SOANDO A TROMBETA PARA A BATALHA FINAL: NO PASSADO O VATICANO CRIOU O ISLÃ, NO PRESENTE OS EUA CRIARAM O ESTADO ISLÂMICO. ALVO? JERUSALÉM!

Ó Jerusalém, Jerusalém, que assassinas os profetas e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes Eu quis reunir os teus filhos, como a galinha acolhe os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vós não o aceitastes! Eis que a vossa casa ficará abandonada! Pois eu vos declaro que, a partir de agora, de modo algum me vereis, até que venhais a dizer: ‘Bendito é o que vem em o Nome do Senhor!’ -(Mateus 23: 37-39)

Eu vim em Nome de meu Pai, e vós não me recebeis. Se outro vier em seu próprio nome, declaro-vos que o recebereis. -(João 5:43)

>> Leia também: ESTÃO NOS PREPARANDO HÁ 20 ANOS (OU MAIS) PARA DESVIARMOS O FOCO DO VERDADEIRO ANTICRISTO E SEU SISTEMA: HÁ APOSTASIA PARA TODO LADO E EM HOLLYWOOD!

E a prostituta estava vestida de púrpura e escarlata.

Apocalipse 17:4 – E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua fornicação.purpura

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*É recomendável ler Como o Vaticano criou o Islam.
*É recomendável ler ISIS: Uma Criação da CIA para justificar a Guerra no Oriente Médio e a Repressão no Ocidente.

INTRODUÇÃO

Filhinhos, já é a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também, agora, muitos anticristos têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora. Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos” (1 João 2.18-19).

O apóstolo João é o único escritor que faz uso da palavra “Anticristo” na Bíblia. Embora tenha escrito há cerca de 2000 anos atrás, João afirmou: já é a última hora”. É preciso que tenhamos em mente que ele escrevia tais palavras por uma perspectiva espiritual. Tudo o que percebemos com nossos cinco sentidos pertence a este mundo físico, que é temporal, mas aquilo que conhecemos através das Escrituras é eterno.

O Anticristo com seu Sistema (Roma Papal) sabem, muito bem, que pouco tempo lhes resta; logo, é preciso que a humanidade seja levada rapidamente a se sujeitar a ele através do engano.

A história se repetirá e Jerusalém voltará para as mãos, os cuidados de Roma Papal? Quem viver verá! O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós. Eclesiastes 1:9,10

Texto Base:

Vi ainda emergir da terra outra Besta com dois chifres semelhantes aos de um cordeiro, e ela se expressava como o Dragão. Também exercia a mesma autoridade da primeira Besta, em nome dela, e obrigava a terra e seus habitantes a adorarem a primeira Besta, cujo ferimento mortal tinha sido curado. Ela realizava grandes sinais à vista da humanidade, de maneira que fazia até descer fogo do céu para a terra; e, por intermédio dos sinais que lhe fora permitido realizar em nome da primeira Besta, enganou os habitantes da terra e ordenou-lhes que edificassem uma imagem em honra à Besta que fora ferida de morte pela espada, contudo sobrevivera. Além disso, foi-lhe dado poder para dar fôlego à imagem da primeira Besta, de maneira que ela tivesse a capacidade de falar, e fizesse com que todos os que não lhe prestassem adoração fossem mortos. Ela obrigou a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos a aceitarem certa estampa de marca na mão direita ou na testa, a fim de que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser que apresentasse a tal marca, que é o nome da Besta ou o número do seu nome. Aqui é preciso decifrar. Aquele que tem sabedoria calcule o número da Besta, pois o número representa o nome de um ser humano. Seu número é seiscentos e sessenta e seis! -(Apocalipse 13: 11-18)

Embora o animal simbólico de Apocalipse 13 tenha surgido num estilo “soft”, refletindo características pacíficas de liberdade religiosa e de democracia na América do Norte, brevemente estará falando “como dragão”, exercendo “toda a autoridade da primeira besta (Roma Papal) na sua presença”, e dando “fôlego à sua imagem” (versos 11 e 15). Quem é aquela “primeira besta na sua presença”? Roma Papal. E a América é agora… à nova Roma? Os Estados Unidos, pela primeira vez em sua história, estão desempenhando o seu papel profético.

O caminho está sendo aparelhado em proporções vastas para a manifestação dos prodígios de mentira, mediante os quais Satanás pretende enganar, se for possível, até os escolhidos” (Testemunhos, volume 5, págs. 449-451).

Entrou, porém, Satanás em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do número dos doze. Lucas 22:3.

O mundo está cheio de tempestade, guerra e contenda. Contudo, ao mando de um chefe – o poder papal – o povo se unirá para opor-se a Deus na pessoa de Suas testemunhas. Essa união é cimentada pelo grande apóstata. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 171.

Assista: Pr. e Dr. Samuel Ramos – TEMA – Daniel e Apocalipse – A Guerra Final entre Luz e Trevas

O Caráter e as Intenções do Papado.

usa__vatican_flags_combined_7O romanismo é agora considerado pelos protestantes com muito maior favor do que em anos passados. Naqueles países onde o catolicismo não está em ascendência, e os papistas estão tomando um curso conciliatório para ganhar influência, existe uma crescente indiferença em relação às doutrinas que separam as igrejas reformadas da hierarquia papal; está ganhando terreno a opinião que, após tudo, não diferimos tão amplamente sobre os pontos vitais como se supunha, e uma pequena concessão de nossa parte irá levar-nos a um melhor entendimento com Roma. Houve tempo em que os protestantes estimavam altamente a liberdade de consciência comprada a tanto custo. Ensinavam aos seus filhos a aborrecer ao papado e sustentavam que procurar harmonia com Roma seria uma deslealdade para com Deus. Mas quão amplamente diferentes são os sentimentos expressados hoje!

Os defensores do papado declaram que a igreja foi caluniada; e o mundo protestante está inclinado a aceitar a declaração. Muitos sustêm que é injusto julgar a igreja de hoje pelas abominações e absurdos que marcaram seu domínio durante os séculos de ignorância e trevas. Eles desculpam sua horrível crueldade como o resultado da barbárie da época e alegam que a influência da civilização moderna modificou seus sentimentos.

Terão essas pessoas esquecido as pretensões de infalibilidade sustentadas durante oitocentos anos por este arrogante poder? Longe de ser abandonada, esta declaração tem sido afirmada no século XIX com maior positividade que nunca antes. Como Roma afirma que a igreja “nunca errou, nem jamais poderá errar”, como pode ela renunciar aos princípios que moldaram seu curso nas eras passadas?

A igreja papal nunca abandonará sua pretensão à infalibilidade. Tudo o que fez em sua perseguição aos que refutavam seus dogmas o mantém como certo; e não repetiria ela os mesmos atos, fosse a oportunidade apresentada? Revoguem-se as medidas restritivas impostas na atualidade pelos governos seculares e seja Roma instalada novamente em seu antigo poder, e haverá rapidamente um reavivamento de sua tirania e perseguição.

Um escritor moderno (JOSIAH STRONG, D. D., em Nosso País, pp. 46-48) assim fala da atitude da hierarquia papal no que tange à liberdade de consciência, e dos perigos os quais especialmente ameaçam os Estados Unidos quanto ao sucesso de sua política:

“Existem muitos que estão dispostos a atribuir qualquer medo do catolicismo romano nos Estados Unidos ao fanatismo ou infantilidade. Os tais não veem nada no caráter e atitude do romanismo que seja hostil às nossas instituições livres, ou não encontram nada portentoso em seu crescimento. Permitamo-nos, então, primeiramente comparar alguns dos princípios fundamentais de nosso governo com aqueles da Igreja Católica.

“A Constituição dos Estados Unidos garante liberdade de consciência. Nada é mais caro ou fundamental. O para Pio IX,em sua Carta Encíclica de 15 de Agosto de 1854, disse: ‘As absurdas e errôneas doutrinas ou clamores em defesa da liberdade de consciência são o erro mais pestilento – uma peste, que, entre todas as outras, deve ser a mais temida em um Estado.’ O mesmo papa,em sua Carta Encíclica de 8 de Dezembro de 1864, anatematizou ‘aqueles que defendem a liberdade de consciência e de culto religioso’, e também ‘os que declaram que a igreja não pode empregar a força.’

“O tom pacífico de Roma nos Estados Unidos não implica em uma mudança de coração. Ela é tolerante onde é impotente. Diz o Bispo O’Connor: ‘A liberdade religiosa é meramente tolerada até a oposição poder ser levada a efeito sem perigo para o mundo católico.’” “O arcebispo de Saint Louis uma vez disse: ‘A heresia e a descrença são crimes; e nos países cristãos, como na Itália e Espanha, por exemplo, onde todas as pessoas são católicas, e onde a religião católica é uma parte essencial da lei do país, eles são punidos como os outros crimes.’”

“Cada cardeal, arcebispo, e bispo na Igreja Católica toma um juramento de aliança ao papa, no qual se encontram as seguintes palavras: “Aos hereges, afastados e rebeldes contra nosso senhor, o papa, ou seus sucessores, eu perseguirei com todo o meu poder”.

É verdade que existem verdadeiros cristãos na comunhão da Igreja Católica. Milhares naquela igreja estão servindo a Deus de acordo com a melhor luz que têm. Não lhes têm sido permitido o acesso à Sua Palavra e, portanto, eles não discernem a verdade. Eles nunca viram o contraste entre um serviço vivo de coração e um círculo de meras cerimônias e formas. Deus vela com terna compaixão sobre estas almas, como são educadas em uma fé que é enganadora e não satisfaz. Ele fará com que raios de luz penetrem as densas trevas que os rodeiam. Ele lhes revelará a verdade, como é em Jesus, e muitos ainda tomarão posição com Seu povo.

Mas o romanismo, como sistema, não está mais em harmonia com o evangelho de Cristo agora do que em qualquer período anterior de sua história. As igrejas protestantes estão em grandes trevas, pois do contrário discerniriam os sinais dos tempos. A Igreja Romana tem seus planos e maneiras de operação de longo alcance. Ela está empregando qualquer meio para estender sua influência e aumentar seu poder em preparação para um feroz e determinado conflito para readquirir o controle do mundo, para novamente estabelecer a perseguição e para desfazer o que o protestantismo fez. O catolicismo está ganhando terreno em todos os lados (Ver Apêndice, Nota 10). Observe a popularidade de seus colégios e seminários na América, tão amplamente patrocinados pelos protestantes. Observe o crescimento do ritualismo na Inglaterra e as frequentes deserções para as fileiras dos católicos. Estas coisas deveriam despertar a ansiedade de todos os que prezam pelos puros princípios do evangelho.

Os protestantes têm-se ocupado com isso e patrocinado o papado; eles têm feito compromissos e concessões os quais os próprios papistas estão surpresos de ver, e não podem compreender. Os homens estão cerrando seus olhos para o caráter real do romanismo e para os perigos de sua supremacia a serem vislumbrados. As pessoas precisam ser despertadas para resistir aos avanços deste mais perigoso inimigo da liberdade civil e religiosa.

Muitos protestantes supõem que a religião católica não é atrativa, e que seu culto é um tedioso círculo de cerimônias sem significado. Aqui eles erram. Se bem que o romanismo se baseia no engano, não é uma impostura grosseira e deselegante. O culto da Igreja Romana é um cerimonial muito impressivo. Seus ritos solenes e ostentações mostradas fascinam os sentidos do povo e silenciam a voz da razão e da consciência. A vista é encantada. Igrejas magnificentes, procissões imponentes, altares de ouro, relicários de joias, pinturas selecionadas e esculturas primorosas, apelam para o amor do belo. A música é inigualável. As notas graves do órgão de grandes tubos misturados com a melodia de muitas vozes que ressoam por entre as elevadas cúpulas, corredores cheios de pilares de suas grandes catedrais, não podem deixar de impressionar as mentes com respeitoso temor e reverência.

O esplendor externo, a pompa e cerimônias, que somente desiludem os anseios da alma doentia e pecadora, é uma evidência da corrupção interna. A religião de Cristo não necessita de tais atrativos para se fazer recomendável. Nos raios brilhantes da cruz, o verdadeiro cristianismo aparece tão puro e amável que nenhuma decoração externa pode aumentar seu verdadeiro valor. É a beleza da santidade, um espírito manso e quieto, o qual é de valor para Deus.

Esplendor de estilo não é necessariamente indício de pensamento puro e elevado. Elevadas concepções de arte, delicado refino de gosto, geralmente existem em mentes que são terrenas e sensuais. Eles são frequentemente empregados por Satanás para conduzir homens a esquecer as necessidades da alma, a perder a vida futura, imortal, de vista, para desviá-los de seu infinito Ajudador, e para viver somente para este mundo.

Uma religião de cerimônias exteriores é atrativa para o coração não renovado. A pompa e o cerimonial do culto católico têm um poder sedutor, encantador, por meio do qual muitos são enganados; e eles chegam a considerar a Igreja Romana como  a própria porta do Céu. Ninguém, senão aqueles que plantaram seus pés firmemente sobre o fundamento da verdade, e cujos corações estão renovados pelo Espírito de Deus, está protegido contra sua influência. Milhares que não têm um conhecimento experimental de Cristo serão levados a aceitar as formas de piedade destituídas de poder. Uma religião como esta é precisamente o que as multidões desejam.

A afirmação da igreja de ter direito para perdoar, induz os romanistas a sentirem-se na liberdade para pecar; e a ordenança da confissão, sem a qual seu perdão não é garantido, tende também a dar licença para o mal. Aquele que se ajoelha diante de homens caídos, e abre os pensamentos e imaginações secretas do coração a um homem caído, está diminuindo sua humanidade e degradando cada nobre instinto da sua alma. Em descobrir os pecados de sua vida para um sacerdote – um mortal desviado e pecador, e muito frequentemente corrompido com o vinho e licenciosidade – seu padrão de caráter é rebaixado, e é poluído como consequência. Sua concepção de Deus é degradada à semelhança da humanidade caída; porque o sacerdote permanece como um representante de Deus. Esta confissão degradante de homem a homem é a fonte secreta da qual tem brotado muito do mal que está corrompendo o mundo e preparando-o para a destruição final. Ainda assim, para aquele que ama a autocondescendência, é mais agradável confessar-se a um companheiro mortal do que abrir a alma para Deus. É mais agradável para a natureza humana fazer penitência do que renunciar ao pecado; é mais fácil mortificar a carne usando correias, urtigas e correntes lacerantes do que crucificar os desejos carnais. Pesado é o jugo o qual o coração carnal está disposto a carregar de preferência a submeter-se ao jugo de Cristo.

Há uma notável similaridade entre a Igreja de Roma e a Igreja Judaica, no tempo do primeiro advento de Cristo. Enquanto os judeus secretamente pisavam sobre cada princípio da lei de Deus, eles eram exteriormente rigorosos na observância dos seus preceitos, sobrecarregando-a com extorsões e tradições que tornavam a obediência dolorosa e fatigante. Assim como os judeus professavam reverenciar a lei, os romanistas declaram reverenciar a cruz. Eles exaltam o símbolo dos sofrimentos de Cristo, ao passo que negam em suas vidas Aquele a quem esse símbolo representa.

Os papistas colocam cruzes sobre suas igrejas, sobre seus altares, e sobre suas vestimentas. Por todas as partes é vista a insígnia da cruz. Por todas as partes ela é exteriormente honrada e exaltada. Mas os ensinamentos de Cristo são sepultados sob uma massa de tradições sem sentido, falsas interpretações, e rigorosas extorsões. As palavras do Salvador com respeito aos judeus hipócritas, aplicam-se com ainda maior força aos líderes católicos: “Atam fardos pesados e difíceis de carregar e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los” (Mateus 23:4). Almas conscienciosas são mantidas em constante terror, temendo a ira de um Deus ofendido, enquanto as pessoas que exercem altos cargos na igreja estão vivendo em desejos egoístas por prazeres sensuais e materiais.

A adoração de imagens e relíquias, a invocação dos santos e a exaltação do papa, são enganos de Satanás para afastar de Deus e de Seu Filho as mentes das pessoas. Para assegurar sua ruína, ele se esforça para desviar sua atenção dAquele que é o único pelo qual eles podem encontrar salvação. Ele dirigirá as almas para qualquer objeto que possa substituir o Único que disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).

É o constante esforço de Satanás deturpar o caráter de Deus, a natureza do pecado e as verdadeiras consequências em jogo na grande controvérsia. Seus sofismas diminuem a obrigação da lei divina, e dão ao homem licença para pecar. Ao mesmo tempo os faz acariciar falsas concepções de Deus, de sorte que O olham com temor e ódio ao invés de amor. A crueldade inerente em seu próprio caráter é atribuída ao Criador; ela é incorporada nos sistemas de religião, e expressada nos modos de adoração. Assim as mentes dos homens são cegadas, e Satanás os segura como seus agentes para guerrear contra Deus. Devido a conceitos pervertidos dos atributos divinos, as nações pagãs foram induzidas a crer que os sacrifícios humanos eram necessários para assegurar o favor da Deidade, e horríveis crueldades têm sido perpetradas sob várias formas de idolatria. A Igreja Católica, unindo as formas de paganismo e cristianismo, e, como o paganismo, mal representando o caráter de Deus, tem recorrido a práticas não menos cruéis e revoltantes. Nos dias da supremacia de Roma, havia instrumentos de tortura para obrigar a aceitarem suas doutrinas. Existia a estaca da fogueira para os que não queriam fazer concessões às suas exigências. Houve massacres em uma escala que nunca será conhecida até ser revelada no juízo. As pessoas que exerciam altos cargos na igreja, dirigidos por seu mestre Satanás, estudavam para inventar meios de causar a maior tortura possível, sem pôr término à vida da vítima. O processo infernal foi repetido até o máximo limite da resistência humana, até a natureza se render, e o sofredor saudar a morte como um doce alívio.

Tal era a sorte dos oponentes de Roma. Para seus membros dispunha da disciplina do açoite, do tormento da fome, e todas as mortificações corporais concebíveis, mais penosas que se possa imaginar. Para assegurar o favor do Céu, os penitentes violavam as leis de Deus, violando as leis da natureza. Eram ensinados a dissolver todo o laço que Ele instituiu para abençoar e alegrar a estadia do homem na Terra. Os cemitérios das igrejas contêm milhões de vítimas, que gastaram suas vidas em vãos empreendimentos para subjugar suas afeições naturais, para refrear como ofensivos a Deus todo pensamento e sentimento de simpatia em favor de seus semelhantes. Se nós desejamos compreender a determinada crueldade de Satanás, manifestada por centenas de séculos, não entre aqueles que nunca ouviram de Deus, mas no próprio coração da cristandade e por toda sua extensão, temos somente que olhar para a história do romanismo. Através deste colossal sistema de engano, o príncipe do mal atinge seu propósito de trazer desonra a Deus e miséria ao homem. Como nós vemos que ele é bem sucedido em disfarçar a si mesmo, e cumprir sua obra por meio dos líderes da igreja, podemos melhor entender porque ele tem tão grande antipatia para com a Bíblia. Se este livro for lido, a misericórdia e amor de Deus serão revelados; será visto que Ele não põe sobre os homens nenhum destes pesados fardos. Tudo o que Ele pede é um coração quebrantado e contrito, um espírito humilde, obediente.

Cristo não deu nenhum exemplo em Sua vida pelos homens e mulheres para trancarem a si mesmos em monastérios para se tornarem preparados para o Céu. Ele nunca ensinou que o amor e simpatia devem ser reprimidos. O coração do Salvador superabundou com amor. Quanto mais o homem se aproxima da perfeição moral, mais apuradas são suas sensibilidades, mais aguda é sua percepção do pecado, e mais profunda sua simpatia pelos aflitos. O papa declara ser o vigário de Cristo; mas como seu caráter produz comparação com o do Salvador? Foi Cristo sempre conhecido por transferir homens para a prisão ou tormento porque não Lhe prestaram homenagem como o Rei do Céu? Foi Sua voz ouvida condenando à morte aqueles que não O aceitaram? Quando Ele foi desprezado pelo povo da aldeia samaritana, o apóstolo João encheu-se com indignação, e perguntou, “Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para consumi-los, como Elias o fez?” (Lucas 9:54). Jesus olhou Seus discípulos com piedade, e reprovou seu espírito endurecido, dizendo: “o Filho do Homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las” (Lucas 9:56). Quão diferente do espírito manifesto por Cristo é o do seu professo vigário.

A Igreja Católica agora apresenta uma face agradável ao mundo, cobrindo com seus discursos agradáveis seus registros de horríveis crueldades. Ela vestiu a si mesma com a roupagem de Cristo; mas não mudou. Cada princípio do papado que existiu nas eras passadas existe hoje. As doutrinas inventadas nas eras escuras são ainda mantidas. Ninguém se engane. O papado que os protestantes estão agora tão dispostos a honrar é o mesmo que governou o mundo nos dias da Reforma, quando homens de Deus se levantaram, com perigo de suas vidas, para expor sua iniquidade. Ela possui o mesmo orgulho e arrogante pretensão com que dominou sobre reis e príncipes e atribuiu para si as prerrogativas de Deus. Seu espírito não é agora menos cruel nem despótico do que quando ela destruía a liberdade humana, e matava aos santos do Altíssimo.

O papado é precisamente o que a profecia declarou que seria: a apostasia dos últimos dias (II Tessalonicenses 2:3 e 4). Faz parte de sua política assumir o caráter que lhe permita realizar melhor seus fins; mas sob a aparência variável do camaleão, esconde o invariável veneno da serpente. Declara: “não temos que manter fé e promessas aos hereges”. Será este poder, cujo registro por mil anos está escrito no sangue dos santos, agora reconhecido como parte da igreja de Cristo?

Não é sem razão que foi feita a declaração, nos países protestantes, que o catolicismo difere menos amplamente do protestantismo que nos tempos passados. Houve uma mudança; mas a mudança não é no papado. O catolicismo de fato se parece muito com o protestantismo que hoje existe, porque o protestantismo tem grandemente se degenerado desde os dias dos reformadores.

Enquanto as igrejas protestantes têm estado buscando o favor do mundo, uma falsa caridade as tem cegado. Acreditam que é justo pensar bem de todo mal; e, como resultado inevitável, finalmente pensarão mal de todo bem. Em lugar de permanecer em defesa da fé uma vez dada antigamente aos santos, elas estão agora, como parece, desculpando-se com Roma por sua opinião falta de caridade a seu respeito, implorando perdão por seu fanatismo.

Uma grande classe, mesmo daqueles que não olham o romanismo com nenhum favor, compreendem pouco do perigo que advém de seu poder e influência. Muitos declaram que as trevas intelectuais e morais prevalecentes durante a Idade Média favoreceram a disseminação dos seus dogmas, superstições e opressão, e que a maior inteligência dos tempos modernos, a difusão geral do conhecimento, e a crescente liberalidade em matérias de religião, proíbem um reavivamento da intolerância e tirania. Mesmo o pensamento de que tal estado de coisas existirá nesta era iluminada é ridicularizado. É verdade que grande luz, intelectual, moral e religiosa está brilhando sobre esta geração. Nas páginas abertas da santa Palavra de Deus, luz do Céu tem sido derramada sobre o mundo. Mas deve ser lembrado que quanto maior a luz concedida, maior as trevas daqueles que a pervertem ou rejeitam-na.

Um estudo da Bíblia acompanhado de oração mostraria aos protestantes o caráter real do papado, e levá-los-ia a aborrecê-lo e evitá-lo; mas muitos são tão sábios em seu próprio conceito que não sentem necessidade de buscar humildemente a Deus para que possam ser conduzidos à verdade. Embora se orgulhem de sua instrução, são ignorantes tanto das Escrituras como do poder de Deus. Necessitam ter algo para acalmar suas consciências, e buscam o que é menos espiritual e humilhante. O que desejam é uma maneira de se esquecer de Deus, a qual passe a ser um método de recordá-lo. O papado está bem adaptado para satisfazer as necessidades de todos estes. Ele está preparado para duas classes de seres humanos que abarcam quase a todo mundo – os que querem ser salvos por seus próprios méritos e os que querem ser salvos em seus pecados. Aqui está o segredo do seu poder.

Um dia de grandes trevas intelectuais tem-se mostrado favorável ao êxito do papado. Ainda será demonstrado que um dia de grande luz intelectual é igualmente favorável ao seu êxito. Nas eras passadas, quando os homens estavam sem a Palavra de Deus, e sem o conhecimento da verdade, seus olhos estavam vendados, e milhares eram enredados, não vendo a rede estendida para seus pés. Nesta geração, são muitos aqueles cujos olhos estão ofuscados pelo brilho das especulações humanas, “a falsamente chamada ciência”; não discernem a rede, e entram nela tão facilmente como se tivessem com os olhos vendados. Deus designou que as faculdades intelectuais do homem fossem consideradas como presente de seu Criador, e que fossem empregadas no serviço da verdade e da justiça; mas quando o orgulho e a ambição são acariciados, e os homens exaltam suas próprias teorias acima da Palavra de Deus, então a inteligência pode causar maior dano do que a ignorância. Assim, a falsa ciência do século XIX, a qual mina a fé na Bíblia, mostrar-se-á tão eficaz em preparar o caminho para a aceitação do papado, com suas formas agradáveis, quanto a retenção do conhecimento abriu o caminho para seu engrandecimento na Idade Escura.

Nos movimentos agora em progresso nos Estados Unidos para assegurar às instituições e práticas da igreja o sustento do Estado, os protestantes estão seguindo os passos dos papistas (Ver Apêndice, Nota 11). Mais ainda, estão abrindo a porta para que o papado recobre na América protestante a supremacia que perdeu no Velho Mundo. E o que dá maior significado a este movimento é o fato de que o principal objeto contemplado é a imposição da observância do domingo – um costume originado com Roma, e o qual ela declara ser como o sinal de sua autoridade. Este é o espírito do papado – o espírito de conformidade aos costumes mundanos, a veneração de tradições humanas acima dos mandamentos de Deus – que está permeando as igrejas protestantes, e conduzindo-as a fazer a mesma obra de exaltação do domingo a qual o papado fez antes delas.

Se o leitor quer saber quais são os meios que serão empregados na contenda que está por vir, tem apenas que traçar o registro dos meios pelos quais Roma empregou para o mesmo objetivo nas eras passadas. Se desejas saber como os papistas e os protestantes unidos procederão com os que rejeitam seus dogmas, veja o espírito o qual Roma manifestou em relação ao sábado e seus defensores.

Editos reais, concílios gerais e ordenanças da igreja sustentadas pelo poder secular foram os passos pelos quais o dia de festa pagão atingiu sua posição de honra no mundo cristão. A primeira medida pública impondo a observância do domingo foi a lei promulgada por Constantino (321 d.C.). Este edito requeria que os habitantes das cidades descansassem no “venerável dia do sol”, mas permitia aos homens do campo continuar com suas ocupações agrícolas. Embora virtualmente uma lei pagã, foi imposta pelo imperador após sua aceitação nominal do cristianismo.

Como o mandato real não parecia substituir de um modo suficiente a autoridade divina, Eusébio, bispo que buscou o favor dos príncipes e que era amigo íntimo e adulador de Constantino, promoveu a declaração de que Cristo havia transferido o dia de repouso do sábado para o domingo. Nem mesmo um singelo testemunho das Escrituras foi produzido em prova da nova doutrina. Eusébio mesmo inconscientemente reconhece sua falsidade, e aponta para os reais autores da mudança. Todas as coisas, “ele diz”, “tudo quanto era dever fazer no sábado, nós temos transferido para o dia do Senhor.” Mas o argumento em favor do domingo, que era sem fundamento, serviu para encorajar os homens a pisar o sábado do Senhor. Todos que desejaram ser honrados pelo mundo aceitaram o dia festivo popular.

Assim que o papado se tornou firmemente estabelecido, a obra de exaltação do domingo foi continuada. Por um tempo, as pessoas se ocupavam com os trabalhos da agricultura quando não assistiam à igreja, e o sétimo dia era ainda considerado como o sábado. Mas calma e controlada, uma mudança foi efetuada. Proibiu-se aos magistrados envolvidos no sagrado ofício a execução de juízo em qualquer controvérsia civil nos domingos. Pouco depois, todas as pessoas, de qualquer classe, foram ordenadas a se absterem do trabalho ordinário, sob pena de multa para os homens livres e açoites no caso de servos. Mais tarde, decretou-se que os ricos seriam castigados com a perda de metade de seus bens; e finalmente, se insistissem em desobedecer, seriam tornados escravos. Os de classes inferiores deviam sofrer banimento perpétuo.

Foi também recorrido aos milagres. Entre outras maravilhas relatadas, foi referido que um camponês que ia lavrar o campo no dia de domingo limpou o arado com um ferro que penetrou em sua mão, e por dois anos inteiros não o pode tirar, “para sua excessiva dor e vergonha.”

Mais tarde, o papa ordenou que os sacerdotes das paróquias advertissem aos que violassem o domingo e persuadissem-nos a vir à igreja para rezar, para que não fosse atraída uma grande calamidade sobre si mesmo e sobre seus vizinhos. Um concílio eclesiástico aprovou o argumento tão frequentemente empregado desde então, mesmo pelos protestantes, de que em vista de algumas pessoas haviam sido mortas por raio enquanto trabalhavam no dia de domingo, esse devia ser o sábado. “É visível” – diziam os prelados ― “quão grande era o desagrado de Deus sobre aqueles que negligenciavam este dia”. Foi então feito um apelo para que os sacerdotes e ministros, reis e príncipes, e todos os fiéis “fizeram tanto quando lhes fosse possível para que esse dia fosse restaurado à sua honra, e, para benefício da cristandade, fosse mais devotamente observado no tempo porvir.”

Como os decretos dos concílios provaram-se insuficientes, as autoridades seculares foram solicitadas a promulgar um edito que inspiraria terror para os corações do povo, e forçá-los-ia a se abster do trabalho no domingo. Em um concílio realizado em Roma, todas as decisões anteriores foram reafirmadas com maior força e solenidade. Elas foram também incorporadas na lei eclesiástica e impostas pelas autoridades civis em quase toda a cristandade.

Apesar disto, a falta de autoridade bíblica em favor da observância do domingo originava não poucas dificuldades. O povo questionava o direito de seus ensinadores de derrubar a positiva declaração de Jeová: “O sétimo dia é o sábado do Senhor seu Deus” para honrar o dia do sol. Para suprir a falta do testemunho da Bíblia, outros expedientes eram necessários. Um zeloso advogado do domingo, que próximo do final do século XII visitou as igrejas da Inglaterra, foi resistido por testemunhas fiéis da verdade; e tão sem frutos foram seus esforços que ele abandonou o país por algum tempo em busca de meios para reforçar seus ensinamentos. Quando regressou, a falta havia sido suprida e então teve maior êxito em seus labores. Trouxe consigo um rolo que apresentava como sendo de Deus mesmo; o qual continha a ordem necessária para a observância do domingo, com terríveis ameaças para terrificar o desobediente. Afirmava-se que esse precioso documento, fraude tão vil como a instituição que pretendia afiançar, havia caído do Céu, e havia sido encontrado em Jerusalém, sobre o altar de São Simeão, no Gólgota. Mas em realidade, era do palácio pontifical de Roma de onde ele procedia. Fraudes e adulterações para avançar o poder e a prosperidade da igreja foram em todas as eras consideradas corretas pela hierarquia papal.

O rolo proibia trabalhar desde a hora nona, três horas da tarde de sábado, até o nascer do sol na segunda-feira; e sua autoridade foi declarada como sendo confirmada por muitos milagres. Dizia que pessoas que haviam trabalhado além da hora assinalada haviam sido atacadas de paralisia. Um agricultor que tentou moer seu trigo viu sair, ao invés de farinha, um esguicho de sangue e a roda do moinho parou apesar do bom volume de água. Uma mulher havia posto massa no forno, encontrou-a crua ao tirá-la, embora o forno estivesse bem quente. Outra que havia preparado sua massa para assar o pão à hora nona, porém resolveu deixá-la de lado até segunda-feira, encontrou-a, no próximo dia, transformada em pães e assada pelo divino poder. Um homem que assou os pães após a hora nona de sábado, ao partí-lo na manhã seguinte, viu que saía sangue dele. Por tais invenções absurdas e supersticiosas, os advogados do domingo trataram de fazê-lo sagrado.

Tanto na Escócia como na Inglaterra, uma melhor consideração para com o domingo foi assegurada unindo-o com uma porção do sábado antigo. Porém variava o tempo que se devia guardar como sagrado. Um edito do rei da Escócia declarava que se devia considerar como santo o sábado a partir do meio dia, e que desde esse momento até a manhã de segunda-feira ninguém devia ocupar-se em trabalhos mundanos.

Porém, apesar de todos os esforços feitos para estabelecer a santidade do domingo, os mesmos papistas confessaram publicamente a autoridade divina do sábado e a origem humana da instituição pela qual ele havia sido suplantado. No século XVI, um concílio papal ordenou explicitamente: “recordem todos os cristãos que o sétimo dia foi consagrado por Deus e aceito e observado, não só pelos judeus, mas também por todos os que pretendiam adorar a Deus; não obstante nós os cristãos temos mudado seu sábado para o dia do Senhor.” Os que estavam pisoteando a lei divina não eram ignorantes quanto ao caráter de sua obra. Estavam colocando-se deliberadamente acima de Deus.

Uma ilustração surpreendente da política de Roma contra os que não concordavam com ela foi dada na longa e sangrenta perseguição aos Valdenses, alguns dos quais eram observadores do sábado. Outros sofreram de maneira similar por sua fidelidade ao quarto mandamento. A história das igrejas da Etiópia é especialmente significante. Em meio às trevas da Idade Escura, foram perdidos de vista e esquecidos pelo mundo os cristãos da África Central, e por muitos séculos eles gozaram de liberdade no exercício de sua fé. Mas, por fim, Roma ouviu de sua existência, e o imperador da Etiópia foi logo induzido a reconhecer o papa como o vigário de Cristo. Outras concessões se seguiram. Foi proclamado um edito proibindo a observância do sábado, sob as mais severas penalidades. Porém a tirania papal converteu-se logo em jugo tão amargo que os etíopes determinaram quebrá-lo de seu pescoço. Depois de uma luta terrível, os romanistas foram banidos de seus domínios, e a antiga fé foi restaurada. As igrejas regozijaram com sua liberdade, e nunca esqueceram a lição que aprenderam concernente ao engano, ao fanatismo, e ao poder despótico de Roma. Eles estavam contentes de permanecer em meio ao seu reino ilhado, desconhecidos do resto da cristandade.

As igrejas da África observavam o sábado como o havia observado a igreja papal antes de sua completa apostasia. Ao mesmo tempo em que guardavam o sétimo dia em obediência ao mandamento de Deus, abstiveram-se de trabalhar no domingo conforme o costume da igreja. Ao lograr o poder supremo, Roma havia pisoteado o dia de repouso de Deus para enaltecer o seu próprio; mas as igrejas da África, desconhecidas por cerca de mil anos, não tiveram parte nesta apostasia. Quando caíram sob o governo de Roma, foram forçadas a deixar de lado o verdadeiro e exaltar o falso sábado, porém apenas recobraram sua independência e voltaram à obediência ao quarto mandamento.

Estes registros do passado claramente revelam a inimizade de Roma contra o verdadeiro sábado e seus defensores, e os meios que emprega para honrar a instituição de sua criação. A Palavra de Deus ensina que estas serão repetidas quando os papistas e protestantes se unirem para a exaltação do domingo.

A profecia do Apocalipse 13 declara que o poder representado pela besta de chifres semelhantes aos de cordeiro faria “que a terra e os que nela habitam” adorassem o papado – aqui simbolizado pela besta “semelhante a um leopardo”. A besta com dois chifres dirá também “aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta”, e mais ainda, mandará que todos, “pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos”, recebam “a marca da besta” (Apocalipse 13:11-16). Tem-se demonstrado que os Estados Unidos da América é o poder representado pela besta de dois chifres semelhantes aos de cordeiro, e que esta profecia cumprir-se-á quando os Estados Unidos impuserem a observância do domingo, a qual Roma declara sendo o reconhecimento especial de sua supremacia. Mas, nesta homenagem ao papado, os Estados Unidos não estarão sozinhos. A influência de Roma nos países que uma vez reconheceram seu domínio está longe de ser destruída. E a profecia prediz uma restauração de seu poder: “vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta” (Apocalipse 13:3). A incidência da ferida mortal aponta para a abolição do papado em 1798. Depois disso, diz o profeta: “sua ferida mortal foi curada, e toda Terra se maravilhou seguindo a besta”. Paulo declara claramente que o homem do pecado subsistirá até o segundo advento (II Tessalonicenses 2:8). Até ao próprio final do tempo ele levará adiante sua obra de engano. E o revelador declara, referindo-se ao papado: “adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida” (Apocalipse 13:8). Tanto no Velho como no Novo Mundo, o papado receberá a homenagem por meio da honra que se conferirá à instituição do domingo, a qual repousa unicamente sobre a autoridade da Igreja Romana.

Por cerca de quarenta anos, os estudantes de profecia nos Estados Unidos têm apresentado este testemunho para o mundo. Nos acontecimentos que estão desenrolando-se atualmente, é visto um rápido avanço rumo ao cumprimento desta predição. Com os protestantes está o mesmo clamor de autoridade divina para a observância do domingo, e a mesma falta de evidências escriturísticas, que os dirigentes papais que fabricaram milagres para suprir o lugar de um mandamento de Deus. A asserção de que os juízos de Deus são visitados sobre os homens por sua violação do repouso dominical será repetida; já se está declarando isto hoje. E um movimento para impor a observância do domingo está rapidamente ganhando terreno.

Maravilhosa em sua astúcia e perspicácia é a Igreja Romana. Pode ler o futuro. Ela aguarda seu tempo, vendo que as igrejas protestantes estão lhe rendendo homenagem na aceitação do falso sábado, e que elas estão se preparando para impô-lo pelos mesmos meios que ela mesma empregou nos dias passados. Aqueles que rejeitam a luz da verdade ainda buscarão a ajuda deste poder que se intitula infalível, para exaltar uma instituição que se originou com ela. Não é difícil de conjecturar quão prontamente ela virá para ajudar os protestantes neste trabalho. Quem entende melhor que os líderes papais como proceder com os que são desobedientes à igreja?

A Igreja Romana, com todas suas ramificações através do mundo, forma uma vasta organização, sob o controle da vista papal, e destinada a servir seus interesses. Seus milhões de adeptos, em cada país do globo, são instruídos a se considerarem como unidos em aliança com o papa. Seja qual for sua nacionalidade ou seu governo devem considerar a autoridade da igreja como acima de todas as demais. Ainda que possam tomar juramento prometendo fidelidade ao Estado, atrás deste jaz o voto de obediência a Roma, absolvendo-os de qualquer promessa contrária aos seus interesses.

Os protestantes pouco sabem o que estão fazendo quando se propõem a aceitar o auxílio de Roma na obra da exaltação do domingo. Enquanto eles estão inclinados ao estabelecimento de seu propósito, Roma está intentando estabelecer novamente seu poder, recuperar sua supremacia perdida. Deixe a história testificar de seus astuciosos e persistentes esforços para se intrometer nos assuntos das nações; e tem firmado os pés, para favorecer seus próprios fins, mesmo que às custas da ruína de príncipes e povo. O romanismo abertamente declara que o papa pode “pronunciar sentenças e julgamentos em contradição com o direito das nações, com a lei de Deus e do homem” (The “Decretalia”).

E seja relembrado que Roma se orgulha de nunca mudar. Os princípios de Gregório VII e de Inocêncio III são ainda os princípios da Igreja Católica Romana. E, tenha ela o poder, pô-los-ia em prática com tanto vigor agora como o fez em séculos passados. Permita-se que o princípio uma vez estabelecido nos Estados Unidos, de que a igreja possa empregar ou controlar o poder do Estado; que as observâncias religiosas possam ser impostas por leis seculares; em resumo, que a autoridade da igreja e Estado deve dominar a consciência, e o triunfo de Roma neste país está assegurado.

A Palavra de Deus tem dado o aviso do iminente perigo; seja ele desatendido e o mundo protestante aprenderá quais são os verdadeiros propósitos de Roma somente quando for tarde demais para escapar da armadilha. Ela está silenciosamente crescendo em poder. Suas doutrinas estão exercendo sua influência nos átrios legislativos, nas igrejas e nos corações dos homens. Ela está edificando suas altas e maciças estruturas, nos secretos recessos nos quais as perseguições do passado serão repetidas. Oculta e insuspeitadamente ela está aumentando suas forças para alcançar seus próprios fins quando vier o tempo para dar o golpe. Tudo o que ela deseja é uma oportunidade, e esta já lhe está sendo dada. Logo veremos e sentiremos quais são os propósitos do corpo romano. Qualquer que creia e obedeça à Palavra de Deus então incorrerá em censura e perseguição. Colaboração de A Verdade Sobre o Fim.

CONCLUSÃO

O apóstolo João nos fala que os reis do mundo se reunirão “…para a peleja do grande dia do Deus Todo Poderoso. …no lugar que em hebraico se chama Armagedom” (Apocalipse 16.14,16). O local da reunião dos exércitos é a planície de Esdraelom, ao redor da colina chamada Megido, que fica no norte de Israel, a cerca de 32 quilômetros a sudeste de Haifa.

A batalha de Armagedom – na verdade em Jerusalém – será o combate mais anticlimático da história. À medida em que João descreve os exércitos reunidos de ambos os lados, esperamos testemunhar um conflito épico entre o bem e o mal.

Daniel, Joel, Zacarias identificam Jerusalém como o local onde a batalha final entre o Anticristo e Cristo acontecerá. Todos os três preveem que o Senhor Deus intervirá na história para salvar Seu povo e destruir o exército do Anticristo em Jerusalém. Zacarias prevê que a batalha terminará quando o Messias voltar à terra e Seus pés tocarem o Monte das Oliveiras. Essa batalha termina com a Segunda Vinda do Senhor Jesus Cristo à Terra…

O conflito de Armagedom será uma batalha real?

A profecia de Armagedom não é uma alegoria literária ou um mito. Armagedom será um evento real de proporções trágicas para aqueles que desafiam ao Senhor Deus. Será uma reunião de forças militares reais no Oriente Médio, ou seja, a tão declarada e provocada Terceira Guerra Mundial, numa das terras mais disputadas de todos os tempos – uma terra que nunca conheceu paz duradoura. Armagedom será também uma batalha espiritual entre as forças do bem e as do mal. Ela terá o seu desfecho com a intervenção divina e o retorno do Senhor Jesus Cristo para buscar o Seu povo, a Sua Noiva pura, Sua Verdadeira Igreja.

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