resto do mundo. Trotsky fugiu da Rússia quando Josef S. Stalin tomou para si o poder ditatorial e, em 1940, Trotsky foi assassinado no México, por um agente a mando de Stalin.

Nascido em uma pequena cabana na cidade georgiana de Gori, no Cáucaso, filho da costureira Ketevan Geladze (1858-1937) e do sapateiro Besarion Jughashvili (1849 ou 1850 – 1909), o jovem Stalin teve uma infância difícil e infeliz. Chegou a estudar em um colégio religioso de Tiflis, capital georgiana, para satisfazer os anseios de sua mãe, que queria vê-lo seminarista. Nascido Iossif Vissarionovitch Djugashvili, nasceu em 18 de dezembro de 1879.

Nascido em uma pequena cabana na cidade georgiana de Gori, no Cáucaso, filho da costureira Ketevan Geladze (1858-1937) e do sapateiro Besarion Jughashvili (1849 ou 1850 – 1909), o jovem Stalin teve uma infância difícil e infeliz. Chegou a estudar em um colégio religioso de Tiflis, capital georgiana, para satisfazer os anseios de sua mãe, que queria vê-lo seminarista. Nascido Iossif Vissarionovitch Djugashvili, nasceu em 18 de dezembro de 1879.

Alguns autores da conspiração vêem dois objetivos por detrás dofinanciamento dos Bolcheviques. É claro que revolucionários como Trotsky e Lenin foram usados para tirar a Rússia da guerra, em benefício da Alemanha. E que o Comunismo estava sendo apoiado pelos globalistas,para fazer avançar o seu plano de criar tensão entre o Ocidente Capitalista e o recém Socialismo do Leste.

A. K. Chesterson, um jornalista e político britânico de direita, que em 1933 aderiu à União Britânica de Fascistas de Oswald Moseley, afirmou que para se perceber a “realidade por trás da política”, deve estudar-se, e muito, as elites que detém o poder.Alguns autores da conspiração vêem dois objetivos por detrás dofinanciamento dos Bolcheviques. É claro que revolucionários como Trotsky e Lenin foram usados para tirar a Rússia da guerra, em benefício da Alemanha. E que o Comunismo estava sendo apoiado pelos globalistas,para fazer avançar o seu plano de criar tensão entre o Ocidente Capitalista e o recém Socialismo do Leste.

“Estas elites, que preferem trabalhar em segredo, raramente são registadas pelos fotógrafos e as suas influências sobre os acontecimentos têm de ser deduzidas daquilo que as suas agências (n.t. e seus agentes  marionetes) conhecidas fazem”.

Uma vez ele escreveu na sua revista, Candour, “por vezes o capitalismo e o comunismo parecem estar em conflito, mas este escritor está confiante que os seus interesses são comuns e que irá eventualmente haver uma fusão, para um controle mundial total”. Por causa das facções em guerra da Rússia pós-revolucionária, enviar uma delegação oficial à Rússia era problemático.

Assim, os banqueiros financiadores americanos de Wall Street foram sob a forma de uma missão da Cruz Vermelha Norte Americana. Um dos chefes deste grupo foi Raymond Robins, descrito como o “intermediário entre os governos Bolchevique e Norte Americano” e como “o único homem que Lenin estava sempre disposto a ver e que conseguia impor a sua própria personalidade ao impassível (marionete) “líderBolchevique”.

Lenin, aparentemente, percebeu que estava sendo manipulado. “O Estado não funciona como desejávamos”, escreveu certa vez. “Um homem está ao volante e parece conduzi-lo, mas o carro não segue na direção desejada. Move-se conforme os desejos de outra força”. Esta outra “força” eram os globalistas por detrás da criação do próprio Comunismo, “capitalistas do monopólio financeiro”, como Lenin lhes chamou. 

“Um dos maiores mitos da história contemporânea (n.t. e aceito pelos “inocentes” úteis e manobráveis) é o de que a Revolução Bolchevique foi uma revolta popular das massas oprimidas contra a classe governante dos Czares”,

escreveu o autor G. Edward Griffin. “…Contudo, o planejamento, a liderança e particularmente o financiamento, vieram inteiramente de fora da Rússia, maioritariamente de investidores capitalistas da Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos”. A fuga da elite russa privilegiada em 1918 enviou ondas de choque para as principais capitais da Europa e mesmo na América, promovendo uma reação que ecoou por décadas.

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O lema “Trabalhadores do Mundo, uni-vos!” infligiu o medo nos capitalistas da indústria Ocidental, nos banqueiros e no comércio, que não estavam dentro da jogada produzida pela elite em New York, Frankfurt e Londres. Este medo pingou através dos seus representantes políticos, funcionários e até praticamente todos os lares. Os acérrimos investigadores da conspiração ficaram confundidos durante anos; sobre o por quê de banqueiros e capitalistas de alto nível como os Morgan, Harriman, Warburg, Schiff, Rothschild, Milner, Rockefeller e tantos outros podiam pactuar, muito menos apoiar, uma ideologia que desafiava abertamente as suas posições e riqueza.

O autor Gary Allen explicava, “na Revolução Bolchevique, temos alguns dos homens mais ricos e poderosos do mundo a apoiar financeiramente um movimento que afirma que a sua própria existência se baseia no conceito de tirar a riqueza a homens como Rothschild, Rockefeller, Schiff, Warburg, Morgan, Harriman e Milners. Mas obviamente, estes homens não temem o Comunismo internacional. É lógico afirmar que, se não o temem e se o financiaram, é porque o controlam completamente.Poderá haver outra explicação para fazer sentido?”

As animosidades inventadas entre as “democracias” do Ocidente e o Comunismo do Leste, geraram uma tensão contínua desde 1918 até ao final do século XX. Mas ameaçava começar a descontrolar-se. Alguns investigadores afirmam que a ameaça do Socialismo Comunista Mundial fez com que os globalistas se virassem para os Nacionalistas alemães. Financiaram o Nacional-Socialismo (o Nazismo) na Alemanha de Hitler e viam uma Alemanha armada como uma Alemanha Superior, uma barreira ao comunismo na Europa. O Nacional-Socialismo foi uma forma de Socialismo quase indistinguível do comunismo, com a única distinção a ser o fato de estar restrito às fronteiras geográficas nacionais da Alemanha.

Sob o Nazismo-Nacional-Socialismo, os globalistas podiam virar as nações umas contra as outras. Mas, depois do sucesso militar alemão na Polônia, Países Baixos e França, os globalistas aperceberam-se que enfrentavam o mesmo problema que tinham com os comunistas. Uma vitória total da Alemanha iria resultar num sistema mundial de Nacional-Socialismo, incapaz de produzir as tensões e conflitos necessários para maximizar o lucro e o controle sobre a população global pelo medo. Temiam também que a União Soviética de Stalin estivesse prestes a lançar um ataque contra a Europa Ocidental. Apenas a Alemanha de Hitler tinha as forças para impedir isso.

A uma dada altura, os globalistas determinaram que o Eixo (Alemanha, Itália e Japão), depois de ter travado a invasão russa da Europa, devia perder a guerra. Também começaram a engendrar planos para a sobrevivência e renovação de uma nova forma de Nacional-Socialismo, uma que não dependesse do racismo ou da etnia. A trabalhar com os mesmos financiadores e capitalistas que ajudaram a construir o Nazismo Alemão, estes globalistas então começaram secreta (como sempre) e silenciosamente a construir as fundações para um Quarto Reich.

O presidente dos EUA George H.W. Bush e seu filho, ambos presidentes dos EUA,pertencem à SKULL & BONES.

O presidente dos EUA George H.W. Bush e seu filho, ambos presidentes dos EUA,pertencem à SKULL & BONES.

Os investigadores sobre conspiração das elites suspeitam há muito tempo que um dos elementos desta influência alemã se tem centrado na misteriosa sociedade secreta Skull & Bones, uma sombria fraternidade criada dentro do campus da Universidade de Yale, nos EUA. Com denominações como Capítulo 322 ou Irmandade da Morte, a ordem secreta foi trazida da Alemanha para Yale em 1832, pelo General William Huntington Russel e Alphonso Taft. (O primo de Russel, Samuel Russel, era uma parte integrante da Guerra do Ópio, instigada pelos britânicos, na China.

Taft, foi Secretário da Guerra em 1876, Procurador Geral dos E.U.A. e embaixador na Rússia, foi o pai de William Howard Taft, a única pessoa a ser Presidente e Chefe de Justiça nos Estados Unidos. Outro membro proeminente da Skull & Bones foi Averell Harriman, que foi descrito como “um homem no centro da classe governante americana” e que desempenhou um importante papel no estabelecimento de um novo império americano.) Um panfleto que detalhava uma investigação em 1876 do centro de operações da Skull & Bones, em Yale, conhecido como “O Túmulo” por uma sociedade secreta rival, afirmava, “…o seu fundador [Russell] estava na Alemanha antes do seu último ano de faculdade e formou uma calorosa amizade com um dos membros mais importantes da Sociedade Alemã.

Ele trouxe consigo o conhecimento para fundar aqui uma sede da ordem. Foi assim que a Skull & Bones começou”. A sociedade secreta alemã pode ter sido pelos mesmos misteriosos e infames Illuminati. Ron Rosenbaum, antigo estudante em Yale e um dos poucos jornalistas a ter um olhar sério perante a Skull & Bones, notou que o emblema oficial da Ordem, consistindo numa caveira com duas tíbias cruzadas, era também o brasão dos Illuminati. 

Num artigo de jornalismo de investigação para a revista Esquire, Rosenbaum escreveu: “Parece que encontrei provas definitivas, ou se quisermos, até à medula, que existem ligações entre as origens de rituais da Skull & Bones e os dos famosos Iluminati Bávaros… [que] tiveram uma existência histórica real…

De 1776 a 1785, foram uma sociedade secreta esotérica, com os mais místicos pensadores livres dos “Franco-Maçons alemães da Bavária”. Outros investigadores concordam que a Ordem é simplesmente os Illuminati disfarçados, uma vez que os emblemas maçônicos, os símbolos, os slogans alemães e mesmo a disposição da sua sala de iniciação, são todos idênticos àqueles encontrados nas Lojas Maçônicas Alemãs, associadas aos Illuminati.

O Túmulo está decorado com gravações em alemão, tais como “ob Arm, Ob Reich, im Tode Gleich” – “Pobres ou ricos, somos todos iguais na morte”. De acordo com o U.S. News & World Report, uma das canções tradicionais dos homens da Skull & Bones é cantada sobre a música de Deutchland Über Alles” (Alemanha acima de tudo).

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Os Illuminati Bávaros foram fundados a 1° de Maio de 1776, por Adam Weishaupt (apenas um fantoche), professor de lei canônica na Universidade de Ingolstadt,  da Bavária, na Alemanha. Os seus Illuminati eram opositores àquilo que entendiam como a tirania da Igreja Católica e os governos nacionais que esta apoiava.

“O homem não é mau”, escreveu Weishaupt, “exceptuando que é tornado mau pela moralidade arbitrária. É mau por causa da religião, do Estado e dos maus exemplos que o pervertem. Quando a razão se tornar na religião dos homens, então será resolvido o problema”.

Weischaupt também evocou uma filosofia que tem sido usada com resultados terríveis, ao longo dos anos de Hitler e de muitos outros tiranos. “Contemplem o nosso segredo. Lembrem-se que os fins justificam os meios”, escreveu, e que “os sábios devem usar todos os meios para fazer  o bem, que os perversos usam para fazer o mal”. Assim, para os esclarecidos – ou “Iluminados” – quaisquer meios para atingir os seus fins são aceitáveis, mesmo que incluam o engano, o roubo, assassinato em massa ou a guerra.

A chave para o controle dos Illuminati é o secretismo. “A grande força da nossa Ordem reside na ocultação. Que nunca apareça em nenhum lugar o seu próprio nome, mas sempre encoberta por outro nome e por outra ocupação”, afirmou Weischaupt. Ele não só enganou o público, mas relembrou aos seus principais líderes, que deviam esconder dos iniciados, as suas verdadeiras intenções, ao “falar por vezes de uma forma, por vezes de outra, para que o propósito fosse impenetrável para os inferiores” defora da ordem.

Capa do documento original de criação da Ordem Illuminati, em Munique, Baviera, na Alemanha, em 1786.

Capa do documento original de criação da Ordem Illuminati, em Munique, Baviera, na Alemanha, em 1786.

Em 1777, Weischaupt imprimiu a sua marca do Iluminismo na Franco-Maçonaria, ao juntar-se à Ordem Maçônica da Loja de Teodoro do Bom Conselho, em Munique. Esta loja integrava-se nas Lojas do Grande Oriente que, de acordo com vários investigadores, estavam no centro da penetração Illuminati na Franco-Maçonaria. Em 1783, o Governo Bávaro encarou os Illuminati como uma ameaça direta ao poder instituído e classificou a organização como ilegal, o que motivou muitos dos seusmembros a fugir da Alemanha, o que ajudou a disseminar ainda mais as suas filosofias, por outros locais.

Muitos investigadores acreditam que os Illuminati ainda existem hoje em dia e que os objetivos da Ordem são, nada mais nada menos, que a abolição de todos os governos, da propriedade privada, das heranças, do nacionalismo, da unidade familiar e da religião organizada. Esta crença provém parcialmente da noção dos intrigantes e muito bem denunciados Protocolos dos Sábios do Sião – usados geralmente, desde a sua publicação em 1864, para justificar o anti-semitismo – serem na realidade um documento Illuminati, com elementos judaicos adicionados à posteriori, para fins de desinformação.

“Apesar dos Illuminati terem desaparecido da vista do público, o aparelho monolítico estabelecido por Weischaupt pode ainda existir hoje”, comentou o autor William T. Still. “Seguramente, os objetivos e métodos de funcionamento ainda existem. Se o nome Illuminati ainda existe ou não, isso é irrelevante”. Ninguém pode duvidar que o Socialismo, tivesse ou não sido inspirado pelos Illuminati, chegou aos Estados Unidos e que o Socialismo (Illuminati) é a base da filosofia Nazista.

Começando por programas aparentemente inócuos, como a Segurança Nacional, Segurança Social, e continuando através de uma miríade de programas governamentais, como o Medicare (Plano de Saúde estatal), subsídios agrícolas, sistema  de apoio à alimentação (food stamps) e apoios aos estudantes, parece que todos os aspectos da vida quotidiana envolvem um Governo Totalitário Federal centralizado, o qual, desde os ataques do 11 de Setembro em New York, continua a atribuir cada vez mais poder a si próprio.

O USA Today relatava, “tem-se verificado uma expansão avassaladora de programas sociais desde 2000, o que se traduz num número recorde e crescente de americanos que recebem benefícios do governo federal, tais como ajuda para os estudos, apoio à alimentação e cuidados de saúde.

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A análise do USA Today, dos 25 maiores programas governamentais nos EUA descobriu que as inscrições para os apoios aumentaram em média 17%, entre 2000 e 2005”. O Socialismo chegou à América, porque os Nacional Socialistas da Nova Ordem Mundial reconhecem que qualquer programa social precisa de uma autoridade central. E sabem muito bem que, com a sua imensa riqueza e poder, podem controlar qualquer autoridade central.

Ao longo dos anos, mascararam este aspecto do Socialismo, com distrações de apelo ao Nacionalismo. Os norte-americanos são constantemente bombardeados com a ideia de que são a melhor e mais poderosa nação na face da Terra, o epítome da liberdade e da democracia (n.t. na realidade hoje é praticamente um estado policial). O Patriotismo tem sido usado para alimentar o fogo do Nacionalismo entre os norte americanos. Hoje, seja quem for que critique as políticas externas, as intervenções militares noutros países ou mesmo a política nacional, sujeita-se a ser acusado de não ser patriótico. 

É possível que os Estados Unidos se estejam de fato se tornando no Quarto Reich nazista, a continuação da filosofia de Nacional-Socialismo, que se pensava vencida há mais de meio século. Este conceito poderá parecer absurdo para aqueles que não conseguem ler nas entrelinhas da desinformação despejada diariamente pelos veículos de informação controlados pelas empresas, a maior parte das quais pertence às mesmas famílias e corporações que apoiaram os Nazis antes da Segunda Guerra Mundial.

paperclip-operation-01Muitos descrevem aquilo que veem hoje em dia como “neo-Nazismo”, o movimento para ressuscitar o Nacional-Socialismo. Mas isto é uma designação errada. Não há nada de “neo”, ou de novo, sobre esta tendência. O Nacional-Socialismo nunca morreu. As filosofias do fascismo estão vivas e ativas na América moderna. Infelizmente, as gerações mais novas não conseguem compreender as nuances das diferenças entre o fascismo, o poder corporativo, a democracia e a república democrática.

Apesar dos E.U.A. terem ajudado a derrotar os alemães NA EUROPA na Segunda Guerra Mundial, não derrotou os Nazistas. Muitos milhares de oficiais de altas patentes Nazistas foram para a América, sob um programa anteriormente classificado como secreto, a Operação Paperclip. Muitos outros Nazistas e criminosos de guerra estabeleceram-se em vários outros países e muitos viajaram mesmo com passaportes emitidos pelo Vaticano.

Trouxeram com eles tecnologias milagrosas, tais como os foguetes V-2, mas trouxeram também a ideologia Nazista totalitária. Esta ideologia, baseada na premissa Illuminati da Baviera (Munique) de que os fins justificam os meios, inclui guerras totalmente provocadas artificialmente (n.t. como a que esta em curso envolvendo a UCRÂNIA e a RÚSSIA, conflito cujo objetivo final é iniciar uma III Guerra Mundial), agressão e limitação das liberdades individuais, e desde o final da II Guerra mundial tem vigorado na “pretensa Terra dos Livres, Lar dos Bravos”.

nazismo-ucraniaOs Nazistas do topo, juntamente com os seus jovens e fanáticos protegidos, usaram os saques das riquezas da Europa para criar gigantescas empresas de fachada em muitos países, incluindo Espanha, Portugal, Suécia, Turquia e Argentina. Só na Suíça, foram criadas mais de duzentas empresas de fachada, tornando-se esta no centro bancário de eleição para gerir o dinheiro Nazista, antes, durante e depois da guerra.

Recorrendo à riqueza roubada da Europa e dos países invadidos no leste europeu pelos nazistas, o que pode ter inclusivamente incluído o lendário Tesouro do Rei Salomão de Jerusalém, homens de mentalidade e passado Nazista infiltraram-se na América corporativa, comprando lentamente empresas e consolidando-as em conglomerados de multinacionais gigantes cada vez maiores.

Tiveram pouca resistência dos líderes corporativistas, que os apoiaram em anos anteriores e que não resistiram à tentação dos lucros obscenos. Nem foram ameaçados e sinalizados pelos outros, que se tornaram demasiado receosos da “ameaça comunista”. 

manipulação-da-ilusãoCom o tempo, todos se tornaram parceiros, capitalistas, sionistas, comunistas e nazistas, numa nova visão e domínio da América do Norte, atualmente sendo utilizada como ponta de lança na tentativa de implantar um governo global totalitário, no melhor estilo nazista e/ou comunista, tanto faz, a ideia é controlar o planeta inteiro …

 

Abaixo, um artigo interessante  sobre Daniel 11. Leia e faça suas considerações.

A Bíblia e o fim das esquerdas

O estadista e profeta Daniel previu a luta entre esquerda e direita no tempo do fim
Vanderlei Dorneles
Ilustração: Eduardo Olszewski

Ilustração: Eduardo Olszewski

A atual sucessão de governos na América do Sul revela o esgotamento das políticas de esquerda. Isso ocorre em paralelo a uma retomada da economia americana. Os Estados Unidos e o bloco europeu parecem reafirmar suas posições de liderança e hegemonia no mundo.

O que isso tem a ver com as profecias bíblicas?

De fato, o chamado chavismo perdeu espaço na Venezuela nas eleições legislativas de 2015, e a hegemonia de 16 anos da ideologia de Hugo Chávez está ameaçada. Na Argentina, o longo período de 12 anos dos Kirchner (Nestor, depois Cristina) chegou ao fim com a vitória do liberal Mauricio Macri. Na Bolívia, o socialista Evo Morales não poderá disputar um terceiro mandato; foi a decisão do referendo de fevereiro deste ano.

No início dos anos 2000, a ascensão de Lula, Chávez e Kirchner, respectivamente, no Brasil, Venezuela e Argentina, provocou uma onda das políticas sociais de esquerda na América do Sul. Na força dessa onda, em 2005 o Uruguai elegeu Tabaré Vázquez; em 2006 a Bolívia elegeu Morales e o Chile, Michelle Bachelet. Essa onda alimentou o ideal de políticas sociais igualitárias e paternalistas na população sul-americana, uma das sociedades mais desiguais do planeta.

Ao final de quase 15 anos, os elos dessa corrente têm se enfraquecido e quebrado um após o outro. No Brasil, a maior potência econômica da região, o governo de Dilma Rousseff está seriamente ameaçado pelos mesmos motivos dos demais: evidências de corrupção e falência das políticas populistas.

O enfraquecimento das esquerdas na América do Sul faz parte do processo de desorganização da ideologia socialista como um todo em curso desde a queda do Muro de Berlim, em 1989. A falência do maior estado sócio-político construído sobre essa ideologia, a União Soviética, fragilizou o discurso revolucionário ao redor do mundo. Além disso, o regime comunista em Cuba e na Coreia do Norte só tem fortalecido a mentalidade capitalista devido às agruras sociais e econômicas evidentes nesses países.

O comunismo chinês sustentou elevados índices de crescimento econômico nos últimos anos, mas somente graças à abertura para a economia de mercado em curso ali desde os anos 1970. No entanto, apesar de representar uma salvaguarda para a ideologia socialista, o milagre chinês começa a apresentar sinais de esgotamento. Nos dois últimos anos, a China tem enfrentado crescente fuga de capitais, queda da bolsa, desvalorização da moeda e do mercado imobiliário e evidências de corrupção. Este período da economia chinesa tem sido avaliado como o fim de um ciclo.

O enfraquecimento dessas economias coincide com a retomada do crescimento dos Estados Unidos. Muita coisa não vai bem nas economias modernas, mas o que se assiste nestes tempos pode ser considerado como um esgotamento quase final das ideologias de esquerda e um fortalecimento da economia de mercado em nível global.

Uso aqui a expressão “esquerda” em referência às políticas voltadas para o estado intervencionista e controlador da liberdade geral, e “economia de mercado” para aquelas fundadas na ideia da suficiência do mercado em regular a si mesmo. Em geral, as políticas de esquerda defendem a igualdade, e as de direita, a liberdade. No livro Destra e Sinistra, o filósofo italiano Norberto Bobbio diz que a esquerda procura eliminar as desigualdades sociais com medidas protecionistas, já a direita entende que essas desigualdades são naturais e que a sociedade se autorregula.

Outro aspecto das ideologias de esquerda é a negação da dimensão religiosa da sociedade. Por sua vez, a direita se adapta ao discurso religioso e o utiliza como parte de suas estratégias de poder.

Essa tensão entre uma esquerda que nega Deus e uma direita que pretende usar o nome de Deus foi prevista por Daniel, profeta e também estadista. As visões relatadas nos capítulos 2, 7 e 8, de seu livro, têm o foco no “tempo do fim”, quando o poder perseguidor dos “santos” emerge mais uma vez, mas só para ser destruído com a chegada do reino de Deus. O profeta diz que o reino de Deus “esmiuçará e consumirá todos estes reinos” humanos (Dn 2:44), e que “o domínio, e a majestade dos reinos” serão dados aos “santos do Altíssimo” (7:27; ver 8:9-12).

Mas, onde está a esquerda e a direita na profecia?

As profecias apocalípticas se desdobram em quadros paralelos, os quais acrescentam novos detalhes ao tema já abordado. Tratando do mesmo “tempo do fim”, a visão de Daniel 11 descreve um conflito prolongado entre o chamado “rei do Norte” e o “rei do Sul” (v. 40-45), no qual o Norte prevalece sobre o Sul, pouco antes de investir contra o “glorioso monte santo”, ou seja, os mesmos “santos” das visões de Daniel 7 e 8. As expressões “monte santo” e “monte Sião” frequentemente indicam o santuário e o povo de Deus (Ez 20:40; 28:14; Dn 9:16, 20).

O perseguidor dos “santos”, de acordo com Daniel 7 e 8, é o “chifre pequeno”, símbolo do papado. Ele muda a lei de Deus, persegue os que permanecem fiéis às Escrituras e pretende tomar o lugar de Deus na Terra (Dn 7:8, 21, 25; 8:9-12). Entretanto, antes de perseguir os santos, no tempo do fim, o “chifre pequeno”, que é o mesmo “rei do Norte” (Dn 11:31, 36, 37), terá de suprimir o “rei do Sul”. Mas, no clímax da investida contra o “monte santo”, o tal “rei do Norte” será derrotado (11:45; ver 8:25). Os “rumores do Oriente” que o perturbam são as claras evidências da chegada do reino de Deus com a volta de Cristo (11:44; 8:13, 22).

Da perspectiva de Israel, o Norte era a posição de Babilônia e o Sul, a do Egito. Na Bíblia, frequentemente o Norte representa aquele que deseja estar em lugar de Deus. Lúcifer desejava subir ao “céu”, exaltar seu trono “nas extremidades do Norte” e ser “semelhante ao Altíssimo” (Is 14:13, 14). Babilônia é referida como o poder do “Norte” que derrama “o mal sobre todos os habitantes da terra” (Jr 1:13-16; 6:22, 23). O rei de Babilônia teve a arrogância de desafiar a Deus (Dn 3:15; 4:24, 25). Daniel afirma que o “chifre pequeno” provém do Norte (Dn 8:9). No Apocalipse, o poder que se levanta contra os fiéis de Deus no tempo do fim é retratado como “besta” ou “Babilônia” (Ap 13:1, 7; 14:8; 17:5; 18:2, 10, 21).

Se o “rei do Norte” é o mesmo “chifre pequeno”, que é o papado em sua investida contra os “santos”, quem é o “rei do Sul” que será suprimido antes da perseguição aos “santos do Altíssimo”?

Jacques Doukhan, em seu livro Secrets of Daniel, comentando Daniel 11, diz que o Sul simboliza, na tradição bíblica, “o poder humano sem Deus”. O Sul aponta para o Egito (Dn 11:43), especialmente para o orgulhoso faraó: “Quem é o Senhor para que lhe ouça eu a voz e deixe ir a Israel? Não conheço o Senhor” (Êx 5:2). Uma aliança de Israel com o Egito seria um deslocamento da fé, uma troca de Deus pela humanidade, ou seja, a fé na humanidade substituindo a fé em Deus. Isaías diz: “Ai dos que descem ao Egito em busca de socorro e se estribam em cavalos; que confiam em carros, … mas não atentam para o Santo de Israel, nem buscam ao Senhor! … Pois os egípcios são homens e não deuses” (Is 31:1-3).

Assim, no conflito protagonizado pelo Norte e o Sul, nessa visão de Daniel 11, “o Norte representa o poder religioso” que pretende ocupar o lugar de Deus, o poder do estado perseguidor dos “santos”; e o “Sul representa os esforços humanos que rejeitam Deus e têm fé apenas na humanidade”, ou seja, os poderes seculares fundados nas ideologias ateísticas e materialistas (Secrets of Daniel, p. 173). Nesse caso, as ideologias de esquerda e seus estados socialistas são aqui retratados com a figura do Egito e do Sul.

Assim, Daniel previu um conflito prolongado, no tempo do fim, entre o poder político-religioso e o poder ateísta e materialista. Ele visualizou a resistência do poder materialista, mas profetizou que este último terminaria sendo suplantado.

O Apocalipse não dá esses detalhes do conflito providos pelo estadista Daniel. João visualizou o momento posterior em que todos os que “habitam sobre a terra” (Ap 13:14) e os “reis do mundo inteiro” serão envolvidos pelo poder da Babilônia, no Armagedom (16:14, 16).

Essa profecia de Daniel 11 é extremamente significativa diante da nova configuração geopolítica do mundo desde a queda do muro de Berlim. Os poderes políticos capitalistas, unidos ao poder religioso cristão desviado da verdade bíblica, conseguiram desorganizar o estado comunista e materialista europeu no fim da Guerra Fria. Nos anos 1990, o poder americano despontou como a única potência global, deixando em seu rastro as ideologias de esquerda em completa confusão. O Norte se sobrepôs ao Sul.

No desfecho desse conflito que resultou na queda do comunismo no Leste europeu, os Estados Unidos tiveram um decisivo aliado: o papa João Paulo II, que conseguiu restaurar a influência religiosa do Vaticano no mundo. Isso é o que contam os jornalistas Carl Bernstein e Marco Politi, no livro Sua Santidade: João Paulo II e a História Oculta do Nosso Tempo (Objetiva, 1996).

Nesta década, a segunda etapa de desorganização das ideologias e dos regimes de esquerda, incluindo os da América do Sul, aponta para o crescente poder do “rei do Norte”. Segundo a profecia, sua agenda prevê investidas iminentes contra o “monte santo de Deus”. Esta será a última batalha do “rei do Norte”, na qual, porém, será completamente derrotado. O Apocalipse prevê a dramática queda da confederação da Babilônia, que é o mesmo “rei do Norte” (Ap 18:1-8).

Daniel garante que Deus se levantará em defesa de seu povo, e o fim chegará para o opressor, e “não haverá quem o socorra” (Dn 11:45).

VANDERLEI DORNELES, pastor e jornalista, é doutor em Ciências pela Escola de Comunicação e Artes (USP), onde defendeu tese sobre os aspectos mitológicos da cultura norte-americana. Autor dos livros O Último Império e Pelo Sangue do Cordeiro, entre outros, atua como redator-chefe associado na CPB

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