VACINA? CONHEÇA A OUTRA FACE!

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Por Dr. Cacciari

 

 

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Antes de escrever este artigo, refleti muito sobre o quanto minha opinião poderia afetar as decisões das pessoas em vacinar ou não vacinar. Analisei de maneira justa e sensata as possíveis formas de interpretação sobre esse assunto polêmico e a conclusão que cheguei foi: o que desejo para minhas filhas e demais familiares, desejo para todos os meus pacientes e seguidores. Apresento aqui a minha opinião embasada cientificamente, contudo todos têm obviamente o livre-arbítrio de decidir que caminho seguir.

A vacina foi confeccionada e colocada no pedestal de salvadora da pátria. O investimento em campanhas e ações para vacinação foram tão intensos que hoje não vacinar significa atentado à própria vida!

Após estudar e pesquisar sobre os efeitos nocivos e até mortais das vacinas, a conclusão é clara: não existe nenhuma evidência científica provando que as vacinas são eficientes e que seus benefícios são superiores aos efeitos colaterais.

A indústria farmacêutica lucra bilhões com a venda desses produtos e não publica por institutos sérios e independentes estudos que comprovem vantagens dos pacientes vacinados em relação aos que não tiveram contato algum com a vacina. A justificativa desonesta é que não se pode expor pacientes ao risco de serem estudados sem a imunização da vacina. Ou seja, colocam a vacina acima da verdade, como uma crença religiosa imutável.

O livro americano “Dissolving Illusions: Disease, Vaccines, and Forgotten History” (“Dissolvendo Ilusões: Doenças, Vacinas, e a História Esquecida”), escrito por Suzanne Humphries e Roman Bystrianyk, retrata, por meio de dados científicos e análise da história das doenças, informações relevantes que reiteram nossa posição. Os autores afirmam que não existe nenhuma comprovação que as vacinas nos protegem contra a doença que se propõem a prevenir.

Exibindo a outra face, o livro apresenta inúmeros trabalhos que mostram que as vacinas não diminuíram a incidência de doença e taxa de mortalidade, ainda que os efeitos colaterais sejam inúmeros.

Humphries cita um estudo africano que acompanhou durante 12 meses dois grupos de crianças: 1. que receberam vacinas de vírus inativos; 2. que receberam vacinas de vírus vivo (similar ao da doença). “Curiosamente”, a taxa de mortalidade foi 8 vezes maior entre as crianças que receberam o vírus inativo (vacina comum), comparada ao grupo que recebeu vacina com vírus ativo.

A pesquisadora conclui que além da presença de alumínio e mercúrio usados para conservação do vírus atenuado estar relacionada ao aumento da mortalidade, acredita-se que as vacinas programam o sistema imunológico de tal forma que diminui a capacidade de combater a doença mais tarde.

Dr. Thomas Verstraeten, cientista da agência americana Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e autoridade mundial em vacinas, concluiu em pesquisas a relação direta entre o mercúrio e o autismo e outros distúrbios cerebrais. Mais um fato “curioso”: após essa pesquisa, Dr. Thomas Verstraeten foi contratado pela GlaxoSmithKline, empresa bilionária que fabrica vacinas. Depois da contratação, a pesquisa simplesmente desapareceu.

O mercúrio é o metal não radioativo mais tóxico que existe. As doses encontradas em diversas vacinas são altíssimas e a absorção quando aplicadas no músculo é instantânea. Estudos de tecidos em seres humanos encontram mercúrio principalmente no cérebro, nos rins, no fígado e nos ossos.

Diversos casos de autismo regressivo levam a confrontar o aumento da incidência dessa patologia com a vacinação em massa. Na Índia, por exemplo, o índice de retardo mental em crianças e o déficit de aprendizagem diminuíram drasticamente após o governo demonstrar através de campanha os riscos das vacinas.

O alumínio, outro metal tóxico encontrado nas vacinas, está relacionado ao aumento da prevalência de doenças respiratórias: asma, rinite e bronquite. Além disso, existe maior adesão desse metal no endotélio dos vasos sanguíneos, aumentando o risco de doença cardiovascular.

Pesquisas mostram relação do alumínio com leucemia e linfomas. Evidências científicas afirmam que o metal presente nas vacinas promove alterações no DNA celular e interferência nas expressões dos genes. Essas alterações genéticas são sabidamente relacionadas ao câncer. Fato interessante é que esse metal presente nos alimentos por cocção em panelas de alumínio é absorvido pelo intestino numa taxa de apenas 1%. No caso da vacina, a disponibilidade para o organismo chega a 90%.

A síndrome de Guillain-Barré também está na lista das complicações indesejadas causadas pela vacina. Essa tenebrosa doença acomete o sistema nervoso e resulta em paralisia de todo o corpo. Em muitos casos, o paciente necessita de ventilação mecânica, pois os músculos responsáveis pela respiração deixam de funcionar. O índice de mortalidade é altíssimo.

Alterações no metabolismo da energia, na formação do ATP (o combustível das células), e alterações da membrana dos neurônios e nervos podem explicar os casos de narcolepsia. Essa doença causa sonolência excessiva e fraqueza muscular, podendo levar à morte. Não existe tratamento.

A Finlândia suspendeu o uso da vacina H1N1 em meio a suspeitas de que a vacina está relacionada ao aumento de 300% dos casos de narcolepsia. Além disso, 750 pacientes foram notificados com efeitos colaterais relacionados à vacina em apenas um mês.

Inúmeros trabalhos relacionam o aumento da prevalência de doenças respiratórias em pacientes vacinados para gripe H1N1. Em termos práticos, notamos um grande número de doentes que apresentam sintomas de gripe após serem vacinados. Apesar da vacina de H1N1 ser confeccionada com “pedaços” do vírus, observa-se em alguns casos o surgimento da doença com grande virulência e agressividade. Infelizmente, não é raro observar graves complicações pela doença mesmo em pacientes vacinados.

Ao analisarmos a história das doenças, notamos que as epidemias ocorrem e desaparecem de forma cíclica, independente do homem. A lepra, por exemplo, foi erradicada da Europa espontaneamente. Caso uma empresa tivesse lançado alguma vacina “milagrosa” nos períodos de surtos, seria considerada a salvadora da pátria.

Varicela, sarampo, rubéola, poliomielite, sem exceção, tiveram o controle no índice de mortalidade antes mesmo da vacinação em massa. Fato que nos leva a acreditar que a própria imunidade inata do ser humano é capaz de combater as epidemias.

Segundo a Associação Britânica para o Progresso da Ciência (BAAS), as doenças infantis declinaram 90% entre 1850 e 1940, muito antes dos programas de vacinação obrigatórios.

Acredito com veemência que o controle das doenças infectocontagiosas deu-se muito mais pelo acesso ao saneamento básico e à nutrição adequada do que pela vacinação.

O paciente incapaz de combater a doença de forma natural também terá dificuldade para desenvolver a imunidade de forma provocada por meio da vacina.

Fatores de risco como obesidade, diabetes, doenças do coração, desnutrição e doenças imunossupressoras são impeditivos naturais para resistência às infecções.

Nossa recomendação é universal: a melhor vacina é alimentação saudável, atividade física e controle do estresse. Seguindo à risca nossas recomendações, relendo nossos inúmeros artigos já publicados neste espaço, alcança-se eficaz proteção, com a imunidade fortalecida e pronta para combater quaisquer vírus ou bactérias.

No Brasil não existe lei que obrigue a vacinação irrestrita. Há o Estatuto da Criança e do Adolescente que define a obrigação de vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades.

Chegou o momento de todos saberem da verdade e, com instrução segura, tomar a melhor decisão para si e para seus familiares.

O Centro Nacional de Informações sobre Vacinas (NVIC) é um instituto americano sério e independente, que não é manipulado por indústrias ou organizações com interesses escusos. Acesse o site: www.NVIC.org [para quem tem dificuldade em ler em inglês, vale usar ferramentas de tradução como o Google Tradutor para auxiliar na compreensão; a sua saúde merece esse empenho].

Não se assuste com as informações que irá encontrar, é apenas a realidade escondida…

Vamos em frente, sempre pela verdade!

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— Dr. Cacciari

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Amigos, agora apresento uma pequena mas respeitadíssima amostra dos estudos científicos que embasam nosso posicionamento.

Restringimo-nos nesta amostra apenas a meta-análises. Há centenas, milhares de outros estudos com as demais qualificações.

Para quem não está afeito à terminologia científica, uma meta-análise é um dos mais altos padrões de estudos nas ciências e, por conseguinte, na chamada Medicina Baseada em Evidências.

Estas meta-análises incluem alguns dos periódicos científicos mais prestigiados do mundo [ranking SJR – SCImago Journal Rank]: The Lancet Infectious Diseases [15], Thorax [123], Pediatrics [141], Vaccine [422], Journal of Pediatrics [499], Pharmacoepidemiology and Drug Safety [501], Cochrane Database of Systematic Reviews [531], Cancer Science [563], Clinical and Vaccine Immunology [870].

Bons estudos!

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PROBLEMAS RELACIONADOS COM VACINAS
25 META-ANÁLISES

Contempla estudos publicados em alguns dos periódicos científicos mais prestigiados do mundo [ranking SJR – SCImago Journal Rank]: The Lancet Infectious Diseases [15], Thorax [123], Pediatrics [141], Vaccine [422], Journal of Pediatrics [499], Pharmacoepidemiology and Drug Safety [501], Cochrane Database of Systematic Reviews [531], Cancer Science [563], Clinical and Vaccine Immunology [870]

“The design and reporting of safety outcomes in MMR vaccine studies, both pre- and post-marketing, are largely inadequate.”
Vittorio Demicheli, Alessandro Rivetti, Maria Grazia Debalini, Carlo Di Pietrantonj. Vaccines for measles, mumps and rubella in children. Cochrane Database Syst Rev. 2012 ;2:CD004407. Epub 2012 Feb 15. PMID: 22336803
📆 Article Published Date: Dec 31, 2011
🔬 Study Type: Meta Analysis

38,787 adverse events including infant death (highest in 1–3 month olds) after vaccination were reported between 1991–1994. (The authors speciously claim SIDS and not vaccination caused these deaths).
M M Braun, S S Ellenberg. Descriptive epidemiology of adverse events after immunization: reports to the Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS), 1991-1994. J Pediatr. 1997 Oct;131(4):529-35. PMID: 9386653
📆 Article Published Date: Oct 1, 1997
🔬 Study Type: Meta Analysis

Diphtheria immunisation is weakly associated with an increased risk of asthma by age 7 years.
Kazunori Nakajima, Shyamali C Dharmage, John B Carlin, Cathryn L Wharton, Mark A Jenkins, Graham G Giles, Michael J Abramson, E Haydn Walters, John L Hopper. Is childhood immunisation associated with atopic disease from age 7 to 32 years? Thorax. 2007 Mar;62(3):270-5. Epub 2006 Nov 7. PMID: 17090571
📆 Article Published Date: Mar 1, 2007
🔬 Study Type: Meta Analysis

DTP or tetanus vaccination increases the risk of allergies and related respiratory symptoms in children and adolescents.
E L Hurwitz, H Morgenstern. Effects of diphtheria-tetanus-pertussis or tetanus vaccination on allergies and allergy-related respiratory symptoms among children and adolescents in the United States. J Manipulative Physiol Ther. 2000 Feb;23(2):81-90. PMID: 10714532
📆 Article Published Date: Feb 1, 2000
🔬 Study Type: Meta Analysis

Inactivated flu vaccines have not been proven to be effective or safe in preventing influenza in healthy children under two.
Tom Jefferson, Alessandro Rivetti, Anthony Harnden, Carlo Di Pietrantonj, Vittorio Demicheli. Vaccines for preventing influenza in healthy children. Altern Ther Health Med. 2009 Sep-Oct;15(5):44-6. PMID: 18425905
📆 Article Published Date: Sep 1, 2009
🔬 Study Type: Meta Analysis

Influenza vaccination for healthcare workers who work with the elderly has no effect on laboratory-proven influenza, pneumonia or deaths from pneumonia.
Roger E Thomas, Tom Jefferson, Toby J Lasserson. Influenza vaccination for healthcare workers who work with the elderly. Cochrane Database Syst Rev. 2010(2):CD005187. Epub 2010 Feb 17. PMID: 20166073
📆 Article Published Date: Jan 1, 2010
🔬 Study Type: Meta Analysis

Male newborns vaccinated with hepatitis B prior to 1999 had a 3-fold higher risk for parentally reported autism.
Carolyn M Gallagher, Melody S Goodman. Hepatitis B vaccination of male neonates and autism diagnosis, NHIS 1997-2002. J Toxicol Environ Health A. 2010 Jan;73(24):1665-77. PMID: 21058170
📆 Article Published Date: Jan 1, 2010
🔬 Study Type: Meta Analysis

Maternal influenza vaccination during pregnancy does not reduce the incidence of acute respiratory illness visits among infants.
Eric K France, Renae Smith-Ray, David McClure, Simon Hambidge, Stanley Xu, Kristi Yamasaki, David Shay, Eric Weintraub, Alicia M Fry, Steve B Black, Henry R Shinefield, John P Mullooly, Lisa A Jackson. Impact of maternal influenza vaccination during pregnancy on the incidence of acute respiratory illness visits among infants. Cancer Sci. 2004 Jul;95(7):596-601. PMID: 17146026
📆 Article Published Date: Jul 1, 2004
🔬 Study Type: Meta Analysis

Neonate exposure to thimerosal mercury from hepatitis B vaccines may be a significant problem.
José G Dórea, Rejane C Marques, Katiane G Brandão. Neonate exposure to thimerosal mercury from hepatitis B vaccines. Am J Perinatol. 2009 Aug;26(7):523-7. Epub 2009 Mar 12. PMID: 19283656
📆 Article Published Date: Aug 1, 2009
🔬 Study Type: Meta Analysis

Over 1,000 confirmed cases of vaccine-induced thrombocytopenia were reported between 1990-2008.
Emily Jane Woo, Robert P Wise, David Menschik, Sean V Shadomy, John Iskander, Judy Beeler, Frederick Varricchio, Robert Ball. Thrombocytopenia after vaccination: case reports to the US Vaccine Adverse Event Reporting System, 1990-2008. Vaccine. 2010 Nov 29. Epub 2010 Nov 29. PMID: 21126606
📆 Article Published Date: Nov 29, 2010
🔬 Study Type: Meta Analysis

[CONTINUA]
[CONTINUAÇÃO]

PROBLEMAS RELACIONADOS COM VACINAS
25 META-ANÁLISES

Over 600 cases of sudden infant death syndrome following vaccination were reported from 1990–1997.
L E Silvers, S S Ellenberg, R P Wise, F E Varricchio, G T Mootrey, M E Salive. The epidemiology of fatalities reported to the vaccine adverse event reporting system 1990-1997. Pharmacoepidemiol Drug Saf. 2001 Jun-Jul;10(4):279-85. PMID: 11760487
📆 Article Published Date: Jun 1, 2001
🔬 Study Type: Meta Analysis

The effectiveness of the 2008–2009 seasonal flu vaccine in England was -6%.
Richard Pebody, Nick Andrews, Pauline Waight, Rashmi Malkani, Christine McCartney, Joanna Ellis, Elizabeth Miller. No effect of 2008/09 seasonal influenza vaccination on the risk of pandemic H1N1 2009 influenza infection in England. Vaccine. 2011 Jan 31. Epub 2011 Jan 31. PMID: 21292008
📆 Article Published Date: Jan 31, 2011
🔬 Study Type: Meta Analysis

The risk of adverse events from the pertussis outweighed the risk of pertussis infection during the period of 1970-83 in children living in non-deprived circumstances in Britain.
G T Stewart. Whooping cough and pertussis vaccine: a comparison of risks and benefits in Britain during the period 1968-83. Dev Biol Stand. 1985;61:395-405. PMID: 3835080
📆 Article Published Date: Jan 1, 1985
🔬 Study Type: Meta Analysis

There are no randomized controlled trials that assessed the effects of hepatitis B vaccine during pregnancy for preventing infant infection.
Ussanee S Sangkomkamhang, Pisake Lumbiganon, Malinee Laopaiboon. Hepatitis B vaccination during pregnancy for preventing infant infection. Cochrane Database Syst Rev. 2011(3):CD007879. Epub 2011 Mar 16. PMID: 21412913
📆 Article Published Date: Jan 1, 2011
🔬 Study Type: Meta Analysis

There is a highly statistically significant correlation between increasing number of vaccine doses and increasing infant mortality rates.
Neil Z Miller, Gary S Goldman. Infant mortality rates regressed against number of vaccine doses routinely given: Is there a biochemical or synergistic toxicity? Hum Exp Toxicol. 2011 May 4. Epub 2011 May 4. PMID: 21543527
📆 Article Published Date: May 4, 2011
🔬 Study Type: Meta Analysis

There is a lack of evidence for the effectiveness of influenza vaccines in adults aged 65 years or older.
Michael T Osterholm, Nicholas S Kelley, Alfred Sommer, Edward A Belongia. Efficacy and effectiveness of influenza vaccines: a systematic review and meta-analysis. Lancet Infect Dis. 2011 Oct 25. Epub 2011 Oct 25. PMID: 22032844
📆 Article Published Date: Oct 25, 2011
🔬 Study Type: Meta Analysis

There is currently no evidence from randomised studies that influenza vaccine given to people with CF is of benefit to them.
Poonam Dharmaraj, Rosalind L Smyth. Vaccines for preventing influenza in people with cystic fibrosis. Cochrane Database Syst Rev. 2009 Oct 7;(4):CD001753. PMID: 19821281
📆 Article Published Date: Oct 7, 2009
🔬 Study Type: Meta Analysis

There is little evidence supporting the belief that vaccines are effective in preventing influenza in healthy adults.
Tom Jefferson, Carlo Di Pietrantonj, Alessandro Rivetti, Ghada A Bawazeer, Lubna A Al-Ansary, Eliana Ferroni. Vaccines for preventing influenza in healthy adults. Cochrane Database Syst Rev. 2010(7):CD001269. Epub 2010 Jul 7. PMID: 20614424
📆 Article Published Date: Jan 1, 2010
🔬 Study Type: Meta Analysis

There is no solid evidence available supporting the belief that vaccines are effective in preventing influenza in the elderly.
Tom Jefferson, Carlo Di Pietrantonj, Lubna A Al-Ansary, Eliana Ferroni, Sarah Thorning, Roger E Thomas. Vaccines for preventing influenza in the elderly. Cochrane Database Syst Rev. 2010(2):CD004876. Epub 2010 Feb 17. PMID: 20166072
📆 Article Published Date: Jan 1, 2010
🔬 Study Type: Meta Analysis

Thimerosol-containing vaccines are associated with autism prevalence and measles-containing vaccines are associated with serious neurological disorders.
David A Geier, Mark R Geier. A comparative evaluation of the effects of MMR immunization and mercury doses from thimerosal-containing childhood vaccines on the population prevalence of autism. Med Sci Monit. 2004 Mar;10(3):PI33-9. Epub 2004 Mar 1. PMID: 14976450
📆 Article Published Date: Mar 1, 2004
🔬 Study Type: Meta Analysis

Vaccination in infants less than 3 months is associated with an increased risk of sudden infant death syndrome.
A P Jonville-Bera, E Autret, J Laugier. Sudden infant death syndrome and diphtheria-tetanus-pertussis-poliomyelitis vaccination status. Fundam Clin Pharmacol. 1995;9(3):263-70. PMID: 7557822
📆 Article Published Date: Jan 1, 1995
🔬 Study Type: Meta Analysis

Vaccination is associated with a rare autoimmune neurological condition transverse myelitis.
N Agmon-Levin, S Kivity, M Szyper-Kravitz, Y Shoenfeld. Transverse myelitis and vaccines: a multi-analysis. Lupus. 2009 Nov;18(13):1198-204. PMID: 19880568
📆 Article Published Date: Nov 1, 2009
🔬 Study Type: Meta Analysis

Vaccination is associated with an increased risk for hemolytic anemia.
Allison L Naleway, Edward A Belongia, James G Donahue, Burney A Kieke, Jason M Glanz,. Risk of immune hemolytic anemia in children following immunization. Vaccine. 2009 Dec 9;27(52):7394-7. Epub 2009 Sep 18. PMID: 19766577
📆 Article Published Date: Dec 9, 2009
🔬 Study Type: Meta Analysis

We concluded that there is no credible evidence that vaccination of healthy people under the age of 60, who are healthcare workers caring for the elderly, affects influenza complications in those cared for.
R E Thomas, T Jefferson, V Demicheli, D Rivetti. Influenza vaccination for healthcare workers who work with the elderly. Cochrane Database Syst Rev. 2006 ;3:CD005187. Epub 2006 Jul 19. PMID: 16856082
📆 Article Published Date: Jan 1, 2006
🔬 Study Type: Meta Analysis

When polled 5% of nonpediatricians would not use Haemophilus influenzae type b vaccine if they had a child born in 2004.
Klara M Posfay-Barbe, Ulrich Heininger, Christoph Aebi, Daniel Desgrandchamps, Bernard Vaudaux, Claire-Anne Siegrist. How do physicians immunize their own children? Differences among pediatricians and nonpediatricians. Pediatrics. 2005 Nov;116(5):e623-33. PMID: 16263976
📆 Article Published Date: Nov 1, 2005
🔬 Study Type: Meta Analysis

 

Amigos seguidores!

Seguem algumas referências e quem tiver interesse, poderá aprofundar-se bastante. Todo esse conteúdo é oferecido com grande embasamento científico de cientistas renomados.

Quanto aos que possuem opinião oposta, não vão mudá-la após um breve diálogo no Face, assim como não vão me convencer do contrário.

Nossa intenção é apenas colaborar.

Bons estudos!

____________________________
G U I A S

www.greenmedinfo.com/guide/health-guide-vaccine-research
http://vaccines.mercola.com

____________________________
S I T E S

www.vaccineinjury.info

vaccineimpact.com

www.vaccinationcouncil.org

www.vaccinedecision.info

____________________________
V Í D E O S

– Vaccines: The Risks, the Benefits, the Choices. Dr. Sherri Tenpenny
[https://youtu.be/pdLMeULoujM]

– Vaccines: What the CDC Documents Reveal, Dr. Sherri Tenpenny
[https://youtu.be/M1VwVBmx0Ng]

– The Greater Good – a Documentary Film by Leslie Manookian, Kendall Nelson and Chris Pilaro
[https://youtu.be/o_nWp6ZHA2Q]

– Honesty vs. Policy. Suzanne Humphries, MD
[https://www.youtube.com/playlist…]

– Infant Immunity with Suzanne Humphries and Hilary Butler
[https://www.youtube.com/playlist…]

____________________________
L I V R O S

– The Vaccine Guide: Risks and Benefits for Children and Adults. Randall Neustaedter [OMD]

– What Your Doctor May Not Tell You About Children’s Vaccinations. Stephanie Cave [MD, FAAFP] with Deborah Mitchell

– Vaccines: Are They Really Safe and Effective? A Parents Guide to Childhood Shots. Neil Z. Miller

– Immunization Theory vs. Reality: Expose on Vaccinations. Neil Z. Miller

– Immunizations: the People Speak! Questions, Comments, and Concerns About Vaccinations. Neil Z. Miller

– Raising a Vaccine Free Child. Wendy Lydall

– The Vaccination Dilemma. Christine Murphy

– The River: a Journey to the Source of HIV and AIDS. Edward Hooper

– Vaccine Free Prevention and Treatment of Infectious Contagious Disease with Homeopathy. Kate Birch

– The Virus and the Vaccine: the True Story of a Cancer-Causing Monkey Virus, Contaminated Polio Vaccine, and the Millions of Americans Exposed. Debbie Bookchin & Jim Schumacher

– A Shot in the Dark. Harris L. Coulter & Barbara Loe Fisher

– Saying No to Vaccines. Sherri Tenpenny

– The Sanctity of Human Blood: Vaccination I$ Not Immunization. Tim O’Shea

– Callous Disregard – Autism and Vaccines – the Truth Behind a Tragedy. Andrew Wakefield

– Vaccine Epidemic – How Corporate, Biased Science, and Coercive Government Threaten Our Human Rights, Our Health, and Our Children. Louise Kuo Habakus [MA] and Mary Holland [JD]

– Vaccine Safety Manual for Concerned Families and Health Practitioners. Neil Z. Miller

– Dissolving Illusions: Disease, Vaccines, and the Forgotten History. Suzanne Humphries [MD] and Roman Bystrianyk

– Vaccination Voodoo: What You Don’t Know about Vaccines. Catherine Frompovich

– Vaccination Is Not Immunization. Tim O’Shea

– Vaccine Illusion: How Vaccination Compromises Our Natural Immunity And What We Can Do To Regain Our Health. Tetyana Obukhanych [PhD]

– The Peanut Allergy Epidemic: What’s Causing It and How to Stop It. Heather Fraser

– PLAGUE – One Scientist’s Intrepid Search for the Truth about Human Retroviruses and Chronic Fatigue Syndrome (ME/CFS), Autism, and Other Diseases. Kent Heckenlively [JD] and Judy Mikovits [PHD]

– The Vaccine Court – the Dark Truth of America’s Vaccine Injury Compensation Program. Wayne Rohde

– The Big Autism Cover-up – How and Why the Media is Lying to the American Public. Anne Dachel

– The Autism War. Louis Conte

– Thimerosal – Let the Science Speak. Robert F. Kennedy Jr. [editor]

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