Os verdadeiros donos das riquezas e do dinheiro no mundo: A alta Cabala que possui o domínio global!

Roma Papal: Muito ouro e poder… Os Estados Papais e a Transferências das Riquezas no Mundo…

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Em 754 houve a conhecida “Doação” dos Estados Papais, feita por Pepino, o Breve, rei dos francos. Naquela ocasião, com a ajuda de um documento fraudulento fabricado pelos papas, conhecido como A Doação de Constantino, o papa Estevão III convenceu Pepino, rei dos francos e pai de Carlos Magno, de que os territórios recentemente tomados pelos lombardos dos bizantinos tinham sido doados para o papado pelo Imperador Constantino. Desta forma, Pepino derrotou os lombardos e entregou ao papa cerca de 20 cidades (Ravena, Ancona,Bologna, Ferrara, Iesi, Gubbio etc.), e um grande pedaço de terra ao longo da costa Adriática. A Doação de Constantino é datada de 30 de Março de 315, e inclui a doação de Roma e o Palácio de Latrão, tudo doado aos papas perpetuamente. Em 1440, este documento foi provado ser uma falsificação feita por Lorenzo Valla, um assessor papal, e este é um fato reconhecido hoje pelos historiadores. A fraude é ainda perpetuada por uma inscrição que nunca foi corrigida no batistério de São João de Latrão em Roma.

“Os Estados Papais foram literalmente roubados pelos papas dos seus donos originais. O papado controlou e cobrou impostos destes territórios até 1848, e conseguiu grandes riquezas.” A doação dos Estados Papais em 754 foi o começo do poder temporal dos papas que durou até 1870. No dia 20 de setembro de 1870, cerca de dois meses depois de o Vaticano I ter confirmado o dogma da infalibilidade papal, o papa foi, finalmente, deposto da posição de soberano da província de Roma.

A Transição do Dragão(Satanás) para o Papado…

A história mostra claramente a transição do Dragão(Satanás) para o papado. A cidade do Vaticano, seu trono e seu poderio, tiveram suas origens com o Dragão, que é Satanás (Apoc. 12:9). Diversos escritores revelam o modo como se deu a transição de Roma pagã para Roma papal. Eusébio, em sua obra Vida de Constantino declara:

“A fim de tornar o cristianismo mais atrativo aos gentios, os sacerdotes adotaram as vestimentas exteriores e os ornamentos usados pelos pagãos em seu culto.”

O papa Gregório, instruindo Agostinho, disse: “Destruí os ídolos, nunca os templos. Aspergi-os com água benta, ponde neles relíquias, e deixai que as nações adorem nos lugares em que estão acostumadas a fazê-lo.”

O cardeal Baronio, segundo se afirma, fez esta declaração: “À santa igreja foi permitido apropriar-se dos ritos e cerimônias dos pagãos em seu culto idólatra, desde que ela (a igreja) os expiasse mediante consagração.”

Peter de Rosa escrevendo sobre a maneira em que foi realizada a transição de Roma pagã para Roma papal, cita a forjada “Doação de Constantino” como sendo a base das pretensões papais:

“A partir da doação, é evidente que o Bispo de Roma seria como Constantino, viveria como ele, vestir-se-ia como ele, habitaria seus palácios, governaria sobre suas terras, teria exatamente a mesma perspectiva imperial. O papa, também queria ter o domínio sobre a Igreja e o Estado. Somente setecentos anos depois da morte de Pedro, os papas tinham se tornado obcecados com as possessões e o poder. Os [pretensos] sucessores de Pedro [tornaram-se] não os servos mas os senhores do mundo. Eles . . . se vestem em púrpura como Nero e chamam a si mesmos de Pontífice Máximo.”

Devemos lembrar que na igreja dos primeiros séculos, a infalibilidade não era atribuída ao bispo de Roma, mas ao seu superior, o imperador de Roma. O papa Leão I (440-461), por exemplo, atribuiu ao imperador a própria infalibilidade, a qual, o papa Pio IX reivindicaria para si em 1870, persuadindo os membros do Vaticano I com o argumento de que, essa infalibilidade, sempre pertencera, exclusivamente, aos papas.Veja o texto do papa Leão I:

“Pela inspiração do Espírito Santo o imperador não necessita de nenhuma instrução humana e é incapaz de cometer erros doutrinários.” Hoje os papas que ostentam os títulos de Constantino e suas insígnias são sucessores do imperador de Roma e não do apóstolo Pedro.

Peter de Rosa comenta que: “Mesmo o bispo de Roma, que não foi chamado de ‘ papa’ por muitos séculos, era, em comparação [a Constantino], uma entidade não existente. Em termos civis ele era o vassalo do imperador; em termos espirituais, ele era, comparado com Constantino, um bispo de segunda classe. Não o papa mas ele [Constantino],… era a cabeça da igreja, sua fonte de unidade, diante de quem o bispo de Roma tinha que se prostrar e prometer lealdade. Todos os bispos concordam que ele [o imperador] era ‘o oráculo inspirado, o sábio apóstolo da igreja. Era, portanto, Constantino, não o bispo de Roma, que ditava o tempo e o lugar dos sínodos da igreja e até mesmo como deveria ser realizada a votação. Sem sua aprovação, eles não poderiam aprovar a lei; ele era o único legislador do Império.”

A própria ideia dos concílios da igreja, foi inventada por Constantino, que a despeito de sua professa conversão a Cristo,permaneceu sendo um pagão até o fim de sua vida. Ele nunca renunciou sua lealdade aos deuses pagãos, e nas moedas imperiais foi mantida a homenagem ao deus sol. Constantino adiou o seu batismo o quanto pôde, e só concordou em ser batizado um pouco antes de sua morte. Ele foi batizado por Eusébio, um sacerdote herético e ariano.

O historiador católico, Philip Hughes, menciona que Constantino em seus hábitos, no final de sua vida, permaneceu sendo muito mais pagão do que antes. Seu temperamento furioso, a crueldade, a qual uma vez suscitada, não poupava a vida nem mesmo da sua esposa e filho Crispus, um sobrinho e um cunhado. Todos eles são testemunhas não agradáveis da imperfeição da conversão de Constantino. >> Leia também: A Carta Trump: “Quero devolver o poder à igreja” – Seria Donald Trump o novo Constantino?

As Cores Púrpura e Escarlata…

As próprias cores de púrpura e escarlata (Apoc. 17:4)identificam os elos da Igreja Romana com Roma pagã. Estas eram as cores usadas pelo Império Romano, com as quais os soldados romanos, zombeteiramente, vestiram Jesus como Rei(Mateus 27:28; João 19:2, 5). O Vaticano herdou e se apossou não só do trono e poder, mas até mesmo das cores do romanismo pagão. As cores mencionadas em Apocalipse 17:4, púrpura e escarlata, são ainda hoje, literalmente, as cores do clero católico. “A cor para os bispos e outros prelados é púrpura, e para os cardeais escarlata.”

A Cúria Romana…

O senado romano que governou a cidade de Roma nos tempos dos Césares, era conhecido como a cúria romana. De acordo com o Dicionário Católico de Bolso, este nome é agora a designação do “conjunto inteiro de escritórios administrativos e judiciais através dos quais o papa dirige as operações da Igreja Católica.”

O Pontífice Máximo…

Esse era um título que já existia no paganismo. “Quando os persas derrotaram Babilônia, deram liberdade aos habitantes da cidade. Mas os sacerdotes babilônicos posteriormente moveram uma rebelião, e foram expulsos da cidade. Os derrotados caldeus fugiram para a Ásia Menor, e fixaram seu colégio central em Pérgamo, e levaram consigo o paládio de Babilônia, uma pedra cúbica. Aqui, independentes do controle do Estado, promovíamos ritos de sua religião. Pérgamo tornou-se a sede do sistema satânico dos mistérios de Babilônia… Mas quando o rei de Pérgamo cedeu o seu reino aos romanos, esse culto foi transferido para Roma.”

Essa contrafação religiosa pretendia ser uma ponte entre o céu e a terra. O monarca era o cabeça do sistema. Ele tinha muitos títulos, um dos quais, Pontífice Máximo. Como imperador pagão, Constantino já estava investido do poder e honras do paganismo. Ao vir para o cristianismo ele não renunciou estas honras, mas trouxe-as para dentro da igreja cristã. Enquanto ele liderava a igreja cristã, era ao mesmo tempo o chefe do sacerdócio pagão, oficiando celebrações pagãs, e fundando templos pagãos, mesmo após ter começado a construir igrejas cristãs.

Como cabeça do sacerdócio pagão ele era o Pontífice Máximo, e precisava do mesmo título como cabeça da igreja cristã. Os cristãos honraram-no como Bispo dos Bispos, enquanto Constantino chamava a si mesmo em latim Vicarius Christi, que, em português, quer dizer Vigário de Cristo, mas em grego o equivalente é Anticristo. O termo em latim Vicarius equivale ao termo grego anti e tem dois significados: contra, e no lugar de, ou substituto. Traduzindo para o grego, esse título latino Vicarius Christi significa literalmente Anticristo.

Em 375, Graciano, um imperador cristão, recusou as vestimentas pagãs e o título pagão de Pontífice Máximo, que significa: o maior fabricante de pontes, ou coletor de pontes, no sentido de cobrador de pedágio. Mas o bispo de Roma viu aí uma oportunidade de exaltar sua dignidade, e assumiu o título e as vestimentas de Pontífice Máximo. Este histórico título do sumo sacerdote do paganismo, foi perpetuado na igreja juntamente com as vestes do sumo sacerdote pagão, mas sempre sob o disfarce do cristianismo.

O papado, durante a Idade Média tomou para si os três títulos de Constantino: Pontífice Máximo, Vigário de Cristo(ou Anticristo), e Bispo dos Bispos. Todos os reformadores, sem exceção, falaram desta igreja apóstata como o Anticristo.

“E vi uma de suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a Besta”(Apoc.13:3).

Em Daniel 7:25 é dito que o poder papal, o chifre pequeno, dominaria e perseguiria o povo de Deus por “um tempo, dois tempos e metade dum tempo.” Em Apocalipse 12:6 é dito que “a mulher (igreja de Deus) fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.” Em Apocalipse 12:14 a profecia une Daniel 7:25 com Apocalipse 12:6 mostrando que ambos estão falando do mesmo período de tempo, os 1260 anos de supremacia papal (538 1798), pois um dia em profecia equivale a um ano (Eze. 4:6).

De 351 a 476 as tribos bárbaras arrasaram a parte ocidental da Europa, e o Império Romano do Ocidente foi fragmentado. É importante lembrar que o chifre pequeno de Daniel 7:8 surgiu depois dos dez chifres, porém, entre os dez chifres (Dan. 7:8,24). Entre aquelas dez nações europeias, simbolizadas pelos dez chifres, Daniel viu surgir um chifre pequeno “diferente dos primeiros, e abaterá a três reis”(Dan. 7:24). Este poder que surgiu por último, representa um poder diferente dos demais, que surgiu no meio das nações da Europa, e para poder se estabelecer teve que destruir três daquelas dez tribos. Daniel também viu na visão que esse poder representado pelo chifre pequeno faria mais ainda: “Proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo”(Dan. 7:25).

Conforme vimos anteriormente, os dez chifres representam as dez nações que surgiram do Império Romano do Ocidente. O chifre pequeno, segundo a profecia, nasceu de Roma Imperial, e destruiu três dos dez chifres. Qualquer professor de história provavelmente poderá dizer qual foi o poder que lutou pela destruição dos Hérulos em 493, os Vândalos em 534 e finalmente os Ostrogodos em 538. A profecia mostra que esse chifre pequeno de Daniel 7 é o mesmo poder identificado como sendo a Besta que subiu do mar em Apocalipse 13:1. Roma Papal é o único poder, diferente dos demais, por ser um poder Político-Religioso, que preenche todas as características proféticas do Anticristo.

Pontos que Identificam o Chifre Pequeno com o Poder Papal… >> Leia também: Roma Papal mudou os tempos e a Lei de Deus; Mudança para o Calendário Gregoriano faz aniversário hoje!

  • Surgiu “entre eles” Daniel 7:8. Este poder surgiu no meio dos outros dez. Aqui temos a sua localização geográfica. Os outros dez chifres todos estavam localizados na Europa Ocidental. Portanto o chifre pequeno surgiria na Europa Ocidental;
  • “depois deles” Daniel 7:24. Este chifre pequeno surgiu não somente no meio dos dez, mas também “depois deles”,isto é, surgiu após o ano 476, quando historicamente o Império Romano do Ocidente deixou de existir;
  • “pequeno chifre” Daniel 7:8. Este chifre pequeno representa um pequeno reino, menor do que os outros. Na realidade seria o menor reino;
  • “arrancará três das pontas primeiras” Daniel 7:8, 24. Já mencionamos que as três tribos que foram arrancadas e não mais existem foram: Hérulos (493), Vândalos (534), e Ostrogodos (538);
  • “e eis que neste chifre havia como olhos de homem e uma boca que falava grandiosamente” Daniel 7:8. Em Apocalipse 13:5 6 diz que essa boca fala “grandes coisas e blasfêmias”. Proferir blasfêmias tem a ver com a pretensão de assumir prerrogativas divinas, ou usurpação dos poderes divinos. É essa exatamente a pretensão papal: perdoar pecados e decidir pela salvação ou perdição das pessoas;
  • “diferente dos demais” Daniel 7:24. Diferente como? Em que aspecto? Não seria simplesmente um poder civil como os outros, mas um sistema diferente de qualquer outro sistema, isto é, Político-Religioso;
  • “proferirá palavras contra o Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei” Daniel 7:25. Considerando que a Lei de Deus é um reflexo do Santo Caráter de Deus, tentar mudar a Lei de Deus, é o mesmo que tocar no caráter de Deus. O poder papal arroga a si o direito de mudar a Lei dos Dez Mandamentos. No catecismo romano os Dez Mandamentos de Êxodo 20:3-17 foram alterados.Eliminaram o segundo mandamento que proíbe o uso e adoração de imagens de esculturas (Êxo. 20:4-6), e substituíram o santo Sábado, o Sétimo Dia da semana(Êxo. 20:8-11), pelo domingo, o primeiro dia da semana;
  • “destruirá os santos do Altíssimo… e eles serão entregues na sua mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo” Daniel 7:25. Foram três anos e meio proféticos, isto é, 1260 anos de perseguição ao povo de Deus, começando em 538 quando os Ostrogodos foram derrotados pelo general Belizário, e estendendo-se até 1798, quando o papa Pio VI foi preso pelo general Berthier.

Cabeça Ferida de Morte…

“Vi uma de suas cabeças como ferida de morte”(Apoc. 13:3). Foi durante as guerras napoleônicas que a cabeça papal foi “como que ferida de morte”(Apoc. 13:3). A supremacia papal durou 1260 anos (538 -1798). Em 1797, quando o papa Pio VI ficou gravemente doente, Napoleão Bonaparte deu ordens de que no caso dele morrer nenhum sucessor deveria ser escolhido, e que o papado deveria ser descontinuado; mas o papa se recuperou. No dia 10 de fevereiro de 1798, o general francês Berthier entrou em Roma e proclamou uma República. Roma estava conquistada e o poder papal destruído. No dia 15 de fevereiro de 1798 o general Berthier informou o Papa Pio VI e o povo de Roma que dali para a frente o papa “não mais exerceria nenhuma função”.

O já idoso papa recusou reconhecer a República e foi levado de prisão em prisão na França até que alquebrado pela fadiga e tristeza morreu em agosto de 1799, na fortaleza francesa de Valença com a idade de 82 anos. Todas as propriedades papais foram confiscadas. No dia 13 de maio de 1871 o governo da Itália tirou do papa seus poderes civis abolindo o Estado do Vaticano. A profecia bíblica predisse o surgimento do papado(538), sua queda (1798), e novamente a sua recuperação (1929).

A Cura da Ferida Mortal…

“E a sua chaga mortal foi curada e toda a terra se maravilhou após a Besta”(Apoc. 13:3).

A profecia predisse que o papado sofreria uma ferida mortal, mas que essa ferida seria curada. Quando a Itália foi unificada sob a revolução de Garibaldi (1866 1870), Roma papal foi privada de suas terras, os Estados Papais, ficando o papa como prisioneiro voluntário no Vaticano.

“Não há dúvida de que a Igreja Católica Romana colocou Mussolini no poder. A fim de conseguir o Tratado de Latrão, o papa exigiu que os Católicos deixassem de participar na política(muitos deles tinham sido socialistas fazendo ativa oposição a Mussolini e seu partido fascista)… O papa fez declarações públicas tão fortes em apoio a Mussolini: ‘Mussolini é o homem enviado pela Providência’, que os católicos não tinham outra escolha senão apoiar o ditador fascista. Sem esta ajuda Mussolini não teria conseguido se eleger e a história poderia ter sido muito diferente.”

No dia 11 de fevereiro de 1929, a ferida mortal começou a ser curada. Nesse dia foi assinado por Benito Mussolini e Pietro Cardinal Gasparri, o Tratado de Latrão, restaurando parte das terras perdidas; restaurando também o poder temporal do papa, que recebeu o domínio da cidade do Vaticano, uma parte da cidade de Roma, medindo cerca de 108,7 acres. O jornal San Francisco Chronicle de 12 de fevereiro de 1929, noticiou o evento em manchete: “Mussolini e Gasparri Assinam Histórico Pacto Romano Curando Ferida de Muitos Anos.”

Como indenização pelos prejuízos provocados pela extinção dos Estados Papais em 1870, a Itália pagou para a Santa Sé 750 milhões de lira em dinheiro e 1 bilhão de liras em títulos do governo. Parte desses fundos seriam usados para iniciar o Banco do Vaticano, que hoje é famoso pela corrupção financeira.

O profeta previu, porém, uma restauração muito maior. Ele viu a ferida completamente curada. Depois dessa cura, ele viu “TODOS OS QUE HABITAM SOBRE A TERRA”, exceto poucos fiéis, adorando a Besta (Apoc. 13:8).

Enquanto eu escrevia essas páginas, faleceu o papa João Paulo II, e a profecia de Apoc. 13:8 “E ADORARAM-NA “TODOS OS QUE HABITAM SOBRE A TERRA” começou a se cumprir diante dos nossos olhos. Reis, rainhas, primeiros ministros e presidentes de mais de 100 nações estiveram presentes no funeral do papa. O Príncipe Charles adiou seu casamento para poder assistir o funeral. Pela primeira vez na história um presidente e dois ex-presidentes dos Estados Unidos estiveram presentes no funeral do papa. Por questão de segurança e espaço o papado limitou a delegação dos Estados Unidos a 5 pessoas. Os cinco eram o Presidente George W Bush, a primeira dama Laura Bush, os ex-presidentes George H. W. Bush, Bill Clinton e a Secretária de Estado Condoleezza Rice. Quando a delegação americana, um dia antes do funeral, foi à Basílica de São Pedro para ver o corpo do papa, eles se ajoelharam diante do corpo do papa em atitude de oração tendo as mãos juntas e a cabeça inclinada. Olhando esse quadro da delegação americana ajoelhada diante do corpo do papa João Paulo II percebemos quão real e relevante é a profecia de Apocalipse 13. O mundo todo, através dos seus representantes, veio dar o último adeus e prestar suas homenagens ao papa. Cerca de 4 milhões de pessoas visitaram Roma durante o funeral; Este quadro é somente um prelúdio do que está por vir logo mais na imposição da (Marca da Besta)Decreto Dominical. A história vai se repetir! O papado voltou com um poder muito maior do que aquele que exerceu durante a Idade Média, porque envolverá TODOS OS QUE HABITAM SOBRE A TERRA. [Com informações: Revelações do Apocalipse – Pr. e Dr. Samuel Ramos]

Papa canonizado João Paulo II.

Adoração da Besta – “E toda a Terra se maravilhou após a Besta”(Apoc. 13:3)

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Os “judeus” sionistas Rothschilds e Rockefellers: Trilionários do Mundo – Os guardiões do tesouro do Vaticano. O cargo mais importante que o Vaticano “dá” porque eles controlam o tesouro do Vaticano desde 1823. Eles fundaram a Esselunga supermercado pelo seu homem com o nome Rockefeller.

Rockefeller e Rothschild

“Dinheiro é poder”, ou deveríamos dizer, “O monopólio de criar crédito monetário e cobrar juros é Poder Absoluto”. (Alex James)

Amsel (Amschel) Bauer Mayer Rothschild, 1838: “Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importa quem faz suas leis”.

[por Thynus] – Os tesouros do Vaticano…

Mistérios sombrios do Vaticano – Erguida na margem esquerda do rio Tibre em Roma, perto do Circo de Nero, onde segundo a tradição “são Pedro, o primeiro papa e apóstolo a quem Cristo confiou seu ministério, foi martirizado em 67 d.C. A sede da Santa Sé e local da principal residência do papa é o menor estado independente do mundo”. Mas é o mais rico?

“Em 320–327 d.C., o imperador Constantino construiu uma basílica de cinco naves”, sobre o que se acredita ser o local da sepultura de são Pedro, “com um santuário na abside da igreja para marcar a localização da tumba. No século XV, o edifício estava em mau estado e havia necessidade de mais espaço; foram feitos planos para reformar e ampliar a igreja.” No reinado do papa Júlio II (1503–1513), conhecido como o Papa Guerreiro por ter “vestido armadura para liderar tropas em defesa das terras papais”, o trabalho começou com um túmulo para Júlio, um enorme monumento independente criado por Michelangelo. Júlio decidiu então derrubar a basílica constantina e reconstruir a São Pedro inteiramente. “Ao mesmo tempo, Júlio encomendou afrescos para o interior do Palácio Vaticano. Ele pediu a Rafael que pintasse quatro salas para serem usadas como área de recepção e escritórios papais.” Enquanto Rafael trabalhava, Michelangelo estava pintando o teto da capela papal conhecida como Capela Sistina (1508–1512). “Michelangelo pintou a abóboda com cenas do livro do Gênesis: a criação do mundo e de Adão e Eva, a expulsão do Jardim do Éden e a destruição do mundo pelo dilúvio. (…)

“Em 1546, Michelangelo, então com setenta e um anos, foi nomeado arquiteto da São Pedro e desmanchou algumas construções”; também começou a trabalhar na “primeira grande cúpula a ser erguida em uma colunata. Projetada por Michelangelo, mas só terminada após sua morte, a abóboda coroa a igreja”.

Centro geográfico da Igreja Católica Romana, o Vaticano possui algumas das mais preciosas obras de arte do mundo, sendo a organização mais rica do planeta.

Em um livro sobre os tesouros do Vaticano, The Vatican Billions (Os bilhões do Vaticano), Avro Manhattan observou que “a Igreja Católica é o maior poder financeiro, maior acumuladora de riquezas e a maior proprietária de terras atualmente. Possui mais riquezas materiais do que qualquer outra instituição, corporação, banco, truste gigantesco, governo ou estado do mundo inteiro. O papa, como governante desse imenso acúmulo de riquezas, é, consequentemente, o indivíduo mais rico do século XX e XXI. Ninguém tem condições de dizer precisamente quanto ele vale em termos de trilhões de dólares”.

Segundo o autor, a Santa Sé tem grandes investimentos com os judeus sionistas Rothschild na Inglaterra, França e Estados Unidos, e no Hambros Bank e Credit Suisse em Londres e Zurique. Nos Estados Unidos, tem holdings com o Morgan Bank, Chase-Manhattan Bank, First National Bank of New York, Bankers Trust Company e outros. Entre seus investimentos estão bilhões de ações das mais poderosas corporações internacionais, como Gulf Oil, Shell, General Motors, General Electric, IBM e outras. Segundo uma estimativa conservadora, a quantidade de investimentos é superior a 500 milhões de dólares só nos Estados Unidos.

Em um comunicado publicado recentemente, a arquidiocese de Boston declarou ativos no valor de US$ 635.891.004, o que representava 9,9 vezes o seu passivo. Com isso restava um patrimônio líquido de US$ 571.704.953. “Não é difícil descobrir a riqueza absolutamente impressionante da igreja”, disse Manhattan, “quando somamos as riquezas das vinte e oito arquidioceses e 122 dioceses nos Estados Unidos, algumas das quais são ainda mais ricas que a de Boston. Pode-se ter uma ideia das propriedades e outras formas de riqueza controladas pela Igreja Católica pela declaração de um membro da Conferência Católica de Nova Iorque, segundo a qual sua igreja ‘provavelmente só perde para o governo dos Estados Unidos no volume de compras anuais’.”

Essas estatísticas indicavam que a Igreja Católica Apostólica Romana, uma vez calculados todos os ativos, era o corretor mais incrível do mundo. A Santa Sé, independentemente do papa que estivesse ocupando o cargo, foi se voltando cada vez mais para os Estados Unidos. Um artigo do Wall Street Journal disse que os negócios financeiros do Vaticano só nos Estados Unidos eram tão grandes, que frequentemente envolviam a compra ou venda de ouro em lotes de um milhão de dólares ou mais de cada vez.

Segundo a United Nations World Magazine, o tesouro do Vaticano chegava a vários bilhões de dólares em ouro. Boa parte dele estava armazenada em lingotes no Federal Reserve Bank dos Estados Unidos, e o restante em bancos da Suíça e Inglaterra. A riqueza do Vaticano apenas nos Estados Unidos era maior do que a das cinco corporações mais ricas do país.

A Família Mais Poderosa (E Uma Das Mais Perigosas) Do Mundo: Os Rothschild. Você não pode realmente entender o que acontece no mundo se você não estudar “A Família” por excelência: Os Rothschilds … >> Leia também: A história cronológica dos Illuminati e da Nova Ordem Mundial (NWO)

Illuminatis: Warren Buffet, Arnold Schwarzenegger, & Jacob Rothschild.

Jeffrey J. Rothschild

Algumas de suas “humildes” propriedades…

A Igreja Apostólica Católica Romana acumulou durante séculos de existência muitos tesouros que não são do conhecimento público. Muitos destes tesouros se tratam de artes sacras, e documentos antiquíssimos que conta a história de personagens que fizeram a história da cristandade. Muitos cristãos esqueceram das palavras do Senhor Jesus Cristo que o Seu reino não é deste mundo e de que não devemos ajuntar tesouro na Terra. Muitos papas viveram em suntuosos castelos e sempre amaram o poder temporal e secular. Uma vergonha para o Cristianismo. 

Assista: Documentário – Acesso Secreto – (The Secrets of The Vatican) – O Vaticano – 2011

VATICANO MUITO OURO E PODER

VATICANO MUITO OURO E PODER por Scribeofgodvaldemir

>> Leia também: ROMA PAPAL: MUITO OURO E PODER >> Leia também: Banco do Vaticano é o principal acionista da maior indústria de armamentos do mundo, a Pietro Beretta! >> Leia também: Antes, durante e depois da Reforma Protestante: pessoas fiéis ao Senhor Jesus Cristo que afirmaram com todas as letras que Roma Papal é o sistema do Anticristo!

A alta Cabala que controla o mundo… Você não pode realmente entender o que acontece no mundo se você não estudar “A Família” por excelência: Os Rothschilds …

[Por Infowars] – Carta escrita de Londres pelos Rothschilds aos seus agentes de Nova York apresentando seu método bancário a América: “Os poucos que podem entender o sistema estarão ou tão interessados em seus lucros, ou tão dependentes de seus favores, que não haverá oposição dessa classe, enquanto, por outro lado, esse grande conjunto de pessoas, mentalmente incapazes de compreender a tremenda vantagem que o capital suga do sistema, suportará seu fardo sem se queixar e, talvez, sem mesmo suspeitar que o sistema é inimigo de seus interesses.”

Nathan Rothschild disse a um Comitê Secreto da Câmara dos Comuns (Parlamento Inglês) sobre a questão em 1819: “Em que ramo dos negócios o senhor está? – Principalmente na linha de bancos estrangeiros. “Tenha a bondade de relatar ao comitê em detalhes, o que o senhor entende que será a consequência de uma dívida imposta sobre o Banco [da Inglaterra, que ele possuía] para retomar os pagamentos em dinheiro com o término em um ano a partir da data atual? – Eu não acho que isso possa ser feito sem um grande sofrimento para este país; isso seria uma grande dose de maldade; nós mesmos não podemos realmente saber que prejuízo isso poderia causar. “Tenha a bondade de explicar a natureza do prejuízo, e de que maneira isso seria produzido? – O dinheiro será tão escasso, cada artigo nesse país cairá de forma tão grande, que muitas pessoas ficarão arruinadas.”

O diretor do Tesouro Nacional da Prússia escreveu em uma visita a Londres que Nathan Rothschild tinha já em 1817: “…, incrível influência sobre todos os assuntos financeiros aqui em Londres. É amplamente afirmado…, que ele regulamenta inteiramente a taxa de juros na City (distrito de negócios em Londres). Seu poder como banqueiro é enorme.”

O secretário do príncipe austríaco Mettemich escreveu dos Rothschilds, já em 1818, que: “… eles são as pessoas mais ricas na Europa.”

Referindo-se a James Rothschild, o poeta Heinrich Heine disse: “Dinheiro é o deus de nosso tempo, e Rothschild é seu profeta.”

James Rothschild construiu sua fabulosa mansão, chamada Ferrilres, 30 quilômetros a nordeste de Paris. Wilhelm I, a primeira vista dela, exclamou: “Reis não poderiam arcar com uma dessas. Só poderia pertencer a um Rothschild!”

O autor Frederic Morton escreveu que os Rothschilds tinham: “conquistado o mundo mais completamente, mais perspicazmente, e muito mais duradouramente do que todos os césares antes…”

Como Napoleão assinalou: “Terrorismo, Guerra e Bancarrota são causadas pela privatização do dinheiro, emitido como débito e composto por juros” – ele cancelou débitos e juros na França – daí a Batalha de Waterloo.

Alguns escritores têm afirmado que Nathan Rothschild “advertiu que os Estados Unidos se achariam envolvidos na mais desastrosa guerra se a carta-patente do banco não fosse renovada.” (vocês veem a similaridade aqui? Se vocês não jogarem o jogo um desastre econômico cairá sobre vocês e vocês serão destruídos.)

“Não há senão um único poder na Europa e esse é Rothschild.” Um comentarista francês do século 19.

Lord Rothschild (parente dos Rockefellers e Rothschilds) em seu livro The Shadow of a Great Man (A Sombra de um Grande Homem) cita uma carta enviada de Davidson, em 24 de junho de 1814 para Nathan Rothschild, “Enquanto uma casa for como a sua, e enquanto você trabalhar junto com seus irmãos, nenhuma casa no mundo será capaz de competir com você, causar prejuízo a você ou tirar vantagem de você, porque juntos vocês podem superar e realizar mais do que qualquer casa no mundo.” A proximidade dos irmãos Rothschild é vista em uma carta de Soloman (Salmon) Rothschild para seu irmão Nathan em 28 de fevereiro de 1815, “Nós somos como o mecanismo de um relógio: cada parte é essencial…” (2) Essa proximidade é depois vista naqueles dos 18 casamentos feitos pelos netos de Mayer Amschel Rothschild – 16 foram contraídos entre primos de primeiro grau.

“Centralização de créditos nas mãos do estado, por meio de um banco nacional com capital do estado e um monopólio exclusivo.” O Manifesto Comunista. No caso da revolução Bolshevik, o Banco Chase dos Rothschild/Rockefellers possuíam o estado. Nos Estados Unidos, os donos do FED “possuem” o estado.

O ditado favorito dos Rothschild que junto com os Rockefellers são as maiores dinastias bancárias Illuminati: “Quem controla a emissão de dinheiro controla o governo!”

Nathan Rothschild disse (1777-1836): “Eu não me importo com qual marionete é posto no trono da Inglaterra para governar o império. O homem que controla a oferta de dinheiro da Inglaterra controla o Império Britânico e eu controlo a oferta de dinheiro da Inglaterra.”

Rockefeller supostamente disse: “A competição é um pecado”. “Nada possuir. Controlar tudo”. Porque ele quer centralizar o controle de tudo e escravizar a nós todos, ou seja, o moderno faraó ou Nimrode.

Os Rothschild estiveram por trás da colonização e ocupação da Índia e à companhia British Petroleum pertencente aos Rothschild foram garantidos direitos ilimitados a todo petróleo ao longo da costa indiana, que ainda são válidos nos dias de hoje.

“Dê-me o controle dos créditos de uma nação, e não me importa quem faz as leis.” A famosa afirmação prepotente de Nathaniel Meyer Rothschild, falando a um grupo de banqueiros internacionais em 1912: “Os poucos que poderiam entender o sistema (cheque, dinheiro, créditos) ou estarão tão interessados nos lucros, ou tão dependentes de seus favores, que não haverá oposição dessa classe, enquanto por outro lado, a grande massa de pessoas mentalmente incapazes de compreender a tremenda vantagem que o capital suga do sistema, carregará os fardos sem queixa, e talvez sem mesmo suspeitar que o sistema é inimigo de seus interesses.” A afirmação prepotente do irmão Rothschild de Londres.

Estas pessoas são os gênios principais e conspiraram para a criação do ilegal Federal Reserve Bank em 1913: Theodore Roosevelt, Paul Warburg – Representante de Rothschild, Woodrow Wilson – Presidente dos Estados Unidos, assinou a lei do FED, Nelson W. Aldrich – Representante de Rockefeller, Benjamin Strong – Representante de Rockefeller, Frank A. Vanderlip – Representante de Rockefeller, John D. Rockefeller – o próprio Rockefeller, Henry Davison – Representante de J.P. Morgan, Charles Norton – Representante de J.P. Morgan.

No século passado, membros das dinásticas famílias bancárias da Sociedade Fabiana Inglesa na City de Londres financiaram a tomada de poder comunista da Rússia. Trotsky em sua biografia se refere a alguns dos empréstimos destes financistas ingleses que remonta a 1907. Por volta de 1917 os maiores subsídios e financiamentos para a Revolução Bolshevik eram coordenados e arranjados por Sir George Buchanan e Lord Alfred Milner. [sem dúvida usando dinheiro do legado de ouro e diamante da África do Sul de Cecil Rhodes]. O sistema comunista na Rússia foi uma “Experiência inglesa” planejada para no final das contas se tornar o modelo socialista Fabiano para a tomada de poder britânico do mundo através das Nações Unidas e da União Europeia. O plano britânico para a tomada de poder do mundo e trazer a “Nova Ordem Mundial” começou com os ensinamentos de John Ruskin e Cecil Rhodes na Universidade de Oxford. Rhodes em um de seus testamentos em 1877 deixou sua vasta fortuna para Lord Nathan Rothschild como curador para organizar o Programa Rhodes Scholarship em Oxford para doutrinar jovens graduados promissores para o propósito, e também estabelecer uma sociedade secreta [Real Instituto Internacional de Assuntos Internacionais RIIA, que se ramificou na Távola Redonda, os Bilderbergers, o CFR, a Trilateral, etc] para liderança nos negócios e líderes bancários ao redor do mundo que trabalhariam para a City para trazer seu governo mundial socialista.

Rothschild nomeou Lord Alfred Milner para implementar o plano.

Benjamin Freedman (Friedman) disse isso em 1961, em Washington (ele era um milionário íntimo das organizações sionistas internacionais, amigo de 4 presidentes americanos e era também parte dos 117 homens fortes da delegação sionista na assinatura do Tratado de Versalhes em 1919 onde a Alemanha foi forçada a falência e ao caos social pelos banqueiros sionistas): “Dois anos após o início da Primeira Guerra Mundial, a Alemanha, que então estava ganhando a guerra, ofereceu a Inglaterra e a França a negociação de um acordo de paz, mas os grupos sionistas alemães percebendo a oportunidade fizeram um acordo com a Inglaterra para fazer os Estados Unidos entrar na guerra se a Inglaterra prometesse dar a Palestina aos sionistas.”

Em outras palavras, eles fizeram esse acordo: “Nós conseguimos que os Estados Unidos entrem na guerra como aliado de vocês. O preço que vocês têm de pagar a nós é a Palestina depois que vocês ganharem a guerra e derrotarem a Alemanha, a Áustria-Hungria e a Turquia.” Eles fizeram essa promessa em outubro de 1916. E pouco depois disso – eu não sei quantos aqui se lembram disso – os Estados Unidos, que eram quase totalmente pró-alemanha porque os jornais e a mídia de comunicação de massa aqui eram controladas pelos banqueiros sionistas que possuíam os maiores bancos comerciais e os 12 bancos do Federal Reserve (os acionistas originais dos bancos da Reserva Federal em 1913 eram os Rockefellers, J.P. Morgan, os Rothschilds, os Irmãos Lazard, Schoellkopf, Kuhn-Loeb, os Warburgs, Lehman Brothers e Goldman Sachs, todos com raízes nos sionistas alemães como na família real inglesa, J.P. Morgan, Carnegie, Bush, Rumsfeld, Clintons, os nazistas que foram trazidos para a CIA, etc. http://land.netonecom.net/tlp/ref/federal_reserve.shtml) e eles eram pró-Alemanha porque queriam usar a Alemanha para destruir o Czar da Rússia e deixar que os comunistas que eles financiaram tomasse o poder. Os banqueiros sionistas da Alemanha – Rothschilds, Rockefeller, Kuhn Loeb e outras grandes firmas bancárias nos Estados Unidos se recusaram a financiar a França e a Inglaterra em um dólar sequer. Elas ficaram de lado e disseram: “Enquanto a Inglaterra e a França estiverem enlaçadas com a Rússia, nenhum centavo!” Elas despejavam dinheiro na Alemanha, lutando com a Alemanha contra a Rússia, para vencer o regime czarista. Os jornais tinham sido todos pró-Alemanha, onde eles tinham estado dizendo as pessoas das dificuldades que a Alemanha estava tendo lutando com a Inglaterra comercialmente e em outros aspectos, então depois de fazer o acordo com a Inglaterra pela Palestina, de repente os alemães não mais eram bons. Eles eram vilãos. Eles eram hunos. Eles estavam atirando em enfermeiras da cruz vermelha. Eles estavam cortando mãos de bebês. E eles não eram bons. Os sionistas em Londres enviaram mensagens para os Estados Unidos, para Justice Brandeis: “Vá trabalhar o Presidente Wilson. Nós conseguimos da Inglaterra o que queremos. Agora você vá trabalhar, e vá trabalhar o Presidente Wilson e trazer os Estados Unidos para a guerra.” E isso aconteceu. Logo depois o Presidente Wilson declarou guerra a Alemanha.

O poder da família Rothschild foi evidenciado em 24 de setembro de 2002 quando um helicóptero pousou na grama de Waddedson Manor, seu lar ancestral em Buckinhamshire, Inglaterra. Do lado de fora do helicóptero caminhava Warren Buffet, – apresentado como o segundo homem mais rico do mundo, mas na realidade um jogador da categoria mais baixa – e Arnold Schwarzenegger (o apalpador), naquela época candidato ao governo da Califórnia. Também presentes a esses dois dias de reunião dos financistas e homens de negócios mais poderosos do mundo hospedados por Jacob Rothschild estavam James Wolfensohn, presidente do Banco Mundial e Nicky Oppenheimer, presidente do conselho da De Beers. Arnold passou a segurar o governo de uma das maiores economias do planeta um ano mais tarde.

Que ele foi iniciado na classe dominante na mansão inglesa dos Rothschild sugere que o centro de gravidade do cartel de três centenas de trilhões de dólares é a Inglaterra e a Europa, não os Estados Unidos.

Um artigo recente no London Financial Times indica porque é impossível ganhar uma estimativa precisa dos banqueiros Trilionários. Discutindo a venda do investimento de Evelyn Rothschild na Rothschild Continuating Holdings, afirma-se: …[isso] requer acordo na avaliação de bens privados cujos valores nunca foram verificados no mercado público. Muitos desses investimentos são mantidos em uma rede complexa de estruturas que visam minimizar as consequências dos impostos (tax efficiency) ao redor do mundo.

As participações acionárias da Rainha Elizabeth II permanecem escondidas atrás de contas designadas. O jornal Guardian relatou em maio de 2002… “as razões para as bruscas variações nas avaliações de sua riqueza particular podem estar presas na discrição sobre seu portfólio de investimentos em ações. Isso é porque não há jeito de seus súditos conhecerem através do registro público de participações onde ela, como sua chefe de Estado, escolhe investir o dinheiro dela. Diferente dos membros do parlamento e agora os Lords, a Rainha não tem de declarar anualmente seus investimentos e como resultado seus súditos não podem questioná-la ou saber sobre potenciais conflitos de interesses… “. De fato, a Rainha até tem um mecanismo extra para assegurar que seus investimentos permaneçam secretos – uma companhia designada chamada Bank of England Nominees. Tem estado disponível por décadas para os chefes de Estado atuais do mundo inteiro para permitir a eles anonimato quando comprarem ações. Contudo, quando uma companhia publica um registro de ação e o Bank of England Nominees é listado, não é possível avaliar se a Rainha, o presidente Bush ou mesmo Saddam Hussein é o verdadeiro acionista.

Por esse método os mestres trilionários do universo permanecem escondidos enquanto a revista Forbes posta bilionários de categoria inferior como Bill Gates e Warren Buffett como os homens mais ricos do mundo. O assessor empresarial aposentado Gaylon Ross Sr., autor do Quem é Quem na elite global, tem recebido dicas de uma fonte particular que a riqueza combinada da família Rockefeller em 1998 era de aproximadamente 11 trilhões de dólares e dos Rothschilds de 100 trilhões de dólares. No entanto, algo do conhecimento de um insider da riqueza escondida da elite está contido neste artigo, “O dólar e a América cairão em agosto de 19?…” na página 1 da edição de 12 de julho de 2001 do jornal russo Pravda. O jornal entrevistou Tatyana Koryagina, uma pesquisadora bolsista sênior do Instituto de Pesquisas Macroeconômicas do Ministério do Desenvolvimento Econômico da Rússia (Minekonom) sobre o assunto de uma recente conferência a respeito do destino da economia americana:

Koryagina: A história conhecida da civilização é meramente a parte visível do iceberg. Há uma economia paralela, política paralela e também uma história paralela, conhecidas dos conspiralogistas. Há [invisíveis] forças atuando no mundo, irreversíveis para [os mais poderosos] países e até mesmo continentes.

Ashley Mote (União Europeia): “Senhor presidente, eu desejo chamar sua atenção para o Fundo de Título Global, criado no inicio dos anos 90 sob os auspícios de Jacob Rothschild. Esse é um fundo baseado em Bruxelas e não é um fundo comum: ele não comercializa, não está listado e tem um propósito totalmente diferente. Está sendo usado para propósitos de engenharia geopolítica, aparentemente sob a orientação de serviços de inteligência.” Eu anteriormente perguntei sobre o alegado envolvimento dos recursos da própria inteligência da União Europeia no gerenciamento de fundos de caixa dois em contas de paraísos fiscais, e eu ainda espero resposta. A essa questão eu agora acrescento uma outra: quais são as conexões da União Europeia com o Fundo de Título Global e qual relacionamento ele tem com as instituições da União Europeia? “Recentemente Ashley Mote da União Europeia (UE) fez essa pergunta volátil em uma reunião pública da UE, a questão nunca foi respondida, enquanto o Senhor Mote, meramente por perguntar essa questão, foi imediatamente apagado da lista de cartões de natal da Casa Branca e colocado na lista das dez principais listas de vítimas para serem eliminadas (por assassinato). A vaca de dinheiro dos Illuminati, pastando livremente nos pastos do papel moeda do mundo inteiro, não é chamada de “Elsie”, mas em vez disso é chamado Fundo de Titulo Global, um nome realmente significando na linguagem secreta do culto de Fundo Terrorista Global. Em termos simples, é um gigantesco fundo fiduciário ilegal, estimado por investigadores financeiros secretos estrangeiros em 65 trilhões de dólares, fundado para “os dias chuvosos dos Illuminati” e estabelecidos quando é desesperadamente necessário para um pouco de suborno, assassinatos e patrocínio de atividades terroristas mundo afora para desviar atenção de sua máfia bancária. Embora o fundo esteja oculto em segredos e tornado possível pelo sistema de Reserva Federal bancária da civilização ocidental, investigadores tentando bisbilhotar na arca do tesouro secreto dos Illuminati têm descoberto alguns fatos interessantes.

As famílias mais ricas do planeta Terra sempre têm a palavra final em cada grande golpe, pois são elas que os provocam.

“Existe um poder em algum lugar tão organizado, tão sutil, tão atento, tão entrelaçado, tão completo, tão disseminado e abrangente, que é melhor sempre abaixar muito bem a voz ao dizer qualquer coisa em condenação a ele.” (presidente Woodrow Wilson, 1913, citado no livro do Dr. Dennis Cuddy, “Secret Records Revealed” (Registros Secretos Revelados), pág. 24).

Eles sabem que há um poder em algum lugar tão organizado, tão sutil, tão atento, tão interligado, tão completo, tão penetrante, que é melhor não falar acima de sua respiração quando falarem em condenação a ele. ” – Woodrow Wilson, 28 presidente dos Estados Unidos (1856-1924) “.

“Então, meu caro Coningsby, você vê, que o mundo é governado por personagens muito diferentes do que imaginam aqueles que não estão por trás da cortina.”

Benjamin Disraeli, primeiro-ministro britânico (1804 – 1881).

O advento da revolução industrial, a invenção de um sistema bancário baseado na usura, e os avanços científicos e tecnológicos nos últimos três séculos tiveram três grandes consequências. 

Estes tornaram possível a incrível concentração de riqueza em poucas mãos, o que levou à construção de armas cada vez mais letais, culminando em armas de destruição em massa, tornando possíveis moldar as mentes de grandes parte das populações, através da aplicação de técnicas científicas na mídia e do controle dos sistemas escolares.

As famílias mais ricas do planeta Terra têm a palavra final em cada grande golpe, pois são elas que os desencadeiam. Sua área de atuação se estende por todo o mundo – e mesmo além; a sua ambição e ganância pela riqueza não conhece limites e fronteiras; e para eles a maior parte da humanidade é apenas lixo – “lixo humano“. Assim, um dos seus objetivos também é  despovoar o mundo e manter uma população muito menor do que temos hoje. (Um destes é o famoso e rico Bill Gates da Microsoft, que promove a ideia de vacinações forçadas para toda a população do mundo com vacinas contendo toxinas que não são para o bem da humanidade!(

Foi o Barão Nathan Mayer Rothschild (1840-1915), que uma vez disse: “Eu não me importo, com qual fantoche é colocado no trono da Inglaterra para governar o Império Britânico, no qual o sol nunca se põe. 

O homem que controla todo o volume de dinheiro da Grã-Bretanha, controla o Império Britânico e sou eu que controla todo  volume de dinheiro britânico.”

O que é verdade para o Império Britânico, é também o caso do Império dos EUA, que pelo Sistema de Reserva Federal, é controlado remotamente pela elite de Londres. Julgado em seu impacto, o Sistema da Reserva Federal (Banco Central dos EUA), é a fraude mais gigantesca na história humana.

 Estes homens “contrata “o cientista e tirar, como uma questão de direito, o poder, que o cientista cria através de suas invenções”. Este poder é então usado para seus próprios fins, pelo imenso custo humano e material para a humanidade. O objetivo deste punhado de homens, os membros das famílias mais ricas do planeta, a Elite, é uma Nova Ordem Mundial, um Governo Mundial , sob seu controle.

O sigilo e o anonimato seja parte integrante das operações da Elite como é crueldade absoluta, decepção profunda e a espionagem mais sórdido e chantagem.

AElite lança nações umas contra as outras, e visa a destruição da religião e outros valores tradicionais , cria o caos, deliberadamente espalha pobreza e miséria, e, em seguida, usurpa o poder de colocar os seus lacaios no lugar. Estas famílias “compram enquanto o sangue ainda está fluindo nas ruas” (Rothschild dictum). Wars, “revoluções” e assassinatos são parte de suas táticas para destruir a civilização tradicional e religiões tradicionais (como na Rússia soviética), acumular riqueza e poder, eliminar adversários, e prossiga incansavelmente para seu objetivo declarado, geração após geração.

Eles operam através de sociedades e organizações secretas e ostensivas. Professor Carroll Quigley escreveu: “Os poderes do capitalismo financeiro tinha outro objetivo muito maior, nada menos do que criar um sistema mundial de controle financeiro em mãos privadas para ser capaz de dominar o sistema político de cada país ea economia do mundo como um todo. 

“Este sistema deveria ser controlado de uma forma feudal pelos bancos centrais do mundo, atuando em conjunto, por acordos secretos, chegou no em reuniões privadas e conferências. …” O crescimento . do capitalismo financeiro tornou possível a centralização do controle da economia mundial e uso deste poder em benefício direto dos financiadores eo prejuízo indireto a todos os outros grupos econômicos “Winston Churchill, que acabou por ser” aborrecido com tudo isso “, escreveu por volta de 1920:

“Desde os dias de Spartacus-Weishaupt para aqueles de Karl Marx, para os de Trotsky, Bela Kun, Rosa Luxemburgo, e Emma Goldman, esta vasta conspiração mundial para a derrubada da civilização e da reconstituição da sociedade sobre a base do desenvolvimento preso, de malevolência invejosa e igualdade impossível, tem vindo a crescer. “Ele teve um papel definitivamente reconhecível na tragédia da Revolução Francesa.

Tem sido a mola mestra de cada movimento subversivo durante o século XIX, e agora, finalmente, esta banda de personalidades extraordinárias do submundo das grandes cidades da Europa e América tem dominado o povo russo pelos cabelos de suas cabeças, e tornaram-se praticamente os mestres incontestáveis ​​de que enorme império. 

“A alta Cabal Exposed por JFK Foi nos dias sombrios da Segunda Guerra Mundial que Churchill se refere à existência de um” High Cabal “que tinha trazido sobre derramamento de sangue sem precedentes na história da humanidade”. Churchill é também teria afirmado sobre a Elite:

“Eles têm transportado Lenin em um caminhão selado como um bacilo praga da Suíça para a Rússia …” (citado por John Coleman em O Instituto Tavistock de Relações Humanas, a Global Publicações 2006) Quem são “eles. ? Considere a declaração do presidente dos EUA John F. Kennedy (JFK) 1961 antes da mídia: “A palavra segredo é repugnante em uma sociedade livre e aberta, e nós somos como povo, inerentemente e historicamente contrário de sociedades secretas, juramentos secretos e procedimentos secretos.

Para nos opomos ao redor do mundo por uma conspiração monolítica e impiedosa, que se baseia principalmente no meio de operações secretas para expandir sua esfera de influência. “Depende de infiltração em vez de invasão, em subversão em vez de eleições, em intimidação em vez de livre escolha. Ele é um sistema que tem recrutado vastos recursos humanos e materiais para a construção de uma coesa, máquina altamente eficiente que combina militar, diplomática, inteligência, econômico, científico e operações políticas. “Suas preparações são escondidas, não publicadas, seus erros são enterrado, não encabeçado, e seus dissidentes são silenciados, não elogiou, nenhuma despesa é questionada, nenhum segredo revelado … Eu estou pedindo sua ajuda para a tremenda tarefa de informar e alertar o povo americano. “As sociedades secretas, juramentos secretos, procedimentos secretos, infiltração, subversão, intimidação – estas são as palavras usadas por JFK Em 4 de junho de 1963, JFK ordenou a impressão de Bilhetes do Tesouro em vez de dólar Federal Reserve notas (Ordem Executiva 11110).

Ele também ordenou que uma vez que estes tinham sido impressos, as notas da Reserva Federal seria retirada, e os títulos do Tesouro colocado em circulação. Poucos meses depois (22 de novembro de 1963) ele foi morto em plena luz do dia na frente de todo o mundo – seu cérebros apagado. Após a tomada do poder, o seu sucessor, o presidente Lyndon Johnson, imediatamente inverteu a ordem para mudar para títulos do Tesouro que mostram muito claramente por que JFK foi assassinado.

Outra ordem de JFK, para desengatar militarmente do Extremo Oriente, retirando dos EUA “assessores” do Vietnã, foi também imediatamente revertidos após sua morte.

Após a crise cubana JFK queria coexistência pacífica não-confronto com a União Soviética e isso significava que não as guerras no mundo. Ele sabia que a próxima guerra seria nuclear e não haveria vencedores. 

A indústria de defesa e os bancos que fazem o dinheiro da guerra pertencem ao Elite. O Elite assina uma filosofia hegeliana dialético, como apontado por Antony Sutton, em que eles trazem sobre “conflito controlado”. 

As duas guerras mundiais foram “conflitos controlados ‘! A sua arrogância, sua energia incessante, seu foco, seu desprezo pela vida humana, sua capacidade de planejar décadas de antecedência, para agir em que o planejamento, e seu sucesso contínuo são surpreendentes e fé- . tremendo.

Declarações de homens como Disraeli, Wilson, Churchill, JFK e outros não devem deixar qualquer dúvida na mente do leitor sobre quem controla o mundo.

 Presidente Franklin Delano Roosevelt escreveu em novembro de 1933 ao coronel Edward House: “A real verdade da questão é, como você e eu sabemos, que um elemento financeiro nos grandes centros tomou posse do governo desde os dias de Andrew Jackson.

Pode recordar-se que o presidente Andrew Jackson, nós, de 1829-1837, foi tão enfurecido pelas táticas dos banqueiros (Rothschild) que ele disse: “você é um antro de víboras. Tenho a intenção de derrotar você para fora e pelo eterno Deus que você irá retirar. Se as pessoas compreendessem a classificação injustiça de nosso dinheiro e sistema bancário, haveria uma revolução antes do amanhecer.” Estrutura de bloqueio do controle Elite

“Recorde-se que Andrew Jackson, presidente dos EUA de 1829-1837, ficou tão furioso com as táticas do banqueiros (Rothschilds) que disse: “Você é um antro das víboras. Tenho a intenção de derrotar você e pelo eterno Deus você irá se retirar.

Se as pessoas compreendessem a classificação injustiça de nosso dinheiro e sistema bancário, haveria uma revolução antes do amanhecer.”

Tem-se tornado bastante óbvio para muita gente, se não para a maioria, que os EUA não são uma democracia ou uma república, mas antes uma plutocracia dirigida por uma pequena elite à qual alguns chamam “os 1%”. Outros falam do “estado profundo”. Assim, minha primeira pergunta é a seguinte: Podia por favor gastar algum tempo para avaliar a influência e pode de cada uma das seguintes entidades, uma por uma? Em particular, pode especificar para cada uma se tem uma posição “top” na tomada de decisão, ou uma posição “média” na implementação da decisão na estrutura real do poder (lista sem qualquer ordem específica):

  • Federal Reserve
  • Grande banca
  • Bilderberg
  • Council on Foreign Relations
  • Skull & Bones
  • CIA
  • Goldman Sachs e bancos de topo
  • “100 famílias do topo” (Rothschild, Rockefeller, Dutch Royal Family, British Royal Family, etc.)
  • Israel Lobby
  • Maçons e suas lojas 
  • Big Business: Big Oil, Complexo militar-industrial, etc.
  • Outras pessoas ou organizações não listadas acima?

O cartel do Federal Reserve: As oito famílias

Os Quatro Cavaleiros da banca (Bank of America, JP Morgan Chase, Citigroup e Wells Fargo) são os donos dos Quatro Cavaleiros do Petróleo (Exxon Mobil, Royal Dutch/Shell, BP e Chevron Texaco); em sintonia com o Deutsche Bank, o BNP, o Barclays e outros monstros europeus das velhas fortunas. Mas o seu monopólio sobre a economia global não se esgota no xadrez do petróleo.

De acordo com o relatório 10-K para a SEC, os Quatro Cavaleiros da Banca estão entre os dez maiores acionistas de praticamente todas as empresas da Fortune 500. [1]   [NT 1]

Então quem são os accionistas destes centros bancários de dinheiro?


Esta informação é um segredo muito bem guardado. As minhas indagações junto das agências reguladoras da banca, no que se refere aos proprietários das acções dos 25 maiores bancos norte-americanos que possuem companhias, foram respondidas ao abrigo da Lei da Liberdade de Informação, antes de serem recusadas com base na “segurança nacional”. O que é bastante ridículo, na medida em que muitos dos accionistas da banca residem na Europa.


Um importante repositório da riqueza da oligarquia global que é dona destas companhias na posse da banca é a US Trust Corporation – fundada em 1853 e atualmente propriedade do Bank of America. Um recente director e curador honorário da US Trust Corporate foi Walter Rothschild. Outros diretores incluíram Daniel Davison do JP Morgan Chase, Richard Tucker da Exxon Mobil, Daniel Roberts do Citigroup e Marshall Schwartz do Morgan Stanley. [2]


J. W. McCallister, da indústria petrolífera com ligações à Casa de Saud, escreveu no The Grim Reaper que informações que obteve de banqueiros sauditas referiam que 80% do Federal Reserve Bank de Nova Iorque – de longe o ramo mais poderoso do Fed – estavam na posse de apenas oito famílias, quatro das quais residem nos EUA. São elas os Goldman Sachs, os Rockefellers, os Lehmans e os Kuhn Loebs de Nova Iorque; os Rothschilds de Paris e de Londres; os Warburgs de Hamburgo; os Lazards de Paris; e os Israel Moses Seifs de Roma.


O CPA Thomas D. Schauf confirma as afirmações de McCallister, acrescentando que dez bancos controlam todos os doze ramos do Federal Reserve Bank. Menciona o N.M. Rothschild de Londres, o Rothschild Bank de Berlim, o Warburg Bank de Hamburgo, o Warburg Bank de Amesterdã, o Lehman Brothers de Nova Iorque, o Lazard Brothers de Paris, o Kuhn Loeb Bank de Nova Iorque, o Israel Moses Seif Bank de Itália, o Goldman Sachs de Nova Iorque e o JP Morgan Chase Bank de Nova Iorque. Schauf lista William Rockefeller, Paul Warburg, Jacob Schiff e James Stillman como indivíduos que possuem grande quantidade de ações do Fed. [3] Os Schiffs são preponderantes no Kuhn Loeb. Os Stillmans no Citigroup, casaram-se no clã Rockefeller no início do século.


Eustace Mullins chegou às mesmas conclusões no seu livro ‘ The Secrets of the Federal Reserve’ , em que exibe gráficos ligando o Fed e os bancos seus membros às famílias Rothschild, Warburg, Rockefeller e outras. [4]


O controlo que estas famílias de banqueiros exercem sobre a economia global não pode ser sobrestimada e é intencionalmente um segredo bem guardado. O seu braço nos media empresariais é rápido a desacreditar qualquer informação que divulgue este cartel privado de banqueiros centrais como uma ‘teoria da conspiração’. Mas os factos subsistem.


A Casa de Morgan 


O Federal Reserve Bank nasceu em 1913, no mesmo ano em que morreu J. Pierpoint Morgan, descendente de banqueiro, e em que se formou a Fundação Rockefeller. A Casa de Morgan presidiu a finança americana a partir da esquina de Wall Street e Broad Street, praticamente como o banco central dos EUA desde 1838, quando George Peabody a fundou em Londres.


Peabody era sócio de negócios dos Rothschilds. Em 1952, o investigador do Fed, Eustace Mullins, avançou com a suposição de que os Morgans não eram mais do que agentes dos Rothschilds. Mullins escreveu que os Rothschilds “… preferiam operar anonimamente nos EUA por detrás da fachada de J.P. Morgan & Company”. [5]


O autor Gabriel Kolko afirmou, “as atividades de Morgan em 1895-1896 na venda de títulos do Tesouro dos EUA na Europa basearam-se numa aliança com a Casa de Rothschild.” [6]


Os tentáculos do polvo financeiro de Morgan envolveram rapidamente todo o globo. Morgan Grenfell operava em Londres. Morgan et Ce dominava Paris. Os primos Lambert de Rothschild criaram a Drexel & Company na Filadélfia.


A Casa de Morgan assistia aos Astors, aos DuPonts, aos Guggenheims, aos Vanderbilts e aos Rockefellers. Financiou o lançamento da AT&T, da General Motors, da General Electric e da DuPont. Tal como os bancos Rothschild e Barings com sede em Londres, o Morgan tornou-se parte da estrutura do poder em muitos países.


Em 1890, a Casa de Morgan emprestava dinheiro ao banco central do Egipto, financiava ferrovias russas, títulos do governo provincial brasileiro e projectos de obras públicas argentinas. Uma recessão em 1893 reforçou o poder de Morgan. Nesse ano Morgan salvou o governo dos EUA de um pânico bancário, formando uma união para escorar as reservas governamentais com uma injeção de 62 milhões de dólares em ouro Rothschild. [7]


Morgan foi a força motriz por detrás da expansão para oeste nos EUA, financiando e controlando as vias-férreas para oeste por intermédio de fundos fiduciários. Em 1879 a Ferrovia Central de Nova Iorque, de Cornelius Vanderbilt, financiada por Morgan, concedeu taxas preferenciais ao monopólio nascente da Standard Oil, de John D. Rockefeller, cimentando a relação Rockefeller/Morgan.


A Casa Morgan passou depois para o controlo da família Rothschild e Rockefeller. Um título do New York Herald dizia, “Reis do caminho-de-ferro formam monopólio gigantesco”. J. Pierpont Morgan, que em tempos afirmara, “A competição é um pecado”, passou a opinar alegremente, “Pensem nisso. Toda a concorrência do tráfego ferroviário a oeste de St. Louis colocada sob o controlo de cerca de trinta homens”. [8]


Morgan e o banqueiro Kuhn Loeb de Edward Harriman detinham o monopólio sobre os caminhos-de-ferro, enquanto as dinastias banqueiras Lehman, Goldman Sachs e Lazard se juntaram aos Rockefellers para controlarem a base industrial dos EUA. [9]


Em 1903, as Oito Famílias fundaram o Banker’s Trust. Benjamin Strong do Banker’s Trust foi o primeiro governador do Federal Reserve Bank de Nova Iorque. A criação do Fed em 1913 fundiu o poder das Oito Famílias com o poder militar e diplomático do governo dos EUA. Se os seus empréstimos no estrangeiro não fossem pagos, os oligarcas podiam contar com os Marines dos EUA para cobrar as dívidas. O Morgan, o Chase e o Citibank formaram uma união de empréstimos internacionais.


A Casa de Morgan era íntima da Casa Britânica de Windsor e da Casa Italiana de Sabóia. Os Kuhn Loebs, os Warburgs, os Lehmans, os Lazards, os Israel Moses Seifs e os Goldman Sachs também tinham ligações estreitas com a realeza europeia. Em 1895 Morgan controlava o fluxo do ouro dentro e fora dos EUA. A primeira vaga de fusões americanas estava na sua infância e estava a ser promovida pelos banqueiros. Em 1897 houve sessenta e nove fusões industriais. Em 1899 houve mil e duzentas. Em 1904, John Moody – fundador do Moody’s Investor Services – disse que era impossível falar dos interesses de Rockefeller e Morgan em separado. [10]


Surgiu a desconfiança do público em relação a este conluio. Muita gente considerava-os como traidores a trabalhar para as antigas fortunas da Europa. A Standard Oil de Rockefeller, a US Steel de Andrew Carnegie e os caminhos-de-ferro de Edward Harriman foram todos financiados pelo banqueiro Jacob Schiff do Kuhn Loeb, que trabalhava em estreita colaboração com os Rothschilds europeus.


Vários estados do oeste proibiram a entrada dos banqueiros. O pregador populista William Jennings Bryan foi por três vezes o candidato Democrata para presidente entre 1896 e 1908. O tema central da sua campanha anti-imperialista era que a América estava a cair numa ratoeira de “servidão financeira para com o capital britânico”. Teddy Roosevelt derrotou Bryan em 1908 mas, por causa deste incêndio populista que se ia alastrando, foi forçado a promulgar a Lei Sherman Anti-Monopólio. Depois, perseguiu o Monopólio da Standard Oil.


Em 1912, realizaram-se as audições Pujo, que trataram da concentração do poder em Wall Street. Nesse mesmo ano, Mrs. Edward Harriman vendeu as suas substanciais acções do Guaranty Trust Bank de Nova Iorque a J.P. Morgan, criando o Morgan Guaranty Trust. O juiz Louis Brandeis convenceu o presidente Woodrow Wilson a tentar pôr fim aos directorados interligados. Em 1914 foi aprovada a Lei Clayton Anti-Monopólio.


Jack Morgan – filho e sucessor de J. Pierpont – reagiu convidando os seus clientes Remington e Winchester a aumentar a produção de armas. Argumentou que os EUA precisavam de entrar na I Guerra Mundial. Incitado pela Fundação Carnegie e por outras frentes oligárquicas, Wilson cedeu. Como escreveu Charles Tansill em‘America Goes to War’, “Ainda antes do início do conflito, a firma francesa Rothschild Frères enviou um telegrama a Morgan & Company de Nova Iorque sugerindo o financiamento de um empréstimo de 100 milhões de dólares, grande parte do qual ficaria nos EUA para pagar as compras francesas dos produtos americanos”.


A Casa Morgan financiou metade do esforço de guerra dos EUA, enquanto recebia comissões para contratar fornecedores como a GE, a DuPont, a US Steel, a Kennecott e a ASARCO. Todos eles eram clientes Morgan. A Morgan também financiou a Guerra britânica dos Bóeres na África do Sul e a Guerra Franco-Prussiana. A Conferência de Paz de Paris, em 1919, foi presidida por Morgan, que liderou os esforços de reconstrução tanto dos alemães como dos aliados. [11]


Na década de 1930 reapareceu o populismo na América depois de o Goldman Sachs, o Lehman Bank e outros terem beneficiado da Queda da Bolsa de 1929. [12] O presidente da Comissão Bancária do Congresso, Louis McFadden (D-NY) disse sobre a Grande Depressão, “Não foi um acidente. Foi uma ocorrência cuidadosamente planeada… Os banqueiros internacionais pensaram criar uma situação de desespero aqui para poderem surgir como dominadores de todos nós”.


O senador Gerald Nye (D-ND), em 1936, presidiu a uma investigação sobre munições. Nye concluiu que a Casa de Morgan tinha feito os EUA mergulharem na I Guerra Mundial para proteger empréstimos e criar uma explosão na indústria de armamento. Nye produziu mais tarde um documento intitulado The Next War, que se referia cinicamente à “fraude contra a velha deusa da democracia”, através da qual o Japão podia ser utilizado para atrair os EUA para a II Guerra Mundial.


Em 1937, o secretário do Interior, Harold Ickes, alertou para a influência das “60 Famílias da América”. O historiador Ferdinand Lundberg posteriormente escreveu um livro exactamente com o mesmo título. O juiz do Supremo Tribunal, William O. Douglas, condenou, “a influência de Morgan… a mais perniciosa na indústria e na finança de hoje”.


Jack Morgan respondeu empurrando os EUA para a II Guerra Mundial. Morgan tinha estreitas relações com as famílias Iwasaki e Dan – dois dos clãs mais ricos do Japão – que são donos da Mitsubishi e da Mitsui, respectivamente, visto que estas empresas saíram dos xogunatos do século XVII. Quando o Japão invadiu a Manchúria, chacinando camponeses chineses em Nanking, Morgan minimizou o incidente. Morgan também tinha relações estreitas com o fascista italiano Benito Mussolini, enquanto que o nazi alemão Dr. Hjalmer Schacht foi uma ligação do Morgan Bank durante a II Guerra Mundial. Depois da guerra, representantes do Morgan encontraram-se com Schacht no Banco de Compensações Internacionais (BIS) em Basileia, na Suíça. [13]

A Casa de Rockefeller 

O BIS é o banco mais poderoso do mundo, um banco central global das Oito Famílias que controlam os bancos centrais privados de quase todos os países ocidentais e em desenvolvimento. O primeiro presidente do BIS foi o banqueiro Gates McGarrah de Rockefeller – funcionário do Chase Manhattan e do Federal Reserve. McGarrah era avô do antigo director da CIA, Richard Helms. Os Rockefellers – tal como os Morgans – tinham estreitas ligações a Londres. David Icke escreve em ‘ Children of the Matrix’ , que os Rockefellers e os Morgans eram apenas ‘mandaretes’ dos Rothschilds europeus. [14]

O BIS é propriedade do Federal Reserve, do Banco de Inglaterra, do Banco da Itália, do Banco do Canadá, do Banco Nacional Suíço, do Banco da Holanda, do Bundesbank e do Banco da França.

O historiador Carroll Quigley escreveu no seu livro épico ‘ Tragedy and Hope’ que o BIS foi produto de um plano, “para criar um sistema mundial de controlo financeiro em mãos privadas capaz de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo no seu todo… para ser controlado de modo feudal pelos bancos centrais mundiais, actuando concertadamente através de acordos secretos”.

O governo dos EUA tinha uma desconfiança histórica do BIS, e esforçou-se em vão pela sua destruição na Conferência Bretton Woods em 1944, após a II Guerra Mundial. Pelo contrário, o poder das Oito Famílias saiu reforçado, com a criação em Bretton Woods do FMI e do Banco Mundial. O Federal Reserve dos EUA só adquiriu acções no BIS em Setembro de 1994. [15]


O BIS detém pelo menos 10% das reservas monetárias de pelo menos 80 bancos centrais mundiais, do FMI e de outras instituições multilaterais. Funciona como agente financeiro de acordos internacionais, reúne informações sobre a economia global e serve de prestamista de último recurso para impedir um colapso financeiro global.


O BIS promove um programa capitalista fascista de monopólio. Concedeu um empréstimo a curto prazo à Hungria nos anos 90 para garantir a privatização da economia daquele país. Serviu de canal para as Oito Famílias financiarem Adolf Hitler – dirigido por J. Henry Schroeder dos Warburgs e pelo Banco Mendelsohn de Amesterdão. Muitos investigadores afirmam que o BIS está no nadir da lavagem de dinheiro da droga global. [16]


Não é por acaso que o BIS tem a sua sede na Suíça, esconderijo preferido para a riqueza da aristocracia global e sede da Loja Alpina P-2 da Maçonaria italiana e da Internacional Nazi. Outras instituições que as Oito Famílias controlam incluem o Fórum Económico Mundial, a Conferência Monetária Internacional e a Organização Mundial do Comércio.


Bretton Woods foi uma bênção para as Oito Famílias. O FMI e o Banco Mundial foram fundamentais para esta “nova ordem mundial”. Em 1944, as primeiras acções do Banco Mundial foram lançadas por Morgan Stanley e First Boston. A família francesa Lazard passou a estar mais envolvida nos interesses da Casa de Morgan. Os Lazard Frères – o maior banco de investimentos da França – é propriedade das famílias Lazard e David-Weil – descendentes dos antigos banqueiros genoveses representados por Michelle Davive. Um recente presidente e director executivo do Citigroup foi Sanford Weill.


Em 1968 a Morgan Guaranty lançou o Euro-Clear, um banco de compensação com sede em Bruxelas, para valores em eurodólares. Foi a primeira experiência automatizada do género. Houve quem chamasse ao Euro-Clear de “A Besta”. Bruxelas é a sede do novo Banco Central Europeu e da NATO. Em 1973, funcionários da Morgan reuniram-se secretamente nas Bermudas para ressuscitar ilegalmente a velha Casa de Morgan, vinte anos antes da revogação da Lei Glass Steagal. Morgan e os Rockefellers apoiaram financeiramente a Merrill Lynch, atirando-a para o grupo dos 5 Grandes da banca de investimentos norte-americana. Merrill faz actualmente parte do Bank of America.


John D. Rockefeller utilizou a sua riqueza petrolífera para comprar a Equitable Trust, que tinha absorvido vários grandes bancos e empresas nos anos 20. A Grande Depressão ajudou a consolidar o poder de Rockefeller. O seu Chase Bank fundiu-se com o Manhattan Bank de Kuhn Loeb para formar o Chase Manhattan, consolidando uma antiga relação familiar. Os Kuhn-Loebs tinham financiado – juntamente com os Rothschilds – a tentativa de Rockefeller para ser o rei do petróleo. O National City Bank de Cleveland forneceu a John D. o dinheiro necessário para entrar nesta monopolização da indústria petrolífera dos EUA. O banco foi identificado nas audições do Congresso como um dos três bancos de propriedade dos Rothschilds nos EUA durante a década de 1870, quando Rockefeller começou por incorporar a Standard Oil de Ohio. [17]


Um dos sócios de Rockefeller da Standard Oil era Edward Harkness, cuja família veio a controlar o Chemical Bank. Um outro era James Stillman, cuja família controlava o Manufacturers Hanover Trust. Estes dois bancos fundiram-se sob a égide de JP Morgan Chase. Duas das filhas de James Stillman casaram-se com dois dos filhos de William Rockefeller. As duas famílias também controlam uma enorme fatia do Citigroup. [18]


Na área dos seguros, os Rockefellers controlam o Metropolitan Life, a Equitable Life, a Prudential e a New York Life. Os bancos Rockefeller controlam 25% do ativo dos 50 maiores bancos comerciais norte-americanos e 30% do ativo das 50 maiores companhias de seguros. [19] As companhias de seguros – a primeira nos EUA foi fundada por maçons através da Woodman’s of America – desempenham um papel chave na lavagem do dinheiro da droga nas Bermudas.


As empresas sob o controlo de Rockefeller incluem a Exxon Mobil, a Chevron Texaco, a BP Amoco, a Marathon Oil, a Freeport McMoran, a Quaker Oats, a ASARCO, a United, a Delta, a Northwest, a ITT, a International Harvester, a Xerox, a Boeing, a Westinghouse, a Hewlett-Packard, a Honeywell, a International Paper, a Pfizer, a Motorola, a Monsanto, a Union Carbide e a General Foods.


A Fundação Rockefeller tem ligações financeiras estreitas com as Fundações Ford e Carnegie. Outras iniciativas filantrópicas da família incluem o Rockefeller Brothers Fund, o Instituto Rockefeller de Pesquisa Médica, o Conselho Geral da Educação, a Universidade Rockefeller e a Universidade de Chicago – que tem preparado um fluxo permanente de economistas de extrema direita como defensores do capital internacional, incluindo Milton Friedman.


A família possui o edifício Rockefeller Plaza, 30, onde todos os anos se ilumina a árvore de Natal nacional e o Rockefeller Center. David Rockefeller foi fundamental na construção das torres do World Trade Center. A principal casa da família Rockefeller é um deselegante complexo a norte do estado de Nova Iorque, conhecido por Pocantico Hills. Também possuem um duplex de 32 quartos na 5ª Avenida em Manhattan, uma mansão em Washington, DC, o Rancho Monte Sacro na Venezuela, plantações de café no Equador, várias fazendas no Brasil, uma propriedade em Seal Harbour, no Maine e casas de férias nas Caraíbas, no Havai e em Porto Rico. [20]


As famílias Dulles e Rockefeller são primos. Allen Dulles criou a CIA, deu assistência aos nazis, encobriu o assassínio de Kennedy à Comissão Warren e fechou um acordo com a Irmandade Muçulmana para criar assassinos controlados psicologicamente. [21]


O irmão John Foster Dulles presidiu às garantias falsificadas da Goldman Sachs antes da queda da bolsa de 1929 e ajudou o irmão a derrubar governos no Irão e na Guatemala. Eram ambos membros da Skull & Bones, do Council on Foreign Relations (CFR) e mações do 33º grau. [22]


Os Rockefellers foram decisivos na formação do Clube de Roma, orientado para a redução da população, na propriedade da família em Bellagio, Itália. Criaram a Comissão Trilateral na sua propriedade Pocantico Hills. A família é um dos principais financiadores do movimento eugênico que gerou Hitler, a clonagem humana e a atual obsessão pelo ADN na comunidade científica norte-americana.


John Rockefeller Jr. chefiou o Conselho da População até à sua morte. [23] O seu filho homônimo é senador pela Virginia Ocidental. O irmão Winthrop Rockefeller foi vice-governador do Arcansas e continua a ser o homem mais poderoso daquele estado. Numa entrevista em Outubro de 1975 à revista Playboy, o vice-presidente Nelson Rockefeller – que também foi governador de Nova Iorque – articulou a perspectiva paternalista da sua família, “Acredito plenamente no planeamento – no campo económico, social, político, militar, no mundo inteiro”.


Mas de todos os irmãos Rockefeller, foi David, o fundador da Comissão Trilateral (TC) e presidente do Chase Manhattan, quem levou a agenda fascista da família a uma escala global. Defendeu o Xá do Irão, o regime apartheid da África do Sul e a junta chilena de Pinochet. Foi o maior financiador do CFR, do TC e (durante a Guerra do Vietname) da Comissão para uma Paz Efectiva e Duradoura na Ásia – um contrato de bonança para os que não estavam envolvidos no conflito.


Nixon convidou-o para secretário do Tesouro, mas Rockefeller recusou o cargo, sabendo que o seu poder era muito maior ao leme do Chase. O autor Gary Allen escreve em ‘ The Rockefeller File’ que, em 1973, “David Rockefeller reuniu-se com 27 chefes de estado, incluindo os governantes da Rússia e da China Vermelha”.

02 Rothschild-FamilyApós o golpe do Nugan Hand Bank e da CIA, de 1975, contra o primeiro-ministro australiano Gough Whitlam, o seu sucessor designado pela Coroa britânica, Malcolm Fraser, correu aos EUA, onde se encontrou com o presidente Gerald Ford depois de ter conferenciado com David Rockefeller. [24]

“Mas seu monopólio sobre a economia global não termina na borda da mancha de óleo. De acordo com a empresa arquivamentos 10K para a SEC, o Four Horsemen of Banking estão entre os dez maiores acionistas de praticamente todos os Fortune 500 corporação.

“É bem sabido que, em 2009, das 100 maiores entidades econômicas do mundo, 44 eram empresas . A riqueza dessas famílias, que estão entre os principais acionistas de 10% em cada um deles, é muito além das economias nacionais. Na verdade, o PIB mundial total é de cerca de 70 trilhões de dólares.

A riqueza da família Rothschild sozinha é estimado em trilhões de dólares. Assim é o caso com os Rockefellers que foram pelos Rothschilds.

Ramo Contemporâneo da família Rothschild Os EUA têm um PIB anual na faixa de 14-15 trilhões de dólares. Esta é uma insignificância. Antes da riqueza desses trilionários com o governo dos EUA e a maioria dos países europeus em dívida com a Elite, não tem temos nenhuma dúvida a respeito de quem é dono do mundo e quem a controla.

Para citar Eustace Mullins em seu livro A Ordem Mundial: ” Os Rothschilds governa os EUA através de suas fundações, o Conselho de Relações Exteriores, eo Sistema de Reserva Federal sem sérios desafios ao seu poder. “” campanhas políticas “Expensive são rotineiramente realizados, com os candidatos cuidadosamente selecionados que se comprometem com o programa da Ordem Mundial. “““ “Se eles se desviam do programa, eles tem um” acidente “, ou indiciado em alguma irregularidade financeira.” Os membros da elite operam em uníssono absoluta contra o benefício público, contra uma vida melhor para a humanidade em que o indivíduo é livre para desenvolver a sua criatividade inata, uma vida livre de guerra e derramamento de sangue. James Forrestal, o primeiro Secretário da Defesa de os EUA, tornou-se ciente de intriga Elite e tinha, de acordo com Jim Marrs, acumulado 3000 páginas de notas para ser usado para escrever um livro. Ele morreu em circunstâncias misteriosas e foi quase certamente assassinado. 

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Mundo desigual: Os 8 bilionários que têm juntos mais dinheiro que a metade mais pobre do mundo. Fosso entre ricos e pobres se revelou ‘bem maior’ do que o estimado, aponta estudo que usou dados de revista especializada e banco suíço.

(16/01/2017) – Os oito homens mais ricos do mundo possuem tanta riqueza quanto as 3,6 bilhões de pessoas que compõem a metade mais pobre do planeta, segundo a ONG britânica Oxfam.

A organização de assistência social afirmou que a comparação, questionada por críticos, é resultado de uma coleta mais precisa de dados, e que o fosso entre ricos e pobres se revelou “bem maior do que temia”.

Da esquerda para a direita, o clube dos homens mais ricos do mundo: Bill Gates, Amancio Ortega, Warren Buffett, Carlos Slim, Jeff Bezos, Mark Zuckerberg, Larry Ellison e Michael Bloomberg (Foto: Wikimedia Commons)

A divulgação do relatório da ONG coincide com o início do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

Mark Littlewood, do centro de estudos londrino Institute of Economic Affairs, disse que a Oxfam deveria se concentrar em sugestões para elevar o crescimento.

“Como uma organização ‘antipobreza’, a Oxfam parece estranhamente preocupada com os ricos”, afirmou o diretor-geral do centro de estudos, conhecido pela defesa da economia de mercado.

Direito de imagem Getty Images Image caption Grandes iates são peças de consumo recorrentes entre bilionários do planeta

Ben Southwood, chefe de pesquisa do Adam Smith Institute, outro centro de estudos de tendência conservadora, disse que não é o poder aquisitivo dos ricos que importa, mas o bem-estar dos pobres, que estaria aumentando a cada ano.

“Todo ano somos induzidos a erro pelas estatísticas de riqueza da Oxfam. Os dados são ok – vêm do (banco) Credit Suisse – mas a interpretação não é”, afirmou.

‘Encontro de elite’

O evento anual em Davos, um resort de esqui na Suíça, atrai muitos líderes políticos e empresários globais.

 Katy Wright, chefe de assuntos globais da Oxfam, afirmou que o relatório ajuda a organização a “desafiar as elites econômicas e políticas”.

“Não nos iludimos e sabemos que Davos nada mais é do que um mercado de palestras para a elite mundial, mas tentamos usar esse foco”, acrescentou.

Os oito bilionários mais ricos do mundo

1. Bill Gates (EUA): cofundador da Microsoft – US$ 75 bilhões

2. Amancio Ortega (Espanha): fundador da Inditex, da Zara – US$ 67 bilhões

3. Warren Buffett (EIA): maior acionista da Berkshire Hathaway – US$ 60,8 bilhões

4. Carlos Slim Helu (México): dono do Grupo Carso – US$ 50 bilhões

5. Jeff Bezos (EUA): fundador e principal executivo da Amazon – US$ 45,2 bilhões

6. Mark Zuckerberg (EUA): cofundador e principal executivo do Facebook – US$ 44,6 bilhões

7. Larry Ellison (EUA): cofundador e principal executivo da Oracle – US$ 43,6 bilhões

8. Michael Bloomberg (EUA): cofundador da Bloomberg LP – US$ 40 bilhões

O economista britânico Gerard Lyons afirmou que o foco na riqueza extrema “nem sempre mostra toda a situação” e que deveriam haver esforços para “garantir que o bolo econômico esteja crescendo”.

Contudo, ele disse considerar que a Oxfam está certa ao destacar companhias que podem estar alimentando a desigualdade com modelos de negócio “focados em gerar lucros cada vez maiores para donos ricos e executivos de ponta”.

Wright, da Oxfam, afirmou que a desigualdade econômica está dando combustível para uma polarização na política, citando como exemplos a eleição de Donald Trump nos EUA e a saída do Reino Unido da União Europeia.

‘Fatia justa’

“As pessoas estão insatisfeitas e cobrando alternativas. Sentem-se deixadas para trás porque não trabalham duro e não conseguem aproveitar o crescimento do país”, disse a diretora da ONG.

A Oxfam defende uma “economia mais humana”, e pressiona governos a combater a evasão fiscal e os lucros excessivos de executivos, com maior taxação da riqueza.

Também reivindica que líderes empresariais paguem “uma fatia justa de impostos” e ofereçam a seus funcionários quantias superiores aos salários mínimos dos países.

A ONG britânica produziu relatórios semelhantes nos últimos quatro anos. Em 2016, calculou que as 62 pessoas mais ricas do mundo detinham tanta riqueza quanto a metade mais pobre da população da Terra.

O número caiu para apenas oito neste ano porque há dados mais precisos, afirmou a Oxfam.

E ainda vale a afirmação, segundo a organização, de que a riqueza acumulada pelo 1% mais abastado da população mundial equivale à riqueza dos 99% restantes.

Alguns dos bilionários da lista já doaram boa parte de suas fortunas. Em 2000, Bill Gates e sua mulher, Melinda, criaram uma fundação privada que já distribuiu mais de US$ 44 bilhões.

Em 2015, Mark Zuckerberg e sua mulher, Priscilla Chan, prometeram doar 99% de sua riqueza ao longo de suas vidas, o que equivalia à época a US$ 45 bilhões.

É preciso ter renda e ativos estimados em US$ 71,6 mil (cerca de R$ 229 mil) para alcançar os 10% mais ricos do mundo, e US$ 744,3 mil (cerca de R$ 2,3 milhões) para figurar entre o 1% mais abastado.

O relatório da Oxfam é baseado em dados da revista de negócios Forbes e em um relatório do banco Credit Suisse sobre distribuição da riqueza global desde o ano 2000.

A pesquisa usa o valor dos ativos, principalmente bens e terras, menos dívidas, para determinar as “posses” das pessoas em questão. Os dados excluem salários e rendimentos.

A metodologia foi criticada por considerar, por exemplo, que um estudante com muitas dívidas mas grande potencial de ganhos no futuro seja pobre. [ Via: G1]

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Mundo caótico: A economia vive a maior crise em 80 anos. Ao mesmo tempo, o número de bilionários dobrou. Entenda por que – e os efeitos sobre a sua vida.

[FONTE: SUPEinteressante – 26 jan 2015) – As 67 pessoas mais ricas do mundo têm US$ 1,72 trilhão. Tanto dinheiro quanto os… 3,5 bilhões mais pobres. Metade de toda a humanidade.

Em 2014, um grupo de 130 pessoas se reuniu em Copenhague, capital da Dinamarca. Discutiram assuntos como economia global, mudanças climáticas, guerras. Fizeram previsões, debateram, traçaram estratégias. Parecia uma assembleia da ONU. Mas era um encontro do Grupo de Bilderberg: organização criada em 1954 para reunir as pessoas mais poderosas do planeta. Seu encontro anual, que não é aberto a ninguém da imprensa, reúne multibilionários e chefes de Estado e de Exércitos (este ano, os destaques foram o líder supremo da OTAN, aliança militar presente em 28 países, e o diretor-geral da NSA, a superagência de espionagem americana). “Estamos falando de uma rede global, mais poderosa do que qualquer país, e determinada a controlar a humanidade”, diz o russo Daniel Estulin, autor de um livro sobre o grupo. Ele pode estar exagerando um pouco. Mas é fato que os ultrarricos nunca tiveram tanta força. A economia mundial patina e não consegue se recuperar da megacrise de 2008, a maior dos últimos 80 anos. Ela começou com quebras de grandes bancos nos EUA, que deixaram um rombo estimado em US$ 2,7 trilhões, e se espalhou pelo planeta, gerando grandes ondas de desemprego e recessão – da qual as principais economias do mundo ainda não se recuperaram. Mas mesmo assim, em plena tempestade, o número de bilionários dobrou. Agora um pequeno grupo, com as 67 pessoas mais ricas do mundo, tem tanto dinheiro quanto os 3,5 bilhões de humanos mais pobres. É como se, financeiramente, metade do planeta coubesse dentro de um ônibus. A desigualdade de renda explodiu, e está se aproximando dos níveis que antecederam a Primeira Guerra Mundial. E isso tende a ser um problema para quase todo mundo.

Mas antes: como chegamos a esse ponto? Afinal, se o mundo está em crise, todos perdem, certo? Mais ou menos. Na verdade, as crises têm o poder de concentrar renda, deixar os ricos mais ricos. E é fácil entender o porquê. Quando as coisas apertam, pessoas e empresas são obrigadas a se desfazer do seu patrimônio. Vendem imóveis pela metade do preço, liquidam ações por menos do que valem e, claro, saem perdendo. Quem ganha são uns poucos – que têm dinheiro para comprar tudo isso. “Para cada novo milionário, há muito mais gente que perde dinheiro. Em geral, quem mais sofre são os pobres e a classe média”, diz Rodolfo Olivo, professor de finanças da USP. Os mais ricos compraram ações e empresas pagando pouco, logo no estouro da crise, e ganharam com isso. De 2009 para cá o índice Dow Jones, que mede as principais ações das bolsas americanas, subiu 149%.

Ao mesmo tempo em que aumentava a concentração de renda, a crise emperrou as economias e instigou movimentos como o Occupy Wall Street – que começou como um protesto de 100 mil pessoas no centro financeiro de Nova York e chegou a 1.500 cidades pelo mundo.

Tudo isso teve uma consequência inédita: fez um livro de economia virar best -seller. O Capital no Século XXI, escrito pelo economista francês Thomas Piketty, é um catatau de quase 700 páginas, que analisa as economias de 20 países ao longo de mais de um século. É denso, complexo, difícil de ler. Mas se tornou número 1 na Europa e nos EUA, com centenas de milhares de cópias vendidas. No Brasil, foi lançado em novembro e imediatamente alcançou o segundo lugar (só perdendo para a biografia do líder religioso Edir Macedo). Piketty tem chamado a atenção – e causado furor – porque demonstrou, com estatísticas, que a desigualdade social está aumentando. E apresentou uma explicação para esse fenômeno.

O contraste entre ricos e pobres não surge do nada. Ele vem de uma força elementar: a diferença entre o capital e o trabalho. O capital (dinheiro, imóveis, fábricas, ações, bens) pode ser investido e gerar mais capital. Já o trabalho não tem esse poder multiplicador. E aí, diz Piketty, r > g. Essa fórmula, que foi inventada por ele, é bem simples. O “r” é o ganho médio que o capital consegue obter em um ano, por meio de investimentos. Já o “g” representa a taxa de crescimento da economia. Ou seja: se r é maior que g, quem tem capital para investir sempre ganha mais do que a economia como um todo. E fica com uma fatia cada vez maior do bolo. Já quem trabalha e recebe salário, ou seja a maioria das pessoas, fica com menos. E como dizia o refrão daquela música, “o de cima sobe e o de baixo desce”.

Nem sempre foi assim. Entre as décadas de 1950 e 1970, o processo foi inverso. O crescimento da economia era maior que o ganho dos investimentos (ou seja, g > r). O mercado financeiro lucrava menos do que a `economia real¿, embalada pela reconstrução da Europa e a explosão de prosperidade nos EUA. A desigualdade diminuiu. Mas a onda virou, e a distância entre ricos e pobres voltou a crescer.

No final dos anos 70, os presidentes das 350 maiores companhias do mundo ganhavam, em média, 30 a 40 vezes mais que os funcionários de base. Hoje, a diferença de salário entre o presidente e o peão passa de 300 vezes. Nos Estados Unidos, o salário médio dos trabalhadores encolheu de US$ 4 mil para US$ 2.750 (em valores reais, descontando a inflação do período) entre 1978 e 2010. Já a remuneração do 1% mais rico disparou: foi de US$ 25 mil para US$ 83 mil.

No Brasil, a concentração de renda caiu nos últimos 20 anos. Mas ainda é brutal. Somos o 13º país mais desigual do mundo (veja quadro na página 40), só perdendo para nações muito pobres, como Botsuana, Namíbia e Haiti. “Quanto maior é a desigualdade, mais altas são as taxas de homicídio, de uso de drogas, mortalidade infantil, doenças psiquiátricas e até de obesidade”, diz Richard Wilkinson, diretor da ONG britânica The Equality Trust. Reduzir a diferença entre ricos e pobres não é apenas uma questão humanitária ou ideológica. É importante para a saúde da própria economia. E quem diz isso não são pregadores esquerdistas: é o Fundo Monetário Internacional, que publicou um estudo mostrando como a desigualdade extrema tende a gerar crises, e o World Economic Forum – que reúne 700 líderes econômicos globais e este ano elegeu a desigualdade como o grande problema do mundo atual. Até o papa Francisco andou palpitando a respeito: para ele, a desigualdade “provocará uma explosão da violência” no mundo se não for contida.

O dinheiro no poder.

Os donos do mundo aproveitaram a crise e exploraram a diferença entre capital e trabalho para aumentar suas fortunas. Mas também podem recorrer a outros meios, como a política. A história está recheada de casos de multibilionários que usaram suas fortunas para moldar o destino da humanidade – e ficaram ainda mais ricos fazendo isso. No século 19, o banqueiro Nathan Rothschild foi o grande instigador da derrota de Napoleão na batalha de Waterloo. Ele comprou a maior parte dos títulos emitidos pelo Exército inglês para financiar a guerra. Cheio de dinheiro, e portanto de armas, o Exército foi ao front e venceu. Rothschild foi a primeira pessoa na Inglaterra a ficar sabendo. Sem avisar ninguém, saiu vendendo seus títulos. Os outros investidores acharam que a Inglaterra tinha perdido a guerra, e também venderam os titulos que possuíam. Isso derrubou os preços deles. Rothschild aproveitou para recomprar tudo, pagando baratíssimo. No dia seguinte, quando o resto do país foi informado da vitória, o valor dos papéis disparou. E Rothschild multiplicou sua fortuna em 20 vezes. Ela chegou a US$ 350 bilhões, em valores atuais. Dá mais de quatro Bill Gates.

Hoje, a influência dos überricos na política é mais sutil, mas igualmente forte. Um bom exemplo é o Tea Party, que surgiu nos Estados Unidos em 2009 – à primeira vista, como movimento popular. De repente, milhares de americanos estavam nas ruas para protestar contra coisas que os incomodavam. Só que ninguém estava reclamando da falta de saúde ou educação, ou de 20 centavos a mais na passagem do ônibus. As reivindicações eram mais ao gosto de empresários e banqueiros: redução de impostos, liberação nas emissões de CO2 (que, segundo o Tea Party, não é o responsável pelo aquecimento global) e fim do sistema de saúde gratuito que Barack Obama tentava implantar nos EUA.

Com inclinações tão ostensivas, era difícil que a máscara não caísse. A imprensa americana logo descobriu que, na verdade, o Tea Party tinha sido criado e era financiado pelos irmãos David e Charles Koch – que estão entre as dez pessoas mais ricas do mundo. Só neste ano, eles já compraram 43.900 espaços publicitários em TVs e rádios dos Estados Unidos para difundir mensagens políticas e apoiar determinados candidatos. Quando foram flagrados como criadores do movimento, os irmãos Koch não se abalaram. Admitiram tudo, e disseram que seu objetivo é melhorar a “qualidade de vida” da sociedade.

No Brasil, são notórios os casos de empresas ou de milionários que dão dinheiro para financiar partidos políticos: são as controversas doações de campanha. Nas últimas eleições, elas ultrapassaram a marca de R$ 1 bilhão, segundo o TSE. As dez empresas que mais doaram (JBS, Bradesco, Itaú, OAS, Andrade Gutierrez, Odebrecht, UTC Engenharia, Queiroz Galvão, Vale e Ambev) financiaram 70% de todos os deputados federais eleitos – 360 de 513, segundo levantamento do jornal O Estado de S. Paulo.

As doações são permitidas por lei. Mas podem causar distorções. Imagine que você foi eleito deputado. Certo dia, sua secretária avisa que há duas pessoas esperando você. Uma é um cidadão qualquer. A outra é um empresário que doou alguns milhões para a sua campanha (e de cuja ajuda você vai precisar na próxima eleição). “Quem você se sentiria mais pressionado a receber?”, pergunta Claudio Abramo, diretor da ONG Transparência Brasil. “Os grandes doadores exercem uma pressão muito maior sobre os políticos.” Uma possível saída seria limitar ou proibir as doações privadas e financiar as campanhas com dinheiro público, como já acontece em países como Suécia e França. Isso ajudaria a conter a influência dos empresários. Mas a medida também tem seu lado polêmico, pois consumiria recursos públicos. O valor do financiamento poderia ser fixado por lei, obrigando as campanhas a gastar menos do que hoje. Isso enfrentaria grande resistência da classe política, e o financiamento público não é uma panaceia – pois candidatos mal-intencionados sempre poderiam receber dinheiro por fora, por meio de caixa 2.

De toda forma, quem tem força econômica nem sempre precisa manipular os políticos. Às vezes, pode obrigá-los a fazer as coisas. Como o megainvestidor George Soros, 24º. homem mais rico do mundo. Ele fez fortuna comprando e vendendo ações e títulos do mercado financeiro – doa a quem doer. Sua maior demonstração de poder foi a quebra do Banco da Inglaterra. O banco, que foi fundado no século 17, é o equivalente inglês ao nosso Banco Central. Controla a economia e a moeda. Em 1992, a Inglaterra tinha feito um pacto com outros países da Europa. Ela se comprometeu a manter sua moeda, a libra esterlina, numa cotação igual ou superior a 2,77 marcos alemães (o euro ainda não existia). Se o valor caísse abaixo disso, o Banco da Inglaterra era obrigado a intervir. O objetivo era reduzir as oscilações econômicas na Europa. Mas Soros viu nisso uma grande oportunidade para lucrar.

Sem chamar a atenção, ele foi pegando empréstimos e comprando libras esterlinas. Acumulou o equivalente a US$ 10 bilhões. Aí, no dia 16 de setembro de 1992, vendeu todas. Jogou tudo de uma vez no mercado. Como havia excesso de libras, a cotação delas despencou. Em pânico, o Banco da Inglaterra tentou aumentar os juros e comprar libras para defender a moeda. Mas Soros era mais forte. O governo inglês foi obrigado a abaixar a cabeça e aceitar a desvalorização da libra. No dia seguinte Soros recomprou, pagando menos, tudo o que tinha vendido – e ganhou US$ 1 bilhão com isso. O episódio ficou conhecido como “Quarta-feira Negra”. “Os grandes acertos de Soros foram saber quem iria perder”, escreve o historiador Niall Ferguson em A Ascensão do Dinheiro – A História Financeira do Mundo (Editora Planeta). Naquela ocasião, o perdedor foi a Inglaterra. Mas não foi o único caso do tipo. Esse jogo, em que grandes investidores forçam os países a desvalorizar suas moedas, começou na Tailândia, se espalhou por vários países da Ásia, chegou à Rússia e veio parar no Brasil. Em 1999, depois de sofrer um ataque similar, o Banco Central foi obrigado a abandonar o sistema de bandas cambiais, que estipulava uma variação máxima para a cotação do real.

E aí está outro problema da superconcentração de renda: ela permite que megainvestidores, como Soros, tenham força para mexer com a moeda de um país inteiro. Hoje, estima-se que haja mais de US$ 600 trilhões aplicados no mercado financeiro, dez vezes mais do que na chamada “economia real”. O dinheiro que fica dentro do mercado, e não é investido em empresas e projetos, só serve para fabricar mais dinheiro. Não movimenta a economia. “Não contribui para a inovação, a capacidade empresarial, a criação de empregos”, diz o economista Evilásio Salvador, professor da Universidade de Brasília.

A união faz a força.

Os ultrarricos nem sempre exercem seu poder na política, ou no mercado financeiro. Eles também influem sobre as coisas que você compra. Os produtos e serviços são fornecidos por um número cada vez menor de empresas – porque elas estão se juntando umas às outras. Entre 2002 e 2005, o Brasil teve uma média de 384 fusões e aquisições por ano, segundo estudo da consultoria Price Waterhouse Coopers (PwC). De 2006 a 2009, essa média subiu para 646. De 2010 a 2013, chegou a 783. A concentração empresarial está acontecendo no mundo inteiro, em todos os setores da economia. Por exemplo: no final dos anos 50, a França tinha 20 montadoras de automóveis. Hoje, apenas duas (Renault e Peugeot-Citroën), que foram absorvendo as demais. Na Itália, eram 19. Hoje, só uma (Fiat). Pesquisadores do Instituto Federal de Tecnologia da Suíça, em Zurique, estudaram as 43 mil maiores empresas do mundo – e mapearam todas as relações entre elas. Descobriram que um grupo muito pequeno manda numa parte enorme da economia global. “1% das empresas controla 40% de toda a rede”, diz James Glattfelder, um dos autores do estudo.

A concentração empresarial não é necessariamente ruim, mas pode ser. Imagine se só existisse uma marca de creme dental, por exemplo. Ela poderia cobrar bem caro e você seria obrigado a pagar, porque precisa escovar os dentes. Na prática, isso não tem acontecido. O mercado brasileiro de cerveja, por exemplo, é dominado pela AmBev (que tem 67,5%). Ela surgiu da fusão entre Brahma e Antarctica, as duas maiores cervejarias do País. Mas desde que foi criada, em 1999, os reajustes no preço da cerveja estiveram próximos da inflação, sem aumentos abusivos. “Hoje a concorrência é muito maior do que no passado”, diz o economista Rogério Gollo, especialista em fusões e aquisições da PwC. Com os carros, aconteceu a mesma coisa. Mesmo havendo menos fabricantes, os preços não subiram. A concentração empresarial não está doendo no seu bolso, pelo menos não ainda. Mas uma coisa está.

Efeito Mateus.

Os impostos. Quando pensamos neles, costumamos pensar no governo: o dinheiro que ele arrecada e os serviços públicos, como saúde e educação, que fornece em troca. O que pouca gente sabe é que, no Brasil, os ricos pagam proporcionalmente menos impostos do que o resto da sociedade. Soa incrível, mas é verdade. Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra o que acontece. Uma pessoa que ganha dois salários mínimos por mês gasta 53,9% da sua renda com impostos, que estão embutidos nos produtos que ela compra. Tem de trabalhar 197 dias por ano só para pagar impostos. Já alguém que recebe 30 salários mínimos paga apenas 29% – e trabalha 106 dias, quase a metade do tempo, para sustentar o governo (veja quadro na página ao lado).

Isso acontece porque, ao contrário do que acontece em países desenvolvidos, os impostos brasileiros estão mais concentrados nos produtos que as pessoas compram, e não no dinheiro que elas ganham. E essa característica é uma máquina de produzir desigualdade: porque os impostos tomam mais dinheiro daqueles que menos têm. “Isso onera os mais pobres, tornando-os mais pobres ainda”, diz Evilásio Salvador, da Universidade de Brasília. É o que os economistas chamam de Efeito Mateus (uma referência à passagem bíblica Mateus 25, 14-30: “Porque àquele que tem lhe será dado, e terá em abundância; mas ao que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado”).

Inverter essa lógica é difícil – afinal, os mais ricos têm poder para pressionar os políticos. Mas até alguns deles se dizem dispostos a mudar. O megainvestidor Warren Buffet, terceiro homem mais rico do mundo, sugeriu um plano ao presidente dos EUA. A proposta, que ficou conhecida como “The Buffett Rule” (Regra Buffett), criava um imposto de renda de pelo menos 30% sobre quem ganha mais de US$ 1 milhão por ano. Isso só afetaria 0,3% das pessoas. Mas arrecadaria US$ 36 bilhões. É um oceano de dinheiro (mais que todo o orçamento do Ministério da Educação brasileiro). A proposta foi à votação no Congresso, e perdeu. Segundo uma pesquisa da CNN, 72% dos americanos eram a favor dela.

Se nada mudar, a desigualdade no mundo tende a continuar crescendo (pois r > g, lembra?). É difícil prever as consequências disso. Mas uma delas pode ser a radicalização política. Um estudo feito por três universidades americanas (Columbia, Houston e Princeton) constatou que, quanto maior a desigualdade econômica num país, mais forte tende a ser a divisão entre os seus grupos de esquerda e de direita. E a história sugere que a superconcentração de recursos pode acabar em algum tipo de tumulto.

Já aconteceu. Houve um país que passou por um processo muito forte, e muito acelerado, de concentração de renda. Em apenas cinco anos, a fatia do bolo pertencente ao 1% mais rico cresceu 50%. A renda das demais pessoas caiu a ponto de prejudicar sua alimentação – e aumentar a mortalidade infantil em 16% em determinadas regiões do país. Seu líder fazia discursos cada vez mais inflamados, nos quais se dizia “inimigo do capitalismo”. Essa nação era a Alemanha. Seu líder, Adolf Hitler. A consequência, a Segunda Guerra Mundial.

Os 67 ultrarricos

(1) Bill Gates

US$ 80,9 BI – Microsoft – EUA

(2) Carlos Slim Helu & família

US$ 78,7 BI – América Móvil – México

(3) Warren Buffett

US$ 68,4 BI – Berkshire Hathaway (investimentos) – EUA

(4) Amancio Ortega

US$ 58,1 BI – Zara – Espanha

(5) Larry Ellison

US$ 48,8 BI – Oracle (software) – EUA

(6) Charles Koch

US$ 41,9 BI – Koch Industries (energia) – EUA

(7) David Koch

US$ 41,9 BI – Koch Industries – EUA

(8) Christy Walton & família

US$ 37,9 BI – Walmart – EUA

(9) Jim Walton

US$ 36,6 BI – Walmart – EUA

(10) Mark Zuckerberg

US$ 35,5 BI – Facebook – EUA

(11) Alice Walton

US$ 35,1 BI – Walmart – EUA

(12) S. Robson Walton

US$ 35,1 BI – Walmart – EUA

(13) Michael Bloomberg

US$ 34,5 BI – Bloomberg (mídia) – EUA

(14) Liliane Bettencourt & família

US$ 34.2 BI – L¿Oreal – França

(15) Sheldon Adelson

US$ 32,1 BI – dono de cassinos – EUA

(16) Li Ka-shing

US$ 31,3 BI – portos e empresas de plástico – Hong Kong

(17) Stefan Persson

US$ 30,4 BI – H&M (roupas) – Suécia

(18) Bernard Arnault & família

US$ 30,2 BI – LVMH (Louis Vuitton) – França

(19) Larry Page

US$ 29,9 BI – Google – EUA

(20) Sergey Brin

US$ 29,5 BI – Google – EUA

(21) Jeff Bezos

US$ 26,9 BI – Amazon – EUA

(22) Carl Icahn

US$ 25,5 BI – investidor – EUA

(23) Michele Ferrero & família

US$ 25 BI – Grupo Ferrero (chocolates) – Itália

(24) George Soros

US$ 24 BI – INVESTIDOR – EUA

(25) David Thomson & família

US$ 24 BI – Thomson Reuters (mídia) – Canadá

(26) Forrest Mars Jr.

US$ 23,1 BI – Mars INC. (CHOCOLATES) – EUA

(27) Jacqueline Mars

US$ 23,1 BI – Mars Inc. – EUA

(28) John Mars

US$ 23,1 BI – Mars Inc. – EUA

(29) Aliko Dangote

US$ 23 BI – Dangote Group (açúcar) – Nigéria

(30) Lee Shau Kee

US$ 22,4 BI – dono de hotéis e imóveis – Hong Kong

(31) Steve Ballmer

US$ 22,3 BI – Microsoft – EUA

(32) Mukesh Ambani

US$ 21,8 BI – Reliance Industries (energia e telecom) – Índia

(33) Al-Waleed Bin Talal Alsaud

US$ 21,5 BI – família real – Arábia Saudita

(34) Jorge Paulo Lemann

US$ 21,5 BI – 3G Capital (controladora da ambev) – Brasil

(35) Phil Knight

US$ 21,4 BI – Nike – EUA

(36) Michael Dell

US$ 21,1 BI – Dell – EUA

(37) Jack Ma

US$ 21 BI – Alibaba Group (comércio eletrônico) – China

(38) Len Blavatnik

US$ 19,7 BI – investidor – EUA

(39) Dilip Shanghvi

US$ 17,9 BI – Sun Pharmaceutical Industries – Índia

(40) Leonardo Del Vecchio

US$ 17,8 BI – Luxottica (óculos) – Itália

(41) Alisher Usmanov

US$ 17,5 BI – USM Holdings (mineração) – Rússia

(42) Tadashi Yanai & família

US$ 17,1 BI – Fast Retailing (varejo) – Japão

(43) Paul Allen

US$ 17 BI – Microsoft – EUA

(44) Masayoshi Son

US$ 16,8 BI – Softbank – Japão

(45) Michael Otto & família

US$ 16,6 BI – Otto GmbH & Co (varejo) – Alemanha

(46) Laurene Powell Jobs & família

US$ 16,6 BI – Apple, Disney – EUA

(47) Theo Albrecht Jr & família

US$ 16,5 BI – Trader Joe¿s (varejo) – Alemanha

(48) Charles Ergen

US$ 16,2 BI – Dish Network (TV por assinatura) – EUA

(49) Robin Li

US$ 16,1 BI – Baidu (internet) – China

(50) Gina Rinehart

US$ 15,9 BI – Hancock Prospecting (minérios) – Austrália

(51) Anne Cox Chambers

US$ 15,8 BI – Cox Enterprises (mídia) – EUA

(52) Mikhail Fridman

US$ 15,7 BI – Alfa-Bank – Rússia

(53) Joseph Safra

US$ 15,5 BI – Banco Safra – Brasil

(54) Viktor Vekselberg

US$ 15,4 BI – Renova Group (energia e telecom) – Rússia

(55) Susanne Klatten

US$ 15,3 BI – BMW – Alemanha

(56) Donald Bren

US$ 15,3 BI – Irvine Company (imóveis) – EUA

(57) Ray Dalio

US$ 15,2 BI – Bridgewater Associates (investimentos) – EUA

(58) Luis Carlos Sarmiento

US$ 15,1 BI – Grupo Aval (banco) – Colômbia

(59) Pallonji Mistry

US$ 15,1 BI – Shapoorji Pallonji Group (construção) – Índia/Irlanda

(60) Azim Premji

US$ 15,1 BI – Wipro (tecnologia) – Índia

(61) German Larrea Mota Velasco & família

US$ 14,8 BI – Grupo Mexico (mineração) – México

(62) Dieter Schwarz

US$ 14,7 BI – Schwarz Group (varejo) – Alemanha

(63) Ma Huateng

US$ 14,7 BI – Tencent (internet) – China

(64) Harold Hamm

US$ 14,6 BI – Continental Resources (energia) – EUA

(65) Lui Che Woo

US$ 14,5 BI – Galaxy Entertainment (hotéis e casinos) – Hong Kong

(66) Thomas & Raymond Kwok & família

US$ 14,5 BI – Sun Hung Kai (imóveis)Properties – Hong Kong

(67) Lakshmi Mittal
US$ 14,5 BI – ArcelorMittal (mineração e aço) – Índia

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