Estupro e Escravidão Sexual: Por que, no Islamismo, uma mulher é presa, açoitada ou morta depois de ser estuprada?

Islao-Moderado-Radical

Lendo este texto você vai compreender porque o estupro e a escravidão sexual são permitidos no Islão: por serem práticas que seguem o exemplo de Maomé (ou seja, são sunna). Você vai saber também sobre duas das mulheres de Maomé, Juwairiya, que foi forçada a se casar com ele, e Rayhanah, que foi escrava sexual de Maomé. (Quando você se encontrar com um muçulmano, diga que você sabe da história de Juwairiya e de Rayhanah, e pergunte a ele porque ele usa como inspiração espiritual uma pessoa (Maomé) que foi um pervertido sexual.)

Tornou-se algo comum ouvir ou ler no noticiário sobre alguma mulher, muçulmana ou não, sendo presa, condenada ao açoite ou mesmo à morte por ter sido estuprada.Tão comum que as pessoas começam a não se incomodar mais. Isso deveria ser algo incompreensível e injustificável para todos nós (exceto para aqueles que justificam este ato sob a ótica do multiculturalismo radical e míope).

Alguns fatos recentemente noticiados na imprensa internacional (e também no Brasil) chamaram a atenção para um fato que poucos se dão conta, de que o estupro e a escravidão sexual de mulheres não-muçulmanas é algo intrisicamente ligado ao Islão e ao seu profeta Maomé.

  • O caso da jornalista americana Lara Logan, estuprada por uma gangue de cerca de 200 em plena Praça Tahir, no Cairo, durante manifestações contra o governo egípcio de Mubarak. O estupro múltiplo durou meia hora até que um grupo de mulheres e soldados a resgataram. Durante o estupro a gangue ficou chamando-a de judia, o que alimentava mais o ataque. O fato dela não ser judia não era importante, mas sim o fato dela ter sido tratada com uma judia pela gangue [1].
  • Soldados egípcios fazendo teste da virgindade em mulheres que participavam das manifestações na Praça Tahir, no Cairo [2].
  • O caso da mulher líbia Iman Al-Obeidi, assaltada sexualmente por 15 guardas durante os dois dias em que ela ficou em custódia. Esta mulher entrou no hotel onde a imprensa internacional estava para denunciar os estupros, sendo imediatamente presa pelas autoridades líbias, que diziam que ela estava alucinada [3].
  • A acusação de que o regime de Kadafi está usando estupro como arma [4].
  • Os vários relatos da prática de estupro nas prisões iranianas, onde os guardas estupram mulheres antes delas serem executadas. Além disso, como existe a crença de que mulheres que morrem virgens vão diretamente para o céu, meninas virgens são casadas à força e estupradas, “impedindo” que elas sigam diretamente para o céu (ou seja, além do estupro, tortura mental) [5], [6].
  • O caso da ativista e candidata ao parlamento do Kuait, Salwa al Mutairi, que defendeu o retorno da prática da escravidão sexual, como históricamente praticada pelo Islão. Ela disse, entre outras coisas, que a escravidão sexual deveria ser novamente legalizada e que mulheres aprisionadas em zonas de guerra seriam ótimas concubinas. Segundo ela, um Imã (clérigo) saudita disse que a condição para que tal aconteça é que uma nação muçulmana deve estar em conflito (jihad) com uma nação não-muçulmanada, como na Chechênia [7]. Mutairi sugere o estabelecimento de agencias para vender escravas, semelhantes a agencias de empregadas, onde a escrava ganharia 50 dinares por mês para cozinhar, limpar a casa e tomar conta das crianças, sendo escrava das esposas de dia. E de noite, o marido não iria para fora de casa para dar as suas “voltinhas” pois é halal (permitido) ao marido ter sexo com sua(s) escrava(s) sexual(is) sem necessidade de matrimonio ou qualquer outra burocracia para satisfazer seus desejos sexuais. Melhor fazer isso em casa sob os olhares das esposas e por apenas 50 dinares! Bom negócio e bom para “preservar o casamento.” As escravas preferidas são as mulheres russas louras (árabes preferem escravas louras). Não pense que Mutairi é uma desmiolada. Na verdade, é comum encontrar mulheres muçulmanas tão radicalizadas que defendem a poligamia (praticada apenas pelos homens) e os casamentos temporários (permitidos apenas aos homens) mas se calam quando o assunto é açoitamento e apedrejamento de mulheres adúlteras [8].

Para terminar, repare que as mulheres bem comportadas também são sujeitas a estupro, por exemplo, a lei no Afeganistão que regulamenta estupro das esposas [9].

Mas porque isto acontece? Entra em campo a CONEXÃO MAOMÉ: O Alcorão diz 91 vezes que Maomé é o “melhor exemplo de conduta para a humanidade.” E a lei islâmica segue o exemplo ao pé-da-letra.

Vejamos como isso aconteceu …

Em dezembro de 626, o que corresponde ao quinto ano da Hijra (quando Maomé se mudou de Meca para Medina), Maomé, o profeta do Islão, escolheu a sua esposa Aisha para acompanhá-lo na campanha contra a tribo judaica dos Bani Al Mustalik.  

(Maomé tinha então 58 anos, e Aisha 13).

Os judeus Bani Al Mustalik foram atacados sem aviso prévio, no momento em que eles davam água para os seus rebanhos. A maioria dos homens foram mortos, enquanto que as suas esposas, filhos e filhas foram escravizados .

Este massacre, e o consequente extermínio dos Bani Al Mustalik,  é descrito por Bukhari, Livro 3, Volume 46, Hadith 717 è Na sua vida, ao todo, Maomé exterminou 5 tribos judáicas è isso se chama GENOCÍDIO.

Dentre as cativas se encontrava Juwayriya, a bela filha do chefe da tribo. Aisha teve ciumes de Juwayriya por causa da sua beleza :

Narrado por Aisha: Juwayriya bint al-Harith … era uma mulher muito bonita … por Alá, assim que eu a ví, eu a odiei.

 Aisha estava certa, pois Maomé imediatamente promoveu Juwayriya, de escrava a esposa.

No caminho de volta à Medina, o exército de Maomé fez acampamento para passar a noite. Aisha sentiu vontade de responder ao chamado da natureza (ou seja, ir ao banheiro) e se ausentou do acampamento. Ao voltar, ela se deu conta que havia perdido um colar. Ela provavelmente demorou bastante tempo e estava muito entretida nesta busca, pois ela não ouviu o barulho de um exército de 700 homens, suas mulheres, cavalos, camelos e escravos,  levantando acampamento e deixando o local totalmente. Quando ela chegou de volta ao local do acampamento, ele estava deserto. Ela ficou por lá na esperança que Maomé iria dar pela sua falta. Mas na verdade, Maomé estava bastante ocupado com a sua nova esposa e não sentiu a falta de Aisha.

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Então, um jovem soldado, Safwan bin al Mu’attal, que também havia ficado para trás por algum motivo, reconheceu Aisha e deu uma carona para ela no seu camelo.

Para quem assistiu a cena da chegada, Aisha estava retornando junto de Safwan, e isto gerou vários comentários que se desenvolveram em um escândalo. Safwan era jovem, mas Maomé era velho, gordo e fora-de-forma … e também sexualmente impotente 

(comentário : diz-se que Maomé tinha a virilidade de 50 homens; o fato é que ele teve mais de 20 esposas fora as escravas e as outras que se deram para ele, e ele teve com elas apenas um filho (que morreu)! “Narrado por Aisha: Mágica opera sobre o apóstolo de Alá de modo que ele pensa que ele tem relações sexuais com as suas esposas quando na verdade ele não tem -Bukhari 192, 24, 3222).

Aisha_Maome_viagra

O pior é que até mesmo seus mais próximos colaboradores, como Ali, que se tornaria o quarto califa, e Hassan ibn Thabit, o poeta de Maomé, estavam meio desconfiados.

Maomé também teve as suas suspeitas, pois manteve Aisha em prisão familiar por um mês. A sua preocupação era de que Aisha tivesse engravidado. Se Aisha estivesse grávida ela seria uma mulher adúltera pois todos sabiam que Maomé não tinha dormido com ela desde que ele se apoderou de Juwayriya.

Mas, depois de um mês, para alívio de Maomé, Aisha ficou menstruada.

Foi então que Maomé disse que ele recebera uma nova revelação do anjo Gabriel dizendo que Aisha era inocente, e que todos aqueles que tinha feito fofoca eram culpados. Isto está no Alcorão 24 :11.

Mas, o Alcorão 24 :13 é que é o problema. Nele, apresenta-se o seguinte desafio : porque aqueles que acusaram Aisha não apresentaram 4 (quatro) testemunhas para provar a sua acusação?

Sim, isso mesmo, QUATRO.

Esta exigência de quatro testemunhas tornou-se um desastre para as mulheres muçulmanas. Por causa dela, nas sociedades muçulmanas, os homens podem estuprar com impunidade.

Como obediência às injunções de Alá, todos os caluniadores receberam 80 chicotadas.

Moral da História

A moral desta história não é a inocência ou culpa de Aisha. A moral é a consequência para as mulheres muçulmanas : se elas forem estupradas, elas só podem acusar o estuprador se elas tiveram 4 testemunhas (masculinas). Caso contrário, elas vão ser, presas, açoitadas (por serem caluniadoras) e se forem casadas elas são apedrejadas (por adultério)!
Veja o que diz a lei islâmica:
O24.9 Se o testemunho está relacionado a fornicação [sexo ilícito] ou sodomia, então exige-se quatro testemunhas do sexo masculino (O: que testemunham, no caso de fornicação, que eles viram o infrator inserir a cabeça de seu pênis na vagina dela) Fonte Manual de Lei Islâmica ‘Umdat al-Salik wa-‘uddat al nasik (The Reliance of the Traveller), Amana Publications, p. 638. Parêntesis: o que seria “sexo lícito” segundo a lei islâmica?

Para o homem:

  • Sexo com uma das suas 4 esposas;
  • Sexo com uma mulher “que a sua mão direita possuir” (escrava sexual = mulher não-muçulmana … e existem regras para isso também que inclusive justificam o estupro de mulheres não-muçulmanas  é por isso que Mohammed é o nome mais comum dentre os estupradores na Inglaterra)
  • Sexo com uma esposa temporária (independente do seu estado civil)

Para mulher:

  • Sexo com o seu marido
  • Sexo dentro de um contrato de casamento temporário (se ela for solteira ou divorciada)

Estes acontecimentos são decorrência de pessoas pervertidas, ou de pessoas que se perverteram por um mal exemplo? Quando o assunto é Islão, existe sempre a possibilidade destes atos serem decorrência do comportamento considerado como exemplar, o comportamento do profeta Maomé. Vejamos alguns exemplos [10].

Maomé permitia o estupro de mulheres presas após as suas incursões militares:

Ao final da Ghazwa (incursão militar comandada por Maomé) contra a (rica) tribo dos Banu Al-Mustaliq, Maomé viu seus seguidores estuprando as prisioneiras, fazendo coitus interruptus. Ao ver isso, Maomé perguntou por que eles estavam fazendo isso. Os seus seguidores disseram que eles não queriam que as prisioneiras engravidassem, pois isso reduziria o valor delas no Mercado de Escravos. Maomé brigou com os seus seguidores dizendo que era besteira ejacular fora da vagina, pois se for o desejo de Alá, as prisioneiras ficariam grávidas independete de onde a ejaculação ocorre [11].

Veja que Maomé não condena o estupro de prisioneiras, mas o incentiva [12]. Além disso, Maomé não condena a escravidão, mas a pratica. E isso se solidifica no Alcorão:

Alcorão 4:3 se refere às “mulheres que a sua mão direita possuir”; Alcorão 4:24 proibe o homem muçulmano de ter sexo com uma mulher já casada, exceto aquelas que a sua “mão direita possuir”; Alcorão 33:50 diz claramente quem são as “mulheres que a sua mão direita possuir”: elas são aquelas conquistadas como espólio de guerra. Juwairiya:

Juwairiya era a filha do chefe dos Banu Al-Mustaliq. Os Banu Al-Mustaliq foram atacados sem aviso, pela manhã, quando davam de beber ao gado. Ao final do ataque de surpresa, todos os homens dos Al-Mustaliq estavam mortos, suas possessões roubadas, e as mulheres escravizadas e divididas entre os seguidores de Maomé. Juwairiya tinha sido aprisionada por um seguidor de Maomé. Porém, Maomé a comprou dele e “se casou” com ela, por ser ela a filha do chefe. Maomé ficou comovido com este seu gesto de generosidade [13].

Maomé atacou a tribo, sem aviso, matou todos os homens, roubou suas posses, e aprisionou as mulheres. Depois disto, ele se “casou” com a mulher do chefe. Isso é semelhante a um grupo de traficantes invadir uma casa, matar os homens e estuprar as mulheres. E o chefe dos traficantes ainda ter a audácia de tomar a filha do dono da casa como esposa e se sentir comovido por este seu ato de generosidade. Eu chamo isso de estupro.

Fonte islâmicas dizem que estes atos seguiam as “práticas prevalentes.” Práticas prevalentes? Mas, não era a função de Maomé a de mostar ao seu povo o modo correto de conduta? Porque ele deveria seguir as “práticas prevalentes” de um povo que ele chamava de “ignorante”? Ao agir como ele agiu, ele definiu o exemplo e aquelas “práticas prevalentes” tornaram-se as práticas padrão para o muçulmanos, para sempre.

Safiyah:

Safiyah era uma bela jovem judia de 17 anos, filha do chefe da tribo judáica dos Banu Nadir. Maomé havia expulsado-os de Medina dois anos antes, confiscando os seus bens, e, durante o processo, o pai de Safiyah foi decapitado, junto com todos os homens de outra tribo judáica de Medina, os Banu Quriaza. O restante dos Banu Nadir conseguiram refúgio no oásis de Kaibar. Safiyah se casou com seu primo, Kinana, que se tornou o chefe em Kaibar.  Maomé e os seus seguidores atacaram o oasis de Kaibar, de surpresa, matando os homens e escravizando as mulheres, e roubando as posses que os Banu Nadir tinham conseguido obter nos últimos dois anos. Roubados novamente por Maomé. Semelhante a o que aconteceu com Juwairiya, Maomé se casou do Safiyah. Maomé tinha 60 anos. Naquela noite, Safiyah foi lavada e vestida pelas mulheres muçulmanas e levada para a tenda de Maomé, onde foi estuprada. Durante a noite, um muçulmano, Muhammad saw Abu Ayyub, ficou de prontidão do lado de fora. Ele disse: “Eu estava temeroso por você, sozinho na sua tenda com esta jovem menina. Você matou o seu pai, o seu marido e muitos dos seus parentes. Eu estava mesmo com medo da reação dela.” No dia seguinte, Maomé colocou a sua capa sobre Safiyah, indicando que ele a tinha tomado como esposa [14].

Teria isto sido estupro? Eu acho que sim. É muito improvável que uma jovem mulher gostaria de se atirar na cama com um homem velho que tinha assassinado o seu pai, e matado o seu marido e muitos dos seus parentes no dia da “noite de núpcias.” Aquela pobre mulher não teve escolha, e o “casamento” foi uma zombaria.

Rayhanah:

Rayhanah, uma menina de 15 anos da tribo judáica dos Banu Quraiza, foi outra vítima de Maomé. Maomé massacrou os Banu Quraiza em Medina, decapitando todos os homens (600 ou 800 dependendo da fonte) em uma única noite. As mulheres foram trazidas para Maomé que escolheu a mais bela de todas, Rayhanah (as outras foram distribuídas entre os muçulmanos). Rayhanah nunca se casou com Maomé, recusando-se a se tornar uma muçulmana para ter uma vida melhor. Ela foi forçada a ser uma escrava sexual do homem que matou o seu pai, irmãos e tios [15]. Maomé tinha 58 anos.

Islão significa “submissão” e os muçulmanos são aqueles que se submetem. Se você quer saber o que realmente significa submissão, coloque-se no lugar de Rayhanah, constantemente estuprada pelo homem que matou seu pai, irmãos e tios.

Em 2005, o blogueiro Fjordman acusava as autoridades e a imprensa suecas de silêncio diante do aumento de estupros na Suécia, correlacionado com o aumento no número de imigrantes muçulmanos. Esta situação tem se deteriorado desde então.

Em 2005, o blogueiro Fjordman acusava as autoridades e a imprensa suecas de silêncio diante do aumento de estupros na Suécia, correlacionado com o aumento no número de imigrantes muçulmanos. Esta situação tem se deteriorado desde então [16].

Comentário final

As pessoas pensam que as organizações religiosas podem não serem muito boas, em tempos, ou que membros individuais podem cometer erros, distorcendo os ensinamentos e o exemplo original do fundador. Bem, com o Islão isso não se aplica. Apenas neste artigo nós vimos Maomé como assassino em massa (genocídio), traficante de escravos, estuprador, e legislador de uma das mais repugnantes leis jamais feitas, a de que estupro só pode ser confirmado com 4 testumunhas. Isso está na lei islâmica. E é por isso que as jovens foram condenadas apesar de inocente. E tantas outras têm sofrido injustamente ao longo da história, desde o século sétimo, e vão continuar sofrendo se nós nos calarmos.

 

Referências

[1] ‘They raped me with their hands’: Reporter Lara Logan reveals terrifying details of mob sex attack in Egypt. Daily Mail.http://www.dailymail.co.uk/news/article-1381710/Lara-Logan-reveals-terrifying-details-mob-sexual-assault-Egypt.html

[2] EGYPT: Government defends military trials, ‘virginity tests’ to human-rights advocateshttp://latimesblogs.latimes.com/babylonbeyond/2011/06/egypt-government-justifies-military-trials-virginity-tests-to-human-rights-advocates.html

[3] Libyan Woman Dragged Off While Telling Rape Story http://www.npr.org/2011/03/28/134886461/libyan-woman-dragged-off-while-telling-rape-story

[4] Rape in Libya: The Crime That Dare Not Speak Its Name. The Time.http://www.time.com/time/world/article/0,8599,2076775,00.html#ixzz1OqLd7DY3

[5] Surviving Rape in Iran’s Prisons http://www.iranhrdc.org/english/publications/reports/3401-surviving-rape-in-iran-s-prisons.html?p=4

[6]  Autoridades distribuem camisinhas e estimulam estupro em prisões,dizem presos políticos no Irã
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/06/24/autoridades-distribuem-camisinhas-estimulam-estupro-em-prisoes-dizem-presos-politicos-no-ira-924760850.asp#ixzz1Sml6OZVt

[7] Men should have sex slaves, says female Kuwaiti politician http://www.thenational.ae/news/worldwide/middle-east/men-should-have-sex-slaves-says-female-kuwaiti-politician

[8] Russian Blondes Wanted for Islamic Sexual Slavery http://frontpagemag.com/2011/06/13/russian-blonds-wanted-for-islamic-sexual-slavery/

[9] Critics say new Afghan law ‘legalizes rape’ http://www.msnbc.msn.com/id/30014515/ns/world_news-south_and_central_asia/t/critics-say-new-afghan-law-legalizes-rape/

[10] Muhammad: A Rapist http://www.faithfreedom.org/challenge/rapist.htm#_ftn1

[11] Vários Hadith narram esta história bem como oferecem outros exemplos de Maomé apoiando o estupro de escravas: Bukhari 5.59.459; 3.34.432; 3.46.718; 5.59.459; 7.62.135; 7.62.136; 7.62.137; 8.77.600; 9.93.506; Sahih Muslim 8.3383; 8.3388; 8.3376; 8.3377.

[12] Qur’an, 4:24; Qur’an, 33:50; Qur’an, 4:3

[13] Bukhari 3.46.717 ; Muslim 019.4292.

[14] Ibn Ishaq, p. 766.

[15] Ibn Ishaq, p. 466.

[16] Muslim rape wave in Sweden http://majorityrights.com/weblog/comments/muslim_rape_wave_in_sweden/

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Referências [11]

Volume 5, Book 59, Number 459:

Narrated Ibn Muhairiz:

I entered the Mosque and saw Abu Said Al-Khudri and sat beside him and asked him about Al-Azl (i.e. coitus interruptus). Abu Said said, “We went out with Allah’s Apostle for the Ghazwa of Banu Al-Mustaliq and we received captives from among the Arab captives and we desired women and celibacy became hard on us and we loved to do coitus interruptus. So when we intended to do coitus interrupt us, we said, ‘How can we do coitus interruptus before asking Allah’s Apostle who is present among us?” We asked (him) about it and he said, ‘It is better for you not to do so, for if any soul (till the Day of Resurrection) is predestined to exist, it will exist.”

Volume 3, Book 34, Number 432:

Narrated Abu Said Al-Khudri:

that while he was sitting with Allah’s Apostle he said, “O Allah’s Apostle! We get female captives as our share of booty, and we are interested in their prices, what is your opinion about coitus interrupt us?” The Prophet said, “Do you really do that? It is better for you not to do it. No soul that which Allah has destined to exist, but will surely come into existence.

Volume 3, Book 46, Number 718:

Narrated Ibn Muhairiz:

I saw Abu Said and asked him about coitus interruptus. Abu Said said, “We went with Allah’s Apostle, in the Ghazwa of Barli Al-Mustaliq and we captured some of the ‘Arabs as captives, and the long separation from our wives was pressing us hard and we wanted to practice coitus interruptus. We asked Allah’s Apostle (whether it was permissible). He said, “It is better for you not to do so. No soul, (that which Allah has) destined to exist, up to the Day of Resurrection, but will definitely come, into existence.”

Volume 7, Book 62, Number 137:

Narrated Abu Said Al-Khudri:

We got female captives in the war booty and we used to do coitus interruptus with them. So we asked Allah’s Apostle about it and he said, “Do you really do that?” repeating the question thrice, “There is no soul that is destined to exist but will come into existence, till the Day of Resurrection.”

Volume 8, Book 77, Number 600:

Narrated Abu Said Al-Khudri:

That while he was sitting with the Prophet a man from the Ansar came and said, “O Allah’s Apostle! We get slave girls from the war captives and we love property; what do you think about coitus interruptus?” Allah’s Apostle said, “Do you do that? It is better for you not to do it, for there is no soul which Allah has ordained to come into existence but will be created.”

Volume 9, Book 93, Number 506:

Narrated Abu Said Al-Khudri:
That during the battle with Bani Al-Mustaliq they (Muslims) captured some females and intended to have sexual relation with them without impregnating them. So they asked the Prophet about coitus interrupt us. The Prophet said, “It is better that you should not do it, for Allah has written whom He is going to create till the Day of Resurrection.” Qaza’a said, “I heard Abu Sa’id saying that the Prophet said, ‘No soul is ordained to be created but Allah will create it.”

Book 008, Number 3383:

Jabir (Allah be pleased with him) reported that a man came to Allah’s Messenger (may peace be upon him) and said: I have a slave-girl who is our servant and she carries water for us and I have intercourse with her, but I do not want her to conceive. He said: Practise ‘azl, if you so like, but what is decreed for her will come to her. The person stayed back (for some time) and then came and said: The girl has become pregnant, whereupon he said: I told you what was decreed for her would come to her.

Book 008, Number 3388:

Jabir (Allah be pleased with him) reported: We used to practise ‘azl during the lifetime of Allah’s Messenger (may peace be upon him). This (the news of this practise) reached Allah’s Apostle (may peace be upon him), and he did not forbid us.

Book 008, Number 3376:

Abu Sa’id al-Khudri (Allah be pleased with him) reported that Allah’s Apostle (may peace be upon him) was asked about ‘azl, whereupon he said: There is no harm if you do not do that, for it (the birth of the child) is something ordained. Muhammad (one of the narrators) said: (The words) La ‘alaykum (there is no harm) implies its Prohibition.

Book 008, Number 3377:

Abu Sa’id al-Khudri (Allah be pleased with him) reported that mention was made of ‘azl in the presence of Allah’s Apostle (may peace be upon him) whereupon he said: Why do you practise it? They said: There is a man whose wife has to suckle the child, and if that person has a sexual intercourse with her (she may conceive) which he does not like, and there is another person who has a slave-girl and he has a sexual intercourse with her, but he does not like her to have conception so that she may not become Umm Walad, whereupon he (the Holy Prophet) said: There is no harm if you do not do that, for that (the birth of the child) is something pre- ordained. Ibn ‘Aun said: I made a mention of this hadith to Hasan, and he said: By Allah, (it seems) as if there is upbraiding in it (for ‘azl).Referências [13]

Volume 3, Book 46, Number 717:

Narrated Ibn Aun:

I wrote a letter to Nafi and Nafi wrote in reply to my letter that the Prophet had suddenly attacked Bani Mustaliq without warning while they were heedless and their cattle were being watered at the places of water. Their fighting men were killed and their women and children were taken as captives; the Prophet got Juwairiya on that day. Nafi said that Ibn ‘Umar had told him the above narration and that Ibn ‘Umar was in that army.

Book 019, Number 4292:

Ibn ‘Aun reported: I wrote to Nafi’ inquiring from him whether it was necessary to extend (to the disbelievers) an invitation to accept (Islam) before m”. ing them in fight. He wrote (in reply) to me that it was necessary in the early days of Islam. The Messenger of Allah (may peace be upon him) made a raid upon Banu Mustaliq while they were unaware and their cattle were having a drink at the water. He killed those who fought and imprisoned others. On that very day, he captured Juwairiya bint al-Harith. Nafi’ said that this tradition was related to him by Abdullah b. Umar who (himself) was among the raiding troops.

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