Movimento feminista e o Senhor Jesus Cristo!

Uma rápida volta histórica

Vivemos numa sociedade que tem invertido os padrões de comportamento estabelecidos pelas Sagradas Escrituras. O raciocínio humanista, e as ordens culturais estão todos no mesmo nível da Bíblia. A palavra de ordem é: o povo é quem ordena, pois a voz do povo é a voz de Deus. O desgaste cada vez maior dos valores e modelos bíblicos tem impedido as mulheres viverem a sua verdadeira identidade feminina. Após o advento do movimento feminista, o indecoro, a confusão e a contrafação gerados fizeram, e ainda fazem estragos sem precedentes na sociedade e especificamente nas igrejas evangélicas. Infelizmente, a maioria das igrejas abandonaram sua posição diante da investida feminista absorvendo várias ideias do movimento, dentre elas, a ordenação de mulheres a pastoras.

Falar de feminismo hoje é muito arriscado e por um motivo simples: pouca gente sabe o que realmente é feminismo. Geralmente pessoas mais conservadoras, de direita, não sabem o que é o feminismo por acharem que ele é uma coisa só: um machismo ao avesso que apoia a dominação das mulheres sobre os homens, que prega o lesbianismo, a homossexualidade, anti-casamento, anti-família e o conceito de aborto indiscriminadamente e etc.

Por outro lado, algumas vertentes de feminismo fizeram do movimento uma espécie de “religião camisa de força”, cheia de normas e regras do tipo: 1. Sexo entre um homem e uma mulher é sempre uma violência ou estupro, 2. heterossexualidade é uma construção machista e opressora; 3. A maternidade é um retrocesso, 4. Ser dona de casa é optar por uma vida de escravidão masculina; e pior ainda, 5. O cristianismo foi o grande responsável por tudo isso.

Logo de início é importante afirmar que não existe feminismo, o que há são “feminismos”, no plural. Uma rápida volta histórica faz isso ficar bem claro. A maioria dos historiadores concorda que o feminismo pode ser dividido em três “ondas”. As três ondas tem em comum que “feminismo é o movimento que luta pela igualdade de direitos entre homens e mulheres.”

1º ONDA. Teve início no Reino Unido e Estados Unidos no fim do século XIX e início do XX. Naquela época mulheres protestavam por direitos à propriedade — que antes eram apenas dos maridos — e se opunham aos casamentos arranjados. Depois no fim do sec. XIX o foco foi político, lutavam pelo direito a voto e, com muita luta, essas mulheres conseguiram seus direitos.

2º ONDA. Aconteceu em boa parte da Europa e Américas entre as décadas de 1960 até 1980. As mulheres continuaram a luta contra desigualdades sociais, culturais e políticas. Em poucas palavras, elas lutaram para se inserir na conjuntura da sociedade e tirar a pecha que mulher só serve para gerar filhos.

Então, pouco a pouco as mulheres foram conquistando leis contra o estupro, violência doméstica, direito ao trabalho, educação, posições iguais e justas na sociedade e mais e mais o assunto sexualidade foi ganhando espaço nos debates. Nos anos 80’s as mulheres já faziam uso de métodos contraceptivos e tinham direitos quanto a sua vida reprodutiva.

3º ONDA. Já na década de 1990 o feminismo de terceira onda tentou compreender quais eram as raízes da desigualdade e discriminação contra as mulheres. Qual foi a resposta? Várias, mas uma que ganhou muito peso foi a ideia de que o gênero masculino e feminino são apenas construções históricas e sociais.

Para uma parte das feministas de 3º onda, acreditar que homem e mulher são por natureza diferentes não é apenas um problema, é a própria raiz da desigualdade social entre homens e mulheres. Portanto, qual deve ser a principal luta delas? Acabar com a construção de gênero homem e mulher, do tipo: “isso é coisa de homem, aquilo é coisa de mulher”. E para outros grupos mais radicais a solução é tirar de circulação a ideia biológica ou teológica de que homem nasce homem e mulher nasce mulher, pois nosso gênero “não é”, ele apenas “se constrói” socialmente.

Ainda hoje a questão de gênero tem um peso relevante na agenda feminista de 3º onda, tanto é que alguns definem feminismo apenas como o “feminismo da terceira onda”, excluindo as duas ondas anteriores. A razão é que o feminismo da 3º onda se distanciou em muito das definições do que “é o ser feminino” em relação a primeira e segunda onda.

Todos nós temos uma grande dívida de gratidão pela militância das mulheres, mas acho importante questionarmos algumas coisas: 1. É realmente a diferença de gêneros, “homem nasce homem, mulher nasce mulher ou homem é isso e mulher é aquilo” as causas da desigualdade social; 2. A identidade homem e mulher é apenas resultado de uma construção social-histórica e nada mais?

Movimento feminista!

No primeiro momento do movimento feminista as mulheres buscavam apenas exercer a cidadania. Mas, em um segundo momento, elas passaram a exigir uma “igualdade” com os homens. Nesse contexto, o movimento se enredou por caminhos antibíblicos. As feministas buscam aniquilar a família, e no seu lugar almejam uma instituição social diametralmente oposta ao modelo bíblico. A feminista Roxanne Deunbar disse contundentemente: “Em última análise, queremos destruir os três pilares da sociedade de classes e castas: a família, a propriedade privada e o estado”. Portanto, o objetivo do movimento feminista é destruir a família padronizada de acordo com a Palavra de Deus.

As feministas odeiam a família que vive em conformidade com o modelo Bíblico. Elas tentam remodelar a família de acordo com suas ideias infernais. Na visão das feministas a mulher é apenas outro indivíduo ao lado do homem, com nenhuma diferença entre os dois. Mas, biblicamente, a mulher não é igual ao homem, nem nunca foi, nem nunca será. Homem e mulher foram feitos diferentes pelo Eterno Deus. Quando a mulher luta pela igualdade com o homem ela está indo contra o princípio que a levou à criação, está indo contra os desígnios que o Eterno Deus tinha e tem preparado para ela. Satanás é o único que tem a ganhar com o espírito de rebelião semeado pelas feministas fazendo crer que homens e mulheres são iguais. O Eterno Deus nunca disse que as mulheres eram inferiores aos homens, mas estabeleceu desde o princípio, papéis distintos para ambos. Tanto o homem como a mulher têm diferentes papéis, mas igualmente importantes a exercer, e ambos os devem exercer, tal como foi a vontade do Eterno Deus, quando os criou. Na Bíblia as mulheres sempre foram destacadas nos planos do Eterno Deus, mas esse destaque nada tem a ver em aproximá-la ou compará-la ao papel do homem. A Bíblia reconhece claramente a igualdade ontológica de homens e mulheres, mas identifica estruturas de autoridade. No lar, o lugar de autoridade é dado ao homem. Dizer que há uma mesma autoridade entre marido e esposa é palermice. Autoridade igual é o mesmo que não haver autoridade. A autoridade deve ser delegada ou ao homem ou à mulher, e o Eterno Deus a delegou ao homem.

O feminismo tenta desfazer tudo o que a Bíblia diz para a mulher e sobre a mulher. Na ótica das feministas as recomendações paulinas para as mulheres só eram válidas para as mulheres de sua época, não incluindo as mulheres de hoje. As recomendações “Vós, mulheres, estai sujeitas a vosso próprio marido, como convém ao Senhor” (Cl 3:18), “Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo o homem, e o homem, a cabeça da mulher” (I Co 11:3), são consideradas ultrapassadas. Para o movimento feminista o desejo de ser e de fazer-se submissa é algo totalmente alheio ao contexto moderno, é uma agressão, é um conceito da pior espécie, é um insulto à mente culta do homem moderno, é escravizar a mulher. Ora, a submissão não transforma a mulher em uma escrava de seu marido, em um fantoche, em uma marionete. O Eterno Deus ordenou aos homens que amem suas esposas “Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, assim devem ser os maridos amar a sua própria mulher como a seu próprio corpo” (Ef 5:25,28). Essa ordem divina cancela qualquer razão para o homem escravizar ou tirar vantagem da sua esposa. Vale salientar que a ordem divina da submissão não implica inferioridade pessoal da mulher ao homem, não envolve caráter pessoal, não é uma questão de capacidade e nem toca o que diz respeito à salvação, pois “Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gl 3:28). A submissão da mulher ao homem é uma questão de posição e não de pessoa. A mulher ao aceitar e receber o lugar de submissão está protegida e honrada pelo Senhor, e é feliz!

Em sua palermice teológica as feministas dizem que submissão equivale a degradação. Segundo o movimento feminista, mulher submissa é uma mulher rebaixada, banida, degradada. Se submissão equivale a degradação todos os cristãos são degradados, pois em Romanos 13:1 diz “Todo homem esteja submisso às autoridades superiores”. Do mesmo modo, a igreja do Senhor Jesus é degradada, pois em Efésios 5:24 ordena que a igreja se submeta a Cristo. Em sua interpretação esdrúxula da Bíblia o movimento feminista acusa o apóstolo Paulo de machista e que alimentava preconceitos contra a mulher. Essa é uma acusação mordaz e infame, é mais do que isto, é calúnia abjeta, é blasfêmia. Isso é macular a vida impoluta do santo apóstolo e afrontar o próprio Deus, que lhe concedeu graça abundante e honras sem medida. É preciso não esquecer que Paulo escrevia sob inspiração divina. Recusar seus ensinamentos a respeito da mulher, ou de qualquer outro assunto, é subestimar a inspiração do Senhor Deus. Numa visão profética, o Apóstolo Paulo sabendo que essas suspeições iriam surgir no cenário secular, antecipa seus esclarecimentos e diz que os seus escritos a respeito da mulher, são “Mandamentos do Senhor” (I Co 14:37). A feminista Naomi Goldenberg declarou sem nenhum pejo: “Nós, mulheres, transformaremos tanto o mundo que não haverá mais lugar para o Deus masculino”. Na verdade, Naomi chegou às raias do escândalo e da blasfêmia, dizendo, sem a menor reverência, que o Eterno Deus é feminino. Outra feminista Elizabeth Cady Stanton conseguiu persuadir dezenas de mulheres a interpretar a Bíblia de maneira que a mulher fosse vista com igual importância das lideranças masculinas. Stanton na sua palermice espiritual defendia uma profunda revisão e reforma Doutrinária das Escrituras dentro de uma perspectiva amplamente feminista. Como se observa, o feminismo com suas mazelas e extremismos, pretende defender a mulher, mas o que faz , é atacar os princípios basilares da Bíblia e o papel do homem e da mulher.

O feminismo é atrevidamente favorável à pornografia, ao sexo livre e seguro e à cultura do “ficar”. Os lemas levantados e defendidos pelas feministas são: “Vamos celebrar a pornografia, somos sobreviventes e não vítimas”, “A mulher é senhora absoluta de seu corpo”, “Explore suas opções sexuais”, “Divulgue suas aventuras amorosas”, “Falem o que der na cabeça”, “A família deve ser um vínculo emocional e não um vínculo biológico”, “Casamento é coisa do passado”. Nas passeatas do movimento feminista é visível em seus estandartes expressões do tipo: “Você escolhe o tipo de mulher que você quer ser”. Nesse contexto, a mulher pode ser tudo: prostituta, garota de programa, lésbica, cachaceira, maconheira, usuária de cocaína, amante, consumista, independente, enfim, um mix de tudo isso. Menos ser esposa e mãe.

Lamentavelmente, muitos pastores das igrejas Cristãs, evangélicas, protestantes estão mais cheios dos conceitos feministas de Roxanne Deunbar, Naomi Goldenberg, Elizabeth Cady Stanton, Kate Millet, Margareth Sanger, Betty Friend, Mary Daly e Simone de Beauvoir do que com as santas doutrinas bíblicas sobre a família. Esses pastores deram uma mordidinha nos temas feministas e estão intoxicados e infernizados pelas ideias infernizadoras do feminismo. Eles estão veementemente intoxicados pelo movimento feminista que chegam ao ponto de comemorar o Dia Internacional da Mulher. Vale salientar que foi a marxista – feminista-ateia – alemã Clara Josephine Zetkin que em 26 de agosto de 1910 durante uma conferência internacional de mulheres comunistas em Copenhague lançou a ideia de criar um dia internacional da mulher. Ketkin incentivava a revolução armada e instigava as mulheres a tomar lugar na luta de classes. Durante 1ª Guerra Mundial, Ketkin aliou-se com a ala esquerda dos comunistas dirigida pelo revolucionário Lênin. Nadezhda Krupskaia, revolucionária marxista e esposa de Lênin, disse a respeito de Katkin: “Uma mulher revolucionária marxista convicta, ativa e inflamada que dedicou a sua vida à luta pela vitória comunista em todo o mundo”.

É urgente as mulheres cristãs se afastarem das ideias infernizadoras do feminismo e começarem a buscar “um espírito manso e quieto que é precioso diante do Eterno Deus” (I Pe 3:3). Lady Gaga, Madona, Beyoncé Knowles, Angelina Jolie, Ivete Sangalo, Daniela Mercury, Cláudia Leite, Luciana Gimenez, Mara Maravilha, Monique Evans, Xuxa, etc. não são mulheres de Provérbios 31:10. É imprescindível que as santas mulheres cristãs se aprofundem no estudo das santas mulheres da Bíblia: Sara, Joquebede, Rebeca, Raquel, Lia, Ester, Ruth, Noemi, Débora, Hulda, Sunamita, Marta, Maria, Ana, Joana, Suzana, Isabel, Evódia, Lóide, Síntique, Priscila, Dorcas, Febe, Lídia, Júnia, Trifena, Trifosa, pois a verdadeira feminilidade são encontradas nessas mulheres.

O Senhor Jesus Cristo e o Feminismo

A discussão sobre ideologia de gênero realmente é enorme e não é o objetivo lidar com profundidade agora. Mas antes, uma reflexão: qual foi o personagem mais importante que lutou pela igualdade entre mulheres e homens da história? Jesus Cristo. Ele é o principal defensor das mulheres em toda história. Alguns exemplos:

  • 1. Jesus confrontou a cultura machista judaica escolhendo discípulas para andar com ele (Mc 15.40-41);
    2. Jesus ofereceu salvação para uma mulher samaritana após seu quinto divórcio (Jo 4);
    3. Jesus confrontou o machismo judaico sendo sustentado financeiramente por mulheres (Lucas 8.1-3);
    4. Jesus andou com as mulheres ricas e as oprimidas (Lucas 8.42-48);
    5. Jesus confrontou o patriarcado ensinando que mulheres também podiam oferecer carta de divórcio (Mt 19,7-12, Mc 10.12);
    6. Jesus livrou prostitutas da morte (Jo 8.1-11);
    7. Jesus foi visto ressuscitado pela primeira vez e pregado por mulheres (Lucas 24.1-10).

Jesus é, sem dúvidas, o maior defensor das mulheres de toda história e para Ele homem não é apenas uma construção histórica, há uma identidade masculina na visão cristã. Igualmente, mulher não é apenas uma construção social, mulher tem uma identidade feminina própria.

Sem dúvidas no curso da história a cultura machista aproveitou-se de elementos próprios da identidade feminina como a maternidade, sensibilidade, emoção e ciclos hormonais para “caricaturar” a mulher como “só” isso, reduzindo suas potencialidades em outras áreas da vida, a fim de explora-la. Neste aspecto, a reação feminista é singular e necessária, mas chegar ao ponto de propor a abolição da identidade feminina ou qualquer outra coisa do gênero é ir longe demais.

Na visão cristã as diferenças entre homens e mulheres não são antagônicas, mas complementares. Quando homens se juntam com mulheres tendo Cristo como eixo, ao invés vez de guerra, celebram com beleza a unidade na diversidade. Por isso, para deixar tudo mais claro, qual tipo feminismo é mais saudável? Aaquele que diz:

  • I. Sim para salários iguais e justos;
    II. Sim para votar e serem votadas;
    III. Sim para liberdade de escolha profissional;
    IV. Sim para educação de todas;
    X. Sim, a educação é obrigação dos pais, não apenas da mãe;
    VI. Não, não a qualquer tipo de violência contra a mulher;
    VII. Sim, atividades domésticas são do homem e da mulher;
    VIII. Sim, mulheres tenham controle do seu corpo (não entrarei na questão do aborto aqui), mas com responsabilidade. Esse feminismo terá sempre o apoio e embasamento na Bíblia.

Lembre-se, o plano mais maravilhoso da história humana — Deus resgatando o ser humano do pecado e da morte — só foi possível porque Deus escolheu uma mulher para ser mãe do Salvador. Deus decidiu que do ventre de uma jovem menina estaria a esperança para a raça humana.

Sem dúvidas caricaturas históricas-reducionistas da mulher são opressoras e odiosas, mas tenha certeza que não é nenhum pouco necessário abrir mão da identidade masculina e feminina para continuar lutando pelos direitos delas

Que as mulheres cristãs sejam e estejam determinadas pela graça do Eterno Deus, a obedecer às recomendações quanto ao seu relacionamento com o homem. Ao único Deus e ao Senhor Jesus Cristo “nascido de mulher”, seja toda a glória, e honra, e louvor para todo o sempre! Amém e amém!

 

Comentário: A Bíblia é contra a Feminilização do Sacerdócio. “A ordenação das mulheres não é “cultural” e sim bíblica. O padrão bíblico adotado pelo Eterno Deus desde o Gênesis. O Eterno Deus chamou as mulheres e as dotou com muitos talentos: profetiza, professora, mãe, diaconisa, conselheira, pregadora e obreira bíblica, mas não existe nenhum verso bíblico que apoie a ordenação da mulher para o sacerdócio no Antigo Testamento ou para o pastorado no Novo Testamento. O Eterno Deus não é contra a mulher e a favor do homem, Ele determinou funções diferentes para um e para o outro, não fez uma enquete, não usou de democracia, “o governo do povo”, o Eterno Deus age de forma Teocrática, é Ele quem define o que é certo e errado e muitas vezes não explica o porquê. A mente moderna inquiridora quer saber os porquês, questiona e contemporiza, mas o Eterno Deus e Seus princípios são constantes e não mudam segundo a cultura. A Bíblia não proíbe a guarda do domingo mas ordena a guarda do Sábado. A Bíblia não proíbe a ordenação da mulher mas ordena a ordenação do homem como cabeça do lar e da igreja. É simples assim.”

“O cão late quando seu dono é atacado. Eu seria um covarde se visse a verdade divina ser atacada e continuasse calado” …fui posto para defesa do evangelho. Filipenses 1:17b

 

Com informações: GUIAME, JEAN FRANCESCO

APCNEWS: BRUNO ASHER

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