“Poliamor”: mais uma abominação cujo propósito é desconstruir a família e o verdadeiro conceito de amor!

De deixar Sodoma e Gomorra com inveja… É a Grande Mídia e a TV ajudando a normalizar cada vez mais o adultério e a poligamia, ambos condenados na Bíblia e ridicularizando a monogamia. E se reforça o fenômeno da retroalimentação: a mídia expõe o que andam fazendo por aí e com essa exposição ajuda a promover ainda mais o que se tem feito – depois se alimenta do “fenômeno”, aumentando sua audiência e seus lucros. Como será que fica a cabeça de uma criança criada num ambiente desse tipo? Será que as fantasias pervertidas de algumas pessoas justificam o fato de darem rédeas soltas a seus desejos, custe a quem custar? Já não basta o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo estar afrontando diretamente o casamento heterossexual e monogâmico estabelecido pelo Eterno Deus? É como Está Escrito em 2 Timóteo capítulo 3: no fim dos tempos, o mundo estaria cheio de pessoas “mais amantes dos prazeres do que [amigas] de Deus”.

Brasileiros apostam em diferentes formas de relacionamentos.

REVISTA GALILEU –  (07/09/2017) – POR REPORTAGEM E EDIÇÃO: CAROL CASTRO E GIULIANA DE TOLEDO

CONHEÇA AS HISTÓRIAS DE PESSOAS QUE OPTARAM POR DIFERENTES FORMAS DE RELACIONAMENTO. EM SENTIDO HORÁRIO, COMEÇANDO DO CANTO SUPERIOR ESQUERDO: PHELIPE (ESQ.), ANDRÉ (DIR.) E RAFAEL (SENTADO): TRISAL ABERTO | ANDRÉ E MARINA: CASAMENTO FECHADO | FERNANDO (DE PÉ), ANDRÉA E SÉRGIO: POLIAMOR ABERTO | ANDRÉ E MURIEL: NAMORO ABERTO | VIVIANE: NAMORO ABERTO A DISTÂNCIA (FOTO: JÚLIA RODRIGUES E TOMÁS ARTHUZZI)

Uma mesa para três em algum restaurante “coxa” de São Paulo, escolhido por André Cobra, 28 anos. É assim que ele, Rafael Medeiros e Phelipe Vittorelli pretendem passar o Dia dos Namorados — o primeiro desde que começaram um relacionamento a três, dois meses atrás. O namoro, sério e aberto (com liberdade total para ficarem com outras pessoas), começou com uma brincadeira.

Rafael e Phelipe estavam juntos desde fevereiro, quando André apareceu na turma de amigos do casal e abalou os corações dos dois. “Eu já conhecia o André, tínhamos ‘ficado’ alguns anos atrás. Fiquei de novo e comecei a perceber uma tensão entre ele e o Phelipe”, conta Rafael. Um dia, no elevador, André sugeriu que os três ficassem juntos de uma vez. “Ele diz que era brincadeira”, ri Phelipe. Mas, poucos dias depois, André se juntou de fato ao relacionamento do casal, que virou, então, um trisal.

A alguns quilômetros, em Guarulhos, na Grande São Paulo, o 12 de junho da empresária Andréa Dias, 42 anos, também será festejado a três, com os maridos Sérgio Dias — com quem se casou de papel passado e com cerimônia na igreja há mais de 15 anos — e Fernando Costa — que há cinco largou a vida em Portugal, sua terra natal, para se unir à dupla no Brasil. Desde então, todos dividem a mesma casa e também os cuidados com Matheus, filho de Fernando com outra mulher, que vai completar três anos em agosto.

Os três namorados e os três casados encaram diariamente as mesmas dificuldades que um casal monogâmico, seja ele heterossexual, seja homossexual: ciúmes, desentendimentos sobre a vida doméstica e atritos bobos, causados pelas diferenças de personalidade. E a solução também é a mesma: uma boa dose de conversa, respeito e paciência.

Entre os gays, no entanto, relacionamentos abertos não são tão incomuns quanto entre os heterossexuais. Um estudo da Universidade Estadual de San Francisco (EUA) acompanhou 556 casais de homens durante três anos — e descobriu que 50% deles faziam sexo fora do casamento com aprovação total do parceiro. Embora não exista um “censo dos relacionamentos” para que sejam conhecidos os dados de toda a população e bons estudos na área ainda sejam escassos, as maiores pesquisas feitas nos últimos anos estimam que, ao todo, nos Estados Unidos, cerca de 5% das pessoas vivam relações não monogâmicas consensuais, aquelas em que todos os envolvidos concordam com amores e/ou sexo com outros. Nesse grupo, conforme o levantamento, a maioria tende a ser de homens gays.

“Acho que o gay já enfrenta tantos desafios de aceitação em casa e com ele mesmo que, tendo passado por tudo isso, ele já se poda menos”, diz Alexandre Venancio, autor do livro Poliamor & Relacionamento Aberto (Panda Books), publicado em 2017. “Ainda mais entre homens. Casais heterossexuais se comportam da mesma forma, mas acho que a mulher freia mais os desejos do homem, que está mais habituado a ter múltiplos parceiros por conta da sociedade mesmo. Então, acho que não é tanto por ser gay, mas pela forma como a sociedade se comporta até hoje”, conclui.

CONTRA A NORMA

Como afirma Venancio, mesmo em 2017 ser gay ainda não é fácil — basta ver os índices de crimes homofóbicos pelo Brasil e pelo mundo. Mas, nas últimas décadas, casais homoafetivos já conquistaram visibilidade e legitimidade em uma série de países. E, para a filósofa canadense Carrie Jenkins, os “não monogâmicos”, tanto homos como héteros, homens ou mulheres, devem seguir o mesmo caminho — só que a passos mais lentos. “Estamos criando espaço em nossas conversas culturais em curso para questionar a norma universal do amor monogâmico, assim como anteriormente criamos espaço para questionar a norma universal do amor hétero”, afirma a professora da Universidade da Colúmbia Britânica. Foi a partir da sua experiência poliamorosa de ter um marido e um namorado que ela resolveu escrever o livro What Love Is and What It Could Be (O Que É o Amor e o Que Ele Poderia Ser, em português), lançado no início do ano, em que analisa como o tema aparece na filosofia e na biologia ao longo da história.

A canadense destaca, porém, que a pressão pelos avanços dos homossexuais na sociedade, como o direito ao casamento, até hoje tem enfatizado principalmente a vontade de quem se adapta ao modelo tradicional: “Isso reforça a norma da monogamia. É uma estratégia política eficaz a serviço de um objetivo que eu valorizo, então entendo por que isso acontece. Mas em muitos aspectos o amor não monogâmico é varrido para debaixo do tapete.”

“Sair do armário” como poliamorista, diz, é um enfrentamento diário. “Toda vez que conheço novas pessoas, tenho que decidir se quero ou não deixá-las saber que estou em dois relacionamentos.” O receio não é à toa. Desde o lançamento do livro, ela conta já ter sido chamada de todas as variações possíveis de “puta” e “vagabunda”. Ser uma mulher que vive duas relações inter-raciais — ela, branca, eles, de origem oriental — só piora. “Me disseram que sou doente mental, que vou morrer de doenças, que eu deveria me sufocar e mais um monte de coisas, tudo por ser poli.”

VISIBILIDADE

Embora ainda tão estigmatizados, é fato que os relacionamentos não monogâmicos têm despertado cada vez mais a atenção da sociedade. Um reflexo claro da curiosidade está nas pesquisas no Google. Considerando só o termo “poliamor”, a procura quadruplicou entre os usuários brasileiros nos últimos cinco anos. Hollywood também tem dado sua colaboração no debate: celebridades de todas as idades já contestaram os valores da monogamia. Logo após o divórcio, em março, a atriz Scarlett Johansson, de 32 anos, contou que não acha natural ser uma pessoa monogâmica — “Acho que isso é um trabalho, é um grande trabalho”. E recentemente, Anne e Kirk Douglas, com 98 e 100 anos, respectivamente, lançaram um livro contando seus casos extraconjugais, todos eles vividos com a aprovação dos dois.

Para esses casais, a lealdade vale mais do que a tradicional fidelidade sexual e afetiva. É o caso de Muriel Duarte e André Biozoti, que levam um relacionamento aberto há cinco anos. “Eu não me enquadro em um padrão heteronormativo monogâmico. As pessoas sentem atração por outros durante o namoro ou casamento — e tudo bem”, conta ela. Os dados corroboram a percepção de Muriel: 60% dos homens e 47% das mulheres brasileiras admitiram já terem sido infiéis, segundo pesquisa da antropóloga Mirian Goldenberg realizada com 1.279 pessoas.

“Se metade das pessoas traem, existe alguma coisa errada com a monogamia”, ri Regina Faria, que se tornou ativista da Rede Relações Livres em Porto Alegre em 2012, aos 42 anos. O grupo vai além dos relacionamentos abertos e do poliamor no quesito desprendimento: rejeita qualquer forma de controle de uma pessoa sobre outra em prol da liberdade individual total. Para Marco Rodrigues, um dos fundadores do movimento, que vive relações livres desde a sua adolescência, na década de 80, existe atualmente uma crise profunda do ideal de família. “Mas não vivemos a construção de alternativas, elas estão escondidas. Estamos vivendo uma agonia muito grande porque o antigo não funciona, mas ninguém faz o novo — ou faz o novo muito parecido com o antigo”, diz. Para ganhar mais visibilidade, o grupo, hoje com cerca de 50 pessoas, começou em maio a montar no centro da capital gaúcha o Ateliê 130, sua primeira sede, e lançou em junho um livro explicando os fundamentos das RLi (pronuncia-se “érreli”, apelido da rede). “As pessoas acham que é alguma brincadeira de solteiro, algo assim. Mas erotismo é o assunto sobre o qual nós menos conversamos nos nossos encontros”, explica Rodrigues.

DE ONDE VIEMOS?

Nem todo mundo concorda com essa liberdade toda — relacionamentos abertos, poliamorosos ou livres ainda são exceções. Só para se ter ideia, no ano passado, a YouGov, empresa global de pesquisa de mercado na internet, perguntou a mil norte-americanos de diferentes idades se eles deixariam seu parceiro romântico fazer sexo com outras pessoas: 8% não souberam responder, 5% aceitariam numa boa, 19% topariam em algumas circunstâncias e 68% não permitiriam de jeito nenhum. É o caso de casais como Marina e André Bragatto, juntos há 12 anos e casados de papel passado desde 2013, que preferem ser apenas dois — indiscutivelmente dois. “Eu nunca senti vontade de ficar com outras pessoas”, conta ela.

O que faz, então, existirem comportamentos tão diferentes entre os humanos? A ciência ainda não tem uma resposta tão clara para a prevalência da monogamia — e suas exceções — entre nós. Fazemos parte de um grupo bem pequeno: só 5% das espécies de mamíferos levam a vida monogamicamente, casos em que o macho forma vínculo de longo prazo com uma única fêmea e oferece cuidados paternos. Nos 95% restantes, ele nem quer saber de tomar conta da prole e se acasala com a maior quantidade possível de fêmeas, o que, em termos de evolução, é uma vantagem, já que aumenta a diversidade genética da população.

Uma nova pista para entender esses 5% pode estar em estudos de DNA. Recentemente, pesquisadores da Universidade Harvard conseguiram encontrar pela primeira vez genes relacionados à monogamia — mas só em ratos. Ainda não se sabe, portanto, se a descoberta é válida também para os humanos. A equipe estudou os chamados ratos Peromyscus polionotus — que são notórios monógamos, ótimos pais e excelentes em preparar o ninho e cuidar dos filhotes junto com sua rata — e seus parentes mais próximos, os promíscuos ratos Peromyscus maniculatus. As duas espécies cruzaram entre si em laboratório para que fosse feita a comparação. O resultado foi que os filhotes híbridos apresentaram um espectro de comportamentos mais parecido com o dos pais. Assim, ficou fácil analisar seus genes e relacionar as diferenças a essas atitudes. Doze segmentos de DNA foram mapeados como responsáveis por elas.

Para além da questão genética da monogamia, que ainda é um enigma para os humanos, o que historiadores sabem é que ela nem sempre foi a norma: homens pré-históricos eram polígamos e promíscuos. É a economia, apontam, que pode ter dado o empurrão para a preferência pela monogamia. Com a Revolução Agrícola, fixados à terra, os humanos desenvolveram o conceito de propriedade privada. O espaço ocupado por cada um deveria então ser herdado por um núcleo familiar bem definido. Assim, terrenos e mulheres viraram bens dos homens.

Entretanto, nem todos os povos fizeram essa transição do mesmo jeito. Aqui no Brasil, os povos nativos, destaca Mônica Barbosa, pesquisadora de relações não monogâmicas, não conheciam essa norma até a chegada dos colonizadores, que a impuseram de forma violenta. “A monogamia chegou pela religião católica, por meio dos jesuítas, mas também por interesses políticos em transformar esse povo em um povo religioso e disciplinado para o trabalho, o mais parecido possível com o europeu”, conta a autora do livro Poliamor e Relações Livres: Do Amor à Militância Contra a Monogamia Compulsória. “A liberdade sexual das mulheres indígenas foi amplamente combatida, porque era vista como uma ameaça à castidade.”

Ao longo dos últimos séculos, mesmo com movimentos contrários, a monogamia se tornou um valor tão enraizado no Ocidente que chega a atrapalhar os cientistas que pretendem estudá-la. Terri Conley, professora de psicologia que dirige o Laboratório de Sexualidades Estigmatizadas na Universidade de Michigan (EUA), analisou diversos estudos comportamentais sobre relações monogâmicas e não monogâmicas e concluiu que boa parte não passa de ciência fajuta.

Muitas vezes, os cientistas não tomam o cuidado de serem neutros nas questões. Tendem a usar linguagem que favorece a norma, o que induz a resultados mais positivos para a monogamia mesmo entre não monogâmicos. O contrário também existe: conclusões mais positivas em relação à não monogamia também podem aparecer de modo artificial se os participantes se engajaram na pesquisa sabendo que seriam testados sobre seu modo de vida. Podem, assim, querer pintar tudo como maravilhoso. O ideal, diz Conley, é convocar os estudos de maneira neutra. “Temos que continuar trabalhando essa meta. Ninguém é imparcial. Nós todos apenas precisamos mirar esse objetivo com a consciência plena de que nunca conseguiremos”, ressalta ela. Com esse cuidado em mente, o que as pesquisas mais recentes de sua equipe, publicadas em março, concluíram é que relacionamentos monogâmicos e não monogâmicos consensuais são igualmente funcionais.

Não foram encontradas diferenças nos quesitos satisfação geral, compromisso ou paixão. Contudo, o ciúme é menor e a confiança e a satisfação sexual são maiores nas relações não monogâmicas de comum acordo. Outra descoberta foi que, nessas relações, a satisfação sexual é maior com os parceiros secundários do que com os primários, embora, em questão de tempo, os primários tenham vantagem: duram, em média, três vezes mais do que com os que chegaram depois.

OLHOS DA JUSTIÇA

Conforme as normas culturais mudam e a ciência busca entendê-las, as leis também tentam, ainda que lentamente, acompanhar essas transformações. Em 2012, pela primeira vez na história, um trisal brasileiro conseguiu reconhecer o relacionamento juridicamente. Em Tupã, pequena cidade no interior de São Paulo com 65 mil habitantes, três pessoas puderam se declarar em uma união estável. A justificativa era simples: se dois ou três (ou quatro, cinco…) seres humanos (do mesmo sexo ou não) se unem em uma casa, dividem contas e tarefas domésticas, se amam e alguns até sonham em ter filhos, como não configurar todos esses casos como uma família? “A nossa briga sempre foi nesse sentido: por que não legalizar essas uniões se há o intuito de formar família?”, questiona a advogada Rosália Brilhante. Desde então, com o apoio dela e de outros profissionais, oito grupos poliafetivos conseguiram declarar união estável no Brasil.

Não é à toa ou só por militância que esses grupos lutam pelo direito de reconhecer seus relacionamentos. Eles querem os mesmos direitos que os tradicionais casais monogâmicos — é quase a mesma luta travada por casais gays vencida há quase dois anos, com a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Ainda que a união estável não altere o status civil de solteiro para casado, como o casamento, ela garante ao casal (ou trisal) uma série de benefícios, como inclusão no plano de saúde, acesso ao seguro de vida, recebimento de pensão em caso de falecimento de um dos parceiros e divisão de bens em caso de separação. Quem não tem a declaração só conquista esses direitos se entrar com uma ação na Justiça — o que leva muito mais tempo.

Entretanto, mesmo com o documento em mãos, a vida burocrática funciona de um jeito mais complexo em relacionamentos poliafetivos. Imagine um trisal “casado” (com declaração de união estável) há cinco anos. Se um dos membros quiser abandonar o barco, a partilha de bens precisa ser justa — e compartilhada entre todos eles. Mas e se um quarto elemento tiver entrado no relacionamento lá pelo terceiro ano, como fica essa divisão? Aí chega a hora chata de arregaçar as mangas e fazer contas proporcionais.

Pode surgir também a questão da paternidade. Se uma mulher com dois maridos (ou namorados) engravidar, quem assume a paternidade? A lei já está adequada a essa realidade, fazendo valer juridicamente aquele velho ditado de que “pai é quem cria” (mãe também). Um dos artigos do Código Civil reconhece o “parentesco socioafetivo” — ou seja, o vínculo com a criança não se configura apenas por laços sanguíneos ou adotivos, mas sim pelo afeto e pelo papel desempenhado como tutor (pai ou mãe) ao longo do tempo. “Entra-se com um pedido judicial para determinar o registro por ambos os pais. Tribunais brasileiros visam nesses casos proteger o interesse do menor, seja determinando, seja deferindo o registro em nome de mais de um pai ou mãe”, explica Brilhante. Aí os direitos e obrigações se estendem a todos: os pais precisam pagar pensão alimentícia e têm direito de visitar a criança regularmente.

Só que a lei também é feita e aplicada por pessoas — e aprovar uniões poliafetivas esbarra em preceitos religiosos e em divergências dentro da legislação. “Quem é contra essas uniões diz: se a legislação brasileira considera crime a poligamia, como podemos legalizar o casamento entre três ou mais pessoas?”, explica Brilhante. “Mas união estável não é casamento, apenas se equipara a ele”, destaca. Por conta dessas discussões, no ano passado o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) achou melhor frear o ritmo das uniões poliafetivas. “[As uniões] adentram em áreas do Direito, inclusive de terceiros, que precisam ser profundamente debatidas”, informou, em nota, o órgão. “A ideia é promover audiências públicas para ouvir a sociedade e entidades ligadas ao tema. As discussões vão possibilitar o estudo aprofundado da questão para que a Corregedoria analise a possibilidade de regulamentar o registro civil.” Desde a recomendação do CNJ, ainda que possam aceitar declarações de uniões estáveis poliafetivas, a maioria dos cartórios no Brasil deixou de fazê-lo.

PARA ONDE VAMOS?

Mesmo sem direitos legais reconhecidos e sob olhares julgadores, os relacionamentos não monogâmicos consensuais parecem estar vencendo a resistência pouco a pouco, principalmente entre os mais jovens. De acordo com a pesquisa da consultoria YouGov, feita em 2016 nos Estados Unidos, 17% dos participantes de 18 a 44 anos disseram já ter tido relações sexuais com outra pessoa com o consentimento do parceiro. O índice cai para 9% na faixa de 45 a 64 anos e despenca para 3% entre os maiores de 65. Só o que não muda muito é o índice de quem pulou a cerca sorrateiramente. Nos extremos, entre os mais jovens e os mais velhos, o número é o mesmo: 21% transaram com outros e não deram um pio — o que mostra que, para além das paredes do quarto, expor essas vontades ainda é um tabu. O mesmo estudo descobriu também que só 69% das mulheres e 52% dos homens acham que o tipo ideal de relacionamento é completamente monogâmico. Para o restante, alguma medida de não monogamia seria bem-vinda.

Da intenção à prática, porém, o preconceito inibe mais “saídas do armário” de quem gostaria de viver, ou já vive às escondidas, de um jeito fora do padrão. “No trabalho, já disseram que o que eu tenho ‘não é casamento, é putaria’”, lembra Sérgio Dias, que leva uma vida a três. “Assumir-se requer uma avaliação cuidadosa das circunstâncias individuais em questões como segurança, dependência financeira, emprego, situação familiar e níveis de conforto em relação a estigma e rejeição”, destaca a filósofa Carrie Jenkins.

Em resumo, não há receita fácil. Cada um escolhe a forma que lhe cabe melhor — e cabe a todos nós aceitar e respeitar as escolhas diferentes, tanto monogâmicas como poliafetivas. Até porque, no fim das contas, o sonho de todos é um só: a felicidade.

GLOSSÁRIO
Aprenda os termos usados para falar de diferentes tipos de relacionamento

Não monogamia consensual: Termo genérico para todos os tipos de relações em que os envolvidos sabem que não há exclusividade sexual e/ou afetiva e concordam.

Poliamor: É o tipo de relacionamento em que, em comum acordo, é possível se envolver sexualmente e afetivamente, de forma estável, com diversas pessoas ao mesmo tempo.

Relacionamento aberto: Existe quando os parceiros concordam em buscar relacionamentos sexuais independentes, mas sem envolvimento afetivo, fora da relação principal.

Swing: É praticado por casais que aceitam fazer sexo com pessoas de outros casais desde que seja em um ambiente — geralmente, uma casa de swing — no qual todos estejam presentes e sem que haja envolvimento emocional.

Relações livres: Chamadas de RLi (lê-se “érreli”), são aquelas em que a autonomia individual vem em primeiro lugar, em negação ao modelo de casal. Não se admite que a vida amorosa ou sexual fique sob o controle de ninguém. Tampouco existe hierarquia entre os diferentes parceiros.

Poligamia: Ocorre quando alguém é casado com mais de uma pessoa e exige de todas elas exclusividade afetiva e sexual. Na lei, não é permitida no Brasil. O termo “poliginia” é usado para o caso de homens que têm múltiplas mulheres, enquanto a “poliandria” se aplica a mulheres com vários maridos.

Compersão: É o nome dado ao sentimento de felicidade por seu parceiro amoroso estar feliz sexualmente e/ou afetivamente com outra pessoa que não você.

TRISAL ABERTO

ANDRÉ COBRA (À ESQ.) – 28 ANOS, DIRETOR DE CENA | PHELIPE VITTORELLI (CENTRO) – 26 ANOS, DIRETOR DE ARTE | RAFAEL MEDEIROS (À DIR.) – 24 ANOS, RELAÇÕES PÚBLICAS (FOTO: JÚLIA RODRIGUES E TOMÁS ARTHUZZI)

“A gente brinca assim: ‘Tempo! Valendo… pééé! Acabou. Minha vez de ficar no chuveiro’”, conta André. Ele, Rafael e Phelipe sofrem na hora de tomar banho — dividir um chuveiro em três pessoas num dia frio não é nada fácil —, mas se divertem com música, bom humor e um cronômetro de brincadeira. Dormir os três na mesma cama de casal vira outro desafio. No restaurante, um novo dilema: quem vai ficar mais longe dos carinhos, no lado oposto da mesa? “Mas isso não dá nada, a gente só quer comer mesmo”, brinca Phelipe. Desde que começaram um relacionamento sério e aberto, em abril, os meninos aprendem, a cada dia, como levar a vida amorosa a três. Ciúme acontece. “Já fiquei bravo, uma vez, com uma atitude que os dois tomaram e não me chamaram. Fiquei com ciúme mesmo”, diz Rafael. Desde então, na base da conversa, aprenderam a lidar com a insegurança um do outro, com a mania de organização de Phelipe e com os hábitos diurnos de André. Já encararam olhares curiosos na rua e preconceito entre conhecidos. Mas nada disso abala o trisal — as famílias, inclusive, sabem do relacionamento. O maior problema mesmo é o Facebook, que só abre espaço no status para marcar um namorado…

NAMORO ABERTO

MURIEL DUARTE – 30 ANOS, PSICÓLOGA E EDUCADORA AMBIENTAL | ANDRÉ BIAZOTI – 29 ANOS, GESTOR AMBIENTAL (FOTO: JÚLIA RODRIGUES E TOMÁS ARTHUZZI)

André ficou arrasado quando uma das mulheres com quem se relacionava sumiu do mapa. Em casa, Muriel deu colo e amor para o namorado superar a fase ruim. Desde que começaram o namoro, há cinco anos, eles decidiram viver um relacionamento aberto. E não seria a primeira vez para nenhum dos dois. Só que, para Muriel, as coisas não tinham funcionado bem antes. “Meu ex-namorado não entendia quando eu sentia ciúme, era do tipo ‘Ué, não falou que queria relacionamento aberto? Agora aceita’”, conta. “Com o André é diferente. Se fico com ciúme, ele me dá carinho e fica tudo bem”, continua. No começo, não levavam ninguém para casa nem ficavam com outras pessoas quando estavam juntos. Aos poucos, as regras iniciais se tornaram desnecessárias. Só nunca houve regra para o amor: os dois aceitam que ambos sintam afeto e carinho por outras pessoas. “Eu fico com outras mulheres, mas nenhum beijo é tão bom quanto o da Muriel”, declara André.

CASAMENTO FECHADO

MARINA BRAGATTO – 32 ANOS, FISIOTERAPEUTA | ANDRÉ BRAGATTO – 35 ANOS, FISIOTERAPEUTA (FOTO: JÚLIA RODRIGUES E TOMÁS ARTHUZZI)

Na primeira noite que dormiu na casa dos pais de André, Marina teve uma surpresa: teriam um quarto só para os dois. Era tudo diferente na família tradicional dela. Por lá, só conquistaram um canto depois do casamento, em 2013. Juntos há 12 anos, jamais cogitaram abrir o relacionamento. “Eu nunca senti vontade de ficar com outras pessoas. E acho que traição só acontece quando as coisas não estão bem, quando o casal tem outros problemas”, conta Marina. Eles nunca se desentenderam por causa de ciúme — quando se conheceram, tinham acabado de se livrar de namorados ciumentos e queriam distância desses problemas. “Sei o que pode deixá-la incomodada e respeito isso”, diz ele. Mas isso não quer dizer que não tenham vidas independentes: reservam dias para saírem sozinhos e se divertem juntos nos fins de semana. “Meu relacionamento aberto é isso: a Marina beber cerveja sozinha [com amigos] na quinta-feira”, brinca André.

NAMORO ABERTO A DISTÂNCIA

VIVIANE PISTACHE* – 36 ANOS, PSICÓLOGA (FOTO: JÚLIA RODRIGUES E TOMÁS ARTHUZZI)

Um dia, quando limpava a casa, a mineira Viviane encontrou um convite de casamento para o namorado, com quem dividia o lar e a vida amorosa — supostamente monogâmica —, e para a namorada dele. Só que não era o nome dela escrito ali. “Suspirei aliviada: ‘pelo menos ele nunca vai me cobrar fidelidade’.” E não tocou no assunto. Até que um dia, ao pegar uma de suas amantes dentro de casa, o sangue ferveu. “Desembestei a jorrar descontentamento. Ele me espancou até me deixar desacordada. Fiz a denúncia, mas virou só estatística. Foi antes da aprovação da lei Maria da Penha.” A violência deixou marcas e abriu a cabeça dela para outros formatos de relacionamento. Logo se apaixonou por uma colega, com quem ficou por três anos. Depois, viveu desencantos com outras pessoas até encontrar um novo amor: um antropólogo paraense. Mas nunca deixou de amar a ex. Após anos com ele, abriu o jogo — e o relacionamento. “Cada namoro aberto é uma aposta no desconhecido. Ainda que nas brechas e pelas beiradas, creio que estamos reinventando modos de amar”, diz.

*O namorado não quis se identificar

POLIAMOR ABERTO

ANDRÉA REGINA DIAS – 42 ANOS, MICROEMPRESÁRIA | SÉRGIO DIAS – 54 ANOS, FUNCIONÁRIO PÚBLICO | FERNANDO COSTA (EMBAIXO) – 41 ANOS, MICROEMPRESÁRIO (FOTO: JÚLIA RODRIGUES E TOMÁS ARTHUZZI)

“Mulher casada procura namorado.” O anúncio feito  em um site de swing atravessou o Oceano Atlântico e chegou ao português Fernando Costa, na pacata vila de Mértola, no Baixo Alentejo. Ele começou, então, a trocar figurinhas online com Andréa. Meses depois, pegou um avião rumo a Guarulhos. Precisou de dez dias para criar confiança e ir conhecer Sérgio, marido de Andréa. “Eu não sabia como seria conhecê-lo, fiquei um pouco receoso.” Mas para os brasileiros não havia problema. Casados desde 2001, já tinham conhecido o “mundo liberal” em casas de swing, experiência que os levou para o poliamor. Sérgio e Fernando logo passaram a ser amigos, ainda que nunca tenham sido amantes — só ela tem um relacionamento amoroso com os dois. Desde que Fernando largou sua vida em Portugal, há cinco anos, os três dividem uma casa na cidade da Grande São Paulo, cada um com seu quarto. Ah, e a família cresceu: chegou ainda Matheus, de quase três anos, filho de Fernando com outra mulher.

HORA DA VERDADE

Pesquisa nos EUA mostra que muitos traem, mas poucos abririam a relação

Como você reagiria se seu parceiro quisesse ter relações sexuais com outras pessoas?

Você já se relacionou sexualmente com alguém sem o consentimento do seu parceiro?

[FONTE: YouGov]

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