WW3: As poderosas bombas de pulso eletromagnético (PEM / EMP)

…”E ouvireis de guerras e de rumores de guerras;”… {Mateus 24:6}

Após a controversa Ordem Executiva do americano-muçulmano Barack Hussein Obama que foi comentada na matéria Apenas uma terceira guerra mundial ou algo ainda maior? Onde ao que tudo parece, os EUA está se preparando para uma Guerras Eletromagnética, o Conflitos e Guerra decidiu mostrar o poder da Bomba EMP / PEM que pode levar a humanidade de volta a Era Medieval.

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A Rússia vem desenvolvendo uma arma ultra-sofisticada que pode destruir a rede elétrica dos Estados Unidos e condenar à morte milhões de pessoas.

E pior: aliados de Vladimir Putin também já possuem ou estão em vias de obter tal arma, o que pode mudar o equilíbrio de forças a favor de nações inimigas da “democracia.

*Ative a legenda do vídeo para o português.

BOMBA PEM / EMP

Sem barulho, sem fumaça, sem cheiro. A bomba é invisível: não levanta poeira, não abre nenhuma cratera. Sem mortes, sem macas tampouco… Entretanto, esta arma, improvável, existe. Seu nome: e-bomb, a bomba eletromagnética.

O efeito dos impulsos microondas sobre os sistemas eletrônicos foi descoberto um pouco por acaso, quando os exércitos constataram que, próximos de seus radares mais poderosos, os aparelhos eletrônicos entravam em pane. O campo eletromagnético criado depois de uma explosão atômica em alta atmosfera tinha as mesmas conseqüências.

Faltava estudar diversas soluções tecnológicas para a criação de uma gama variada de bombas a serem integradas em obuses, mísseis, aviões, caminhões, satélites, valises etc. 

Seus alvos? Os cabos e as redes de eletricidade, servidores, comunicações eletrônicas, computadores, e o coração dos bunkers – estes, difíceis de serem atingidos por outros meios.

Conseqüências diretas? A interrupção momentânea ou definitiva das comunicações, das trocas de dados, dos sistemas de comando, dos aparelhos de detecção, de medida e de controle.

Sua utilização visaria, no quadro de uma ofensiva aérea ou terrestre, a isolar o inimigo, a colocá-lo na incapacidade de controlar seus meios e suas forças ou de se informar sobre a situação da batalha em curso.

“IMPACTO NULO” SOBRE SERES VIVOS

As bombas eletromagnéticas pertencem à categoria das chamadas armas de energia direta – mais exatamente, à família das “microondas de forte potência” (MPF ou, em inglês, HPM, high power microwaves weapon). Não pertencem mais ao domínio da ficção científica.

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“Tais armas se inserem na evolução lógica das tecnologias de ataque e defesa”, comenta François Debout, subdiretor das estratégias técnicas da Diretoria Geral para Armamentos (STTC-DGA) francesa.

Neste caso específico, trata-se de aparelhos de diferentes tamanhos (da valise a caminhãões), compostos de uma fonte de alimentação, de um gerador de impulso, de um tubo hiperfrequência e de uma antena capazes de produzir impulsos eletromagnéticos muito breves e muito poderosos, com freqüência, alcance e direcionamento variáveis.

Seu impacto direto sobre os seres humanos é considerado nulo na falta de prova em contrário.

“Devido à brevidade dos impulsos microondas”, não se produz agitação das moléculas de água suscetível de gerar uma elevação da temperatura corporal.” explica Debout,

Em outros termos, essas microondas, teoricamente, não têm tempo de “cozinhar” os seres vivos que encontram-se em seu raio de ação – salvo em casos de alguma falha que provoque uma exposição prolongada.

Em contrapartida, todos os equipamentos elétricos e eletrônicos são vulneráveis a esses impulsos. Tanto mais que a miniaturização dos componentes aumenta sua sensibilidade ao meio eletromagnético.

CRESCE “CLUBE DA BOMBA ELETRÔNICA”

Muito provavelmente, os Estados Unidos possuem armas MPF montadas em mísseis e prevem a instalação de outras em aviões com ou sem pilotos. Em compensação, estão nitidamente menos avançados nos programas de defesa contra esse tipo de aparelhos.

A França, por sua vez, realiza pesquisas sobre diferentes aspectos com a ajuda de laboratórios universitários (Limoges, Lille) e de escolas de Engenharia (Supélec e Polytechnique, no planalto de Saclay), “mas nenhum programa de desenvolvimento foi decidido”, afirma Debout, em nome da DGA.

Como incluir armas MPF em equipamentos diversos? Como garantir a adequação alvo/meios, como evitar criar danos fratricidas ou colocar essa tecnologia em mãos inimigas na seqüência, por exemplo, da perda de um míssil equipado? Estas são algumas das questões que se colocam.

Além dos Estados Unidos, que parecem ter resolvido parcialmente ou esvaziado esses problemas, os mais avançados seriam – desde que se dê crédito aos relatórios do Departamento de Defesa norte-americano – os britânicos, os chineses, os alemães e principalmente os russos.

“UMA ARMA DE PRODUZIR ACIDENTES”

Em 1998, segundo o jornal sueco Svenska Dagbladet, a Austrália e a Suécia haviam comprado da Rússia, para a realização de testes, uma pequena arma MPF por uns 150 mil dólares. E, desde outubro de 2001, a empresa russa Rosoboronexport oferece equipamentos que entram nessa categoria – entre eles, o Ranets-e, um sistema móvel de defesa que age num raio de 10 quilômetros com impulsos de 10 a 20 nanossegundos e uma potência de 500 megawatts.

Em agosto de 2002, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, deu a entender que tais armas – consideradas em seu país como “não-letais” 5 – poderiam igualmente fazer parte do arsenal norte-americano em caso de guerra contra o Iraque: “You never know…” (“Sabe-se lá…”), contentou-se em responder.

Para Debout, com ou sem e-bomb, a “guerra limpa” continua sendo um conceito insano:

“De qualquer forma, eu me recuso a chamar essa arma de não-letal. Imaginem um avião ou trem de alta velocidade sendo atingido por um sistema desses…”

COMO FUNCIONAM AS BOMBAS ELETROMAGNÉTICAS? (E-BOMBS)

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Qualquer um que já tenha enfrentado um apagão, sabe que a experiência é extremamente desagradável. Depois da primeira hora sem energia, você passa a reconhecer o valor de todos os aparelhos elétricos que usa no seu dia-a-dia.

Mas isso não é nada comparado ao cenário geral. Se o apagão atingir uma cidade ou nação inteira e não houver recursos de emergência suficientes, as pessoas podem morrer expostas ao tempo, as empresas sofrerão perda de produtividade e toneladas de alimentos poderão se estragar.

Em maior escala, a falta de energia poderia interromper as redes de computadores que mantêm o governo e corporações em funcionamento.

Somos totalmente dependentes de energia; quando ela acaba, as coisas ficam complicadas rapidamente.

Baseando-se nessa dependência, os EUA decidiram investir pesado em um programa de defesa do seu sistema Elétrico conforme e dito na Seção 5 da Ordem Executiva Norte Americana.

  • Sec. 5. Implementation. (a) Within 120 days of the date of this order, the Secretary of Energy, in consultation with the Secretary of Homeland Security, shall develop a plan to test and evaluate available devices that mitigate the effects of geomagnetic disturbances on the electrical power grid through the development of a pilot program that deploys such devices, in situ, in the electrical power grid. After the development of the plan, the Secretary shall implement the plan in collaboration with industry. In taking action pursuant to this subsection, the Secretaries of Energy and Homeland Security shall consult with the Chairman of the Federal Energy Regulatory Commission.

Tradução:

  • Sec. 5. Implementação. no prazo de 120 dias a contar da data desta ordem, o secretário de Energia, em consulta com o secretário de Segurança Interna, deve desenvolver um plano para testar e avaliar os dispositivos disponíveis que mitiguem os efeitos das perturbações geomagnéticas na rede de energia elétrica através o desenvolvimento de um programa piloto que implanta tais dispositivos, in situ, na rede de energia eléctrica. Após o desenvolvimento do plano, o secretário deve implementar o plano, em colaboração com a indústria. Na tomada de medidas nos termos da presente subsecção, os secretários de Energia e Segurança Interna deve consultar o presidente do Federal Energy Regulatory Commission.

Uma bomba eletromagnética ou e-bomb, é uma arma projetada justamente para tirar vantagem dessa dependência.

Esse tipo de bomba na verdade iria destruir a maior parte das máquinas que funcionam à eletricidade, ao invés de simplesmente cortar a energia de uma região.

Geradores se tornariam inúteis, carros deixariam de dar partida, trens deixariam de funcionar e não haveria a menor possibilidade de se fazer uma ligação telefônica. Em questão de segundos uma bomba eletromagnética com potência suficiente poderia jogar toda uma cidade 200 anos de volta no passado ou deixar uma unidade militar totalmente inoperante.

No vídeo a baixo, podemos ver a demostração da ação do Pulso-Eletromagnético em sistema eletrônicos, no caso, o rapaz do vídeo utiliza calculadoras.

Há décadas as Forças Armadas dos EUA, União Europeia, Rússia e China investem na ideia de uma bomba eletromagnética e muitos acreditam que agora eles possuem esta arma no seu arsenal.

Por outro lado, grupos terroristas podem estar construindo bombas eletromagnéticas com tecnologia menos avançada, movidos pela intenção de causar sérios estragos aos Estados Unidos e outros.

A ideia básica

A ideia básica de uma bomba eletromagnética ou de uma arma de pulso eletromagnético (PEM) é bastante simples. Esse tipo de arma é projetada para aniquilar circuitos elétricos com um intenso campo eletromagnético.

No vídeo abaixo, podemos ver a construção em baixa escala, do que seria uma bomba PEM / EMP:

*Ative a legenda do vídeo para o português.

Se você já andou lendo como funciona o rádio ou como funcionam os eletroímãs, então você sabe que um campo eletromagnético mesmo não tem nada de especial.

Os sinais de rádio que transportam AM, FM, a televisão e as chamadas de telefones celulares, todos são energia eletromagnética, assim como a luz comum, o microondas e os raios X.

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Uma transmissão de rádio de baixa intensidade induz uma corrente elétrica suficiente apenas para transportar um sinal até um receptor. No entanto, se a intensidade do sinal (o campo magnético) aumentasse consideravelmente, isso induziria uma corrente elétrica muito maior. Uma corrente grande o bastante seria capaz de fritar os componentes semicondutores de um rádio, desintegrando-os completamente.

Fica claro que comprar um rádio ou aparelhos elétricos novos seria a menor de suas preocupações. A intensa oscilação do campo magnético poderia induzir uma enorme corrente em praticamente qualquer outro objeto condutor de eletricidade, por exemplo, em cabos telefônicos, de eletricidade e até em canos de metal.

Essas antenas involuntárias transmitiriam o pico de corrente a qualquer outro componente elétrico que estivesse no fim do trajeto, digamos, para uma rede de computadores conectada aos cabos telefônicos.

Um surto de corrente grande o bastante poderia queimar dispositivos semicondutores, derreter a fiação, fritar baterias e até explodir transformadores.

Há várias maneiras possíveis de se criar um campo magnético dessa intensidade.

No vídeo abaixo, veremos um demostração da ação do PEM / EMP em celulares:

Agora imagina esse efeito em escalas gigantescas implantada em uma bomba lançada contra uma cidade?

A ameaça do PEM nuclear

As bombas eletromagnéticas começaram a estourar nas manchetes há pouco tempo, mas o conceito de armamento baseado em PEM já existe há muito tempo.

A idéia remonta às pesquisas com armas nucleares na década de 50. Em 1958, testes norte-americanos com bombas de hidrogênio produziram alguns resultados surpreendentes.

Uma explosão de teste sobre o Oceano Pacífico acabou estourando lâmpadas de postes no Havaí, a centenas de quilômetros de distância do local da detonação. A explosão chegou a interferir em equipamentos de rádio em pontos tão remotos quanto a Austrália.

Os pesquisadores concluíram que a perturbação elétrica deveu-se ao efeito Compton, cuja teoria fora desenvolvida pelo físico Artur Compton, em 1925. Segundo Compton, fótons carregados de energia eletromagnética poderiam golpear elétrons e expulsá-los de átomos com números atômicos baixos.

Os pesquisadores concluíram que, no teste de 1958, os fótons de intensa radiação gama produzida pela explosão arrancaram uma grande quantidade de elétrons dos átomos de oxigênio e nitrogênio existentes na atmosfera.

Este fluxo de elétrons interagiu com o campo magnético da Terra, criando uma corrente elétrica alternada, que por sua vez induziu um potente campo magnético. Finalmente, o pulso eletromagnético resultante induziu intensas correntes elétricas em materiais condutores espalhados por uma extensa área.

Durante a Guerra Fria, o Serviço Secreto dos EUA temia que a União Soviética lançasse um míssil nuclear e o detonasse a cerca de 50 km de altitude sob Estados Unidos, com o objetivo de alcançar o mesmo efeito em maior escala. O temor era de que o surto eletromagnético resultante neutralizasse equipamentos elétricos por todo os Estados Unidos.

Este tipo de ataque ainda é uma possibilidade muito real, mas já deixou de ser a maior preocupação americana.

Hoje o serviço secreto dos EUA presta muito mais atenção nos dispositivos PEM não nucleares, como as bombas eletromagnéticas.

Essas armas não são capazes de afetar uma área tão extensa, pois não detonariam fótons a uma altura tão elevada sobre a Terra, mas poderiam ser usadas para causar apagões em um nível mais regional.

Armas PEM não-nucleares

*Clique na imagem para uma maior e melhor nitidez.

sememppp-tituloPossivelmente os Estados Unidos tenham armas PEM no seu arsenal, embora não se saiba de que tipo elas são.

Boa parte das pesquisas sobre PEM nos EUA vêm sendo feitas no campo da microondas de alta potência (MAP). Há muita especulação entre os jornalistas sobre se elas existem de verdade e se tais armas poderiam ter sido usadas em guerra do Iraque.

É bastante provável que as bombas eletromagnéticas de MAP dos EUA não sejam bombas propriamente ditas. Provavelmente elas se pareçam mais com fornos microondas superpotentes, capazes de gerar feixes concentrados de energia de microondas.

Uma possível aplicação consistiria num dispositivo MAP instalado em um míssil de cruzeiro, o qual teria, assim, poder para danificar alvos terrestres do alto.

Essa é uma tecnologia cara e avançada, portanto, fora do alcance de forças terroristas que não dispõem de uma quantidade considerável de recursos.

Mas este não é o fim da história das bombas eletromagnéticas. Utilizando suprimentos baratos e conhecimentos rudimentares de engenharia, organizações terroristas poderiam facilmente construir um perigoso dispositivo de bomba eletromagnética.

No final de setembro de 2001, a revista Popular Mechanics publicou um artigo descrevendo esta possibilidade.

O artigo tratava especificamente das bombas de gerador de compressão de fluxo (FCGs), as quais datam da década de 50. A concepção deste tipo de bomba eletromagnética, ilustrada abaixo, é razoavelmente simples e potencialmente barata.

O desenho conceitual dessa bomba provém de relatório escrito por Carlo Kopp, um analista militar e, já faz algum tempo que está amplamente disponível ao público, mas ninguém seria capaz de construir uma bomba eletromagnética valendo-se apenas desta descrição.

Efeitos da bomba eletromagnética

*Clique na imagem para uma maior e melhor nitidez.

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Uma ofensiva com uma dessas bombas deixaria prédios em pé e pouparia vidas, mas ainda poderia destruir um exército de bom tamanho.

No vídeo abaixo, podemos ver um caça russo neutralizando um navio dos EUA com um sistema de PEM:

Há uma variedade de situações de ataque possíveis. Pulsos eletromagnéticos de baixa intensidade poderiam causar interferências temporárias em sistemas eletrônicos, pulsos mais intensos poderiam corromper importantes dados digitais e ondas de grande potência iriam fritar equipamentos elétricos e eletrônicos completamente.

Na guerra moderna, as várias modalidades de ataque poderiam completar uma série de importantes missões de combate.

Por exemplo, uma bomba eletromagnética poderia efetivamente neutralizar:

  • Sistemas de veículos e transportes;
  • Sistemas, em terra, de mísseis e bombas;
  • Sistemas de comunicação;
  • Sistemas de navegação;
  • Sistemas de rastreamento de curto e longo alcances.

As armas PEM seriam particularmente úteis numa invasão, visto que os pulsos poderiam efetivamente neutralizar os abrigos subterrâneos. A maior parte dos abrigos subterrâneos são difíceis de atingir com bombas e mísseis convencionais.

Uma explosão nuclear poderia efetivamente arrasar muitos destes abrigos, contudo o número de vítimas nas áreas vizinhas seria devastador. Um pulso eletromagnético poderia atravessar o solo e atingir o abrigo desligando luzes, sistemas de ventilação e de comunicações, até mesmo as portas elétricas. O abrigo ficaria completamente inabitável.

Por outro lado, os EUA também são altamente vulneráveis a ataques com armas PEM. Um ataque em larga escala com arma PEM em qualquer país poderia comprometer a capacidade de organização de suas forças armadas.

As tropas em terra poderiam perfeitamente operar armamento não elétrico (como metralhadoras), mas não teriam como utilizar equipamentos para planejar um ataque ou localizar o inimigo. Um ataque com uma arma PEM poderia efetivamente rebaixar qualquer unidade militar ao nível de um exército guerrilheiro.

Embora sejam geralmente consideradas não-letais, as armas PEM poderiam facilmente matar pessoas se fossem direcionadas contra alvos específicos.

Nesse vídeo, o autor da uma explicação militar sobre as bombas PEM:

Se um PEM desligasse a eletricidade de um hospital, por exemplo, qualquer paciente ligado a aparelhos de suporte vital morreria imediatamente. Uma arma PEM poderia ainda neutralizar veículos e trens, inclusive aeronaves em pleno voo, causando acidentes catastróficos.

Em última análise, o efeito de maior alcance de uma bomba eletromagnética poderia ser psicológico. Um ataque maciço com armas PEM desferido contra um país faria com que a vida moderna sofresse uma parada brusca, imediata.

Haveria muitos sobreviventes, mas eles teriam que viver num mundo totalmente desolado, diferente do mundo em que vivemos.

De fato tudo indica que os EUA estão se preparando para a inevitável Terceira Guerra Mundial que segundo alguns analistas, poderia ocorrer ainda esse ano ou na metade de 2017. Apesar de mascara o seu plano de elevar suas defesas contra um ataque de PEM, não se é visto um plano de defesa americana de larga escala, desde o fim da Guerra Fria.

[FONTE: Agenda Global 21 / Via: CONFLITOS E GUERRAS]

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