Nos bastidores da satânica Opus Dei – Roberto Cabrini: “seita da Igreja Católica Apostólica Romana é igual a Maçonaria”

Opus Dei – A sociedade secreta infiltrada em Jornais e Revistas; Poder dentro do Poder!

A OPUS DEI, tem segundo suas próprias declarações, membros que trabalham em mais de 600 jornais, revistas e publicações científicas espalhadas pelo mundo. Tem outros em mais de 50 estações de rádio e televisão. O número de membros é estimado em 90 mil [em 2006], mas escolhidos por sua posição de riqueza e influência sobre as pessoas.

Josemaría Escrivá de Balaguer

Seu falecido fundador, (Josemaría ESCRIVÁ de Balaguer, sacerdote católico espanhol) graças a uma doação de 750 mil dólares, conseguiu a beatificação em 1992 e a canonização em 2002.

Em setembro de 2004 quando a revista portuguesa VISÃO publicou m artigo criticando a OPUS DEI foi inundada de cartas hostis e ameaçadoras. Pouco tempo depois os escritórios da revista se incendiaram misteriosamente. Desde então a VISÃO aparece ter desistido de criticar a OPUS DEI.

Em campus universitários ou em cidades próximas a eles, a OPUS DEI estabeleceu residencias que funcionam como centros de recrutamento. Seus alvos são jovens adolescentes que saem de casa pela primeira vez. Quando ele ou ela se une a OPUS DEI é afastado da família e dos amigos. Uma regra estrita é que toda correspondência seja lida primeiro por um membro sênior com poder de decidir que ela seja ou não lida pelo universitário. O staff das universidades de Princeton e Stanford tem um registro detalhado da pressão que os padres da OPUS DEI impõem aos alunos do primeiro ano, incluindo perguntas sobre suas atividades sexuais, coerção constante para se confessarem, instruções sobre que cursos fazer e que professores evitar [os professores protestantes, claro].

O ex membro Tammy DiNocala disse: “É basicamente uma opção só. Se você não aceita, não vai ter a graça de Deus pelo resto da vida”.

A seita também tenta manter seus membros aconselhando que jornais ler, que estações de rádio ouvir, que TVs assistir, que livros ler.

A ex-membro Maria Carmen del Tapia, membro por quase 20 anos, foi durante 6 anos secretária pessoal do fundador, ESCRIVÁ e foi a primeira assessora de imprensa da OPUS DEI, em Roma. Em 1956 ela foi enviada a Veneza como diretora do conselho das mulheres regional. Lá permaneceu por quase 10 anos até ser chamada em Roma por Escrivá. Quase um mês depois foi acusada de várias quebras de disciplina, mais especificamente por permitir que as mulheres escolhessem o padre que iriam se confessar. Desse dia em diante ficou presa em casa por 5 meses e privada de todo contato com o mundo exterior. Os jogos mentais, os interrogatórios e as crueldade contínua, particularmente os insultos e a constante repetição de que ela era uma pessoa inútil é contado com clareza em seu livro TRAS EL UMBRAL – UNA VIDA EM EL OPUS DEI (Un Viaje al fanatismo).

(Praelatura Sanctae Crucis et Operis Dei – “Obra de Deus”).

Quando o Vaticano anunciou a beatificação de ESCRIVÁ em 1991, Maria ficou espantada e escreveu ao Papa: ” A vida do monsenhor José Maria Escrivá de Balaguer que eu testemunhei durante muitos anos não foi admirável e nem digna de ser imitada”. O cardeal Ratzinger (papa Bento XVI) reconheceu o recebimento de 2 cartas, mas do papa João Paulo II ela nada ouviu. Na corrida pelo processo de beatificação apareceram artigos favoráveis a Escrivá, claramente feitos por jornalistas filiados a OPUS DEI.

O escritor espanhol Jesús Ynfante em seu livro La prodigiosa aventura de la Opus Dei, cita a constituição da sociedade secreta de 1950 que diz:

Art. 189: “Para atingir seus objetivos de modo mais eficiente, o instituto (Opus Dei) deve viver uma existência oculta.

Art. 190: “Devido à (nossa) humildade coletiva, que é própria de nosso instituto, o que quer que seja realizado pelos membros não deve ser atribuído a ele, mas apenas a Deus. Consequentemente, mesmo o fato de ser um membro do instituto não deve ser revelado externamente, o número de membros deve permanecer secreto e mais expressamente, nossos membros não devem discutir essas questões com ninguém fora do instituto”.

A ideologia da Opus Dei não reconhece a liberdade de consciência e não respeita o princípio de igualdade. O Dr. John Roche, conferencista da Universidade de Oxford e ex membro a descreveu como “sinistra, secreta e Orwelliana”. [Via: Adventismo em Foco – Fonte: David Yallop O Poder e a Glória páginas 498-509.].

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Embora a Opus Dei controle parte da mídia com seus jornalistas filiados, não é possível controlar tudo e todos. O Senhor Jesus O Cristo disse que tudo o que ocorre no mundo viria a tona:

Portanto, não os temais; porque nada há encoberto que não haja de revelar-se, nem oculto que não haja de saber-se. O que vos digo em trevas dizei-o em luz; e o que escutais ao ouvido pregai-o sobre os telhados. Mateus 10:26-27.

Em entrevista Roberto Cabrini afirma que a Opus Dai é igual a maçonaria (poder dentro do poder)… Jornalista Roberto Cabrini afirma ter sido ameaçado… confira…

O jornalista Roberto Cabrini ainda afirma que o Opus Dei é igual a maçonaria e que estende tentáculos invisíveis da sociedade no Brasil e no mundo: juízes, políticos, jornalistas.

“Eles ameaçam, intimidam, corrompem e até matam e eu recebi diversas ameaças revela Cabrini”. Afirma que eles tentaram de toda maneira evitar que sua matéria fosse ao ar, pressionando os patrocinadores e o diretor da emissora:

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Na foto abaixo: O papa Francisco entre o monsenhor Fernando Ocáriz(novo Prelado responsável mundial do Opus Dei nomeado pelo papa Francisco) e o Bispo Javier Echevarría(ex-líder da Opus Dei no Vaticano que morreu aos 84 anos no dia 12 DEZ 2016).

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O papa Francisco entre Fernando Ocáriz e Javier Echevarría, no Vaticano. L’OSSERVATORE ROMANO

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Revista Época: Nos bastidores da satânica Opus Dei. 

(28/10/2005) – Dentro do Opus Dei: Ex-membros contam em livro os bastidores de autoflagelação, manipulação mental e estratégias de poder da prelazia católica.

Nos bastidores da satânica Opus Dei.

Nos bastidores da satânica Opus Dei.

Até dois anos atrás, Jean Lauand encaixava diariamente na coxa por duas horas um anel com pontas de ferro chamado cilício. Uma vez por semana se autoflagelava com um chicote enquanto rezava a salve-rainha. Lauand não é um psicótico vivendo um delírio medieval. É professor titular da Universidade de São Paulo, doutor em Filosofia e História da Educação e renomado especialista em São Tomás de Aquino. O cotidiano de mortificações é explicado pelos 35 anos em que pertenceu ao Opus Dei, poderosa prelazia da Igreja Católica. Dos 16 aos 51 anos manteve-se casto.Ao sair, havia doado R$ 1 milhão à instituição. Com outros dois ex-membros, o juiz Marcio Fernandes da Silva e o cardiologista Dario Fortes Ferreira, escreveu o livro Opus Dei – Os Bastidores, lançado no fim de outubro.

É a primeira vez no Brasil que ex-adeptos da organização fundada há 77 anos por Josemaría Escrivá contam sua experiência em livro. Na Espanha, onde ‘a Obra’, como é chamada, surgiu, já existe uma bibliografia com denúncias de ex-integrantes. Os brasileiros criaram também um site, usado pelos dissidentes para trocar confidências. Má notícia para a instituição, que ainda luta para recuperar-se dos danos causados a sua imagem pública pelo best-seller O Código Da Vinci, de Dan Brown.

O poder do Opus Dei não emana do número de adeptos, mas do lugar que ocupam na sociedade. No Brasil, a Obra tem oficialmente 1.700 seguidores – são 80 mil no mundo. Pouco, se comparado aos milhões de carismáticos, mas quase todos têm curso superior e estão estrategicamente instalados em zonas de poder. A categoria dos numerários, à qual pertenciam os autores, é a elite da organização. Vivem nos centros, são celibatários e doam bens e salários.

Numerário citado no livro, o jornalista Carlos Alberto Di Franco diz que a publicação ‘é inconsistente, um factóide’. ‘A forma como me citaram foi uma difamação. A instituição foi apresentada como uma monstruosidade’, critica. A direção do Colégio Catamarã, também citado, não deu resposta ao pedido de entrevista. O Escritório de Informações do Opus Dei fez uma declaração: ‘A prelazia do Opus Dei lamenta a publicação por tratar-se de um texto repleto de falsidades que deturpam grotescamente a realidade vivida nesta instituição, querida e abençoada pela Igreja Católica, que sempre contou com o manifesto apreço e estímulo dos papas que a conheceram’.

Os três autores seguem católicos praticantes. ‘Estou com vergonha dos colegas na USP, mas decidi me expor por amor à Igreja, que é usada pelo Opus como um escudo para se proteger das denúncias’, diz Lauand.

Na terça-feira, Lauand e Marcio Fernandes da Silva receberam ÉPOCA para a seguinte entrevista.

ÉPOCA – Por que escreveram o livro?

Jean Lauand – Depois de descobrir que fomos manipulados por anos, saíamos culpados, com problemas psicológicos. Os ex-membros são tratados como mortos. Fotografias e registros são suprimidos dos arquivos. Seu nome não pode ser citado. Criamos o site para que as pessoas pudessem se encontrar e trocar experiências. A certa altura, pensamos em acabar com ele. Então o Dario (Fortes Ferreira) disse: ‘Não quero que meus filhos sejam enganados pelo Opus Dei por falta de informação’. Recolhemos 150 depoimentos. O livro ficou pronto em seis meses.

ÉPOCA – Vocês entraram para o Opus Dei antes dos 18 anos. É uma estratégia aliciar adolescentes, por ser uma fase da vida em que se está confuso com o lugar no mundo, descolando-se da família e em busca de um grupo?

Marcio Fernandes da Silva – O que está por trás é a inexperiência típica dessa fase. É muito mais fácil doutrinar uma personalidade em formação. Aliciam nos clubinhos anexos ao centro. Tem autorama, montagem de aquários, coisas artísticas. Atividades de fachada para que a criança vá se acostumando com o grupo. Mais recentemente o aliciamento começou a ser feito no Colégio Catamarã, escola de educação fundamental com separação de sexos, em São Paulo. Mas não dizem que é do Opus Dei. É dirigido ‘por pessoas fortemente ligadas à Obra’. Dentro do Opus Dei, o Catamarã é chamado de ‘cata-moleques’.

ÉPOCA – Você conta que quando estava na Obra fazia aliciamento e não dizia que era do Opus Dei…

Silva – Fazer proselitismo é uma das obrigações dos membros. Você precisa conseguir outras vocações. Convidava colegas de escola para participar dos clubes. Dizia que era um centro cultural. Mais tarde convidava para uma meditação do sacerdote. Obedecia à instrução do diretor: ‘Só depois você conta que é do Opus Dei, para que primeiro a pessoa conheça o centro e se envolva’.

ÉPOCA – Usavam o cilício?

Lauand – Todos usavam, não só eu. Duas horas por dia. E as disciplinas, autoflagelação, uma vez por semana enquanto dura uma oração, por exemplo, uma salve-rainha. Dá algumas dezenas de chicotadas nas nádegas. Isso é visto como uma grande manifestação de amor a Deus. Tem o sentido da penitência. A primeira coisa que eu fiz quando saí foi jogar o cilício fora.

Silva – Parece uma coleira de cachorro com pontas de ferro que penetram na carne. Você encaixa e faz pressão na perna. É significativo, porque mostra o grau de controle mental que a instituição consegue sobre o indivíduo.

ÉPOCA – Por que se submeteram?

Silva – Entramos muito jovens, nosso mundo passa a ser aquele, todos os nossos amigos estão lá. Somos proibidos de ler o que queremos, de ir ao teatro e ao cinema, a TV é chaveada, o jornal já chega editado. Somos proibidos de ter amizade com gente de fora, nosso contato com a família é restrito. E ainda ficamos 43 dias por ano em reclusão.Vivemos numa bolha. Nem sequer podemos escolher a armação dos óculos que usamos.

ÉPOCA – Vocês mencionam a ‘Conversa Fraterna’, em que precisam revelar todos os pensamentos. Como é?

Lauand – Uma vez por semana, 45 minutos do que chamam de ‘sinceridade selvagem’. Não se pode esconder nada. Assim ficam sabendo de tudo. São Josemaría prescrevia contar as coisas que você não gostaria que outra pessoa soubesse, começando com ‘o sapo gordo que está dentro da alma’. Se não conta, cria ‘um segredo com Satanás’.

ÉPOCA – Como funciona a estratégia de ocupação das instâncias de poder na sociedade, como mídia e Judiciário?

Silva – O Opus Dei busca o poder sobre o pensamento do indivíduo 24 horas por dia. Como os membros são bem situados, é através do poder sobre eles que conseguem influenciar as instituições. O pensamento básico é: o mundo e a própria Igreja Católica estão perdidos, mas nós temos a salvação porque recebemos a mensagem de Deus de santificar todas as realidades terrenas. O fundador tem uma frase: ‘Temos de embrulhar o mundo em papel impresso’. É o plano do Opus Dei. No Brasil entraram com tudo nas redações.

Lauand – Na mídia, há um gênio que é o Carlos Alberto Di Franco, pessoa de uma simpatia e sedução incomparáveis e que há anos realiza o Curso Master em Jornalismo da Universidade de Navarra, que é do Opus Dei. Ele faz parte dos intocáveis de que falamos no livro. Tem privilégios para mostrar uma imagem pública glamourosa da instituição, pode fazer coisas proibidas para os demais numerários.

ÉPOCA – Poder para quê?

Lauand – Poder em si. Vou dar um exemplo de como o Opus Dei age. Em 1980, João Paulo II, que recentemente tinha se tornado papa, veio ao Brasil. O Opus Dei estava interessado em conseguir o estatuto de prelazia e a beatificação do fundador. Em 1980, a Obra estava em São Paulo e mal-e-mal em Curitiba, no Rio de Janeiro e em Campinas. Montou-se uma operação de guerra dizendo que no Brasil só havia bispos de esquerda e que era preciso demonstrar ao papa, que havia sofrido horrores com os comunistas na Polônia, que podia contar com o carinho do Opus Dei. Aonde quer que o papa fosse, de Porto Alegre a Fortaleza, aparecia gente com faixas em que estava escrito ‘Univ, totus tuus’. Univ é o nome de um congresso ligado ao Opus Dei e ‘totus tuus’ significa ‘todo teu’, e era o lema de João Paulo II. Eu comandei essa operação em Brasília. A ordem era aparecer na mídia a qualquer preço. Dez pessoas deviam fazer o barulho de mil. Conseguiram a prelazia dois anos depois. Outro exemplo: o grande sonho de João Paulo II era ir à Rússia, o que nunca foi possível. Mas na Páscoa, em Roma, em um encontro com jovens do Opus Dei, encontrou 31 russos: um de verdade e 30 de Navarra. Cantaram em russo perfeito. No final, um deles disse em russo que o amava. O papa se emocionou. Depois deram muita risada.

ÉPOCA – Homens e mulheres vivem totalmente separados no Opus Dei. A mulher é vista como algo pernicioso?

Silva – Não se pode ficar numa sala fechada com uma mulher. Carona, nunca. Não se pode tratá-la no diminutivo. Beijinho no rosto, nem pensar. Se viajar de ônibus e sentar ao lado de uma moça, tem de trocar de lugar.

Lauand – Os homens podem dormir em colchões normais, as mulheres têm de dormir em tábuas. Têm de domar seus instintos perigosos. São proibidas de segurar crianças no colo e de ir a casamentos porque podem se deixar levar pela imaginação.

ÉPOCA – Como foi voltar ao mundo?

Silva – Eu faço uma analogia com a cena do filme Matrix, em que Neo (personagem de Keanu Reeves) se liberta da cúpula em que funcionava como uma pilha para fornecer energia. Como ele, eu era apenas um instrumento da grande máquina de manipulação que é o Opus Dei. Já liberto, Neo está fraco, precisa refazer os músculos porque nunca os usou. Como ele, eu não estava pronto para viver fora da bolha. A instituição me destruiu. Busquei a ajuda de psicólogos. Tinha assumido personalidade robótica. Precisava me desprogramar. Foi como nascer de novo.

O juiz Marcio Fernandes da Silva também conta como foi aliciado pelo Opus Dei quando ainda era um menino:

 “Conheci o Opus quando eu tinha 10 anos. Fui convidado por um vizinho a participar das atividades do Clube Pinhal. Os ‘clubes’ do Opus Dei são sedes para captar garotos. Esse clube funcionava – e talvez ainda funcione – no subsolo do Centro Cultural Pinheiros, em São Paulo. Envolvia atividades manuais, brincadeiras, competições. Havia também uma aula de catecismo. Como meus pais nada sabiam sobre o Opus, deixaram-me frequentar o clubinho.

Aos 14 anos, passei também a participar do centro. Pouco a pouco, ia aumentando a dose de formação que recebia. O pessoal do centro foi me propondo participar de cada uma das atividades, como meditações e retiros, de maneira gradual. A certa altura, eu já ia quase todos os dias da semana para lá. Aos 15 anos, um dos membros da instituição começou a insistir que eu também me tornasse um membro. Achava que ele estava enganado, que eu não tinha vocação nenhuma. Aí fiz um retiro. Uma das meditações teve como tema a vocação. O sacerdote insistiu na necessidade de sermos generosos. Perguntei ao sacerdote do centro se eu tinha vocação. Ele disse que sim, sem hesitar. Perguntei ao diretor, que também confirmou. Aquilo tudo me deu um mal-estar, uma sensação de beco sem saída. Minha ideia era casar, ter filhos, ser um cristão mais comum. Mas aquele era o pessoal que eu mais prezava, era o meu principal círculo de amizade.

Depois de dez dias de dilema, ‘apitei‘ – palavra que no jargão do Opus significa pedir admissão. Alguns numerários vieram me cumprimentar dizendo: ‘Pax’. Eu deveria responder: ‘In aeternum’. Naquele momento eu acreditava que Deus, falando através do sacerdote e do diretor, queria que eu fosse um membro do Opus. Pensei: ‘Fui generoso’. Não contei nada aos meus pais. No Opus falavam que os pais não entendiam a vocação dos filhos, que o melhor era não falar nada ainda. Tornei-me numerário-adjunto, que ainda não mora no centro. O diretor foi me explicando como viver o chamado ‘espírito da Obra’. Falou-me sobre o cilício, um cordão com pontas de ferro usado por baixo da roupa em uma das coxas, como mortificação obrigatória. Falou-me sobre as disciplinas, uma espécie de chicote de cordas usado uma vez por semana. Ganhei meu kit de autoflagelação. Aos 18 anos fui morar no centro. [FONTE / Via: Adventismo em Foco]

Livro OPUS DEI – A Falsa Obra de Deus!

O livro foi lançado pela mãe de um membro, Elizabeth Silberstein. Usando o apelo de uma mãe em luta para resgatar o filho das ‘garras da seita’, ela escreveu e lançou em dezembro o livro Opus Dei – A Falsa Obra de Deus – Alerta às Famílias Católicas. A publicação, bancada por ela, copia a estrutura de um manual para pais que tiveram seus filhos sequestrados pelas drogas. Ao Opus Dei é reservado o papel de traficante. O quinto capítulo, por exemplo, é intitulado ‘Alerta: meu filho foi captado por eles! O que posso fazer?’.

Nos bastidores da satânica Opus Dei.

Revista Época: Opus Dei – O Sofrimento das domésticas da organização.

(06/07/2007) – CLIQUE AQUI e conheça mais sobre essa organização secreta satânica.

O fundador do opus dei, o espanhol Josemaría Escrivá de Balaguer, costumava dizer que a espiritualidade é mais importante que a sabedoria para quem deseja se entregar a Deus. É o preceito de número 946 de seu livro mais popular – Caminho. Escrivá fazia uma ressalva: “Quanto a elas (as mulheres), não é preciso ser sábias; basta que sejam sensatas”. A baiana Rosidalva Julião afirma que não era uma mulher sensata quando ingressou num centro do Opus Dei para lavar, limpar e fabricar os instrumentos de martírio corporal usados pela controversa organização da Igreja Católica.

Em menos de dois anos, ex-integrantes e familiares de membros ativos do Opus Dei publicaram seis livros no Brasil. A mais recente ofensiva editorial revela a vida cotidiana das mulheres entre as paredes da Obra de Deus, tradução da expressão latina Opus Dei. Rosidalva é a personagem real de dois títulos: O Opus Dei e as Mulheres (Panda Books) e Sob o Jugo do Opus Dei – este último lançado no fim de junho. Seu depoimento ilumina, pela primeira vez, uma figura obscura da organização. Rosidalva era numerária auxiliar, única categoria restrita ao sexo feminino.

Dois tipos de membros vivem em centros do Opus Dei: os numerários e as numerárias auxiliares. Os homens são separados das mulheres. Os numerários são leigos celibatários de ambos os sexos. Têm curso superior, e a maioria desempenha suas atividades em postos estratégicos da sociedade. A força do Opus Dei é, segundo os preceitos, “a santificação no meio do mundo”. No Brasil, a organização começou a atuar no fim dos anos 50. Boa parte dos primeiros numerários foi recrutada entre os melhores alunos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

As numerárias auxiliares, não. De origem humilde, elas são recrutadas em zonas rurais e nas periferias das grandes cidades. Na prática, são as domésticas do Opus Dei. Com algumas diferenças. Não podem casar, namorar nem fazer sexo. Sua carteira de trabalho é assinada pela secretária ou administradora do centro. Ao ingressar na Obra, a aceitação das regras é automática. Uma delas é doar o salário. Como a própria organização as remunera, elas vivem uma situação ambígua: nem sequer chegam a receber o dinheiro e passam a depender da administração para todas as suas necessidades. “Eu era uma escrava”, afirma Rosidalva. “Diziam que meu salário era para Deus. Mas eu tinha de assinar os recibos.”

REFÉM – Rosidalva Julião diz que o Opus Dei isola as numerárias auxiliares, responsáveis pelos serviços domésticos, para que não consigam sair.

Eu era uma escrava. Trabalhava, e não via a cor do dinheiro. Diziam que meu salário era para Deus, mas eu tinha de assinar os recibos Rosidalva Julião, ex-numerária auxiliar da Opus Dei.

Ela foi recrutada aos 20 anos, no ponto de ônibus. Havia acabado de chegar a São Paulo, vinda de Salvador. Esperava conseguir um emprego e terminar o ensino médio para fazer faculdade de Fisioterapia. “Conheci uma auxiliar no ponto de ônibus. Ela disse que trabalhava num lugar maravilhoso, que eu iria lidar com administração e poderia estudar”, diz Rosidalva. “Depois de seis meses, eu queria ir embora, mas insistiam que Deus tinha me escolhido e que eu estava virando as costas. Era uma pressão terrível. Eu não queria ter vocação, mas afirmavam que eu tinha. Jesus Cristo era meu amigo. Virou meu patrão.”

Quando precisam de um médico ou dentista, as auxiliares são encaminhadas a profissionais ligados à Obra. Em geral supernumerários – a categoria dos membros casados. Elas raramente saem à rua. Quando isso acontece, costumam ser acompanhadas. Não podem ir ao cinema. Só lhes é permitido ler os livros autorizados pela instituição. Jorge Amado e José Saramago, por exemplo, são escritores vetados pelo Opus Dei. A TV é trancada a chave.

Uma vez por semana, as auxiliares são submetidas à “conversa fraterna”. No ritual contam à “diretora espiritual” tudo o que pensaram e sentiram, usando o que o fundador chamava de “sinceridade selvagem”. São aconselhadas, como os demais numerários, a começar sempre pelos “sapos mais gordos”. “Em duas ocasiões, fiz as malas para ir embora, mas tive de desfazer”, diz Rosidalva. “Não tinha nenhum dinheiro, não conhecia ninguém fora do centro e minha família estava longe.”

No Sítio da Aroeira, no município paulista de Santana do Parnaíba, as numerárias auxiliares são responsáveis também pela fabricação de instrumentos de martírio corporal: o cilício – uma tira de arame com pontas usada no alto da coxa durante duas horas por dia – e as disciplinas – um chicote de corda trançada usado para açoitar as nádegas nuas uma vez por semana. “Para fazer o cilício, é preciso cortar os arames com um tipo de alicate de bijuteria. Como no início eu não sabia fazer direito, sem querer cortava enviesado. Aí machucava mais, porque ficava pontudo, entrando mais na carne”, diz Rosidalva. “O padre elogiou esse fato e pediu à diretora para me dizer que estava muito bem-feito. A orientação era experimentar o cilício depois de pronto. Se não machucasse, era necessário desmanchar e refazer.”

O uso do cilício e da disciplina é a característica que mais instiga a imaginação do público no que se refere ao Opus Dei. O objetivo da mortificação corporal é evocar o sofrimento de Cristo para fazer a caridade. Pode parecer estranho que, no século XXI, uma organização formada em sua maioria por profissionais liberais e acadêmicos use instrumentos de martírio. No Ocidente, porém, o respeito à autonomia do indivíduo é uma conquista de toda a sociedade. No Estado laico, toda escolha deve ser respeitada, desde que não viole a lei. Apesar de a Igreja Católica criticar o que considera um excesso de liberdades individuais no mundo moderno – especialmente quando se trata de escolhas na área da moral sexual –, as práticas de qualquer um de seus fiéis são merecedoras do direito à tolerância garantido a todas as fés.

A crítica de alguns dissidentes é que não escolheram seguir regras como a mortificação corporal. Além de produzir o cilício e as disciplinas, as numerárias auxiliares também são obrigadas a usá-los. “Por fazer cilícios e hóstias, fiquei com tendinite”, afirma Rosidalva. “Por usar o cilício, tenho até hoje pontinhos brancos nas coxas.”

Aos 32 anos, casada e com um filho pequeno, ela diz ter decidido escrever o livro “para conseguir viver”. “O Opus Dei era como uma infecção dentro de mim. Bloqueava toda a minha vida. Consegui um emprego de camareira de hotel. Quando fui arrumar os quartos, paralisei. Não conseguia me mexer, porque me lembrava dos centros. Fiquei desempregada”, diz. “Logo que saí, tinha pesadelos recorrentes. Sempre estava presa em um quarto quando começava a encher de água, pegar fogo ou ser invadido por ratos e baratas. Agora, botei tudo para fora e quero esquecer.” Hoje, Rosidalva é secretária de uma paróquia católica, em São Paulo.

Guerra de mães.

A REVOLTA DOS PAIS – Francisco e Josefa (foto) movem uma campanha pela “libertação” de sua filha Taís.

Rosidalva divide as páginas do livro Sob o Jugo do Opus Dei com Josefa Rodrigues – mãe de uma numerária auxiliar. Desde o ano passado, Josefa e o marido, Francisco, movem uma campanha pelo site Orkut, chamada “Opus Dei – Libertem Taís!!!”. Filha do meio do casal, Taís foi levada a um centro do Opus Dei aos 17 anos para trabalhar. “Não sabíamos o que era Opus Dei. A Taís estava terminando o ensino médio e estávamos desempregados. A diretora do centro ligou perguntando se ela não queria fazer uma experiência. Quando surgisse um emprego melhor ou ela pudesse fazer faculdade, sairia”, diz Josefa. “Achei ótimo, porque estava em um lugar seguro, da nossa Igreja, que sempre foi referência para tudo na nossa vida. Então, autorizei.”

Taís nunca mais saiu. Hoje tem 23 anos e tornou-se numerária auxiliar. “Minha filha desistiu de fazer faculdade, afastou-se da família, virou um zumbi. Só então começamos a investigar e descobrimos o que era o Opus Dei. Ficamos horrorizados, mas já era tarde”, diz Josefa. “Não tenho nada contra ser empregada doméstica, mas não acredito que alguma mãe deseje esse futuro para sua filha. Ninguém escolhe essa vocação. A gente é pobre, mas hoje pobre chega à faculdade. Até entrar no Opus Dei, a Taís era uma ótima aluna e queria estudar.”

Francisco é caseiro de um sítio no município paulista de Itupeva. Ganha R$ 600 por mês. Em abril de 2006, comprou um computador em 18 prestações de R$ 120. Com a ajuda da filha caçula, ele e a mulher transformaram a internet numa arma. Mantêm ativa no Orkut a comunidade usada para denunciar o Opus Dei. Enviaram e-mails a todos os bispos do Brasil, ao Núncio Apostólico e até para a Embaixada do Brasil no Vaticano. “Imagina eu, um jardinheiro que não sabe nem falar. Agora estou no Orkut, no MSN”, diz Francisco.

O Opus Dei gerou algum barulho no início de sua história. Escrivá fundou a organização em 1928 e apoiou a ditadura franquista na Espanha. A Obra passou a maior parte de seus quase 80 anos aumentando sua influência na Igreja Católica sem chamar a atenção do mundo. Só ficou conhecida do grande público a partir de 2003, ao se tornar tema de um dos maiores best-sellers de todos os tempos – O Código Da Vinci, de Dan Brown. Mas esta era uma obra de ficção. A série de livros de não-ficção só foi possível no Brasil por causa da internet.

Acima, um bilhete em que a garota diz para quem dedica suas mortificações.

Em 2003, um grupo de ex-numerários tomava chope e comia frango à passarinho no Senzala, tradicional bar de São Paulo, quando decidiram montar o site www.opuslivre.org. “A partir daí, o que era individual tornou-se coletivo. Pessoas separadas pela distância e pelo tempo se encontraram na rede e descobriram que sentiam as mesmas coisas, tinham os mesmos problemas”, diz o ex-numerário Márcio Fernandes da Silva. Ele é um dos três autores de Opus Dei: os Bastidores (Verus Editora), o primeiro livro contra a Obra, lançado em 2005. Hoje, além do site, os dissidentes compartilham confissões em comunidades do Orkut. Uma delas, a “Opus Dei Brasil”, tem quase 800 membros.

A internet uniu Josefa, Rosidalva e Betty Silberstein – a primeira mãe de um numerário a denunciar publicamente os meios de recrutamento da Obra. Betty escreveu uma espécie de manual, em 2005 – Opus Dei – A Falsa Obra de Deus – Um Alerta às Famílias Católicas. Organizou também o último lançamento, Sob o Jugo do Opus Dei. Ela e o marido, administrador de empresas, bancaram a edição de ambos. “Os centros não têm placas dizendo que são do Opus Dei. Crianças e adolescentes são levados pelos pais ou por amigos porque oferecem atividades educativas, recreação, palestras. Sabemos apenas que é algo da Igreja Católica. E por isso confiamos”, diz Betty. “Escrevo porque, se tivesse alguma informação, meu filho jamais teria entrado num centro. É nosso dever de mãe saber aonde estamos levando nossos filhos de 14, 15, 16, 17 anos.” No final de cada livro, ela publica todos os endereços dos centros para que os pais possam descobrir se o local frequentado pelos filhos pertence ao Opus Dei.

Betty e Josefa uniram-se a outras mães de numerários – poucas ainda – para formar o “Grupo de mães de famílias prejudicadas pelo Opus Dei”. Acompanharam, empunhando faixas, os eventos públicos da visita do papa Bento XVI, em São Paulo e Aparecida. “Fomos atraiçoadas pelo que mais amamos na nossa vida, a nossa fé católica”, diz Josefa. As mães entregaram uma carta aberta aos bispos reunidos na 5a Conferência-Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe, em maio. Nela, pediam a criação de “um grupo de trabalho” para tratar “dos casos em que famílias solicitam apoio e socorro no conflito com o Opus Dei”.

Quando levaram seus filhos a centros da Obra, eles eram menores de idade. Hoje, têm mais de 18 anos e declaram querer permanecer na instituição. Quando Taís não voltou para casa, Josefa e Francisco, católicos praticantes, não tiveram dúvidas sobre o que fazer. “Fomos pedir ajuda ao bispo”, diz Josefa. A pedido dos pais, dom Gil Antônio Moreira, bispo de Jundiaí, conversou com Taís. “Ela disse a dom Gil que está feliz no Opus Dei”, afirma o padre Jorge Demarchi, coordenador da pastoral de comunicação da diocese. “Ele não notou nada de estranho nela. Se a moça é maior de idade, o que mais o bispo pode fazer?”

As mães esperam da Igreja Católica que obrigue o Opus Dei a ter “transparência no processo de recrutamento” e investigue os meios de “descoberta da vocação”. “O Opus Dei é como o traficante na porta da escola”, diz Betty. “Sem contar que, em todas as congregações, os seminaristas passam por vários testes para ter certeza da vocação. Na Obra, ela é imposta.”

O Opus Dei, procurado por ÉPOCA por meio de seu escritório de comunicação, em São Paulo, não quis dar entrevista. Taís, a filha do casal Josefa e Francisco, marcou entrevista para as 18 horas do dia seguinte ao primeiro contato. No horário marcado, disse que não iria falar. Ela vive em um centro no Paraná.

A voz dos bispos.

MARTÍRIO – O cilício (na foto, amarrado à coxa) é usado duas horas por dia. As disciplinas (no detalhe), uma vez por semana.

O Opus Dei é a única prelazia pessoal da Igreja Católica. Esse status o torna mais influente que qualquer um dos movimentos conservadores aninhados no amplo regaço do catolicismo. Como prelazia, o Opus Dei não tem limite de território. Circula na sociedade mundana protegido pelo escudo milenar da Igreja Católica. Mas só responde a seu prelado, hoje dom Javier Echevarría. s E ele só presta contas ao papa. Por esses privilégios especiais, concedidos à organização pelo papa João Paulo II, em 1982, seus inimigos costumam dizer que o Opus Dei é “uma igreja dentro da Igreja”.

Seu fundador, Josemaría Escrivá, foi canonizado em 2002, menos de 30 anos depois de sua morte, período rápido para a média na Igreja Católica. Basta lembrar que Frei Galvão, o primeiro santo brasileiro, morreu em 1822 e só foi canonizado neste ano – quase dois séculos mais tarde. Ter sido liderada por “santos” parece ter virado uma meta no Opus Dei. A causa de canonização do sucessor de Escrivá, monsenhor Álvaro del Portillo, falecido em 1994, já foi oficialmente aceita em Roma.

A maioria dos dissidentes da Obra se mantém católica. E vem aumentando a pressão para que a cúpula da Igreja tome uma posição diante de suas denúncias. “Afinal, somos ou não parte do rebanho? Quando temos um problema dentro da Igreja, a quem devemos recorrer?”, diz Betty. “Acho que não é ao rabino ou ao bispo da Universal.” ÉPOCA enviou a dom Dimas Lara Barbosa, secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, o relato dos sucessivos pedidos de providências aos bispos e à CNBB feitos por Josefa Rodrigues e pelo grupo de mães. Em 27 de junho, dom Dimas respondeu com uma nota de 11 itens – oito deles explicavam o que é uma prelazia pessoal. No nono, dom Dimas declarava: “Em outras palavras, a CNBB não tem nenhuma autoridade para interferir nos assuntos internos do Opus Dei”.

Por considerar as denúncias “graves”, dom Dimas deu instruções precisas: as mães devem “recorrer diretamente à Congregação para os Bispos ou ao Tribunal da Rota Romana, ambos em Roma. Para isso, convém consultar um advogado especialista em Direito Canônico, disponível no Tribunal Eclesiástico mais próximo”.

EM COMBATE – Betty Silberstein foi a primeira mãe a denunciar os métodos de recrutamento do Opus Dei. Bancou a edição de dois livros.

Uma semana depois, na terça-feira passada, dom Dimas procurou ÉPOCA para explicar que teve tempo para conversar com alguns colegas e queria fazer uma “pequena modificação” na nota. Dom Dimas retirou a referência à gravidade das denúncias e acrescentou: “O processo de discernimento vocacional na prelazia é prolongado e cuidadoso e, pelo que me consta, marcado por um profundo respeito à liberdade das pessoas, de modo que só cheguem a formalizar seu compromisso estável aqueles e aquelas que tenham demonstrado maturidade suficiente e plena convicção do caminho que escolheram no seguimento de Cristo. Além disso, conheço diversos membros do Opus Dei. São pessoas de excelente formação intelectual, espiritual e moral e grande dedicação apostólica, e que não demonstram minimamente os desequilíbrios de que se tem falado”.

Dom Dimas também declarou-se, por telefone, “provocado a chegar à verdade”. Disse que neste final de semana começaria a ouvir, no Rio de Janeiro, os filhos das denunciantes – ele ainda não sabia quem, exatamente. Também estaria disposto a conversar depois com o grupo de mães – “talvez dividindo a tarefa com dom Geraldo Lyrio”, atual presidente da CNBB. “Como trouxeram o problema à CNBB, me sinto no dever de aprofundar a questão”, afirmou dom Dimas. “É uma atitude de ajuda fraterna. Se percebermos que há alguma coisa errada na formação, vou falar com o superior da Obra para ajudar a resolver.”

Em 29 de maio de 2006, dom Geraldo Majella Agnelo, então presidente da CNBB, respondeu a Josefa por meio de sua secretária: “Informo que sua Eminência fez o devido encaminhamento do assunto aos órgãos responsáveis, pedindo que lhe seja dado uma resposta”. ÉPOCA solicitou uma entrevista com dom Geraldo para esclarecer quais eram “os órgãos responsáveis” e se havia alguma resposta. Uma semana depois, dom Geraldo enviou a ÉPOCA a mesma nota de dom Dimas, “por estar inteiramente de acordo”. Só fez um adendo: “Acrescento somente o fato de as jovens que ingressaram no Opus Dei serem de maior idade. É tudo”.

Ex-membros do Opus Dei têm denunciado – insistentemente – que foram “pressionados e manipulados” para entrar na Obra. “Será que alguém tem vocação para lavar louça e limpar banheiro? Eu queria estudar”, diz Rosidalva. Ela afirma só ter conseguido abandonar o Opus Dei depois de sete anos, em 2002. “Percebi que não adiantava continuar repetindo que não tinha vocação”, diz. “Disse à diretora que tinha mentido. Que não era casta antes de chegar à Obra, que tinha tido vários homens, era muito pior que Maria Madalena.” Embora a diretora não conseguisse entender como Rosidalva havia sido escolhida, achou melhor liberá-la. “Me deram R$ 350 e me botaram na rua uma semana depois”, afirma. “Saí virgem como tinha entrado.”

No Opus Dei, ela só podia usar o uniforme azul ou roupas em tons pastel. No lançamento do livro, vestiu-se de vermelho. Rosidalva afirmou que agora é uma mulher não apenas sensata – mas sábia.

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