Existem milhares de asteroides nas redondezas, alguns com mais de 1 km de diâmetro, esperando para cair na Terra!

…”E haverá em muitos lugares enormes terremotos, epidemias horríveis e devastadora falta de alimentos. Então sucederão eventos terríveis e surgirão poderosos fenômenos celestes”… ◄ Lucas 21:11 ► 

…” Muitas pessoas desmaiarão de terror, preocupadas com o que estará sobrevindo às populações do mundo, haverá homens que desmaiarão de terror, e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos Céus, do Espaço Sideral serão abalados”… ◄ Lucas 21.26 ► 

…“Ai! Ai! Ai dos que habitam sobre a Terra”… ◄ Apocalipse 8:13 ►

A Nasa já está até fazendo simulações do impacto de uma possível colisão. EUA criam plano estratégico para lidar com possível impacto.

(NASA)

De butuca no espaço, vivendo suas órbitas tranquilamente, estão 667 asteroides que podem se chocar contra a Terra no próximo século. Quem diz isso é a Sentry, um sistema de monitoramento de colisão da Nasa que busca incansavelmente por ameaças escondidas. Apesar do número alto de objetos localizados, a agência espacial acredita que estamos mais ou menos seguros pelas próximas gerações. Isso não impediu a Nasa, no entanto, de se preparar para o pior.

A simulação juntou, em uma sala, astrônomos e gestores de emergência e deixou-os lá para programar o apocalipse. A história era a seguinte: a NASA identificou um asteroide fictício, de 100 a 250 metros de tamanho, com uma probabilidade de 2% de colidir com a Terra em setembro de 2020 – mais especificamente, na região metropolitana de Los Angeles.

Na emergência de faz de conta, os pesquisadores tinha 3 meses para acompanhar a “bomba” espacial – nesse meio tempo, a probabilidade de impacto “aumentou” para 65%. Em 2017, já era 100%. Os cientistas precisavam explicar como era possível analisar os dados coletados e compartilhá-los com a Força Aérea e a Agência de Gestão de Emergências. Em colaboração, essas instituições planejaram a forma de avisar a população, se preparar para evacuar a metrópole e criar infraestrutura para atender feridos e demais danos causados pelo impacto.

Isso considerando o pior cenário possível: aquele em que não dá tempo de fazer mais nada além de esperar o troço cair. A outra alternativa é o que eles chamam de Missão de Deflexão. Na prática, é construir uma nave espacial especialmente designada para bater no asteroide e mudar sua trajetória. O problema é que esse projeto leva no mínimo 2 anos para ficar pronto, fora o tempo de viagem. É uma margem muito apertada para não criar um plano muito sério de contingência.

A simulação da Nasa não foi sem propósito: “Não é uma questão de se, mas de quando vamos ter que lidar com uma situação dessas”, falou Thomas Zurbuchen, administrador do Diretório da Nasa de Missões Científicas, em um comunicado à imprensa. A vantagem, segundo ele, é que a tecnologia atual permite a observação, a predição e o planejamento necessários para evitar um Apocalipse Asteroidal.

A pior experiência da humanidade com asteroides foi em 1908. Um objeto desses explodiu em Tunguska, na Sibéria, uma área desabitada, mas que teve milhões de árvores e animais reduzidos a carcaças em segundos. Em 2013, um meteoro de apenas 20 metros passou despercebido por interferência do Sol e deixou centenas de feridos na Rússia.

A simulação não passa longe da realidade quando mostra a probabilidade de colisão subindo de repente. Segundo o Centro de Estudos de Objetos Próximos da Nasa, que está acompanhando os 667 asteroides, o monitoramento funciona assim: entra para a lista qualquer objeto próximo que pareça estar entrando em trajetória de colisão. Até aí as informações são todas preliminares.

Quanto mais descobrimos sobre a órbita asteroidal, mais claros ficam os riscos. Se existem muitas trajetórias alternativas possíveis, a probabilidade de impacto começa a cair. Caso contrário, ela sobe. E é tudo bastante abrupto, saindo da trajetória ela cai para zero e sai da lista.

No momento, “temos poucos asteroides que apresentam risco real”. Essa ameaça é medida por uma escala logarítmica – como a Escala Richter, dos terremotos – chamada Escala de Palermo. A maioria dos 667 asteroides tem valor menor que -2, que indica “nada a se preocupar”. Por outro lado, temos ao menos 3 deles com valores entre 0 e -2, o que demanda “monitoramento cuidadoso”. A boa notícia é que a geração atual dificilmente vai ser extinta por asteroides: mesmo nas piores previsões, a próxima colisão de impacto só deve acontecer em 2175. [FONTE: SUPEinteressante]

Stephen Hawking afirma: apocalipse provocado por asteroides é iminente. O famoso astrofísico lançou alerta sobre o perigo que diversos asteroides – alguns com mais de 1 km de diâmetro – representam ao nosso planeta. Segundo Stephen Hawking, um asteroide pode estar prestes a atingir a Terra, causando destruição.

Famoso astrofísico, Stephen Hawking.

Em um vídeo produzido pelo movimento global “Asteroid Day”, Stephen Hawking afirma que há uma grande probabilidade de que um asteroide colida com planetas habitados por vida inteligente. Por isso, ele afirma que é necessário que políticos, cientistas e o público em geral encarem essa situação muito seriamente.

Enquanto isso, o astrônomo Patrick Michel diz que, se um desses corpos impactarem contra a Terra, poderá provocar danos muito sérios a todo um país ou, até mesmo, um continente. A grande maioria dos asteroides conhecidos, no entanto, são pequenos e não representam perigo para o planeta.

Atualmente, não há nenhuma maneira eficaz de lidar com um asteroide em rota de colisão com nosso planeta. Algumas ideias de impedir um impacto incluem o envio de uma nave espacial para usar a própria gravidade da pedra espacial para mudar o seu curso. A ideia de neutralizá-lo no espaço já foi descartada, pois isso enviava milhares de fragmentos menores e atingiria a Terra de forma ainda mais perigosa.

A astrônoma Carolyn Shoemaker disse: “Quanto mais aprendemos sobre todos esses objetos, mais podemos estar preparados para prevenir um impacto perigoso contra nós”.  [FONTE: HISTORY]

NASA alerta: 2 cometas estão se aproximando da Terra. Os astrônomos da missão espacial Neowise descobriram dois objetos espaciais que se estão aproximando rapidamente da Terra, informou a NASA.

NASA alerta: 2 cometas estão se aproximando da Terra.

(30/12/2016) — O primeiro objeto descoberto, o cometa C/2016 U1 (Neowise), detectado pela primeira vez em 21 de outubro, chegará ao ponto mais próximo do Sol em 14 de janeiro.

No que diz respeito ao segundo objeto, o 2016 WF9, os cientistas ainda não verificaram sua origem e se se trata de um cometa ou de um asteroide.

Mas o que se sabe é que esse objeto alcançará a órbita da Terra em 25 de fevereiro de 2017 e se aproximará do nosso planeta a uma distância de 51 milhões de quilômetros (100 vezes mais que a distância entre a Terra e a Lua). Foi destacado que 2016 WF9 tem um quilômetro em diâmetro e que foi observado em 27 de novembro deste ano.

É importante frisar que ambos os objetos espaciais acima mencionados não representam perigo para a Terra. Estes dois corpos celestes foram descobertos no âmbito da missão Neowise (NEO Wide-Field Infrared Survey Explorer). Para esse fim foi usado um telescópio de observação do espaço exterior com ondas infravermelhas. [FONTE: Sputnik News]

EUA criam plano estratégico para lidar com possível impacto. Casa Branca considera que risco de colisão com asteroide é ‘real’. Governo americano cria plano estratégico para lidar com possível impacto.

Ilustração mostra um asteroide perto da órbita da Terra – ESA

(01/01/2017) — O tema é constantemente explorado pelo cinema e, no passado, foi um dos responsáveis pela extinção dos dinossauros. Mas a possível colisão de um asteroide de grandes proporções com o planeta é um assunto sério, tanto que a Casa Branca elaborou um plano estratégico para lidar com a situação. No documento “National Near-Earth Object Preparedness Strategy”, divulgado esta semana, a administração federal americana ressalta ser “improvável” que um impacto que ameace a civilização humana aconteça nos próximos dois séculos, mas o “risco de impactos menores, mas ainda assim catastróficos é real”.

Trata-se do primeiro plano oficial do governo americano para lidar com os objetos próximos da Terra (NEO, na sigla em inglês). Com base em dados do Departamento de Defesa dos EUA, o relatório afirma que entre 1994 e 2013, 556 bólidos de pequenas proporções, entre um e 50 metros de diâmetro, foram observados penetrando a atmosfera do planeta. E mesmo esses pequenos corpos possuem poder destrutivo.

Em fevereiro de 2013, um asteroide de aproximadamente 20 metros de diâmetro caiu perto da cidade de Chelyabinsk, na Rússia, liberando energia de quase 500 quilotons de TNT, entre 20 e 30 vezes mais que as primeiras bombas atômicas. E as estimativas indicam que existam ao menos 10 milhões de objetos com órbita próxima à da Terra com diâmetro maior que 20 metros, mas que ainda não foram detectados. Em Tunguska, também na Rússia, um objeto com diâmetro estimado em 40 metros explodiu perto da superfície do planeta, devastando2 mil quilômetros quadrados de floresta, com energia entre 5 e 10 megatons de TNT.

“Se um evento similar ocorresse sobre uma área metropolitana, poderia resultar em milhões de feridos e mortos”, diz o documento. “Estimativas atuais dos NEOs predizem que existam mais de 300 mil objetos com mais de 40 metros”.

Uma decisão do Congresso americano exige que a Nasa identifique 90% dos objetos que ameacem colidir com a Terra com diâmetros maiores de 140 metros. Esses objetos podem liberar energia de no mínimo 60 megatons de TNT, sendo mais poderosos que as mais modernas armas nucleares já testadas. Mas após duas décadas de pesquisas, apenas 28% desses asteroides foram identificados.

“Quando um NEO em curso de colisão com a Terra for identificado, teremos uma ameaça global que irá requerer a liderança dos EUA para estabelecer uma abordagem coordenada global para detecção, rastreio e caracterização assim como para deflexão e operações de destruição, se necessário, e preparação para o caso de impacto”, diz o documento.

O plano estratégico possui sete pontos que devem ser alvo de políticas e esforços da administração federal americana: melhorar as capacidade de detecção, rastreio e caracterização de NEOs; desenvolver métodos para desviar e destruir NEOs; melhorar a integração de programas de modelagem e previsão; desenvolver procedimentos de emergência para cenários de impactos; estabelecer procedimentos de resposta e recuperação; e estabelecer protocolos de comunicação e coordenação. [FONTE: O GLOBO]

O projeto russo que detecta e alerta sobre asteroides perigosos. 

(Via: Yahoo Noticias International – 24 de novembro de 2016) — O evento conhecido com Cheliábinsk pegou todos de surpresa em 2013. A manhã de 15 de fevereiro na cidade russa de Urales começou com um asteroide espetacular que, felizmente, explodiu durante sua entrada na atmosfera, mas que liberou aproximadamente 500 quilotons de energia, espalhando mais de 4000 quilos de fragmentos e criando uma onda que causou inúmeros danos pessoais (mais de 1400 feridos de diferentes gravidades) e perdas substanciais.

Meteorito causa explosão na Rússia e cai na Sibéria:

Meteoro cai na Rússia Um dos Sinais da volta de CRISTO HD.

Em 15 de fevereiro de 2013 um meteoro com cerca de 17 mil toneladas explodiu sobre a região da cidade de Chelyabinsk, ferindo mais de 1,5 mil pessoas e destruindo milhares de janelas com a onda de choque da explosão.

*Ative a legenda do vídeo para o português.

Em 15 de fevereiro de 2013 um meteoro com cerca de 17 mil toneladas explodiu sobre a região da cidade de Chelyabinsk, ferindo mais de 1,5 mil pessoas e destruindo milhares de janelas com a onda de choque da explosão.

Naquele dia, muitos se lembraram do incidente que ocorreu em Tunguska, em 1908, no qual um asteroide passou pelo céu de várias províncias e, após sua explosão, acabou arrasando mais de 2500km² de floresta na Sibéria.

Após dois grandes sustos em apenas um século, parece que os russos decidiram não contar com a sorte uma terceira vez. Daniel Marín, astrofísico e promotor especializado em questões aeroespaciais, aconselhou a Federação Russa a criar o projeto SODA, que apesar de ser nome de bebida, pretende se tornar um refinado sistema de detecção de asteroides perigosos.

SODA, o projeto russo para detectar asteroides.

A sigla corresponde ao Sistema Detecções de Asteroides Diurnos (os mais difíceis de se detectar por instrumentos terrestres) e consistirá em um satélite especializado em localizar objetos próximos com um tamanho superior a 10 metros.

A resposta dos russos a esse tipo de incidente se tornará muito rápida. Se o satélite puder alertar sobre o perigo com uma antecedência de quatro horas antes do impacto, esse tempo será usado para evacuar com eficiência qualquer possível alvo do asteroide.

SODA será capaz de detectar objetos maiores do que 10 metros de diâmetro.

SODA será um pequeno satélite, localizado no ponto Lagrange L1 do sistema solar. Ele será colocado a 1 milhão e meio de quilômetros da Terra e será equipado com três telescópios de 30 centímetros de diâmetro, que irão funcionar de maneira independente na procura de possíveis ameaças.

Um dos grandes problemas desse projeto é o orçamento. Caso finalmente seja aprovado em 2017, o custo total do projeto não superaria os 100 milhões de dólares, um valor bem baixo comparado ao orçamento dedicado a outras áreas na Rússia.

Informação: Utilidade Pública!

Como AGIR no caso de uma catástrofe… BAIXE O PDF Kit de Sobrevivência Individual aqui: KIT DE SOBREVIVÊNCIA INDIVIDUAL

(Publicado janeiro de 2015) – As histórias sobre sobrevivência de pessoas em meio a imensas catástrofes sempre se concentram em saber o que esses indivíduos têm de tão especial que os ajudaram a permanecer vivos.

Um pesquisador do comportamento de pessoas em ambientes de extremo estresse na Universidade de Portsmouth, na Grã-Bretanha, analisou a atitude de sobreviventes e vítimas de dezenas de desastres ocorridos em todo o mundo durante décadas e descobriu que, em situações de vida ou morte, cerca de 75% das pessoas ficam tão desnorteadas que não conseguem pensar com clareza nem planejar uma fuga. Elas ficam mentalmente paralisadas, em estado de choque, e morrem.

Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch

CONSCIÊNCIA, A DIFERENÇA ENTRE FICAR VIVO OU MORRER EM MEIO A UMA CATÁSTROFE. Em um evento extremo, a maioria das pessoas não consegue fazer SEQUER a única coisa que poderia salvar sua vida. 

Fonte: http://www.bbc.co.uk/

Às 19h de 27 de setembro de 1994, a balsa MS Estônia deixou a capital estoniana, Tallinn, rumo a Estocolmo, na Suécia, com 989 pessoas a bordo. Seis horas depois, em meio a uma forte tempestade, sua porta traseira se quebrou e seu compartimento de veículos se encheu de água. Uma hora mais tarde, a embarcação estava completamente afundada no Mar Báltico, junto com 852 passageiros e tripulantes mortos.

Apesar da rapidez da tragédia, da ventania, do mar revolto e do tempo que as equipes de resgate levaram para chegar, especialistas em sobrevivência ficaram abismados com o altíssimo número de vítimas.

A balsa MS Estonia deixou a capital estoniana, Tallinn, rumo a Estocolmo, na Suécia, com 989 pessoas a bordo. Afundou em apenas uma hora em meio a uma violenta tempestade com 852 mortos.

O relatório oficial com o resultado das investigações do acidente concluiu que muitas pessoas se afogaram simplesmente porque não fizeram nada para se salvar. “Um número considerável de pessoas… parece ter sido incapaz de pensar ou agir racionalmente por causa do medo”, concluiu o relatório oficial sobre o acidente. 

“Outros pareceram que ficaram petrificados e não poderiam sequer serem forçados a se salvarem. Alguns entraram em pânico, as pessoas estavam apáticas e chocadas além do limite e não reagiam quando outros passageiros tentaram orientá-los, nem mesmo quando eles usaram a força ou gritavam com eles”.

O que pode ter acontecido? Alguém que sabe a resposta é John Leach, um instrutor de sobrevivência militar que pesquisa o comportamento de pessoas em ambientes de extremo estresse na Universidade de Portsmouth, na Grã-Bretanha.

Ele analisou a atitude de sobreviventes e vítimas de dezenas de desastres e catástrofes ocorridos em todo o mundo durante décadas e descobriu que, em situações de vida ou morte, cerca de 75% das pessoas ficam tão desnorteadas que não conseguem pensar com clareza nem planejar uma fuga.

Elas ficam mentalmente paralisadas.  (e como isso acontece pois ele estava presente em um desses eventos catastróficos, no incêndio na estação de metrô de Kings Cross em 18 de novembro de 1987, que matou 31 pessoas)

Apenas 15% das pessoas conseguem manter a calma em meio ao caos de uma tragédia e tomar decisões que podem salvar suas vidas. Os 10% restantes são puro perigo: eles surtam, perdem completamente o bom senso e colocam todos os outros em risco.

REAÇÃO RÁPIDA

As histórias de sobrevivência sempre se concentram em saber o que esses 15% têm de tão especial que os ajudou a permanecer vivos. Mas, para Leach, deveríamos nos perguntar: por que tanta gente morre quando tem capacidade física de se salvar? Por que tantos desistem ou não conseguem se ajustar à situação de desespero? >> Leia também: Tragédia e luto: Avião com jogadores de futebol da Chapecoense e equipes de reportagens caiu na Colômbia!

Apesar da resposta rápida dos bombeiros, 55 pessoas morreram em acidente em Manchester.

Segundo o pesquisador, na maior parte dos desastres, não é preciso ter habilidades especiais para sobreviver. Você só precisa saber o que fazer.

Os engenheiros que criam planos e procedimentos de evacuação costumavam assumir que as pessoas responderiam imediatamente ao ouvir um alarme, ao sentir cheiro de fumaça ou ao perceber que seu barco está adernando. Mas, como mostram alguns casos recentes, o verdadeiro desafio é fazer com que as pessoas reajam rapidamente.

Foi o que ocorreu no aeroporto de Manchester, na Grã-Bretanha, em agosto de 1985, quando um Boeing 737 com destino à ilha grega de Corfu sofreu uma pane no motor durante a decolagem, provocando a morte de 55 pessoas. “O mais impressionante foi esse grande número de vítimas, apesar de o avião nunca ter saído do chão e ter freado em uma posição que permitiu que os bombeiros rapidamente apagassem o fogo nas turbinas”, afirmou o relatório da investigação do incidente.

Em vez de perderem a razão e correrem desesperadas para as saídas de emergência da aeronave, foi a relutância das pessoas e o pânico que as colocaram em um risco muito maior.

Um dos maiores exemplos de passividade coletiva ocorreu nas torres do World Trade Center, em Nova York, durante os ataques de 11 de setembro de 2001. Um estudo do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos Estados Unidos (NIST, na sigla em inglês) concluiu que a maioria dos sobreviventes do impacto do primeiro avião esperou uma média de seis minutos antes de começar a sair da Torre Norte pelas escadas. Alguns chegaram até a esperar por meia hora, seguindo seus afazeres normalmente.

Despreparados para o que estava acontecendo com eles, muitos continuaram agindo normalmente ou ficaram dando voltas para ver o que iria acontecer, esperando que os outros se movessem em primeiro lugar. Um estudo descobriu que metade das pessoas que sobreviveram se atrasaram antes de tentar escapar, fazendo chamadas telefônicas, arrumando as coisas em gavetas, trancando a porta do escritório, indo ao banheiro, completando e-mails, desligando o computador, trocando seus sapatos. Uma mulher acostumada a andar de bicicleta para ir trabalhar ainda voltou ao seu escritório para se trocar antes de tentar sair e tudo isso enquanto o prédio pegava fogo e entrava em colapso.

INSTINTO DORMENTE

A principal explicação psicológica para esse tipo de comportamento – passividade, paralisia mental e continuar a agir normalmente diante de um desastre – é que ele é provocado por uma incapacidade de algumas pessoas (a maioria) de se adaptarem a uma mudança súbita na “realidade” em seu entorno.

A sobrevivência requer um comportamento direcionado a um objetivo: ao sentirmos fome, procuramos comida; ao sentirmos solidão, procuramos companhia. Isso normalmente é algo fácil e instintivo. Mas em um ambiente ou em uma situação desconhecida, particularmente alguma que cause tensão extrema, estabelecer objetivos de sobrevivência requer um esforço CONCIENTE (n.t. significa TER CONSCIÊNCIA) muito maior.

“Em uma situação de emergência (um incêndio num prédio, um terremoto, um navio afundando ou de uma aeronave em chamas), geralmente as coisas acontecem mais rápido e em maior quantidade do que você consegue processá-las”, explica Leach.

Jerome Chertkoff, psicólogo social na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, dá um exemplo: “Ver-se em uma situação de perigo de vida é algo que aumenta enormemente a sua excitação emocional, e uma grande excitação faz com que as pessoas considerem um número limitado de alternativas. Isso pode ser ruim quando você está tentando decidir como agir, já que a opção que mais o ajudaria a escapar com vida pode nem passar por sua cabeça”.

Isso explica por que nas situações de emergência, muita gente deixa de tomar atitudes que poderiam parecer óbvias em circunstâncias normais.

Terremoto seguido de tsunami no Japão em 2011.

PREPARO É FUNDAMENTAL

Por isso, a maioria dos especialistas em sobrevivência acredita que a melhor maneira de pensar com mais clareza é se preparar para uma emergência com antecedência.

“A prática torna as ações automáticas, sem a necessidade de se perder muito tempo pensando”, diz Chertkoff. Isso significa prestar atenção na localização das saídas de emergência quando você entra em um cinema ou em outro tipo de espaço fechado, ler as instruções de evacuação do prédio deixadas no seu quarto de hotel e sempre prestar atenção nos procedimentos de segurança que os comissários de bordo demonstram no avião.

Ou seja, a maioria dos sobreviventes sobrevive não porque são apenas mais corajosos, mas porque também estavam mais bem preparados (e INFORMADOS=CONSCIENTES).

E como você lidará com as outras pessoas durante uma catástrofe? Não importa o quão bem preparado você esteja, algum aspecto em situações de emergência estará sempre fora de nosso controle: como o comportamento daqueles pessoas que nos cercam se dará. Aqui, também, o conhecimento científico está em desacordo com o senso comum ou o que somos propensos a ler na mídia.

Uma erupção vulcânica também é um evento extremo.

Comentaristas destacaram muitas vezes a suposta estupidez ou loucura das multidões durante os grandes desastres – uma debandada de peregrinos em um evento religioso, o esmagamento de uma torcida de futebol, a corrida cega para as saídas em uma boate em chamas. Na realidade, isso raramente é o que acontece.

A pesquisa mostra que, na maioria dos cenários, grupos de pessoas são mais propensos a ajudar uns aos outros do que atrapalhar. “Em caso de emergência, a norma é a cooperação”, diz Chris Cocking, que estuda o comportamento das multidões na Universidade de Brighton. “O comportamento egoísta é muito leve e tende a ser policiada pela multidão em vez de se espalhar pelo ambiente.”

Pegue os atentados suicidas no sistema de transportes de Londres em 7 de julho de 2005, que matou 52 pessoas e feriu mais de 700. Durante várias horas, centenas de passageiros ficaram presos em túneis subterrâneos esfumaçados sem nenhuma maneira de saber se eles seriam resgatados, nem se outras explosões eram iminentes. >> Leia também: O fracasso da humanidade: Os 10 países mais pobres do mundo! >> Leia também: S.O.S ore pelo Haiti: O furacão Matthew, o luto seletivo e as ações humanitárias!

Super Tufão Soudelor atingiu Taiwan e a China.

Em meio a esse caos, a maioria das pessoas foi altamente cooperativa e útil, de acordo com sobreviventes entrevistados por Cocking, John Drury, da Universidade de Sussex e Steve Reicher, da Universidade de St Andrews. Os psicólogos chamam isso de resposta “resiliência coletiva”: uma atitude de ajuda mútua e de unidade no meio do perigo.

UNIDOS SOMOS MAIS FORTES

Drury, Cocking e Reicher documentaram muitos exemplos de resistência coletiva. Em 2008, eles falaram com sobreviventes de 11 tragédias ou incidentes a partir das quatro décadas anteriores, incluindo o esmagamento de 2001 no estádio de futebol em Ghana   em que 126 pessoas morreram enquanto tentavam escapar pelas saídas bloqueadas, contataram sobreviventes do naufrágio em 1991 do navio de cruzeiro Oceanos da África do Sul, (quando notavelmente todos os mais de 500 passageiros sobreviveram).

Em cada caso, a solidariedade do grupo foi mais prevalente do que o egoísmo. Cocking pensa que a tendência das pessoas a colaborar em casos de emergência aumenta as chances de sobrevivência de todos. “Individualmente, a melhor coisa é taticamente ficar junto com o interesse do grupo. Em situações em que todo mundo age individualmente, que são muito raras, é que realmente diminui uma eficaz evacuação de todo o grupo”.

Unidos somos muito mais fortes.

Ainda assim, algumas emergências podem ser tão desorientadoras que a cooperação pode ser impossível para algumas pessoas. Citando um exemplo dramático de como as pessoas se comportam de forma diferente quando a sua vida está em jogo, considere a história do britânico-irlandês da equipe de remo Atlantic Odyssey  que em janeiro de 2012 tentou atravessar o oceano Atlântico de leste para oeste, em um recorde de 30 dias.

Após 28 dias, uma onda gigante virou o barco com a equipe enquanto eles ainda estavam há 500 milhas (800 quilômetros) de distância de seu destino em Barbados. De acordo com Mark Beaumont, um aventureiro e radialista que fazia parte da tripulação de seis remadores, todos teriam se afogado se vários deles não tivessem mergulhado várias vezes sob o casco virado para cima para liberar o bote salva-vidas e recuperar o rastreador GPS com sinal de emergência, o telefone via satélite, água fresca e comida.

CHOQUE PROFUNDO

Mas nem toda a tripulação reagiu tão racional e cooperativamente. “Dois rapazes entraram em estado de choque muito profundo”, lembra ele. “Um deles mal conseguia dizer uma palavra. Ele apenas fechou os olhos e desligou. “Mais tarde, esse colega, que era um remador forte, explicou a Beaumont que tinha ficado muito oprimido pela situação. “Eu estava completamente fora do meu alcance”, disse ele. “Eu pensei que a melhor coisa a fazer era ocupar o mínimo espaço possível no bote salva-vidas, então fechei os olhos e esperei por aquilo passar, se era para nós morrermos ou sermos salvos.”

Não ao medo.

As chances são de que você nunca vá se encontrar em uma situação de desastre ou catástrofe. Mas é uma boa ideia imaginar que você pode ter que enfrentar emergências: estar ciente de que existem ameaças lá fora, e que você pode se preparar para elas, sem resvalar para a paranoia.

“Tudo o que você tem a fazer é perguntar a si mesmo algo muito simples”, diz Leach. “Se algo acontecer, qual deveria ser a minha primeira resposta? Uma vez que você puder responder a essa questão, todo o resto vai estar no lugar. É simples assim”.


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