Por que 25 de dezembro? O Natal está chegando, então, saiba que…

Por Rogerio BuZZi

Evangelista Rogerio BuZZi

Evangelista e Teólogo Rogerio BuZZi.

…”E levou-me à entrada da porta da casa do Senhor, que está do lado norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando a Tamuz”… {Ezequiel 8:14}

As oferendas de crânios pendurados em galhos de árvore, de onde se originaram as nossas “inocentes” e “belas” bolas de árvore de natal, ainda hoje são praticadas por devotos da seita tântrica, na Índia.

Na foto abaixo, você vê alguns desses adoradores, segurando galhos de árvore em que estão pendurados crânios, como oferta para o(a) deus(a) Shiva, na esperança de obter o seu favor.

Essas cenas de um festival religioso anual chamado Gajan, foram registradas em 13 de abril de 2002 no remoto povoado de Kurmum, que fica 165 km a leste de Calcutá.

Esta prática remonta do culto babilônico ao Deus Molok, onde se praticavam orgias dantescas diante deste Deus, e filhos destes adoradores que não nasceram destas orgias eram sacrificadas vivas em fogo, nos braços de Molok.

Em determinado momento, este filho, já queimado, era levado aos adoradores, que comiam a carne do mesmo.

Diz-se que este culto, de comer a carne dos filhos, é de onde vem a doutrina da transubstanciação, onde, pelo sacrifício da Missa, (sim, o nome é este mesmo, sacrifício da missa, porque entende-se que a cada missa, Cristo é novamente crucificado).

Pela chamada doutrina da transubstanciação, (um dogma católico que dá ao padre o dom de gerar a vida, tirando a soberania de Deus e Seu Filho que são os únicos com poder para tal) o sacerdote, ao tocar na hóstia, literalmente a transforma na carne literal do Filho de Deus.

Oferece-a ao povo, que o come, mas não pode mastigar, que é exatamente o contrário da verdadeira santa ceia, onde o pão DEVE SER MASTIGADO, onde, simbolicamente, e apenas simbolicamente, representa Cristo que foi moído pelas nossas transgressões, e também a palavra de Deus que deve ser “comida”, também de forma simbólica pelo povo de Deus).

E este foi poderoso caçador diante da face do Senhor; por isso se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante do Senhor. Gênesis 10:9

A História mostra que Ninrode, fundador da torre de Babel, a quem a bíblia chama de poderoso caçador, morreu, e, em uma destas orgias oferecidas ao seu deus, sua esposa Semíramis, ficou grávida.

15193675_1696921117288791_3862940610368516248_nhgSem saber quem era o pai, atribuiu a paternidade do Filho a Ninrode, que de forma miraculosa desceu do céu e a engravidou.

Nascia aqui o culto paralelo ao culto de Deus, e as semelhanças com o ocorrido com Maria não é mera coincidência já que o diabo, não tendo a característica de criar, que pertence apenas a Deus, como criador, copia tudo que Deus faz.

Desta união nasceu Tamuz, no dia 25 de Dezembro (é sabido que Jesus nasceu em meados de outubro, na estação de outono local).

Em comemoração a Tamuz, a data do Natal é apresentada em 25 de Dezembro e como honra a Ninrod, sacrificavam-se pessoas, e penduravam seus crânios em pinheiros, significando o grande pinheiro, Ninrod, poderoso caçador.

A medida que o tempo passa, Satanás, vendo a ignorância nossa, vai dando seus recado de forma mais ousada e clara.

As cores do natal são o verde (pinheiro como símbolo de Ninrod) e vermelho (pecado e sangue), e as bolinhas vermelhas representam como dito, as cabeças ensanguentadas dos que morriam.

Mas, hoje, já apresenta ao mercado de hoje, bolinhas literalmente com caveira e ossos, contanto com nossa cegueira espiritual.

Deus abra nossos olhos e nos dê sabedoria para poder detectar as artimanhas do inimigo, e agir segundo Deus vê as coisas e nos ensina, e não segundo o mundo e o diabo nos apresenta.

Pense nisso, e que Deus seja contigo.

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por Júlio César Prado

Julio+Cesar+PradoPOR QUE 25 DE DEZEMBRO? (PARTE I) – institucionalmente, a data convencional do Natal de Cristo, seguido pela cristandade – o 25 de dezembro – não tem o menor indício bíblico. O leitor deve saber que a Era Cristã, devido ao erro do computista Dionísio, o Exíguo, deve ter-se iniciado aproximadamente no ano 4 A.C. É bom frisar o advérbio aproximadamente, pois Dionísio fixou a data da Natalidade em 25 de dezembro de 753 da fundação de Roma. Posteriormente descobriu-se que Herodes, o Grande, morrera em 1 de abril de 750 A.U.C. Ora, ele não podia ter morrido antes do nascimento de Cristo a quem perseguiu. Cristo deve, então, ter nascido entre 748 e 749 da fundação de Roma, muito provavelmente no fim do ano 5 ou começo do ano 4 A.C. Entretanto, por outras evidências, alguns pesquisadores inclinam-se para uma data no meio do ano romano, porque se o nascimento de Jesus ocorresse mesmo em dezembro, equivaleria ao nono mês judaico, o Quisleu (Kislev), inverno rigoroso, o que impossibilitaria os pastores estarem no campo com os rebanhos durante as frias vigílias da noite.

15337403_707226449429850_48648501158663847_nbNessa época os rebanhos, à noite, ficavam no aprisco. Seria mais viável uma data no meio do ano, entre Tamuz e Ab do calendário judaico. Tanto podia ser o ano 5 como o ano 4 A.C., mas a fixação exata do ano tem sido impossível. E a primeira dificuldade está precisamente na informação de S. Lucas 2:1 e 2, em que menciona o decreto de recenseamento publicado por César Augusto e cumprido por Quirino, governador da Síria. Há aparentemente grave discrepância entre a cronologia histórica e a informação de Lucas.

Descobriu-se recentemente um documento denominado Res Gestae Divi Augusti (Atos Administrativos) do Imperador (divino Augusto), e na seção I, S 8 se tem a informação de que Augusto (Otávio) realizou durante seu reinado três levantamentos demográficos no Império Romano, respectivamente entre 28 A.C., 8 A.C. e 14 A.C. E nenhum dos três censos coincide com a época pretentida por Lucas, a qual se admite tenha sido entre 5 e 4 A.C., quando José e Maria foram a Belém, a fim de se alistarem.

Além do mais, Quirino, segundo nos informa Flávio Josefo (Antiguidades, XVIII, 1,1) assumiu o cargo de governador da Síria no ano 6 A.C. Aí está o problema. César Augusto emitiu o decreto (mais aproximado da data do nascimento de Cristo) em 8 A.C., e Quirino, ainda segundo o mesmo Flávio Josefo (Antiguidades, XVIII, 1,1; 2,1, XX, 5,2), empreendeu um recenseamento na Judeia cerca dos anos 6 e 7 A.D., e até menciona uma insurreição conduzida por Judas Galileu em oposição ao recenseamento, e isto também é mencionado em Atos 5:37. Este recenseamento ocorreu logo após a deposição de Arquelau (como governador da Judeia, e sucessor de Herodes, o Grande), e a Judeia se havia incorporado à província romana da Síria (CONTINUA)…

POR QUE 25 DE DEZEMBRO? (PARTE II) – Ainda em relação ao ano do nascimento do Redentor, há a teoria baseada na “estrela dos Magos”, que alguns, sem mais detido exame, aceitam como válida. A ideia surgiu com o astrônomo Kepler, que afirmou ter havido no ano 747 da fundação de Roma (o que equivale ao ano 7 A.C.), uma conjunção dos planetas Júpiter e Saturno no signo de Peixes, e no ano seguinte também Marte se juntou ao grupo.

15337398_707231279429367_7918318349838314106_ngSegundo aquele astrônomo, essa conjunção seria possivelmente a estrela dos magos. As teorias de Kepler e outras similares são facilmente diluídas. A palavra grega para designar a estrela é “aster”, que significa exatamente estrela, no singular, e não “astron” que deveria ser usado para designar um “grupo” de estrelas. Os dois planetas conjuncionados, de maneira nenhuma, poderiam aparecer como uma estrela. Esta ia adiante dos magos, em direção a Belém, e deteve-se sobre o presépio e depois apagou-se.

Cremos que aqui ocorreu um milagre, como diz John A. Broadus, em seu Comentário ao Evangelho de Mateus: “O sobrenatural é aqui facilmente admissível, uma vez que houve muitos milagres em conexão com o nascimento do Salvador. E a visita dos magos era um evento de tão grande significado moral, que seria próprio vir associado a um milagre”. Não cabe às teorias astronômicas para explicar o fato, pois, as estrelas movem-se de leste para oeste, da mesma forma que os cometas, mas no caso bíblico, ela se movia de Jerusalém a Belém, isto é de “norte a sul”, totalmente em desacordo com a mecânica celeste.

As indicações do Evangelho de S. Mateus nos permitem crer que a estrela era especial. Há quem admita ter sido formada por anjos resplandecentes. J. Beatty Lowell diz que o fenômeno foi preparado para guiar os magos, assim como, no Êxodo, Deus guiava os israelitas de dia por uma nuvem e de noite por uma coluna de fogo. Foi algo sobrenatural (CONTINUA)…

POR QUE 25 DE DEZEMBRO? (PARTE III) – Para começar, John Davis é taxativo: “A data de 25 de dezembro, como natalício de Jesus, começou no quarto século, sem autoridade que a justifique”. O Conciso Dicionário Bíblico diz: “Não há evidência alguma quanto à data de 25 de dezembro”. O manual Bíblico (de Halley) afirma (pág. 435): “Celebra-se atualmente o Natal a 25 de dezembro. Não há, na Bíblia, nada que indique essa data. Apareceu primeiro no Ocidente, como dia do nascimento de Jesus no quarto século.

15400989_707391262746702_2748858298865465601_ngNo Oriente era o dia 6 de janeiro. O fato de se agasalharem os pastores com os seus rebanhos no campo, ao ar livre, da primavera ou outono, e não de ordinário no inverno, sugere que Jesus pode não ter nascido nessa estação fria”. Segundo Hermann Usener, grande pesquisador alemão, a celebração da Natividade originalmente era feita em todas as partes no dia 6 de janeiro. Depois foi alterada, em Roma, em 353 ou 354 A.D. pelo papa Libério, para o dia 25 de dezembro, ficando a data de janeiro para a Epifania.

De Roma a observância de 25 de dezembro difundiu-se para o Oriente, sendo bem aceita pelos ortodoxos, que viam nessa data um meio de realçar o fato de Jesus ter nascido Filho de Deus, desfazendo assim a heresia adocionista. O que importa agora, muito mais do que a data, seria o modo de celebrar o Natal 25 de dezembro ou não, o fato é que Jesus Cristo, Filho de Deus, nasceu um dia como Homem entre os homens, viveu vida santa, repartiu com os famintos o Seu pão, socorreu os desvalidos, consolou os aflitos e atribulados, e, finalmente, rendeu a vida em favor do homem. Bem celebrar-Lhe a data que pretenderia honrar o Seu nascimento, seria fazer como Ele fez. E quanto é possível aos homens imitá-Lo no mundo hoje! (CONTINUA)…

POR QUE 25 DE DEZEMBRO? (FINAL) – A adoração ao Sol foi sempre o culto mais absorvente no mundo inteiro antes do advento do cristianismo. Na Pérsia, o deus-Sol tinha o nome de Mitra, sendo o seu culto denominado “mitraísmo”. No Egito tomava a forma de diferentes divindades, como Amon, Aton, Ptá, e principalmente Amon-Ra, ou simplesmente Ra.

15317965_707405522745276_5009240972111346344_nbNos tempos do Velho Testamento encontramos indícios do culto ao Sol entre os próprios israelitas apóstatas, fato que o profeta apresenta como sendo a mais grosseira forma de idolatria que se poderia imaginar (Ezequiel 8:16). Os povos do passado sempre associaram o Sol aos prodígios da vida, a ele atribuindo a manutenção da existência de todos os seres. Seu culto era praticado em meio a diversas solenidades, quase sempre envolvidas com desbragada imoralidade.

O culto solar começava sempre com o solstício do inverno, quando parecia que o deus dos deuses, o grande doador da vida, ia-se afastando dos mortais. Tinham início então as festividades invocativas do Sol, pedindo que ele voltasse para os homens. Em Roma, tais solenidades (embora conhecidas como saturnais, ou saturnálias, eram festas solares) começavam a 21 de dezembro, o ponto máximo do solstício, e culminavam com o 25 de dezembro, quando tinha lugar então a grande festa da vitória, quando a luz solar começava a prevalecer sobre as trevas hibernais. Era o natal do grande deus, o chamado “Natale Solis Invicti”.

Os dias começavam então a se tornar mais longos e a prevalecer sobre a noite. Nas terras nórdicas era costume acenderem-se fogueiras para comunicar força ao Sol, a fim de que pudesse triunfar. Durante os primeiros séculos, os dirigentes da igreja recusaram associar qualquer solenidade religiosa às diversas datas atribuídas pelo povo como sendo a do nascimento de Cristo. Mas a política de contemporização com o paganismo resultou adotarem os dirigentes da igreja o dia 25 de dezembro como data definitiva para celebração do nascimento de nosso Redentor.

Contextualização:

25 de dezembro — A “natividade” do sol

TEMA – O Natal é uma data pagã?

O Senhor Jesus Cristo nunca disse para comemorarmos seu nascimento, data esta que não dita e sim apenas que pode ser entre setembro e outubro. Esse tipo de doutrina foi introduzida através do paganismo.

A figura do “jesus” com um círculo na cabeça é o sinal de que se trata do deus sol mitra, curiosamente mitra é o nome do chapéu do papa e das igrejas romanas.

Não devemos de forma alguma comemorar o nascimento do Senhor Jesus Cristo porque não nos foi ordenados, nem em Sucot, muito menos no natal que é uma festa pagã. O Eterno Deus deixa claro “Não me adoreis como as nações adoram seus ídolos…”. Utilizar-se dessa estratégia para “evangelizar” é maquiavélico, pois ele disse que os fins justificam os meios. Servir ao Eterno Deus é simples, basta obedecermos a Sua Palavra.

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