Liberdade–Freedom: O início do conflito!

por Daniel Araújo

Daniel AraújoLiberdade, e o início do conflito!

Vamos entender melhor esse tema, e no que ele implica. Vamos entender de verdade o que significa Liberdade, como se desenvolveu a odisseia de Lúcifer no Céu, e como está hoje, essa odisseia, o desenrolar aqui na Terra.

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A questão principal da odisseia de Lúcifer e Cristo é Liberdade. Palavra esta que tem inexprimível honra e altruísmo em sua defesa; muitos homens morreram pela causa da Liberdade, mas muitos deles sem saber o que realmente significa Liberdade.

Pergunta. Por que Deus arriscou tudo pela Liberdade? As questões que levaram os anjos, no Céu, a se rebelarem contra Deus, o Criador, são as mesmas razões que os seres criados da terra continuam a rebelar-se contra Deus até hoje. Consciente, ou inconscientemente.

Quais foram as acusações de Lúcifer que puderam persuadir a terça parte dos anjos a desconfiança, ou a desconfiar de Deus? Por que Deus arriscou tudo em permitir que Lúcifer vivesse em sua rebelião no céu? Essas perguntas vamos responder no decorrer da leitura.

Vamos começar…

Está escrito: “E houve batalha no Céu, Miguel e os seus anjos batalhavam contra o Dragão, e batalhavam o Dragão e os seus anjos.” (Apocalipse 12: 7-8)

Apocalipse capítulo doze versículo sete, é um texto que nós conhecemos e, queríamos trazer para os leitores uma luz que talvez não tenha sido observada por muitos. Esse texto, será o ponto de partida para esse tema. Então hoje estamos falando sobre Liberdade, o que é Liberdade, e o que a Liberdade tem haver com o início da odisseia de Lúcifer no Céu. 

A Bíblia Sagrada faz a seguinte narrativa.

E houve batalha no Céu. Não sabemos como vocês leitores entendem a palavra batalha, e também não sabemos se vocês imaginam uma luta com espadas, ou armas de fogo. Não sabemos de verdade, como vocês entendem a palavra batalha. No inglês, na versão king james, a palavra que aparece no texto de Apocalipse doze, como “batalha”, é a palavra “word”, que traduzida para o nosso português seria “guerra”.

Logo, o texto ficaria assim: “Houve guerra no Céu”. Quando você pensa em guerra, o que vem a sua mente? Armas de fogo ou espadas!? Você consegue imaginar isso no Céu? Será que houve uma guerra física no Céu? O que vocês acham?
Vocês sabem qual é a palavra grega usada para traduzir o termo “batalha” em nossas Bíblias? Muito interessante. A palavra grega usada para traduzir esse termo “batalha” no contexto de Apocalipse capítulo doze versículo sete, é a palavra “polemos”, de onde extraímos nossa palavra polêmica. E qual é o significado da palavra polêmica? Segundo o dicionário mikaelis, a palavra polêmica significa: controvérsia, discussão, disputa, questão, contenda, conflito.

Então agora vamos ler o texto novamente. Por que muitos leem o texto de Apocalipse doze, e acreditam que no Céu houve um conflito nuclear. Mas não é isso que a Bíblia Sagrada esta dizendo.

Outra coisa que devemos aprender é que, o Dragão, ali, descrito no contexto de Apocalipse doze não é literal, e a pessoa que é descrita como Miguel também não é literalmente um anjo. O Dragão descrito em Apocalipse doze, é Lúcifer, e Miguel, é o próprio Filho de Deus, O Cristo.

Continuando…

E houve “polemos” no Céu, ou seja, houve polêmica no Céu.

Exemplo: Quando temos uma polêmica em nossa casa, ou melhor, quando dizem que há polêmica em nossa igreja, Pergunto: O que as pessoas imaginam? Será que as pessoas imaginam uma guerra com armas de fogo? Claro que não. Se dissermos que tem polêmica no nosso trabalho, o que as pessoas vão imaginar? Acusações, intrigas, espíritos facciosos, inveja, mal representações, suspeita. Não é isso que vem a mente quando pensamos em polêmica?

No contexto de Apocalipse doze, está dizendo justamente isso, que houve polêmica no Céu. Miguel, Cristo, e os Seus anjos batalhavam contra o Dragão, Lúcifer. E a palavra batalhavam nesse contexto de Apocalipse capítulo doze versículo sete, vem da palavra grega “polemiou”, que é o verbo de “polemos”.

Então, nós não temos no português uma palavra correta para usar como verbo para a palavra polêmica, mas, é o mesmo raciocínio. Então vamos ler o texto novamente, mas agora usando a palavra grega correspondente. “Miguel e os seus anjos polemios contra o Dragão, e polemios o Dragão e seus anjos”. Polêmica, discussão, houve uma guerra fria no Céu. A palavra guerra usada em nossas Bíblias, serve para descrever a intensidade do conflito.

Se dissermos que tem guerra em nossas casas, o que pensariam? Não necessariamente que estejamos batendo em nossas esposas, ou que nossas esposas estejam atirando pratos, panelas em nossas cabeças. Não necessariamente.  

O que aconteceu no Céu entre Miguel, Cristo, e o Dragão, Lúcifer, foi uma discussão profunda, uma guerra fria, forte conflito de palavras. Diz a palavra de Deus no versículo oito do capítulo doze de Apocalipse; falando do Dragão e dos seus anjos, que nós bem sabemos que é Lúcifer e os anjos caídos. “Não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos Céus”.

Então, porque eles não prevaleceram? Será que eles não tiveram suficiente forças, não tiveram suficiente soldados, ou não tiveram suficiente armas para enfrentarem Miguel e os seus soldados, anjos. Por que não prevaleceram?

Se a palavra “batalha” vem da palavra grega “polemos”, que traduzida quer dizer polêmica, perguntamos. Por que nessa polêmica, o Dragão e os seus anjos não prevaleceram? E se não prevaleceram, porque não foram destruídos? Por que continuaram sua existência?

Deus tem poder para aniquilar os seus inimigos? Baseado só nesse fato, podemos concluir que não foi uma guerra física, ou seja, houve uma polêmica de palavras e acusações. Agora, como é que Deus, entrou nessa polêmica, trabalhou para vencê-la? Devemos saber que a vitória de Deus foi em graus, mas perfeitamente cumprida em Jesus O Cristo com O Único, Perfeito e Eterno Sacrifício… “Mas este, havendo oferecido um único sacrifício pelos pecados, assentou-se para sempre à direita de Deus.” (Hebreus 10:12). Porém, na realidade, nós ainda estamos em uma grande batalha, a batalha contra o pecado, ainda estamos nessa polêmica, “polemios” que continua aqui na Terra, só que agora temos O Vencedor, O Único, Suficiente, Exclusivo e Eterno Salvador ao nosso lado em todos os momentos dessa batalha para nos fazer vencedores juntamente com Ele (Jesus O Cristo).

“Que não necessita (…) oferecer cada dia sacrifícios (…) porque isto fez Ele, uma vez por todas, quando Se ofereceu a Si mesmo.” (Hebreus 7:27)

E qual foi o motivo, questão, dessa polêmica no Céu? Toda polêmica tem um assunto, não tem? Exemplo: A polêmica em nossas casas podem ser sobre finanças; a polêmica em nossas igrejas podem ser sobre cargos, dízimos, ofertas. Sempre existe um motivo pelo qual surge a polêmica. Sim ou não? Sim. Então qual foi a questão que iniciou a polêmica no céu, entre o Dragão, Lúcifer, e Miguel, Cristo? A questão é Liberdade, justamente isso.

Disse Jesus a seus discípulos.

Está escrito: “E disse-lhes: Eu via Satanás, com*o raio, cair do céu”. (Lucas 10: 18)

Vamos abrir agora nossas Bíblias no livro de Ezequiel capítulo vinte e oito, versículos doze ao quinze, e vamos comparar texto com texto para entender melhor esse assunto.

Está escrito: “Filho do homem, levanta uma lamentação sobre o rei de tiro, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Deus: Tu eras o selo da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. Estiveste no éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua cobertura: sardônia, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti”. (Ezequiel 28: 12-15)

O rei de tiro nesse contexto do livro de Ezequiel, é usado como símbolo do Dragão de Apocalipse doze, o anjo que caiu do céu. E como sabemos, literalmente, que o contexto não trata do rei de tiro? O versículo treze nos dá a resposta.  

Está escrito: “Estiveste no éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua cobertura: sardônia, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados”. (Ezequiel 28: 13)

Sabemos que o rei de tiro não esteve no Éden. Nesse contexto do livro de Ezequiel capítulo vinte e oito, a Bíblia Sagrada está descrevendo esse Dragão, e de como ele era antes de ser Dragão. Então nesse texto podemos identificar mais algumas coisas. Esse anjo foi criado por Deus perfeito. Podemos identificar, aqui, também, qual era sua posição, ou o papel dele antes do dia em que a iniquidade se encontrou no seu coração.

Lúcifer, no céu, ocupava a posição a seguir a do Filho de Deus, fora o primeiro dos anjos. No versículo do livro de Ezequiel, a Bíblia Sagrada fala que ele era o querubim cobridor, ele era ungido para cobrir. O papel de Lúcifer era de querubim para cobrir, ele ocupava a posição, depois de Cristo, mais próxima de Deus. Ele era um comunicador de luz, ou, o conhecimento de Deus aos anjos. Entre todos os anjos, ele era o que tinha maior conhecimento de Deus, e tinha a função de revelar para os anjos, melhor, o caráter de Deus.

Curiosidade: A palavra Lúcifer, significa portador de luz.

Temos que entender que Deus é um Ser Infinito, Transcendente, e que os próprios anjos tinham, e até hoje inclusive tem, um conhecimento limitado de Deus. E quem era mais próximo de Deus entre todos os anjos era Lúcifer. Foi justamente por isso que ele se encontrou numa posição vantajosa para poder conquistar terreno nessa polêmica, nesse conflito. Essa é a arma de Lúcifer até hoje, dividir para conquistar.

Os anjos confiaram em Lúcifer, eles tinham Lúcifer como alguém que poderiam seguir e confiar. Ele, por ter a posição de querubim cobridor, usou sua posição para deturpar a imagem de Deus, e convencer a muitos anjos daquilo que ele estava divulgando. Assim começou a polêmica.

Mas porque Lúcifer começou a mal representar a imagem de Deus diante daqueles que ele antigamente revelava luz do conhecimento? Ezequiel capítulo vinte e oito, e Isaías capítulo quatorze, são dois capítulos da Bíblia Sagrada que mais claramente nos revelam o que começou, e como começou, o que o livro de Apocalipse doze descreve como conflito, batalha, guerra, polêmica.

Em espanto o profeta Isaías faz a indagação.

Está escrito: “Como caíste desde o céu, ó lúcifer, filho da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao altíssimo. E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo”. (Isaías 14: 12-15)

Qual foi o problema? Lúcifer quis ser semelhante a Cristo, O Único semelhante a Deus, O Pai, em atribuições. Lúcifer era honrado, era estimado pelos anjos, mas, de alguma forma em seu coração, surge o que a Bíblia Sagrada descreve como o mistério da iniquidade. Um desejo de ser semelhante a Deus, e de desfrutar dos privilégios que Cristo desfrutava, surgiu então em seu coração. Ele começou a se questionar, porque não poderia ser semelhante ao altíssimo, porque não poderia estar no lugar de Cristo, porque Cristo quem comandava, porque as coisas funcionavam do jeito de Cristo.

Nós não sabemos até que grau de conhecimento Lúcifer subiu em sua compreensão de Deus, O Pai. Mas saibamos de uma coisa, é muito além do conhecimento que vamos obter aqui na Terra. Lúcifer, não sabemos por quantos milhões e milhões de anos, esteve ao lado de Cristo, servindo a Deus, O Pai. Mas, chegou um tempo em que Lúcifer começou a indagar, o porque ele também não poder fazer parte do círculo interno entre Cristo, Unigênito, e Seu Pai, Espírito transcendente, luz inabitável. Desenvolveu-se em seu coração então inveja de Cristo.

Nós podemos compreender alguma coisa sobre esse assunto, polêmica, inveja, rebelião, porque isso acontece em nosso mundo. Na nossa vida diária, podemos ver espírito invejoso, polêmica, rebelião nas igrejas, no trabalho, e em nosso próprio lar muitas das vezes.

Exemplo: Vemos dois filhos, onde o pai esta prestes a morrer, e ambos os filhos começam a lutar por seus direitos de herança, então desenvolve-se uma polêmica entre os mesmos. Um começa a querer pisar em cima do outro para melhorar sua posição, então falsas representações surgem, e isso é comum na vida.

Outro exemplo: No trabalho, três funcionários querem subir de posição em um determinado cargo. Começa-se então uma polêmica, e a inveja toma conta dos corações, o egoísmo e o desejo de se exaltar toma conta do ambiente de trabalho.

Esse é o espírito, de inveja, rebelião, polêmica, daquele que, dentro de si mesmo, iniciou no céu, o que João descreve no livro de Apocalipse como batalha, polêmica. Nós podemos compreender em partes, porque vemos polêmicas aqui na Terra através das igrejas, no trabalho, no nosso lar.

Por que a polêmica existe? Porque o espírito daquele com quem iniciou toda polêmica, no céu, está prevalecendo em nosso mundo, e está permeando nosso meio. E as pessoas que não estão vigiando, estão sendo levadas por esse espírito, e sendo controladas por ele.

Inveja. O sábio Salomão fala a respeito desse assunto.

Está escrito: “O furor é cruel e a ira impetuosa, mas quem poderá enfrentar a inveja?”. (Provérbios 27: 4)

Nesse contexto do livro de Provérbios, o sábio Salomão fala sobre o furor; o furor, ira, é cruel mesmo. Quem já viu um homem irado? Não é assustador? Não é espantoso? O que o sábio Salomão quis dizer com isso? Que a inveja é terrível, é uma doença que nasce no coração, é o espírito daquele que iniciou a polêmica no céu. E na verdade, toda polêmica nasce quando há inveja.

Definição de inveja: Sentimento de cobiça, desgosto provocado pela felicidade ou prosperidade alheia, desejo irrefreável de possuir ou gozar o que é de outrem. Isso é inveja.

Agora vamos comparar com o livro de Tiago capítulo três, versículo dezesseis essa afirmação descrita por Salomão no livro de Provérbios. Falando sobre inveja, o que ela faz, e o que ela provoca, olha o que o livro de Tiago diz.

Está escrito: “Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa”. (Tiago 3: 16)

A polêmica surge porque alguém está descontente, e no desejo de alcançar aquilo que quer, tudo é possível. Lúcifer alegava que, anelando maior poder e honra não pretendia a exaltação própria, mas que procurava conseguir Liberdade para todos os habitantes, anjos, do Céu. Lúcifer queria mesmo era se exaltar, conforme vimos no livro do profeta Isaías capítulo quatorze.

Mas não foi assim que ele se apresentou aos anjos quando a polêmica se iniciou no Céu. Lúcifer começou apresentando aos anjos o seu desejo de ajudar os mesmos a encontrarem um nível de experiência e vida mais elevada. Ele alegava estar preocupado em conseguir Liberdade para todos os habitantes do céu, afim de por este meio poderem alcançar posição mais elevada de existência.

Nós temos que entender a realidade da polêmica. Lúcifer, era o querubim cobridor, era ele o mais próximo da presença de Deus, ele tinha um conhecimento de Deus maior do que os outros anjos. Então quando ele, Lúcifer, começa a divulgar que tem um plano melhor, que tem um plano que vai ajudar os anjos a viverem mais felizes, então os mesmos passam a acreditar nele.

Então não foi tão fácil desacreditar das palavras de Lúcifer, porque ele, nessa polêmica, não veio como um Dragão vermelho, com rabo e dez chifres. A polêmica foi sustentada, porque ele se apresentou como um amigo, como alguém que tinha realmente um plano interessante. Ele começou apresentar a ideia de que até agora os anjos não tinham desfrutado de Liberdade. Na realidade, Liberdade não é isso meus amigos, pois, se fossemos verdadeiramente livres, porque nós não podemos ser semelhantes também a Deus? Argumentava Lúcifer com os anjos.

Liberdade é o que afinal de contas? Liberdade é poder fazer o que quer sem restrições. Então, se tenho Liberdade realmente, porque eu não posso ser semelhante a Deus? Boas perguntas.

Inclusive, fazemos essas perguntas a vocês leitores. Quantos de vocês tem Liberdade? Então, se você tem Liberdade, porque não pode escolher viver eternamente pecando, e ainda fazendo o que é mal? Vocês não tem Liberdade!? Estamos fazendo agora o papel do originador da polêmica com os anjos no Céu. Vocês não tem Liberdade, porque se vocês tivessem Liberdade, vocês poderiam escolher viver eternamente, e continuar pecando.

O fato de você um dia morrer, porque escolheu pecar, mostra que você não é livre. Vocês concordam? Essa foi a argumentação de Lúcifer em sua polêmica. Você é livre? Então tenta colocar-se no trono dEle para você ver o que vai acontecer. E esse raciocínio começou realmente a fazer sentido na mente dos anjos, afinal de contas, até então, os anjos nunca tinham pensado em tal coisa.

Eles, os anjos, embora tivessem amor a Deus e respeito, Lúcifer também era amigo, Lúcifer também era um anjo assim como eles. Ele tinha um conhecimento de Deus mais elevado que eles; então ele, Lúcifer, começa a divulgar essa ideia. Você pensa que é livre? Você não é livre! Deixa eu te dizer o que é Liberdade. Vocês querem saber o que é Liberdade? E sabe quanto dos anjos ficaram interessados nessa ideia? 100%.

Não foi apenas os anjos que caíram que comprou essa ideia; não quer dizer que os outros anjos, que não aceitaram a ideia, também não ficaram pensando, e refletindo sobre essa ideia. Inclusive, até a cruz do calvário, eles, anjos não caídos, não estavam ainda totalmente convencidos de que esse plano de Lúcifer de Liberdade realmente não era bom para ninguém.

Gente, temos que entender a intensidade da polêmica, a profundidade, nós não devemos achar que foi fácil para os anjos, não caídos, permanecerem ao lado de Deus. Também não vamos achar que os anjos que se rebelaram com Lúcifer foram tolos, bobos, ou ingênuos. Lúcifer apresentou ideias atrativas, ele alegou que se estivesse no trono, o Universo seria melhor, ele trouxe um argumento convincente. Afinal de contas, se você é livre, porque você é limitado?

Um exemplo em nosso dia a dia.

Nós que moramos no Brasil, nos consideramos livres? Vamos dizer uma verdade a vocês. Nós, nos consideramos livres, mas, a nossa Liberdade que desfrutamos no nosso Brasil, não nos permite dirigir um carro, ou uma motocicleta sem habilitação. Somos livres, e ao mesmo tempo não somos livres. Por quê? Porque se alguma autoridade policial nos pegar dirigindo, sem carteira de habilitação, vamos poder dizer que somos livres, e que podemos dirigir sem habilitação? O que vai acontecer conosco? Vamos ser penalizados. Isso é Liberdade? Depende de sua definição de Liberdade.

Só que pensa bem. Os anjos não tinham raciocinado sobre tudo isso, eles não tinham antecedentes criminais de Lúcifer, eles nunca tinham presenciado uma cena dessas no Céu, tudo aquilo era novo para eles. Hoje, tudo isso já é diferente, pois a cruz desmascarou a Lúcifer, e ali, na cruz, foi exposto seu ódio contra o Filho de Deus.

Mas, essas ideias eram novas, e Lúcifer começou definir para eles o que era Liberdade. Gente, Liberdade é uma vida sem restrições, argumentava Lúcifer. E eles, anjos, começaram a pensar na ideia. Realmente, se fossemos livres não teríamos impedimento de subir ao trono. Não que tivéssemos desejado isso,mas se realmente quiséssemos? Não poderíamos, pensavam os anjos. Então não somos totalmente livres. Lúcifer tem razão. Comecem a imaginar a polêmica que Lúcifer introduziu no céu. Se as idéias não fossem atrativas, convincentes, não haveria polêmica. Uma polêmica so se inicia quando existe boas acusações.

Anarquia

O que é Anarquia? Anarquia é uma sociedade sem lei. Na verdade, se fôssemos definir os termos em nossos dias, poderíamos dizer que Lúcifer, no Céu, apresentou para os anjos uma “Anarquia”.

E agora faço uma pergunta. Os anjos sabiam o que era Anarquia? Gente, a ideia foi atrativa. Se você não tem um exemplo do que é uma sociedade sem lei, você pensa: Pucha, poder fazer o que quer, quando quer, como quer é interessante.

Por exemplo: Fala para um jovem de doze anos sobre Liberdade; talvez ele nunca tenha pensado nisso. Mas você chega e diz a ele: Olha jovem, imagina um lugar onde você pode fazer tudo o que quer, quando quer, e como quer. Se acha que o jovem não vai gostar da ideia? Os jovens de hoje em dia querem Liberdade. A realidade, é que o desejo pela Liberdade é natural do ser humano.

Os anjos não sabiam o que era uma Anarquia, e Lúcifer apresentou uma ideia sublime. Gente, nós podemos alcançar uma condição mais elevada de existência, dizia Lúcifer. Hoje, nós estamos limitados, porque Cristo sabe que se algum dia nós nos rebelarmos contra Ele, tomaremos a sua posição. Nós vamos desfrutar daquilo que Ele desfruta. Mas Ele não quer que ninguém saiba disso, por isso, há essa restrição que ninguém, a não ser Ele, esteja sobre a liderança. Essas ideias foram convincentes, pois se elas não tivessem sido convincentes, não haveria polêmica no princípio.

Houve polêmica no Céu.

Anarquia e sociedade sem lei. Uma sociedade sem lei me garante Liberdade, ou me priva da mesma? Pense bem. Vocês entenderam a pergunta? Uma sociedade sem lei, ela me priva ou me garante Liberdade? Podemos dirigir um carro, ou uma motocicleta sem habilitação? Podemos ligar nosso som na hora que quisermos, na altura que quisermos? Podemos matar nosso vizinho se ele jogar lixo no nosso quintal? Podemos entrar na casa do nosso vizinho e pegar o que quisermos? Se ele tem um computador interessante, podemos pegá-lo?

Liberdade, sociedade sem lei, posso fazer o que eu quero. Agora, Anarquia, promove ou restringe a Liberdade? E como que os anjos poderiam identificar isso? Será que se Deus estabelecesse Sua autoridade, e dissesse: Gente, Anarquia vai privá-los da Liberdade, Vou destruir Lúcifer porque ele está promovendo Anarquia no céu. Será que isso teria convencido os anjos?

Eles não sabiam o que era uma sociedade, ou o Universo sem lei, e pela primeira vez essa ideia foi apresentada, e assim começaram todos os seres inteligentes, criados por Deus, a raciocinar. Tentem se colocar no lugar dos anjos, para entender a profundidade da polêmica.

Na ausência de lei; ouça bem. Isso agora baseado na nossa experiência aqui na Terra nesses seis mil anos de história. A ausência da lei, da gravidade, que diz que se eu deixar cair uma Bíblia, a mesma vai cair no chão. A lei da gravidade não é discutível.

Depois de seis mil anos de história, nós podemos dizer, e isto não são as minhas palavras, são as palavras dos historiadores. Na ausência de lei, a tirania prevalece, é inevitável. Porque, quando você elimina todas as restrições, e agora todos podem fazer o que querem, a tirania vai prevalecer.

O que é tirania afinal de contas? Tirania, é quando o mais forte predomina. E será que o mais forte é livre? Sim. Pois ele é o único, e quem não é mais forte perde sua Liberdade. Essa foi a Liberdade que Lúcifer estava promovendo.  

O coração é enganoso, e talvez o próprio Lúcifer conseguiu se convencer de que, se ele estivesse no comando, o Universo seria melhor. Mas, na realidade, só Deus para enxergar isso quando a polêmica começou. Se Lúcifer pudesse dar continuidade ao seu plano, a tirania finalmente prevaleceria. Lúcifer era o mais forte e, então, no final, a Liberdade que ele estava promovendo para os anjos, na realidade, iria estabelecer-se numa tirania, numa ditadura.

A história do mundo nos revela, que uma república fundada sobre uma constituição promove direitos individuais. Procurem um dia estudar o desenvolvimento dos Estados Unidos da América. A constituição Americana, foi um documento inspirado por Deus, não no mesmo sentido da inspiração de um profeta. Mas, os construtores da constituição Americana, foram conduzidos pela mão de Deus.

E a história nos revela que, uma república fundada sobre uma constituição garante direitos individuais. Deixa um presidente minar a constituição, eventualmente o resultado inevitável é tirania, e ditadura. Isso não somos nós que falamos, pois existem homens não cristãos, políticos, que conhecem esse fato. Lei, promove Liberdade, não restrição. Elimina a lei para ver.

Um pouco de história.

Estude a história da Alemanha na década de 1930 para compreender o que acontece quando o povo da direito a um homem para minar a constituição de uma nação.

Hitler, poderíamos usá-lo como tipo de Lúcifer nesse caso. Ele promoveu para os alemães Liberdade, quando os alemães estavam vulneráveis, pois tinham sofrido, e a vida depois da primeira guerra mundial foi dura. Surgiu então alguém que promoveu Liberdade, mas, só que para ele poder desenvolver o seu plano, ele apresentou para os alemães algumas condições. Uma delas foi, minar a constituição.

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Quando a lei é pisada por terra, quando a tirania prevalece, o mais forte é o único que vai ser livre para fazer o que quer realmente. É lógico, é racional isso, e a Bíblia Sagrada já nos ensinou isso, sem que tivéssemos exemplos na história terrestre. Quando um povo se submete a viver sem lei, fica a mercê de um ditador. Estamos estudando Liberdade, e a odisseia de Lúcifer. Existem duas ideias predominantes de Liberdade. Essas duas ideias estavam sendo discutidas na polêmica que se iniciou no Céu.

No livro de Apocalipse doze, versículo sete, a Bíblia Sagrada fala que houve batalha no Céu. A palavra “batalha” traduzida em nossa Biblia, vem de que palavra grega? Polemos. E essa palavra polemos, é de onde vem qual palavra que usamos em nossa linguagem? Polêmica.

Então, Apocalipse doze, versículo sete, está falando de um forte conflito, de uma discussão, de uma controvérsia, disputa, contenda; não é uma guerra física, mas é uma polêmica que girava em torno de quê? Dois conceitos conflitantes de Liberdade.

Por um lado, Deus promovendo Liberdade somente com lei. Já Lúcifer dizendo que, para sermos livres precisamos de Liberdade para fazermos o que queremos, como queremos, e quando queremos.

Se Deus nos tira esse direito, Ele nos priva do direito de Liberdade. Lúcifer dizia: Nós não somos seres livres morais, nós não desfrutamos do livre arbítrio, pois, se desfrutássemos do livre arbítrio, poderíamos também ocupar o trono de Deus se assim quiséssemos. E ele, Lúcifer, conseguiu convencer a terça parte dos anjos, mas, despertou o raciocínio de todos; e no final, essa terça parte dos anjos permaneceu ao lado dele. Seres inteligentes, anjos puros, santos de Deus. Uma terça parte foi convencida, e isso nos mostra que, os argumentos dele, Lúcifer, não foram leves, e nem fracos. O que vocês acham? Lúcifer, desafiou a integridade de Deus em sua administração sobre o Universo.

O sistema de Deus promove ou destrói a Liberdade? Deus é um sábio legislador, ou é um ditador? Deus é um tirano, ou abnegado servo de Seus súditos? O que é um tirano? Governante que abusa de seu poder para submeter o povo a um domínio arbitrário, irrazoável, irracional.

Deus foi acusado de ser o quê? Tirano. Por isso, o Juiz, está nos banco dos réus. E até hoje, estamos discutindo porque a polêmica foi transferida do Céu aqui para a Terra, e se Ele é ou não é um tirano. Se Ele é ou não é um Governante abnegado, servo de seus súditos, ou que usa Seu poder para submeter o povo ao Seu domínio arbitrário e irracional. Sabe que hoje temos muitos Ateus no mundo que, são Ateus com razão!? E talvez se estivéssemos no lugar deles, nós também seríamos Ateus também. Por que existem muitos Ateus que estão rejeitando a existência de um Deus que a eles foi apresentado. Exemplo: Deus do purgatório.

Achamos que, se ouvíssemos um debate de um Ateu que estivesse rejeitando a ideia Daquele Deus, e um Católico que estivesse defendendo; vamos dizer um Jesuíta intelectual, bem estruturado em seus argumentos; preferíamos os argumentos do Ateu, pois nós também iríamos rejeitar Aquele Deus.

A imagem de Deus, muitas vezes é pintada de forma incorreta. Os maiores responsáveis, na Terra, pela existência de Ateus, são cristãos. Sabiam disso? Muitos Ateus, são Ateus porque estão reagindo…. ou melhor, é uma reação contra uma falsa representação de Deus.

Sabia que jovens que são criados em igrejas viram Ateus porque estão rejeitando o Deus que lhes foi apresentado pelos pastores, pelos pais, pelos anciãos, pelos membros de suas igrejas? Por exemplo, uma criança que é violentada por um ancião, e ver esse mesmo ancião, lá na frente todos os sábados, domingo, quartas, pregando e falando de Deus. Podemos tirar a razão desse menino, um dia adulto, de ser um Ateu? Ele está apenas rejeitando o Deus que foi apresentado a ele quando criança. Agora, precisamos entender o que Deus irá fazer, no tempo do fim, para corrigir as falsas representações a respeito dEle diante do Universo, pois no final, não haverá desculpas para a existência de Ateus. Quem permanecer Ateu depois do alto clamor, ficará sem desculpas.

Mas, tem Ateus que vão até se salvar, por incrível que pareça. Por que eles não rejeitaram o Deus verdadeiro, eles rejeitaram o Deus do purgatório. E o Deus do purgatório hoje, está sendo apresentado nos nossos próprios púlpitos, quer direto ou indiretamente.

Ellen White fala no livro Desejado de todas as nações na página 759: Deus poderia ter destruído Lúcifer e seus adeptos tão facilmente como se pode atirar um seixo a Terra. Assim não o fez, porém. A rebelião não seria vencida pela força, pois, poder compulsor, só se encontra no governo de Lúcifer.

Os princípios do Senhor não são dessa ordem. Sua autoridade baseia-se na bondade, misericórdia e amor; e a apresentação desses princípios é o meio a ser empregado. O governo de Deus é moral, e verdade, e amor devem ser o poder predominante.

Deus poderia, se vamos falar de poder, ter aniquilado os rebeldes, mas isso não teria alcançado o fim que Ele queria, pois, Deus quer amor verdadeiro. O amor verdadeiro não pode existir quando ele é obrigatório, ou forçado. Não existe. Vamos falar sobre Liberdade, e amor. Por que não seria possível se resolver a polêmica pela força? Porque Deus não podia ser Imediatista. Por que até hoje Ele é acusado de ser um Deus que é indiferente? Porque Ele permite toda essa maldade? Na realidade Ele é um Deus sábio, e está prevendo a eterna felicidade, paz e harmonia de todo o Universo. 

No livro de Primeiro João capítulo quatro, versículos oito e dezesseis diz que, Deus é amor. O amor só pode existir quando seres inteligentes podem responder sem força, e em perfeita Liberdade.

O livre arbítrio é o que tornou o mal possível. Por que então Deus o deu para todos os seres inteligentes? Se o livre arbítrio possibilita o mal, porque então Deus deu o livre arbítrio? Porque o mesmo livre arbítrio, ainda que venha possibilitar o mal, também é a única coisa que possibilita o amor, pois, você não pode ter amor sem livre arbítrio.

O livre arbítrio possibilita duas reações: O dizer sim, ou o dizer não. Se você elimina uma dessas duas opções, deixou de ser amor. Amor em sua própria natureza exige duas possibilidades de um ser inteligente, dizer sim, ou dizer não.

Agora, o meu cachorro, eu posso exigir que ele diga sim em seu comportamento, as minhas exigências? Mas isso não é amor. Por quê? Ele estará se submetendo pela força, e não por uma decisão inteligente partindo dele, por apreciação do que sou para ele.

Obedecer, sem haver a possibilidade de desobedecer, torna uma pessoa um robô. Passamos a entender melhor porque Deus colocou no jardim do Éden uma árvore do conhecimento do bem e do mal. Se Deus não coloca essa árvore, não haveria a possibilidade de dizer não.

Se você elimina a possibilidade de dizer não para Deus, você não têm amor; você tem uma reação automática, robótica, você se torna um robô. O amor tenta persuadir, e não forçar. O momento que tento forçar alguém a me amar, e essa pessoa reagindo, deixa de ser amor.

Exemplo, o amor de nossas esposas por nós, somente a possibilidade delas escolherem não estar conosco, torna nossa união agradável e prazerosa. Se elas não tivessem como escolher, não seria amor. Poderíamos sequestrar uma mulher, levá-la para uma ilha, e obrigá-la a ser nossa esposa. Isso não seria amor.

Poderíamos comprar uma máquina e programar essa maquina a todos os dias, cinco horas da manhã, dizer para nós, bom dia Irmãos do Rei a Batalha Final, eu os amo. Confessamos que, não nos sentiríamos amados. Porque? Porque o amor só é possível, se existir a possibilidade de não amar.

Então muitos perguntariam, porque Deus criou Lúcifer, já sabendo que ele se rebelaria? Já pensaram se o Universo fosse composto de seres sem raciocínio, sem direito de escolha? Será que era isso que iria satisfazer a Deus? Será que os seres criados por Ele seriam realmente felizes? Será que eles alcançariam o potencial máximo de felicidade em sua existência?

Garantir Liberdade de escolha a todos os seres criados, foi um grande risco da parte de Deus. Vocês já pararam para pensar sobre isso? É um risco. Você deixar a sua esposa livre para escolher, é um risco. Não é? Qual é a melhor forma de mantermos nossas esposas fiéis a nós? Forçando-as, não deixando-as sair, irem ao mercado, ou se forem, só irão se nós estivermos com elas? Se forem sozinha, ficarmos regulando, perguntando a que horas irão voltar!? Isso é prazeroso em um casamento? Eliminar toda possibilidade de contato com outros homens.

É isso que vai ajudar a nos sentirmos seguros no casamento? É conquistar, é conseguir despertar no outro um amor voluntário, uma expressão dela mesma, a esposa, de amor e lealdade.

QUE O SENHOR NOSSO DEUS TENHA MISERICÓRDIA DE TODOS NÓS!!

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Lúcifer – A Origem e a Queda de Satanás

TEMA: LÚCIFER – SATANÁS, O PRÍNCIPE DA POTESTADE DO AR! A ORIGEM E A QUEDA DE SATANÁS!

Assista:

Via: Sueli Rosa

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Missionária Sueli Rosa

LÚCIFER era o Sinete da perfeição. Ezequiel 28:12-16.. Filho do homem, levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro, e dize-lhe: Assim diz o Senhor DEUS: Tu eras o selo da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura.

Estiveste no Éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua cobertura: sardônia, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados.

Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas.

Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti.

Na multiplicação do teu comércio encheram o teu interior de violência, e pecaste; por isso te lancei, profanado, do monte de Deus, e te fiz perecer, ó querubim cobridor, do meio das pedras afogueadas. No livro de Lucas, está o relato da tentação de Jesus. Ali o diabo declara que: V 6: Dar-te-ei a ti todo este poder e a sua glória; porque a mim me foi entregue, e dou-o a quem quero. Jesus o repreendeu.

Era Querubim da guarda celestial, grande posto de comando sobre os anjos.

Isaías 14:13 – A QUEDA DE LÚCIFER – E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte.

Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo.

Começou a se imaginar semelhante ao Altíssimo.

MIGUEL- SEMELHANTE A DEUS – # JESUS #

Enquanto Lúcifer queria subir acima das estrelas de Deus, JESUS desceu a esse mundo com missão de salvar os pecadores, fazendo-se homem, e por Ele somos salvos. Filipenses 2:5

Tiago 1:13-16 Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta.

Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.

Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.

Não erreis, meus amados irmãos.

(CONCUPISCÊNCIA = INIQUIDADE= COBIÇA).

Isaías 9:15 – A CAUDA DE SATANÁS – (O ancião e o homem de respeito é a cabeça; e o profeta que ensina a falsidade é a cauda).

CAUDA = PROPAGAR MENTIRAS.

I João 3:4 – O QUE É PECADO? = TRANSGRESSÃO DA LEI!

Provérbios 27:4 – O QUE É INVEJA? = CRUEL É O FUROR, MAS QUEM PODE ENFRENTAR À INVEJA?

Satanás estava propondo aos anjos, novidades, liberdade;…e isso é SEDUTOR, não precisavam mais estar debaixo das ordens do Criador. E tudo que as pessoas querem é serem LIVRES, então satanás propõe a ANARQUIA, e uma sociedade sem LEI, onde prevalece o mais FORTE. Satanás sabia que ele era o mais forte e prevaleceria a todos os anjos.

Se Deus der liberdade, você pode viver no pecado do jeito que quiser. Exemplo: Se meu vizinho jogar lixo no meu quintal, eu posso ir até ele e matá-lo. Mas ele pode vir até mim, e matar meu filho também. O livre arbítrio tem que ser vivido com responsabilidade, senão vira TIRANIA. A minha liberdade , ela termina quando começa a sua.

Mas lá no céu, aqueles anjos, eles não tinham noção do que seria uma ANARQUIA, nunca tinha acontecido antes uma igual no céu, para que pudessem comparar.

A LEI DA LIBERDADE Tiago 1:25 – Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecediço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.

Somos livre dentro de um certo limite! Se não tem Lei, vira o Caos, e satanás queria Ordem no Caos.

O livre arbítrio foi o que levou satanás a pecar.

O mesmo livre arbítrio, também é a condição para que possamos amar.

Somos livres para escolher entre o bem e o mal.

O que satanás propôs foi uma UTOPIA, uma MENTIRA! E o que ele fez com os anjos, fez também com Eva. A árvore no Jardim, simbolizava o ( NÃO ).

O amor para existir, ele tem que coexistir com o NÃO.

O amor só existe quando temos a possibilidade do SIM e do NÃO.

O Apóstolo PAULO nos disse que o amor é sofredor!.

Ler também: Salmo 15:1 e Salmo 24:3

Santo Monte – Santo Lugar = Santuário.

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POR: Daniel Araújo

Daniel Araújo

Daniel Araújo é carioca, Escritor cristão, Colunista do site Apocalipse News, Evangelista, escreve e sintetiza sobre diversos temas bíblicos entre outros assuntos. Casado, pai de uma linda menina, é membro do Ministério Irmãos do Rei – A Batalha Final.

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Daniel Araujo
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