Romário faz cirurgia bariátrica fora do padrão após ser diagnosticado com diabetes, emagrece demais e causa polêmica!

Flagrado em algumas fotos, sua aparência assustou a muitos devido a surpresa de perca de quase 20 quilos em menos de 40 dias. Ele estaria abaixo do índice de massa corpórea (IMC) indicado; técnica utilizada também não está regulamentada.

Após revelar ter passado por uma cirurgia bariátrica para o tratamento de diabete e aparecer bem mais magro em fotos nas redes sociais, o ex-jogador de futebol e senador Romário reacendeu a polêmica sobre a regulamentação e indicações do procedimento. 

Romário conta que a cirurgia de redução de estomago vai o ajudar a controla a diabetes, e ele ainda brinca dizendo que também ficará em forma. 

A necessidade da cirurgia se deu, devido ao nível da diabetes, sua preocupação é tentar controlar, para não haver avanços.

Defesa. Médico alegou ter bons resultados com diabéticos.

Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), a cirurgia bariátrica só é indicada para pacientes com Índice de Massa Corpórea (IMC) superior a 40 ou para aqueles com índice acima de 35 que desenvolveram outras doenças, como hipertensão ou a própria diabete.

Romário, no entanto, declarou que pesava 80 quilos antes da cirurgia, o que equivaleria a um IMC de 28 considerando sua altura – 1,67 metro. “Várias sociedades médicas no mundo já reconhecem a efetividade da cirurgia bariátrica para o tratamento da diabete para pacientes com IMC entre 30 e 35, mas para pessoas com índice abaixo disso não há evidência suficiente de bons resultados”, diz Ricardo Cohen, coordenador do Centro de Obesidade e Diabete do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

“Essa foi uma indicação muito atípica. Geralmente pessoas com esse IMC têm a diabete tratada com medicamentos”, opina Bruno Halpern, diretor da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

O médico Áureo Ludovico de Paula, responsável pela cirurgia de Romário e de outros famosos, como o apresentador Faustão, rebate as críticas. Ele diz que o ex-jogador chegou ao seu consultório com IMC 31 e já existem estudos que mostram bons resultados para pacientes diabéticos com esse perfil. “Acompanhamos por cinco anos 494 pacientes operados e 90% deles tiveram bons resultados.”

Técnica.

Outra questão polêmica no tratamento do ex-jogador foi a técnica escolhida, chamada de interposição ileal, quando a parte final do intestino delgado, o íleo, é sobreposta sobre a parte inicial, chamada de duodeno. O procedimento nunca foi regulamentado pelo CFM, mas, em 2014, foi tirado da lista de procedimentos experimentais por decisão da Justiça Federal de Goiás. O conselho recorreu da sentença e aguarda resposta. Ludovico de Paula diz que o acompanhamento dos pacientes mostra que a técnica é segura e eficaz. [FONTE: ESTADÃO]

Logo abaixo algumas imagens de Romário depois da cirurgia.

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