Roma Papal mudou os tempos e a Lei de Deus; Mudança para o Calendário Gregoriano faz aniversário hoje!

Denomina-se calendário gregoriano o calendário promulgado pelo Papa Gregório XIII em 1582 e adotado imediatamente por Espanha, Itália, Portugal, Polônia e, posteriormente, por todos os países ocidentais. A mudança do calendário juliano ou antigo para o calendário gregoriano ou moderno não teve lugar ao mesmo tempo em todo o mundo, o que causa uma certa confusão na harmonização de datas e na datação de eventos entre os séculos XVI e XX. [Via: Wikipédia]

A Bíblia previu o surgimento de um sistema humano que tentaria assumir o papel do Cristo. Roma Papal mudou os tempos(Calendário) e a Lei(Decálogo – Os Dez Mandamentos).

“O Papado mudou o dia de guarda do Sábado para o domingo”.

“E proferirá palavras contra o altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo; e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo”. -(Daniel 7.25)

OU 

 Via: Apocalipse News – YouTube

EL PAÍS – O calendário gregoriano e os dez dias que nunca existiram.

Google comemora com um ‘doodle’ o 434º aniversário do calendário.

 (04-10-2016) – Os dias 5 a 14 de outubro de 1582 nunca existiram, pelo menos no papel. Isso aconteceu por causa de uma medida adotada pelo papa Gregório XIII para reorganizar o Calendário Juliano, que era utilizado no mundo católico e que hoje faz 434 anos de idade como Calendário Gregoriano. Tinha sido criado pelo famoso líder romano Júlio César 46 anos antes do nascimento de Jesus Cristo. Mas tinha um pequeno problema: estava defasado em relação às estações do ano, como explica o Google, que preparou um de seus doodles para celebrar o aniversário do Calendário Gregoriano.

Gregorio XIII

Gregório XIII

A defasagem, de acordo com informações do motor de busca, acontecia porque o ano solar marcado pelo Calendário Juliano – o tempo que a Terra leva para dar uma volta ao redor do Sol – era cerca de 11 minutos inferior ao ciclo real. O Google afirma que o ano solar atual é de 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos.

Gregório tomou conhecimento de que, com o passar do tempo, a “Semana Santa” era cada vez comemorada um pouco mais tarde porque a defasagem ia ficando maior. Se continuasse assim, depois de muitos anos, acabaria sendo comemorada no verão no Hemisfério Norte. O papa, que foi aconselhado por quase meia década por uma comissão liderada pelo astrônomo jesuíta Christopher Clavius e o físico Aloyisius Lilius, tomou a decisão de reorganizar o Calendário.

O astrônomo jesuita Christopher Clavius.

O astrônomo jesuita Christopher Clavius.

Mas, para isso, era preciso uma transição, então ele decidiu cortar de uma vez os dias de 4 a 15 de outubro de 1582, que oficialmente deixaram de existir. Esta medida levou a paradoxos, como o do funeral da freira Santa Teresa de Jesus, conhecida por fundar a Ordem das Carmelitas Descalças. Ela faleceu em 4 de outubro de 1582 no mosteiro de Alba de Tormes e foi enterrada no dia seguinte: 15 de outubro.

Itália, Espanha e Portugal foram os primeiros países a estabelecerem o novo sistema, que ficou conhecido como o Calendário Gregoriano. Hoje é o mais difundido e imposto no mundo, apesar de coexistir com outros calendários utilizados por diferentes sociedades e culturas que organizam de forma diferente seu ciclo anual.

El calendario gregoriano también tiene un día propio 📅 Hoy celebramos su 434º aniversario con este  / https://twitter.com/GoogleES/status/783202563936161792

por Júlio César Prado

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A BÍBLIA PREVIU O SURGIMENTO DE UM SISTEMA HUMANO QUE TENTARIA ASSUMIR O PAPEL DE CRISTO – O papa Francisco (foto) pediu recentemente por uma “descentralização saudável” do poder na Igreja Católica Romana, incluindo mudanças no papado, e com maior poder de decisão para os bispos locais. Papa Francisco fez seus comentários em uma cerimônia que marcou o 50 aniversário da fundação do Sínodo dos Bispos, um encontro mundial que, ocasionalmente, aconselha o papa em uma série de questões.

O papa também disse que era “necessário e urgente pensar em uma conversão do papado”, uma possibilidade que foi inicialmente sugerida pelo papa João Paulo II em 1995. Sem entrar em detalhes, o papa disse que “mais luz poderia ser derramada” no exercício do papado, tanto para os 1,2 bilhão de membros da igreja quanto nas suas relações com outras igrejas cristãs. O atual sínodo de bispos tem discutido a forma como a igreja pode servir melhor as famílias e como o “domingo” pode aproximar os católicos mais da igreja romana.

Vinte e cinco séculos atrás, o Deus do Céu deu a Daniel uma visão do aparecimento e queda de grandes impérios – Babilônia (605-539 A.C.), Medo-Pérsia (539-331 A.C.), Grécia (331-168 A.C.) e Roma (168 A.C. – 476 A.D.) – e também da Igreja Romana que viria a dominar na cidade das sete colinas. Dessa Igreja foi predito: “Proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a Lei”. Também o apóstolo S. Paulo delineou o futuro desse poder religioso: “Não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição; o qual se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará como Deus no templo de Deus, querendo parecer Deus” (II Tessalonicenses 2:3 e 4).

Essas notáveis profecias foram exatamente cumpridas no erguimento e desenvolvimento da Igreja Romana. Em termos de Roma eclesiástica, o romanismo instituiu e impôs um sistema de salvação oposto ao evangelho. Tal sistema, de fato, neutralizou a eficácia expiatória do Calvário e do ministério sumo sacerdotal de Jesus no santuário celestial, cristalinamente expostos nas páginas do Novo Testamento.

Este pormenor reaparece em Daniel 11:31, onde é dito que o “sacrifício costumado” seria substituído pela “abominação assoladora”. Com efeito, o romanismo desviou a atenção dos pecadores do ministério de Jesus em favor deles. Desviou a atenção de Jesus, o único Sumo Pontífice e intercessor no santuário celestial, para um sistema salvífico com base em obras meritórias: penitências, pagamento de promessas, compra de indulgências, peregrinações, mortificações. E, para solidificar todo esse aparato do mérito humano, o romanismo concorreu com missas, confissão auricular, pontificado e sacerdócio clerical, queima de incenso, oferecimento de sacrifício incruento (hóstia) e a garantia ao fiel do Céu após a morte (e mesmo ao mais ou menos fiel, mediante as penas no purgatório). Na verdade, um santuário paralelo foi levantado neste mundo para obliterar o celestial e substituir a obra mediadora de Jesus.

Nos anos que antecederam à instituição do papado, no sexto século, filosofias e práticas pagãs adentraram o cristianismo e pavimentaram o caminho para a institucionalização do engano. Paulo previu que a apostasia, após a era apostólica, iria seduzir a muitos. “Sei que, depois da minha partida… se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles” (Atos 20:29 e 30).

Para tanto, em muito contribuiu, no quarto século, a pretendida conversão de Constantino (que permaneceu pagão até pouco antes da morte, quando recebeu o batismo). Cedo, esse imperador compreendeu que lhe seria propício o apoio das comunidades cristãs do império. Tão logo foi proclamado imperador, em 306, garantiu liberdade de culto aos cristãos, passando a se reunir com eles. “Mas seu pensamento era político”, afirma Luis Aznar, em sua introdução à versão hispânica da História Eclesiástica, de Eusébio de Cesareia, contemporâneo de Constantino. “Ele queria organizar as comunidades episcopais autônomas numa igreja universal, hierarquizada e doutrinariamente homogênea, que correspondesse ao império como a alma ao corpo”.

Com isso, a fusão paganismo/cristianismo se tornou inevitável. É desse tempo que vêm o culto às imagens, que se tornou mais ostensivo a partir do século 9, e o primeiro decreto dominical, demandando, com força de lei civil, a guarda do domingo, identificado pelo próprio imperador como “o venerável dia do Sol”, o deus mais universal do panteão romano.

Poucos anos mais tarde, o Concílio de Laodiceia ratificou o decreto de Constantino, acrescentando que todo aquele que guardasse o sábado seria excomungado. É nesse contexto que a igreja cristã se tornou hierárquica e universal (ou católica).

Pouco a pouco, durante séculos, muitas heresias se insinuaram na crença e observância, entre as quais o culto das imagens, a veneração de relíquias, as orações aos santos, o batismo das crianças, a aspersão em lugar da imersão, a doutrina do purgatório para atemorizar os crédulos, a glorificação de Maria, a colocação da tradição em lugar da Escritura, de um homem em lugar de Deus, da penitência em lugar do arrependimento, das obras em lugar da fé, e do domingo em lugar do sábado do sétimo dia.

Segundo a Bíblia, a verdade não é um mero conceito filosófico. É antes de tudo uma Pessoa, Jesus. “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida” (João 14:6). É também a expressão e ensinamento desse Deus que veio ao mundo para “dar testemunho da verdade” (João 18:37). É por isso que a mesma Bíblia diz: “a Tua Palavra é a verdade” (João 17:17) e “a Tua lei é a própria verdade” (Sal. 119:142).

No que diz respeito a Jesus, a verdade foi jogada por terra quando um sistema espúrio de salvação tomou o lugar do genuíno evangelho. No que diz respeito à Bíblia, quando a tradição humana suplantou a Palavra de Deus; e no que diz respeito à lei, quando ela foi adulterada pela ousadia clerical. Mas a verdade não ficaria jogada por terra para sempre. Daniel 8 prediz um tempo em que ela seria restaurada. E cabe a todo ser humano a responsabilidade de buscar na Bíblia, e só nela, essa verdade pura (Foto: Divulgação).

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A LEI DE DEUS – “Ouve, ó Israel! … obedecerás à voz do Senhor teu Deus, e Lhe cumprirás os mandamentos e os estatutos que hoje te ordeno” (Deuteronômio 27:9 e 10). Quando Moisés recebeu de Deus no Sinai as duas tábuas de pedra com os Dez Mandamentos ali estava a Lei de Deus, perfeita, justa, boa, verdadeira e santa como o caráter do Eterno. Mas, basicamente, aquela Lei era e é amor.

Pena que a Lei foi quebrada já na sua doação; mal ela saíra das mãos de Deus e fora escrita por Seu dedo, o povo lá embaixo adorava outro deus e se dava a práticas contrárias à Lei. O ato zeloso de Moisés ao quebrar as duas pedras noutra pedra, ou rocha, era apenas a confirmação de que o homem de si mesmo não pode guardar a Lei, pois vive transgredindo-a no dia-a-dia.

Necessitamos buscar obediência no amor. Primeiro, amar a Deus sobre tudo. Segundo, amar ao próximo. Se olharmos à Lei como dez preceitos apenas, na frieza das suas pedras, e procurarmos obedecer-lhe com nossa justiça e obras, falharemos. A Lei em seu todo homogêneo, intrínseco, só pode ser guardada em união com o amor. Por isso Israel estava pecando lá embaixo, cultuando o bezerro de ouro. Não se amavam mutualmente e menos ainda a Deus; eram egoístas, buscando mais a satisfação do eu do que de Deus. Sua religião era fria como as tábuas da lei. É necessário calor, amor, para que a frieza da pedra não congele o coração. A letra apenas é fria, mas o espírito da letra é a graça que salva.

Os grandes princípios da Lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, à vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórias a todas as pessoas, em todas as épocas. Estes preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma no julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da necessidade de um Salvador.

A salvação é inteiramente pela graça, e não pelas obras, mas seu fruto é a obediência aos mandamentos. Esta obediência desenvolve o caráter cristão e resulta numa sensação de bem-estar. É uma evidência de nosso amor ao Senhor e de nossa solicitude por nossos semelhantes. A obediência da fé demonstra o poder de Cristo para transformar vidas, e fortalece, portanto, o testemunho cristão. “Ouve, ó Israel!” Obedecerás?

“Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” Apocalipse 14:12

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